Nasa confirma existência de 1º planeta em zona habitável

Planeta está na zona habitável

Ilustração artística do Kepler-22b, que possui um raio 2,4 vezes maior do que a Terra e está na zona habitável/NASA/Ames/JPL-Caltech

A Nasa (agência espacial americana) confirmou uma notícia que há muito tempo era esperada: a existência de um planeta na chamada zona habitável. Isso significa dizer que o novo astro se encontra em uma região que propicia a formação de água em estado líquido em sua superfície e, por conseguinte, a possibilidade de abrigar vida.

Chamado de Kepler-22-b, é um dos menores astros a orbitar a região de uma estrela similar ao Sol do nosso Sistema Solar e possui cerca de 2,4 vezes o raio da Terra.

Apesar de ser maior que a Terra, ele leva o equivalente a 290 dias terrestres para fazer uma volta completa na estrela parecida com o Sol, embora ela seja um pouco menor e mais fria.

Só não se sabe ainda qual é a composição do Kepler-22-b --se é rochosa, gasosa ou líquida--, mas se sabe que está a 600 anos-luz de distância.

"Este é um marco importante (...) para se achar um gêmeo da Terra", disse em Washington Douglas Hudgins, que faz parte do programa Kepler, o telescópio espacial que mantém um monitoramento de pelo menos 150 mil estrelas para poder classificá-los com exatidão.

Dos 54 outros candidatos a planetas que se encontram na zona habitável, conforme divulgado em fevereiro deste ano, somente o Kepler-22-b é o primeiro a ter confirmada sua classificação.

Além de ter encontrado o primeiro planeta habitável, o Kepler identificou também pelo menos mil novos corpos celestes que se enquadram como candidatos a planetas. A novidade é que, pela nova contagem, esse número é o dobro da anterior.

O estudo sobre o novo planeta será publicado no "The Astrophysical Journal" em breve.


Fontes: FOLHA DE S PAULO - NASA

Aeroportos leiloados precisarão de mais 32,9 mil vagas para carros

Previsão é de estudos aprovados pela Anac para aeroportos em SP e DF. Contrato vai obrigar empresas a investir em estacionamento, diz agência.

As empresas que assumirem os aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília terão que investir na criação de 32.950 novas vagas de estacionamento de carros para atender ao aumento na movimentação de passageiros até o fim das concessões, em 2041, apontam estudos usados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para redigir o edital de leilão dos três aeroportos.

Segundo o estudo, feito pela Estruturadora Brasileira de Projetos (EBP), os três aeroportos dispõem hoje, juntos, de 5.638 vagas de estacionamento. Isso significa que as concessionárias terão que aumentar em quase seis vezes o espaço para veículos. A Infraero, entretanto, informa que o número atual de vagas é maior: 7.298.

Em Guarulhos, onde hoje, de acordo com a Infraero, existem 3.780 vagas, devem ser oferecidas ainda este mês mais 1.468 vagas para atender ao aumento da demanda de fim de ano. Outras 8 mil estão previstas com a construção do edifício garagem que irá atender o terceiro terminal do aeroporto.

A falta de vagas de estacionamento é hoje um dos gargalos de infraestrutura nos aeroportos e motivo de reclamações dos usuários, principalmente no aeroporto de Guarulhos, o mais movimentado do país. Lá, de acordo com o estudo feito pela EBP, serão necessárias 11.800 novas vagas nos próximos anos.

No aeroporto de Viracopos, em Campinas, que hoje tem 2.010 vagas, o crescimento da demanda por voos exigirá espaço para estacionar mais 14.600 carros. Em Brasília, será necessário elevar das atuais 1.508 para 6.550 vagas.

O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou no último dia 7 os estudos técnicos, econômicos e financeiros que vão nortear o edital de licitação dos aeroportos de Guarulhos, Campinas e Brasília. A decisão libera o governo para publicar o edital, o que deve ser feito nos próximos dias. O leilão deve ocorrer no final de janeiro de 2012.

Obrigação

Questionada se as concessionárias serão obrigadas, por contrato, a atender ao aumento da demanda por estacionamento, a Anac informou que “a minuta de contrato de concessão traz a área de estacionamento de veículos como elemento obrigatório de infraestrutura a ser disponibilizado pelo concessionário.”

O trecho da minuta que trata do investimento em estacionamento diz que a concessionária deverá criar, no aeroporto de Guarulhos, antes da Copa de 2014, vagas suficientes para “acomodar o déficit existente”, além de um “acréscimo correspondente a 1.800 passageiros internacionais em hora pico durante o desembarque e 2.200 passageiros internacionais em hora pico durante o embarque.”

Em Brasília, a obrigatoriedade prevista é zerar o déficit atual e criar vagas equivalentes “a 1.000 passageiros domésticos em hora pico durante o embarque e 1.200 passageiros domésticos em hora pico durante o desembarque.”

Já a empresa que assumir a gestão em Campinas deve, além de equacionar o déficit atual, acrescentar um número de vagas correspondente “a 1.550 passageiros domésticos em hora pico durante o desembarque e 1.550 passageiros domésticos em desembarque.”

Ainda de acordo com a Anac, o documento deve exigir que a concessionária atualize a cada cinco anos seu Plano de Gestão da Infraestrutura, que tem o objetivo de apontar as ações necessárias para atender às regras contratuais que se referem à qualidade de serviço.

A agência informou, porém, que pode haver mudanças nas exigências contratuais após a análise das contribuições feitas durante a consulta pública do edital e das recomendações do TCU.

Espaço

O estudo aponta que, para ampliar o espaço de estacionamento, serão necessários 525 mil m2 de área em Viracopos, 380 mil m2 em Guarulhos e 212,9 mil em Brasília. O G1 questionou à Anac se os aeroportos dispõem desses espaços. Em resposta, a agência informou que as concessionárias poderão adotar soluções, como a construção de prédios, que reduziriam a necessidade de áreas livres para estacionamento.

“Em atendimento à demanda atual e futura, não necessariamente deve ser considerada projeção com um único nível de estacionamento, mas sim um número total de vagas de estacionamento para veículos a serem disponibilizadas, podendo estar dispostas em múltiplos níveis (edifícios-garagem), o que significa em redução da área de projeção a ser utilizada para esse fim”, diz nota da Anac.

Fonte: G1

Nasa divulga três fotos da Terra tiradas por astronautas

A Nasa (agência espacial americana) divulgou nesta quarta-feira três novas fotos tiradas pelos tripulantes da ISS (Estação Espacial Internacional).

A primeira imagem reproduz a visão que os astronautas têm do mar Mediterrâneo e dos arredores quando estão trabalhando na plataforma orbital.

Na foto, dá para ver claramente o rio Nilo como uma linha traçada (à direita na imagem), o delta por onde a água chega ao Mediterrâneo e a península do Sinai.

As áreas brilhantes são focos de luzes erguidas pela mão humana. As demais são iluminadas naturalmente pela Lua ou pelas estrelas.

A outra foto da Nasa mostra o Leste Europeu em imagem também à noite, com a cidade de Budapeste (centro), na Hungria, e a cidade de Kiev, na Ucrânia (centro, na parte de cima).

A terceira imagem foca as famosas Montanhas Rochosas, que ficam nos Estados Unidos.

Foto tirada por astronautas da ISS, divulgada pela Nasa, mostra área do mar Mediterrâneo e delta do rio Nilo

As cidades de Budapeste (centro), na Hungria, e de Kiev, na Ucrânia (na parte superior, ao centro)

Montanhas Rochosas em foto tirada pelos astronautas da ISS

Fontes: NASA - FOLHA DE S PAULO - Agências
Fotos: NASA/REUTERS

Vídeo do dia: Airbus A330 quase ´´ paira ´´ em sobrevoo

Um Airbus A330 em sobrevoo de demonstração em uma ediçãoi da feira Farnborough em 1994, quase ´´ paira´´ durante passagem perante o público. A aeronave enfrentou vento de proa de mais de 20 nós.

'Irã perto de sofrer ataque', diz presidente de Israel

Peres diz que ofensiva é hipótese mais provável do que a diplomacia para resolver impasse sobre programa nuclear

O presidente de Israel, Shimon Peres, disse nesta sexta-feira, 4, que a comunidade internacional "está mais perto de chegar a uma solução militar para o impasse sobre o programa nuclear do Irã do que diplomática". Num tom de ameaça incomum para o presidente e Nobel da Paz, a declaração, feita a um canal de TV israelense, foi recebida com surpresa.

Peres disse que os líderes mundiais deveriam "cumprir as promessas" de conter o Irã "a qualquer custo". "Há um longo menu (de opções) sobre o que pode ser feito", disse.

Na quarta-feira, a agência Associated Press divulgou que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, tenta persuadir seu gabinete a usar a força militar para tentar conter o programa nuclear iraniano. No dia seguinte, o jornal britânico The Guardian noticiou que Londres se prepara para enviar navios de guerra ao Golfo Pérsico para dar apoio a uma ofensiva contra Teerã.

Suspeita

Israel, EUA e Grã-Bretanha, entre outros países, suspeitam que o objetivo do Irã é desenvolver a bomba atômica. Mas os aiatolás negam e asseguram que o programa nuclear iraniano é pacífico e busca produzir energia. Negociações diplomáticas e sanções econômicas aplicadas contra o país não foram suficientes para persuadir Teerã a abrir mão de suas ambições atômicas.


Na França, o presidente Nicolas Sarkozy disse que a "obsessão" do Irã em obter material nuclear fere as leis internacionais. Questionado sobre uma possível intervenção militar no país, Sarkozy reiterou que a comunidade internacional deve manter foco nas sanções, mas acrescentou que, se houver uma ameaça à existência de Israel, "a França não ficará de braços cruzados".

Em uma clara provocação, o principal negociador da questão nuclear de Teerã, Saeed Jalili, declarou na sexta que pretende denunciar os EUA na ONU por "ações terroristas" contra o Irã – como o assassinato de cientistas nucleares iranianos.

Segundo Jalili, o Ministério das Relações Exteriores apresentará ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, documentos que comprovariam as acusações. "Os EUA estão empregando o terrorismo para promover seus objetivos", disse Jalili, em um comício em Teerã. Ele citou a morte de três cientistas nucleares iranianos, que foram baleados. "Nós vamos processar os EUA".

Poder

O comitê de eleições do Irã baniu três partidos reformistas das eleições parlamentares, agendadas para março. Dois deles foram proscritos após protestos contra o resultado das eleições de 2009, que garantiu um segundo mandato ao presidente Mahmoud Ahmadinejad.

"O ministro do Interior considera tais partidos dissolvidos e, com suas licenças revogadas, eles não têm permissão para participar das próximas eleições", disse ontem o chefe do comitê eleitoral, Soulat Mortazavi. Os partidos são: Frente de Participação Islâmica, Organização Revolução Islâmica Mujaheddin e o Movimento Livre do Irã.


Fontes: O ESTADO DE S PAULO - Agências

NASA monitora asteroide que se aproxima da Terra

O "2005 YU55" passará a uma distância inferior à da Lua, mas, segundo a agência espacial americana, não há risco de colisão com o planeta

A NASA monitora de perto o asteroide 2005 YU55 que se aproxima da Terra e, no próximo dia 8, deve passar a uma distância inferior à da Lua, mas, segundo a agência espacial americana, não há risco de colisão com o planeta.

O asteroide tem 400 metros de diâmetro, equivalente ao comprimento de um porta-aviões. Segundo cálculos da NASA, deve passar a uma distância mínima de 324 mil quilômetros, menos que a distância da Lua, que fica a cerca de 384 mil quilômetros da Terra.

As antenas do centro de vigilância do espaço profundo da NASA situado em Goldstone (Califórnia) vigiarão a partir desta sexta-feira a trajetória do asteroide, que, segundo os especialistas, está bem definida.

O potente radar do observatório de Arecibo, situado em Porto Rico, se unirá à equipe de vigilância no próximo dia 8, quando se estima que o asteroide chegue ao ponto mais próximo da Terra.

Os cientistas já advertiram que a influência gravitacional do asteroide não terá nenhum efeito detectável na Terra, como marés ou movimentos nas placas tectônicas.

Embora este asteroide costume realizar uma trajetória que o faz se aproximar periodicamente da Terra, bem como de Vênus e Marte, o encontro deste ano será o mais próximo dos últimos 200 anos.

Durante o monitoramento, os cientistas utilizarão as antenas de Goldstone e Arecibo para rebater ondas de rádio no asteroide. Os ecos das ondas servirão para conhecer detalhes da superfície, forma, dimensões e outras propriedades do corpo celeste.

As observações que o radar de Arecibo fez do asteroide em 2010 mostram que sua forma é quase esférica e viaja lentamente, com um período de rotação de aproximadamente 18 horas.


Encontro deste ano será o mais próximo dos últimos 200 anos / NASA/File/AFP

Os astrônomos indicam que a última vez que uma rocha espacial deste tamanho se aproximou tanto da Terra foi em 1976 e que a próxima aproximação conhecida de um asteroide com tais dimensões será no ano 2028.

A NASA detecta e rastreia habitualmente os asteroides e cometas que passam perto da Terra usando telescópios terrestres e espaciais com seu programa Observação de Objetos Próximos à Terra, apelidado de "Spaceguard", para detectar se algum pode ser potencialmente perigoso ao planeta.

Fontes: EXAME - NASA

Potências nucleares planejam renovar arsenais

Rearmamento nuclear acelera o passo

As potências nucleares do planeta estão planejando gastar centenas de bilhões de libras na modernização e reforço de seus arsenais nucleares ao longo dos 10 próximos anos, de acordo com um relatório abrangente publicado na segunda-feira.

A despeito das pressões sobre os orçamentos governamentais e da retórica internacional quanto ao desarmamento, os indícios apontam para uma nova e perigosa "era de armas nucleares", de acordo com o relatório British American Security Information Council (Basic). O estudo estima que os Estados Unidos gastarão US$ 700 bilhões em despesas de armamento nuclear ao longo da próxima década, enquanto a Rússia gastará pelo menos US$ 70 bilhões em veículos de disparo Outros países, entre os quais Índia, China, Israel, França e Paquistão, devem dedicar montantes formidáveis a sistemas de mísseis táticos e estratégicos.

Em diversos países, entre os quais Rússia, Paquistão, Israel e França, as armas nucleares estão recebendo missões que vão bem além da dissuasão, alerta o estudo, e agora devem "desempenhar papéis bélicos no planejamento militar".

O relatório é o primeiro em uma série de estudos solicitados pela Trident Commission, uma iniciativa independente e pluripartidária criada pela Basic. Os principais integrantes da comissão são Sir Malcolm Rifkind, ex-ministro da Defesa pelo Partido Conservador; Sir Menzies Campbell, antigo porta-voz do Partido Liberal Democrata para questões de defesa; e lorde Browne, antigo secretário da Defesa pelo Partido Trabalhista.

Há fortes argumentos, eles alegam, em favor de uma revisão fundamental da política britânica quanto a armas nucleares. Os conservadores do governo britânico de coalizão afirmam que querem manter um sistema de armas nucleares cuja base são os mísseis Trident. Mas concordaram em que seja realizada uma auditoria sobre o "custo/benefício" de potenciais substitutos para o Trident; a aquisição de quatro novos submarinos nucleares como plataforma de lançamento para os mísseis custaria, só ela, quase 25 bilhões de libras, de acordo com as mais recentes estimativas oficiais. Os liberais democratas querem estudar outras possibilidades. O estudo, comandado pelo analista de segurança Ian Kearne, leva o título "Além do Reino Unido: as tendências dos demais países dotados de armas nucleares".

O estudo alerta que Paquistão e Índia parecem estar desenvolvendo ogivas nucleares menores e mais leves, para que possam atingir maior alcance ou ser empregadas para fins táticos ou "não estratégicos", contra alvos próximos. No caso de Israel, as dimensões de sua frota de submarinos, composta por embarcações capazes de lançar mísseis de cruzeiro, estão sendo ampliadas, e o país parece estar caminhando bem para o desenvolvimento de um míssil balístico intercontinental (ICBM), tomando por base seu programa de lançadores de satélites.

Uma justificativa comum para os novos programas de armas nucleares é a percepção de vulnerabilidade diante do desenvolvimento de forças nucleares e convencionais por outros países. Por exemplo, a Rússia expressou preocupação quanto ao programa de defesa antimísseis e o programa de ataque convencional acelerado dos Estados Unidos. A China expressou preocupações semelhantes quanto aos Estados Unidos e Índia, e os programas indianos são propelidos por medo do Paquistão e da China.

O Paquistão justifica seu programa de armas nucleares mencionando a superioridade indiana em forças militares convencionais.

Em análise país a país, o relatório afirma:

Os Estados Unidos planejam gastar US$ 700 bilhões em armas nucleares nos próximos 10 anos. US$ 92 bilhões adicionais serão gastos em novas ogivas nucleares, e os norte-americanos planejam construir 12 novos submarinos nucleares balísticos, mísseis de cruzeiro nucleares para lançamento por aviões e novas bombas atômicas.
A Rússia planeja investir US$ 70 bilhões para atualizar sua tríade estratégica (sistemas terrestres, aéreos e marítimos de disparo), até 2020. O país vai introduzir mísseis intercontinentais móveis dotados de múltiplas ogivas, e uma nova geração de submarinos nucleares dotados tanto de mísseis balísticos quanto de mísseis de cruzeiro. A Rússia também planeja reforçar 10 brigadas de seu exército com um míssil nuclear de curto alcance, ao longo dos 10 próximos anos.

A China vem reforçando rapidamente seu arsenal de mísseis móveis de médio e longo alcance, equipados com múltiplas ogivas. Há até cinco submarinos em construção com a capacidade de lançar entre 36 e 60 mísseis balísticos, o que poderia permitir que os chineses mantivessem uma dessas embarcações em operação no mar o tempo todo.

A França acaba de colocar em operação quatro novos submarinos equipados com mísseis de alcance mais longo e uma "ogiva mais robusta", e também está modernizando suas unidades de bombardeio nuclear.

O Paquistão está ampliando o alcance de seus mísseis Shaheen II, desenvolvendo mísseis de cruzeiro com ogivas nucleares, melhorando o design de suas bombas atômicas e criando ogivas menores e mais leves. Também está instalando novos reatores para a geração de plutônio.

A Índia está desenvolvendo novas versões dos mísseis terrestres Agni, com alcance suficiente para cobrir todo o território paquistanês e largas porções da China, entre as quais Pequim. Desenvolveu um míssil de cruzeiro nuclear para navios de superfície e planeja construir cinco submarinos equipados com mísseis nucleares.
Israel está ampliando o alcance de seu míssil Jericho III, e desenvolvendo capacidade de disparo submarino, para sua frota expandida de submarinos armados de mísseis de cruzeiro dotados de ogivas nucleares.

A Coreia do Norte revelou um novo míssil Musudan em 2010, com alcance de até quatro mil quilômetros e capaz de atingir alvos no Japão. Testou com sucesso o Taepong-2, com possível alcance de quase 10 mil quilômetros, o que permitiria atingir o território continental dos Estados Unidos. Mas o relatório aduz que "não se sabe ao certo se a Coreia do Norte conseguiu desenvolver a capacidade de produzir ogivas nucleares pequenas o bastante para que sejam disparadas por esses mísseis".
O estudo não trata das aspirações nucleares do Irã.

Fontes: THE GUARDIAN/RICHARD NORTON-TAYLOR - FOLHA DE S PAULO
Tradução: PAULO MIGLIACCI

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