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Dois são presos em Congonhas ao tentar recuperar aparelho que clona cartões

Dispositivo conhecido como 'chupa-cabra' foi instalado em caixa eletrônico localizado a menos de 50 metros de posto policial; acusado já foi preso por praticar o mesmo crime em uma rodoviária

Acusados foram flagrados em vídeo instalando 'chupa-cabra' em caixa perto de posto da polícia/Ernesto Rodrigues/AE

Dois homens foram presos nesta quinta-feira, 12, no aeroporto de Congonhas ao tentar retirar um dispositivo conhecido como "chupa-cabra", usado para clonar cartões de crédito, de um caixa eletrônico localizado a menos de 50 metros do posto da Polícia Civil. O delegado Osvaldo Nico Gonçalves, da Delegacia Especializada no Atendimento ao Turista (Deatur), afirmou que as investigações vão revelar se o grupo atuava em outros aeroportos do País.

Após a prisão, Rosinaldo Oliveira Soares, 35 anos, e Danilo Araujo Sena, 19 anos, foram levados para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Pinheiros. Eles são acusados de tentativa de furto mediante fraude. A pena pode chegar a cinco anos de prisão. A polícia procura ainda por outros dois homens que fariam parte da quadrilha.

As filmagens do circuito interno do aeroporto mostram Soares e uma pessoa não identificada colocando o dispositivo no caixa eletrônico na quarta-feira, por volta das 18 horas. A instalação não levou mais que alguns minutos. A prisão ocorreu menos de 12 horas depois. Após perceberem a irregularidade, três policiais passaram a noite de vigília esperando os suspeitos virem buscar o aparelho. Às 5h38, Soares e Sena chegaram ao local. Com eles foram apreendidos duas chaves de fenda e uma ferramenta tipo formão.

O kit para coletar os dados dos cartões de crédito era formado por dois dispositivos. Um deles foi instalado no lugar do leitor de cartão. O outro, composto por uma câmera de celular e três baterias com capacidade de 12 horas de gravação, foi posto acima do teclado onde as pessoas digitam a senha. Segundo o delegado Gonçalves, a perfeição com que as peças foram moldadas chamou atenção. 

Tentativa frustrada. 

Outras imagens, do dia 23 de junho, mostram Soares e um diferente comparsa instalando um aparelho semelhante no mesmo caixa eletrônico. O dispositivo foi descoberto por um vigilante do aeroporto e entregue à polícia.

Segundo a delegada Fernanda Herbella, que conduziu a investigação, Soares já foi preso por crime semelhante na Bahia, no ano passado. O local escolhido daquela vez não foi um aeroporto, e sim a rodoviária de Salvador.

Os dois suspeitos são do Ceará, de um município chamado Novo Oriente, que, segundo Fernanda, é conhecido por exportar quadrilhas especializadas nesse tipo de crime. A delegada diz, no entanto, que não dá para saber quantos cartões foram clonados por eles, mas faz um alerta. Sempre que uma pessoa for sacar dinheiro em um caixa eletrônico, ela precisa ficar atenta a qualquer anormalidade e comunicar a polícia se suspeitar de algo.

Fonte: O ESTADO DE S PAULO /  Isadora Peron



Passageiros dormem em aeroporto em SP, por causa de nevoeiro

 Passageiros dormem no aeroporto de Congonhas (SP) durante a madrugada; nevoeiro cancelou ontem 30% dos voos/Eduardo Anizelli/Folhapress 

Dezenas de passageiros passaram a madrugada desta quarta-feira no aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo, devido ao forte nevoeiro que atrapalhava a visibilidade na região. O aeroporto permaneceu fechado para pousos das 18h46 até o encerramento das suas operações, às 23h de terça-feira (12).

Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), Congonhas encerrou as operações com 140 voos (56,2%) atrasados e 73 (29,3%) cancelados.

 Eduardo Anizelli/Folhapress 

Fonte: FOLHA DE S PAULO/Martha Alves

Nova torre de Congonhas recebe instalação de equipamentos


 Os investimentos para a nova torre de controle do aeroporto de Congonhas, na zona sul de SP chegaram a R$ 11 milhões/Moacyr Lopes Junior/Folhapress

As obras da nova torre de controle do aeroporto de Congonhas, que se arrastam desde 2008, passam agora por uma fase de instalação de equipamentos. Os investimentos chegam a R$ 11 milhões, pagos pela Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária).

Restará ainda uma inspeção do GEIV (Grupo Especial de Inspeção em Voo). A partir de então, a torre ficará sob responsabilidade da Aeronáutica, que já faz o controle de tráfego aéreo no aeroporto de Congonhas.


 Para a torre de controle do aeroporto de Congonhas começar a funcionar é necessário uma inspeção do GEIV (Grupo Especial de Inspeção em Voo)/Moacyr Lopes Junior/Folhapress

A torre vai melhorar a visão do pátio do aeroporto, localizado na zona sul, permitindo que seus controladores de voo otimizem as operações. "Ela aprimora o espaço do aeroporto e melhora a observação das pistas e a ergonomia para os operadores", diz o Capitão Pereira, comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de São Paulo.

Congonhas opera com média diária de 560 aeronaves por dia e, em dias de alta operacionalidade, chega a 600 aeronaves, segundo o Capitão. A nova base de observação tem 44 metros de altura, o dobro da altura da antiga, que está em funcionamento desde 1945.

Não há previsão para inauguração da torre, já que faltam detalhes para a Infraero entregá-la à Aeronáutica.

A torre atual/Moacyr Lopes Junior/Folhapress

Fontes: FOLHA DE S PAULO - FAB

Termina sem acordo audiência sobre funcionamento de Congonhas

Moradores querem que o aeroporto inicie suas atividades a partir das 7h. Anac diz que redução de horário teria impacto financeiro.

A audiência de conciliação entre moradores e o Aeroporto de Congonhas realizada nesta quinta-feira (3) terminou sem acordo entre as partes, segundo a assessoria de imprensa da Justiça Federal de São Paulo.

Os moradores querem mudar o horário de funcionamento do aeroporto, que atualmente funciona das 6h às 23 horas. Eles reivindicam que o Congonhas inicie suas atividades a partir das 7h.

Em sua defesa, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ressaltou que a redução de horário teria impacto financeiro, além de diminuir o número de vagas aos passageiros.

Como não houve conciliação, de acordo com a Justiça Federal, um prazo de 20 dias foi fixado para que os autores da ação se manifestem. Em seguida, será dado início a um processo.

No entanto, a possibilidade de um acordo ou conciliação durante o curso do processo não foi descartada pelas partes, diz a assessoria.

Fonte: G1

Duas pessoas morrem eletrocutadas em galpão da Avianca em SP

Acidente aconteceu na manhã desta terça-feira, na Zona Sul de SP. Vítimas morreram no local após choque de 13 mil volts.

 Dois homens foram eletrocutados na manhã desta terça-feira (25) em uma hangar da empresa aérea Avianca, no aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo. O acidente aconteceu na Rua dos Tamoios, Jardim Aeroporto. Quatro equipes do Corpo de Bombeiros foram ao local para atender à ocorrência.

Segundo o médico Diogo Alexandre Mancini, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma das vitimas segurava uma barra de ferro que encostou em um fio de alta tensão. A descarga elétrica de 13 mil volts acabou atingindo a outra vítima. Afonso Campos Paulo e Thiago José Afonso morreram na hora. Segundo os bombeiros, eles eram funcionários terceirizados.

Por volta das 12h30, a Eletropaulo estava no local para desligar o fornecimento de energia elétrica. A Polícia Militar preservava a área, à espera da chegada da perícia. Segundo a PM, o hangar dá acesso ao aeroporto de Congonhas.

A assessoria de imprensa da Avianca foi procurada pelo G1, mas não retornou as ligações até as 12h30 desta terça-feira.

Durante explosão, dois homens morreram após receberem descarga elétrica (Foto: Juliana Cardilli/G1)

Forte estrondo

Na frente do galpão, há algumas lojas que estavam fechadas devido ao feriado. Apenas um posto de gasolina funcionava. Os frentistas relataram ter ouvido o barulho de uma explosão. "Teve uma explosão e deu para ver o fogo. A chama foi alta. O barulho foi igual ao de um transformador estourando quando chove. Foi um susto, o problema é que a gente não pode chegar perto e socorrer", disse o frentista Luiz Carlos de Moura, de 51 anos.


Eletrocutados em hangar de SP eram genro e sogro, afirma polícia

Os dois homens que morreram carbonizados após receberem uma descarga elétrica dentro de um hangar da companhia aérea Avianca no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta terça-feira (25), eram genro e sogro, segundo informações da Polícia Civil. A ocorrência foi encaminhada para a delegacia do aeroporto e deve ser registrada como acidente de trabalho.

Por volta das 14h, a perícia já havia sido feita, mas os dois corpos permaneciam no hangar, na Rua dos Tamoios. Segundo o médico Diogo Alexandre Mancini, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma das vítimas segurava uma barra de ferro que encostou em um fio de alta tensão. A descarga elétrica de 13 mil volts acabou atingindo a outra vítima. Afonso Campos Paulo e Thiago José Afonso morreram na hora. Segundo os bombeiros, eles eram funcionários terceirizados

A assessoria de imprensa da Avianca informou que irá emitir uma nota sobre o assunto na tarde desta terça. Já a Infraero informou que, por se tratar de uma área da companhia aérea, não irá se pronunciar sobre o assunto.

Fontes: G1 - TV Globo

Presidente da Infraero faz vistoria no Aeroporto de Congonhas

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, realizou, nesta sexta-feira (17/12), vistoria no Aeroporto de Congonhas (SP).

Na oportunidade, o presidente verificou as ações implementadas para o período de alta temporada, como os novos monitores LCD dos balcões de check-in e os funcionários usando os coletes amarelos “Posso Ajudar?”.

Acompanhado do superintendente da Regional São Paulo, Lucínio Baptista, e da Superintendente de Congonhas, Eliana Akemi, o presidente vistoriou todas as áreas do aeroporto. No Terminal de Passageiros, Murilo Barboza elogiou as obras de revitalização realizadas pela Gerência de Manutenção, como a troca de parte do antigo forro metálico da Ala Norte (área de check-in) por forro de gesso em placa.

Ele também conheceu a revitalização de todas as entradas do aeroporto para a área de check-in e a instalação de barras-guias para melhorar a organização dos carrinhos de bagagem na área externa do Terminal. O presidente visitou ainda o pátio e as áreas restritas do aeroporto, inspecionando o funcionamento das atividades. “Pude ver o empenho de toda a equipe e a estreita colaboração entre Infraero, empresas aéreas e órgãos públicos, para atender da melhor forma possível os nossos usuários”, afirmou Murilo Barboza.

Durante a manhã, a presidente da Anac, Solange Vieira, juntamente com uma equipe, também esteve em Congonhas fazendo vistoria pelas áreas públicas do aeroporto. Na parte da tarde, Solange seguiu para o aeroporto de Guarulhos. Neste sábado (18/12), o presidente Murilo Barboza realizará vistoria no Aeroporto de Guarulhos.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

Cadeirante sofre acidente em Congonhas

Cadeirante é vítima de acidente no Aeroporto de Congonhas e está na UTI do Hospital Santa Paula em estado gravíssimo.

A filha do arquiteto cadeirante que sofreu uma queda ao ser transportado para o terminal de passageiros do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, neste sábado (11), disse que seu pai foi transportado como uma bagagem.

Para a arquiteta Moira de Castro Vasconcellos, de 42 anos, deficientes são tratados de maneira inadequada pelas companhias aéreas. “O dia a dia deles já é tão complicado, por que não se pode simplificar? A luta é mostrar que ser transportado como mala pode acabar mal, como aconteceu com meu pai”, disse.

“Eles [deficientes] são segregados. Em Congonhas, colocam um chiqueirinho e eles têm que ficar naquela quadradinho esperando alguém vir buscar [para embarcar]”, disse.


No sábado, Fernando Porto de Vasconcellos, de 71 anos, voltava de uma viagem a Brasília, onde faz um tratamento de reabilitação no Hospital Sarah Kubitschek. Há quatro anos, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC). “Estou arrasada. Meu pai já inspirava cuidados. Agora, ele vai ter mais um outro que não precisava ter.”

Ao chegar em Congonhas, ele foi colocado no ambulift, equipamento da Infraero que faz o transporte de pessoas com mobilidade reduzida. De acordo com a arquiteta, no momento do acidente, o ambulift transportava, além do seu pai, uma funcionária da Gol e a sua mãe.

“A minha mãe se sentou no único assento disponível. Teve uma freada brusca. A moça [funcionária da Gol] estava no telefone e caiu. A cadeira dele tombou 90 graus”, contou. A cadeira do arquiteto, segundo a filha, estava apenas com o seu freio acionado e não havia nenhum outro componente de segurança que pudesse manter a estabilidade dela.

Para a arquiteta, as companhias aéreas deveriam optar por não utilizar o ambulift no embarque e no desembarque de pessoas deficientes. “É um meio de transporte que foi feito para pessoas com mobilidade reduzida, mas não tem um cinto de segurança. Estou indignada. Poderia ter sido evitado com um cinto de segurança”, afirmou.

Na queda, o arquiteto teve um osso da face quebrado, no lado direito, e um hematoma na testa. O arquiteto está em coma na UTI do hospital Santa Paula, na Zona Sul da capital. A filha contou que a pressão intracraniana se elevou devido a um aumento em um sangramento. O estado de saúde de Fernando Porto de Vasconcellos é considerado gravíssimo.

Moira de Castro Vasconcellos afirmou que não foi procurada pela Infraero até as 13h. A Gol entrou em contato por telefone uma única vez com um irmão da arquiteta, disse. A família e o convênio médico estão arcando com as despesas do tratamento.

Outro lado

A Gol disse que prestou socorro logo após o acidente e ressaltou que o ambulift é um equipamento da Infraero. “A Gol informa que prestou todo o atendimento possível e acompanhou o senhor Fernando durante o atendimento hospitalar, mantendo contato com a família e oferecendo assistência contínua ao cliente e seus acompanhantes. A companhia esclarece que o transporte em equipamento especial para portadores de deficiências e necessidades específicas é contratado junto à empresa de infraestrutura aeroportuária", informou a empresa, em nota.

Já a Infraero informou que prestou assistência ao passageiro e providenciou a sua remoção a um hospital particular. A empresa informou também ter aberto uma sindicância para apurar as circunstâncias do acidente. Está sendo averiguado também por qual motivo optou-se por utilizar o ambulift e porque o voo não foi encaminhado para um desembarque através do finger, corredor que liga terminal de passageiros ao avião. De acordo com a assessoria de imprensa da Infraero, a assistente social da empresa chegou a ir até o hospital nesta manhã. Porém, a assessoria não soube informar se foi feito um contato com a família.

Fonte: Letícia Macedo (G1) - TV Globo

Cachorro invade pista e fecha aeroporto de Congonhas por mais de 20 minutos

Um cachorro invadiu a pista do aeroporto de Congonhas (na zona sul de São Paulo) e fechou o aeroporto para pousos e decolagens por mais de 20 minutos nesta quinta-feira.

Segundo a Infraero (estatal que administra os aeroportos), a pista ficou fechada das 12h17 às 12h41. Ao menos quatro voos tiveram atrasos, incluindo pousos e decolagens.

De acordo com a estatal, o animal era da raça pinscher e veio como carga viva em uma aeronave. No momento em que era entregue para a proprietária, o cachorro se assustou e fugiu. Funcionários fizeram uma varredura pela pista e por todos os hangares, mas não conseguiram encontrar o animal.

Um repórter da Folha estava em um voo da TAM que pousou em Congonhas. Às 12h15, o piloto da aeronave anunciou o pouso. Minutos depois, no entanto, avisou que o cachorro havia invadido a pista e que não seria possível aterrissar.

Depois de ficar dando voltas sobre o aeroporto, o piloto anunciou, às 12h40, que talvez fosse necessário desviar o voo para o aeroporto de Campinas (93 km de São Paulo), antes que a aeronave ficasse sem combustível. Às 12h50, depois da liberação da pista, o pouso foi autorizado.


Fonte: FOLHA

Ruído de aeronaves será medido no aeroporto de Congonhas

O ruído de aviões no entorno do aeroporto de Congonhas será medido por duas semanas a partir da primeira quinzena de outubro, a pedido de moradores dos bairros vizinhos.

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, a decisão foi tomada pelo Ministério Público, que vai adotar a sugestão da Infraero e monitorar o barulho 24 horas por dia em cinco pontos diferentes, dois deles escolhidos pelos moradores.

O objetivo é identificar os horários mais críticos e as aeronaves e manobras que mais incomodam quem vive na região.

As associações de moradores propuseram em junho de 2010 limitar os pousos e decolagens no terminal entre 23h e 7h, mas não houve acordo. Já as checagens de motores, que ocorriam próximo a vias de grande movimento, foram transferidas para uma pista auxiliar mais afastada.

Fonte: e-band

Artefato encontrado em Congonhas não é bomba, diz polícia de SP

Objeto feito com fios e tubos de PVC foi encontrado por faxineira em área do aeroporto

Policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) descartaram na madrugada desta sexta-feira (3) a hipótese de o artefato encontrado na noite desta quinta (2) dentro do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, ser uma bomba.

O suposto explosivo, feito com fios dentro de tubos de PVC, foi entregue para a Polícia Federal por uma faxineira que o encontrou em uma lixeira da área externa do setor de embarque do aeroporto, por volta das 22h30.

A equipe do Gate informou que fará novas análises para saber a origem do objeto.

De acordo com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), o caso não provocou transtornos aos passageiros, pois o aeroporto estava encerrando operações.


Fontes: R7- Agência Record

Suposta bomba é encontrada no aeroporto de Congonhas

Pacote suspeito foi encontrado por volta de 22h30 desta quinta (2). Equipe do Gate recolheu pacote para análise.

Gate e bombeiros foram acionados após suspeita de bomba no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo/Zanone Fraissat/Folhapress

Um suposto artefato explosivo foi encontrado na noite desta quinta-feira (2) no aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo.

Segundo informações inicias da Polícia Militar, por volta das 22h30 uma faxineira encontrou o objeto em uma das lixeiras da área de embarque e levou todo o material até a delegacia da Polícia Federal.

O Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) e uma equipe de bombeiros foram ao local. O artefato foi levado para a base do Gate para análise.

Parte da área de embarque foi isolada, mas não causou transtornos aos passageiros, já que o aeroporto encerra as operações de voos às 23h.

Fonte: FOLHA

Pontes de embarque de Congonhas têm novo sistema de segurança

O Aeroporto de Congonhas instalou novas sapatas de segurança (safety shoes) em quatro pontes de embarque do Terminal de Passageiros. 


 O assessório, instalado no final de agosto, impede o esmagamento da porta da cabine da aeronave contra a plataforma da ponte caso o sensor de autonivelamento do equipamento não seja ativado.

Os dispositivos instalados foram desenvolvidos em um ano por profissionais das Coordenações de Sistemas Comerciais e de Navegação Aérea e da Gerência de Manutenção do aeroporto, com a orientação do engenheiro Marcos Virgens, que destacou as vantagens da tecnologia. “Com a implantação deste sistema, os possíveis transtornos, como a inoperância da ponte e danos materiais, foram eliminados”, explicou.

A tecnologia desenvolvida pelos profissionais da Infraero utilizou materiais e equipamentos nacionais adaptados, o que possibilitou uma redução nos custos de implantação e manutenção das sapatas, que custaram R$ 882. Segundo Marcos Virgens, se esse material fosse importado, o gasto poderia ser seis vezes maior.

 Sapatas

Fonte: INFRAERO

Aeroporto de Congonhas ganha 900 mil passageiros no 1º semestre

Este foi o primeiro aumento desde o acidente da TAM, que matou 199 pessoas

O número de passageiros no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, aumentou no primeiro semestre de 2010 pela primeira vez desde o acidente com o Airbus da TAM - que matou 199 pessoas em 2007.

De janeiro a junho, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) registrou 7,2 milhões de usuários em Congonhas. No ano da tragédia, foram 8,9 milhões no período. Nos anos seguintes houve queda no primeiro semestre: 6,8 milhões de passageiros em 2008 e 6,3 milhões, em 2009.

De janeiro a junho, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) registrou 7,2 milhões de usuários em Congonhas/Mônica Ribeiro e Ribeiro/R7

Desde o acidente, São Paulo enfrenta um rearranjo no sistema aéreo. O governo decidiu diminuir a quantidade de pousos e decolagens em Congonhas, mas sobrecarregou os aeroportos de Guarulhos e Viracopos, segundo análise de Oswaldo Sansoni, professor de Engenharia Civil do Instituto Mauá de Tecnologia.


- Se não fosse Viracopos, 4 milhões de passageiros utilizariam Guarulhos e Congonhas. Seria muito difícil.

A Infraero informou que, desde 2003, o aeroporto de Congonhas passa por obras para atender ao aumento de demanda. Há um estudo para ampliar o número de balcões de check-in. Segundo nota enviada pela empresa, a proposta "prevê um aumento de mais 20 posições". Com essa medida, a empresa espera "aumentar o nível de conforto dos usuários".

A Infraero ainda ressalta que foram realizadas duas obras no terminal de passageiros, um edifício garagem foi construído e a nova sala de desembarque foi inaugurada. Já o Ministério da Defesa informou que realiza expansões nos aeroportos de Guarulhos e Viracopos. Até 2013, a Infraero promete ampliar a capacidade de Guarulhos, por exemplo, em até 6,5 milhões de passageiros.

Horários

Em vez de Congonhas operar das 6h às 23h de segunda-feira a sexta-feira, como é hoje, a prefeitura quer que o funcionamento seja das 7h às 22h; e, no fim de semana, das 9h às 22h. A medida reduziria o movimento de pousos e decolagens em quase 12% - 62 operações a menos.

O prazo para que o horário de Congonhas fosse alterado venceu em 5 de abril. Mas, para Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e Infraero, é de responsabilidade da União controlar o funcionamento do aeroporto.


Fontes: R7 - Agência Estado

Ministério Público vai coordenar grupo de discussão sobre barulho de Congonhas

Entidades civis entraram com ação para que barulho seja diminuído na região do aeroporto

O Ministério Público Federal é quem vai intermediar as negociações sobre a ação que moradores da região do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, movem por causa do barulho excessivo causado pelas aeronaves na região. A decisão partiu do juiz da 2ª Vara Cível de São Paulo, que está à frente do processo.

O MP vai comandar um grupo de trabalho que terá a participação das associações de moradores que moveram a ação e os réus, que são as empresas aéreas que atuam nele, a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), a Anac (Agência Nacional de Agência Civil) e a Prefeitura de São Paulo. A ideia é fazer com que as partes cheguem a um acordo.

Agora, os envolvidos terão até o dia 15 de julho para indicar dois representantes para participar de reuniões em busca de um acordo. O grupo tem até o dia 30 de novembro para apresentar uma solução do caso ao juiz.

Entidades de moradores dos bairros de Moema, Campo Belo e Jardim Aeroporto, na zona sul, que rodeiam Congonhas entraram com uma ação civil pública pedindo, entre outras coisas, a limitação de pousos e decolagens ao período das 7h às 23h; que os testes de turbinas das aeronaves, em hangares nos arredores do aeroporto, ocorram das 9h às 22h; proteção acústica eficiente do local e que as empresas aéreas reduzam os ruídos emitidos pelas aeronaves.

Fonte: R7

Aeroporto de Congonhas descumpre exigências ambientais

Junho era o prazo para medidas de redução de contaminação e ruído. Infraero diz que as regras impostas pela Prefeitura de São Paulo serão cumpridas, mas não precisa quando

Do ponto de vista ambiental, o aeroporto de Congonhas, por onde passam 36.658 pessoas todos os dias, continua irregular.

Várias exigências feitas pela prefeitura principalmente para coibir barulho e atenuar contaminação do ar estão sendo desrespeitadas pela Infraero, empresa que administra os aeroportos. Em junho, o prazo para o cumprimento de mais um conjunto de normas acabou.

As exigências, impostas em dezembro pela administração Kassab, são para que Congonhas possa, enfim, obter sua licença ambiental de operação, que nunca teve.

São cem as medidas redigidas pela pasta do Verde e Meio Ambiente. Os prazos para que sejam cumpridas varia de 30 a 365 dias. Já se passaram mais de 180 dias.

O plano para monitorar os ruídos dos aviões, uma das exigências, ainda não existe. A análise de risco detalhada de todas as áreas passíveis de acidentes, como a de abastecimento, por exemplo, idem.

Os projetos para a construção de pequenos piscinões nas cabeceiras das pistas, o que evitaria acúmulo de água, também não foram apresentados pela Infraero.

"É inaceitável. A Infraero está tentando ganhar tempo com ações na Justiça. As exigências não são apenas de plantar umas poucas árvores. Estamos falando de itens de segurança", diz o vereador Floriano Pesaro (PSDB). Ele preside a Comissão de Meio Ambiente da Câmara. Os vereadores discutiram o problema em audiência pública no dia 17.

Fábio Rodrigues, procurador-chefe da Regional Sul da Infraero, alfinetou a secretaria do Verde na reunião, dizendo que a questão estava sendo politizada.

Após a réplica do secretário Eduardo Jorge, Rodrigues, que não falou com a imprensa, recuou.

Avião pousando na pista 17R de Congonhas/Foto: Eduardo Nicolau/AE

OUTRO LADO

A Infraero diz que está preocupada com as normas ambientais do aeroporto de Congonhas e que todas as exigências serão cumpridas. Mas não sabe quando será possível resolver todas as pendências ambientais.

Na audiência com os vereadores, a empresa voltou a empurrar o problema da redução do horário de funcionamento do aeroporto, um das exigências mais polêmicas, para a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O órgão não apareceu na reunião. A tese dos dois grupos é que a prefeitura não tem competência para legislar sobre o tema.

Hoje, Congonhas funciona das 6h às 23h. Pelas novas normas da prefeitura, os pousos e decolagens deveriam ficar entre 7h e 22h.

Fonte: FOLHA/Eduardo Geraque e Ricardo Gallo

Aeroporto de Congonhas será ampliado para Copa

A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) vai expandir a ala de check-in do Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo.

A ampliação do mais controverso terminal do País faz parte do amplo pacote de obras lançado pela estatal para tentar aplacar a crescente demanda do setor aéreo e atender com padrões mínimos de conforto os milhões de turistas que vão cruzar o Brasil durante a Copa de 2014.

Em fevereiro de 2012, quando a Infraero planeja entregar a nova ala, a capacidade do aeroporto vai saltar dos atuais 14,5 milhões de passageiros por ano para 17,5 milhões (20,6%), o que o consolidará como o segundo terminal aéreo do País, atrás apenas de Cumbica, em Guarulhos.

No centro do projeto, a que o jornal O Estado de S. Paulo teve acesso na íntegra, estão 14 dos 16 aeroportos das 12 cidades-sede do mundial. Quase metade das 50 folhas de apresentação do plano é dedicada aos aeroportos de São Paulo.

O presidente da estatal, Murilo Barboza, reconhece a importância da Copa, mas defende que a reforma dos aeroportos tenha como meta suprir o aumento da demanda do setor. "Se esse objetivo for alcançado, o evento Copa estará bem atendido." O planejamento foi elaborado com base no diagnóstico feito pela consultoria McKinsey, cujo resultado será divulgado hoje.

Ala de check-in do Aeroporto de Congonhas/Agência Brasil


Saturação

Se nada for feito para reverter o quadro atual, 15 dos 16 aeroportos das cidades-sede da Copa correm o risco de estar saturados em 2014. A maioria já tem limitações ou gargalos operacionais em pátios, pistas e/ou terminais de passageiros. O único que está (e continuará) livre de problemas é o Galeão, no Rio de Janeiro. O diagnóstico foi feito com base no estudo da consultoria McKinsey, contratada pelo BNDES para elaborar uma radiografia do setor.

A Copa deve trazer de 3% a 4% mais passageiros para os aeroportos do País, segundo a McKinsey. Isso sem contar o crescimento natural de um dos setores mais aquecidos da economia, que nos últimos anos registrou expansão de dois dígitos.

Num cenário "pessimista", de crescimento econômico de 5% ao ano e manutenção do valor das passagens, a consultoria prevê que o mercado avance 36% até 2014. No quadro "otimista", com Produto Interno Bruto (PIB) de 7% ao ano e queda de 5% das tarifas, o crescimento da aviação nacional deve atingir 57%.


Para conseguir dar conta dessa demanda, a Infraero estima que será necessário aumentar em 41% a capacidade dos 16 aeroportos brasileiros até 2014 - dos atuais 114 milhões de passageiros por ano para 160,7 milhões. Nos próximos quatro anos, o investimento total na rede de aeroportos do País será de R$ 6,4 bilhões, dos quais R$ 3,9 bilhões virão de recursos próprios da Infraero e R$ 2,5 bilhões, de recursos da União.

Fonte: O ESTADO

Aeronave derrama óleo na pista em Congonhas

Segundo a Infraero, problema ocorreu na pista de manobra para decolagem

O derramamento de óleo de uma aeronave em uma pista do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, provocou o atraso de cinco voos na manhã desta quinta-feira (13).

De acordo com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), o problema ocorreu por volta das 8h20 na pista de manobra para decolagem, também chamada de taxiway.

A estatal que administra os aeroportos diz que a pista principal não foi afetada. Por volta das 9h50, uma equipe fazia a limpeza no local onde ocorreu o incidente. O aeroporto operava com restrições, mas sem a ajuda de instrumentos.

Além dos atrasos, dois voos tiveram de ser alternados para o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo.

O avião, do tipo Fokker 100, da Avianca (ex-OceanAir), tinha como trajeto o caminho Belo Horizonte-Brasília. Não há informações sobre os motivos que causaram o derramamento.


Fonte: R7

AZUL promove evento no Aeroporto de Congonhas

Operações em Congonhas começam amanhã

Neste sábado, dia 1º de maio, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras começa a operar voos a partir do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O primeiro destino será Porto Seguro.

Para celebrar a ocasião, a Azul vai promover um evento na área de check-in das 13 às 14 horas, durante o embarque dos clientes. Antes disso, o presidente Executivo da Azul, Pedro Janot, e outros diretores estarão à disposição para conversar com a imprensa.

Fonte: Brasilturis

Justiça mantém horário de funcionamento do Aeroporto de Congonhas

Prefeitura paulistana em guerra contra a Infraero

A Justiça Federal em São Paulo manteve a liminar obtida pela Infraero e garantiu que o Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, continue funcionando todos os dias entre as 6h e 23h. A decisão é da juíza federal Rosana Ferri Vidor, da 2ª Vara Cível Federal de São Paulo.

A Infraero foi autuada pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente no dia 3 de março deste ano por não ter cumprido 13 exigências ambientais (de uma lista de cem) para o funcionamento do aeroporto. O prazo foi prorrogado por mais 30 dias mas, quando esse prazo estava vencendo, a Infraero entrou com um pedido na Justiça para impedir que fosse multada em R$ 1 milhão pela secretaria.

O pedido foi atendido e a juíza Anita Villani determinou, em caráter liminar, que a Infraero não poderia ser multada pela secretaria até o dia 10 de abril (último sábado). Agora, a decisão foi mantida pela juíza Rosana Ferri Vidor e a decisão vale até que a administração municipal conteste a decisão.

De acordo com a secretaria, as cem exigências ambientais para a Infraero têm prazos diferentes de cumprimento, mas 13 delas venceram no dia 2 de abril sem que a Infraero as tivesse resolvido. Entre essas exigências ambientais estão a alteração no funcionamento do aeroporto (que deveria funcionar de segunda a sábado das 7h às 22h e aos domingos e feriados das 9h às 22h) e a apresentação do Programa de Monitoramento de Ruído Aeroportuário avaliando o ruído gerado nos corredores de circulação dos helicópteros.

Por meio de nota, a Infraero diz que as operações no Aeroporto de Congonhas permanecem inalteradas. Já a Procuradoria-Geral do Município afirmou, também por meio de nota, que vai primeiro analisar as exigências do Conselho Municipal do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável sobre o Aeroporto de Congonhas e quais dessas exigências devem ser atendidas prontamente pela Infraero. Só depois dessa primeira análise é que a procuradoria vai decidir qual recurso jurídico vai adotar nesse caso.

Fonte: Agência Brasil

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