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Autoridades dos EUA negam que 3 aviões estiveram em rota de colisão

Incidente revelado por jornal ocorreu terça próximo ao aeroporto da capital. Para autoridade, houve 'falha de comunicação' do controle de tráfego aéreo.


Autoridades de transporte dos EUA negaram nesta quinta-feira (2) que três aviões tenham estado em rota de colisão na terça-feira próximo ao Aeroporto Nacional Ronald Reagan, na capital Washington.
O secretário de Transportes dos EUA, Ray LaHood, contestou a versão do "Washington Post" de que o incidente quase provocou um choque.

"Em nenhum momento as três aeronaves estiveram indo em direção umas às outras. Elas não estavam em rota de colisão", agregou Michael Huerta, da FAA (agência federal de aviação dos EUA).

Segundo Hurta, tratou-se de uma falha de comunicação do controle de tráfego aéreo, cuja natureza ainda está sendo investigada.

Segundo o jornal, dois aviões tiveram sua decolagem autorizada na mesma rota utilizada por outra aeronave que pousaria no aeroporto. O erro foi percebido 12 segundos antes de uma possível colisão.

 As três aeronaves eram operadas pela companhia aérea US Airways. No total, elas levavam 192 passageiros e tripulantes. Todos chegaram a seus destinos sem problemas.

O incidente aconteceu por volta das 14h (horário local). O tempo estava ruim na região do aeroporto, e uma falha de comunicação entre os controladores fez com que não fosse dada a separação necessária entre as rotas dos aviões, sempre segundo o jornal.

Com isso, o voo que seguia para o aeroporto teve seu pouso autorizado e seguia na mesma direção de dois aviões que haviam acabado de decolar. A torre de controle percebeu o erro e mudou a rota das aeronaves cerca de 12 segundos antes do impacto – previsão feita de acordo com a velocidade que ambos seguiam e a distância entre eles.

O piloto do voo que pousaria no aeroporto foi alertado e realizou uma manobra abrupta em direção ao sul para evitar os outros dois aviões. Ouça aqui o áudio da conversa (em inglês), publicado pelo jornal

Fontes: G1 - Agências
 

FAA: SLSA Certification Should Be Reconsidered

An FAA assessment of SLSA manufacturers has found that "the majority" of manufacturers evaluated failed to prove compliance with the category's standards, and that could affect the certification status of some aircraft.



The FAA announced its findings Thursday, stating that "aircraft within the existing fleets" of manufacturers not able to issue a valid Statement of Compliance "may no longer be eligible to retain their airworthiness certification as SLSA." Those aircraft may be eligible for ELSA certification, the FAA said. But the FAA also noted that a specific range of aircraft (not insignificant in number) may find even less favor from the current regulatory structure.

The FAA "has determined that its original policy of reliance on manufacturers' Statements of Compliance" ... "should be reconsidered." Precisely how the FAA's notice will impact the existing fleet, and when, may require more clarification. President of the Light Aircraft Manufacturers Association, Dan Johnson, told Bloomberg News that the agency was "just getting started." According to the FAA, "Aircraft that were issued an airworthiness certificate prior to the effective date of this notice are not affected by this policy statement provided all other applicable requirements are met."

The agency has posted a frequently asked questions page for manufacturers, here. However, "some aircraft that are primarily manufactured outside the United States and assembled in the United States may be found to be ineligible for airworthiness certification as SLSA or ELSA." The FAA's assessment identified several problem areas including manufacturers that do not have bilateral agreements with the U.S. but passed aircraft to the U.S. through countries that do have such agreements.

The FAA says SLSA manufacturers "must be able to provide for the continued operational safety of their aircraft." And to do that, they have to maintain adequate engineering staff and data to monitor and correct safety issues affecting their aircraft.

The FAA says that based on its assessments, increased agency involvement in the airworthiness certification process is warranted. The FAA is accepting comments on the notice through July 30. Read the entire content of the FAA's position, here 

Source: AVweb

Controladores de voo dos EUA são demitidos por dormir em serviço

A agência federal de aviação dos Estados Unidos (FAA, sigla em inglês) demitiu dois controladores de tráfego acusados de dormir durante o trabalho, colocando voos comerciais em risco no sul do país.

Os dois funcionários - um sediado em Miami (Estado da Flórida) e outro, em Knoxville (Tennessee) - estavam entre vários outros que já haviam sido suspensos por terem cochilado durante o trabalho.

Na última segunda-feira (18) , uma aeronave levando a primeira-dama americana, Michelle Obama, teve de abortar um pouso próximo à capital americana, Washington, por ter se aproximado demais de um avião cargueiro militar, aparentemente devido a um erro do controlador.

Depois disso, a FAA determinou que aviões levando a primeira-dama passarão pelo mesmo tipo de controle de aviões que levem o presidente - ou seja, eles serão monitorados não por controladores de tráfego aéreo e sim por supervisores de tráfego.

O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Ray LaHood, disse, em entrevista à TV pública PBS, que o funcionário demitido em Knoxville foi descoberto dormindo por cinco horas durante seu turno de trabalho no dia 19 de fevereiro.

- [O controlador] na verdade fez uma cama em sua torre de controle, levou um travesseiro, levou cobertores. Nós não vamos ficar sentados e deixar este tipo de comportamento ocorrer em torres de controle.

Revisão

Os problemas no controle do tráfego aéreo nos Estados Unidos ganharam destaque em março, quando dois aviões foram obrigados a pousar no Aeroporto Reagan, que serve Washington, sem ajuda da torre de controle.

Problemas envolvendo controladores de voo que dormem durante o trabalho também foram relatados em Seattle (Estado de Washington, noroeste do país) e no Estado de Nevada.

No último dia 14, a demissão de Hank Krakowski, diretor da Organização de Tráfego Aéreo, foi confirmada pelo chefe da FAA, Randy Babbitt, que também pediu uma 'revisão de cima a baixo' do sistema de controle aéreo americano.

O Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB, sigla em inglês), que é um órgão independente, já está apurando casos de erros e fadiga dos controladores de voo. Na última quarta-feira, a NTSB disse que também examinaria o caso do avião de Michelle Obama.


Fontes: R7 - AFP

FAA: Diretor de tráfego aéreo renuncia

Diretor de tráfego aéreo renuncia em meio a escândalo.

Torre de controle do Aeroporto LaGuardia.

A FAA, a Administração Federal de Aviação dos EUA, anúnciou na última quinta-feira, que seu diretor de tráfego aéreo, havia renunciado, em meio às críticas geradas por diversos relatos, nas últimas semanas, sobre controladores de voo que dormiam durante o turno de trabalho.

O chefe de tráfego aéreo da FAA, Hank Krakowski, apresentou sua renúncia, na quinta-feira, a qual foi aceita imediatamente. A FAA anunciou que David Grizzle, chefe jurídico do orgão, assumiria interinamente o cargo.

O administrador geral da FAA, Randy Babbit, descreveu os últimos incidentes como “exemplos de conduta não profissional por parte de alguns indivíduos, o que causou a quebra da confiança do público em nossa capacidade em garantir sua segurança.“

Babbit salientou que este tipo de conduta deve cessar imediatamente e que tem como meta manter os mais altos padrões de confiança pública, o que segundo ele começa com uma liderança forte. Babbit, disse ainda que o orgão está efetuando uma revisão completa sobre como a FAA opera o sistema de tráfego aéreo.

“ Todos que trabalhamos no sistema, somos responsáveis e devemos prestar contas sobre a forma que garantimos a segurança do público “. “ Os funcionários da FAA, trabalham diligentemente para operar e garantir o mais seguro sistema de tráfego aéreo do mundo. Faremos o que for necessário para continuar a garantir os padrões de segurança do público. “

O incidnete mais recente, ocorreu na quarta-feira passada. Um controlador em Reno, Nevada,ficou inacessível durante longos 16 minutos, enquanto um avião que fazia um voo médico de emergência e que transportava um paciente em estado crítico não conseguiu contato pois o controlador estava dormindo.

Fonte: NYCAVIATION
Tradução e edição: AIRKRANE

Anac determina que aviões retirem máscaras de oxigênio dos banheiros

Prazo para adequação das aeronaves termina neste sábado, diz a Anac. Medida é para evitar que dispositivo seja usado como explosivo.

Por medo de terrorismo, Estados Unidos e Brasil removeram em sigilo, nas últimas semanas, os suprimentos e as máscaras de oxigênio do banheiro dos aviões comerciais de passageiros registrados nos dois países.

Obtida com exclusividade pela Folha, a medida foi tomada por iniciativa da FAA (agência de aviação americana) e seguida pela Anac, a equivalente brasileira. Cerca de 6.000 aviões foram submetidos a mudança nos EUA, dono do maior volume de tráfego aéreo no mundo; no Brasil, foram cerca de 400 aeronaves de todas as companhias de transporte regular de passageiros --TAM, Gol, Avianca, Azul e Webjet, entre outras. O prazo para conclusão no Brasil termina hoje.



A FAA e inteligência americana detectaram a ameaça de o dispositivo, que fica na parte de cima do banheiro, ser usado como explosivo. A partir de então, a agência orientou o Brasil, a Comunidade Europeia e outros países. A Icao (sigla em inglês da Organização Internacional de Aviação Civil) informou, na terça-feira, que não tinha conhecimento da determinação.

Sem a máscara de oxigênio, os passageiros que estiverem no banheiro ficam mais expostos em caso de despressurização. A partir de agora, comissários terão de abrir o lavatório e socorrê-los. A possibilidade de que isso ocorra é rara, segundo a FAA e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Em altitudes de cruzeiro, cerca de 12 mil metros, há risco de perda de consciência e morte caso o passageiro fique sem a máscara por muito tempo.

As agências sustentam que os pilotos são instruídos, em casos assim, a reduzir a altitude da aeronave imediatamente.

Fonte: FOLHA

Boeing 757: FAA vai ordenar inspeção em todos os aviões deste modelo.

FAA vai ordenar inspeções em todos os Boeing 757s


Um Boeing 757 da AA, toca o solo em Saint Maarten, ao mesmo tempo que um outro, (N645AA), efetua táxi em direção à pista de decolagem /Foto: Mario J Craig

A FAA vai ordenar inspeções minunciosas de centenas de Boeing 757s no mundo inteiro, após a ocorrência de incidente em pleno voo, recentemente.

O incidente gerou um buraco na fuselagem de um jato da American Airlines, segundo informado pelo Wall Street Journal, na tarde de ontem.

De acordo com o jornal, a FAA preparou novas diretrizes ordenando as inspeções, após o incidente com um avião da American Airlines, em 26 de outubro, quando a aeronave cruzava a 31 mil pés, em rota de Miami à Boston.

Uma porta-voz da Boeing informou ao jornal que a fabricante já teria divulgado uma notificação aconselhando as operadoras a fazer a inspeção na parte superior da fuselagem de seus aviões Boeing 757s, a procura de eventuais rachaduras ou fissuras.

O jato da American que se envolveu no incidente, um Boeing 757-200, efetuou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Miami, após sofrer despressurização repentina, não muito tempo após partir de Miami rumo à Boston.

O voo 1640, transportava 154 passageiros e 6 tripulantes. A tripulação acionou as máscaras de oxigênio e iniciou uma descida de emergência.

Uma inspeção logo após o pouso, revelou a existência de um buraco com as dimensões aproximadas de 33cm x 66cm, logo acima da letra “A”, do logo da American Airlines.

Segundo o jornal, no mesmo mês foram detectadas outras fissuras e ou rachaduras na fuselagem de um Boeing 757 da United. Além disto, outro Boeing 757 da American passava por reparos em Los Angeles, devido fissuras na fuselagem.

Fontes: BNO News - NYCAviation
Tradução: AIRKRANE / Jack

FAA faz alerta sobre transporte de baterias em aviões

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos emitiu hoje um alerta ressaltando os riscos de incêndios quando baterias de lítio são transportadas em aviões de carga. 

A medida da agência, apesar de não determinar alterações nas normas de documentação, manuseio ou embalagem, mostra que o Departamento de Transporte está trabalhando em um conjunto de regras para reduzir tais riscos.

O alerta da FAA, dirigido a todas as companhias aéreas que operam nos EUA e operadores de aeronaves fretadas, enfatiza que pesquisas recentes apontam o risco das baterias de lítio superaquecerem e criarem a chamada "fuga térmica". Isso acontece quando baterias não envolvidas em um incêndio inicial se inflamam e espalham as chamas, o que segundo a FAA pode acabar "criando o risco de um evento catastrófico".

Como uma medida temporária, a agência recomenda uma melhor identificação e acompanhamento dos carregamentos de baterias de lítio, juntamente com "uma atenção especial para garantir um manuseio cuidadoso". O governo e especialistas acreditam que limitar o número de baterias no contêiner ou o número total em um avião pode reduzir os riscos significativamente.

Ao explicar a emissão do alerta, a FAA comunicou às companhias aéreas que um avião de carga da United Parcel Service Inc. que caiu em Dubai no mês passado, após um forte incêndio dentro da aeronave, estava transportando baterias de lítio. Embora a investigação formal ainda esteja em andamento e nenhuma conclusão tenha sido divulgada, a agência disse que era "prudente avisar as companhias sobre a carga".


Fonte: Agência Estado 

Companhias aéreas terão de verificar assentos de aviões por risco de segurança

A Agência Europeia de Segurança na Aviação (Easa) informou em sua diretiva que ela e a JCAB concluíram que todos os dados, tanto de design e manufatura, da Koito "têm que ser considerados como suspeitos".
Companhias aéreas ao redor do mundo estão recebendo instruções para verificar as condições de dezenas de milhares de assentos de aeronaves de passageiros produzidos pela japonesa Koito Industries, depois que dados de segurança foram questionados por autoridades dos Estados Unidos e Europa.

Em 9 de fevereiro, as ações da companhia afundaram 33% depois de ela anunciar ter recebido ordem do Ministério dos Transportes do Japão para melhorar sua administração depois da falsificação de dados relativos à estrutura e resistência contra fogo dos assentos.

Após recomendações da autoridade aérea do Japão JCAB, agências de segurança em ambos os lados do Atlântico publicaram diretivas para verificação dos assentos pelas companhias aéreas. Representantes da Koito não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

A Agência Europeia de Segurança na Aviação (Easa) informou em sua diretiva que ela e a JCAB concluíram que todos os dados, tanto de design e manufatura, da Koito "têm que ser considerados como suspeitos".

A Easa informou que sua proposta implica que os assentos da Koito instalados em aviões até certa data, que ainda vai ser determinada, têm que passar por teste de segurança dentro de dois anos ou então serem removidos.

Proposta semelhante da Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) dá às companhias aéreas dois a seis anos.

Segundo a FAA, falhas ao se cumprir os critérios dos testes podem causar ferimentos a tripulações ou passageiros durante um pouso de emergência ou ajudar na disseminação de um possível incêndio em uma emergência.

A FAA afirmou que as verificações envolvem mais de 40 mil assentos em 278 aviões somente em território norte-americano. A agência estimou o custo às empresas aéreas em US$ 875 mil. A Continental Airlines é uma das empresas mais afetadas.

Entre os principais clientes da empresa estão companhias japonesas, todas as Nippon Airways, Singapore Airlines, Virgin Atlantic e Continental Airlines.

A TAM informou que não tem aeronaves que utilizem assentos da fabricante. Procurada, a Gol não informou se tem assentos da empresa.

As cadeiras da Koito não são instaladas em todos os aviões da Airbus e da Boeing uma vez que os assentos são um dos itens que as companhias aéreas encomendam diretamente de fornecedores quando compram um avião.

Em fevereiro, o Ministério dos Transportes do Japão disse que Koito entregou 150 mil assentos para cerca de 1.000 aviões no mundo.

Cadeiras de aviões normalmente custam entre US$ 2.300 na classe econômica e até US$ 150 mil na primeira classe, segundo a FAA.

Fontes: Reuters e AP via O Globo

FAA aplica multa de US$ 24,2 mi contra American Airlines

Os reguladores federais devem aplicar uma sanção recorde de US$ 24,2 milhões contra a American Airlines devido às falhas de manutenção que provocaram milhares de voos cancelados em 2008.

A companhia aérea afirmou que a sanção civil foi injustificada e que vai recorrer.

A disputa data de 2008, quando a American teve que cancelar mais de 3 mil voos - prejudicando 350 mil passageiros.

A Federal Aviation Administration (FAA), órgão que regula a aviação nos Estados Unidos, afirmou nesta quinta-feira que o aproveitamento indevido de fios nos jatos da série MD-80 - cerca de metade da sua frota no momento - poderia ter conduzido a incêndios e até explosões no tanque de combustível.

O órgão afirmou que a empresa voou mais de 14 mil voos com aviões que não cumpriam os requisitos de fiação. A American retrucou afirmando que as preocupações da FAA eram exageradas, e que a segurança dos passageiros nunca foi comprometida.

"Esses eventos aconteceram mais de dois anos atrás, e acreditamos que esta ação seja injustificada", disse o porta-voz da American, Tim Smith. "Estamos confiantes de que temos um argumento forte e os fatos irão suportar isso", completou. A companhia aérea rotineiramente desafia as sanções da FAA ou negocia para reduzi-las.


Fontes: Yahoo - AP

Urgente: FAA rebaixa classificação do México

Agora é oficial: México teve sua classificação rebaixada para categoria 2

A FAA comunicou que o México não está cumprindo os padrões de segurança da ICAO e em função disto teve seu ranking de segurança rebaixado de categoria 1 para categoria 2.

Urgente: FAA vai rebaixar o México para a categoria 2 em segurança de voo

México será rebaixado para categoria 2 em segurança de voo e as consequências serão danosas ao país.

A FAA vai rebaixar a classificação de segurança da aviação mexicana, gerando assim restrições para que empresas americanas e mexicanas possam fazer acordos de codeshare ou mesmo que as empresas mexicanas possam expandir seus serviços em território americano. A notícia foi divulgada hoje pelo jornal The Wall Street Journal.

Agência reguladora americana investiga mais de mil jatos da Embraer, diz 'WSJ'

FAA ordena inspeção nos jatos da Embraer

A agência reguladora de aviação americana (FAA) determinou uma inspeção em mais de mil jatos da Embraer em operação, desde que testes estruturais realizados pela fabricante brasileira revelaram que certas rachaduras na fuselagem podem ameaçar a segurança de voos, informa o jornal "Wall Street Journal".

Segundo o jornal americano, a FAA recomendou a serviços regionais de transporte de avião que tomem precaução especial com modelos Embraer 135, 145, 170 e 190 - alguns deles em operação desde 1996 - de maneira a assegurar a integridade estrutural desses aviões.

Em testes em terra, que simularam problemas durante decolagens, aterrissagens e outras manobras indicaram que, sob determinadas circunstâncias, danos podem ocorrer em locais específicos das aeronaves.

A Embraer informou que mantém uma equipe que realiza acompanhamentos periódicos em seus aviões e que faz parte da rotina apresentar os resultados de testes à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que os reporta aos órgãos reguladores em todo mundo. A empresa informou ainda que nas manutenções programadas não é necessário retirar a aeronave de operação.

De acordo com o jornal, um porta-voz da FAA declarou que a Embraer e outros fabricantes continuam a realizar testes rotineiros por anos depois que as aeronaves entram em operação e que as últimas recomendações refletem descobertas feitas nesses testes.


Fonte: O Globo

FAA exige que Airbus modifique TCAS da família A320

O processo de atualização deve durar cerca de quatro horas por aeronave

A FAA, órgão que administra a aviação americana, finalizou uma diretiva de aeronavegabilidade que fará com que mais de 500 operadores de aeronaves da família A320, atualizem o software responsável pelo TCAS, aparelho responsável para evitar a colisão de aeronaves.

A diretiva alerta que o aparelho não informa corretamente sobre ação evasiva tomada pelos pilotos em caso de uma possível colisão, podendo confundir a tripulação e aumentar ainda mais o risco.

A diretiva vem após uma quase colisão no ar, envolvendo duas aeronaves A320, que fez com que a agência européia EASA emitisse uma diretiva em novembro de 2008.

O processo de atualização deve durar cerca de quatro horas por aeronave e terá um custo de U$15.000 dólares. As companhias tem um prazo de cinco anos para obedecer à diretiva.

Fonte: flight life

EUA: pai de pequeno "controlador aéreo" advertido

Foi emitido um comunicado que condena o comportamento do funcionário do aeroporto JFK que pôs o filho a dar ordens a pilotos


O controlador do tráfego aéreo do aeroporto JFK, em Nova Iorque, que pôs o filho a dar odens a pilotos foi repreendido através de um comunicado. O documento interno citado pela BBC diz que o homem atuou de uma forma "inadmissível e pouco profissional".

O comunicado foi escrito quando o gerente das instalações tomou conhecimento do ocorrido. O homem terá levado os dois filhos para o local de trabalho e colocou-os a falar com os pilotos dos aviões que levantavam voo e aterravam no JFK.

"O nível de profissionalismo dos funcionários tem sido sempre exemplar. No entanto, um erro de julgamento naquilo que pode parecer uma pequena transgressão, diminui a nossa credibilidade e despreza os altos padrões de profissionalismo", refere o comunicado.

Um oficial de aviação salientou que o controlador de tráfego, depois de ter levado o filho, levou também a filha no dia seguinte para a mesma torre, permitindo-lhe falar com pilotos de dois aviões.

A Administração Federal de Aviações suspendeu todas as visitas às áreas de controlo de tráfego aéreo enquanto o incidente é investigado.

A Associação Nacional de Controladores de Tráfego Aéreo referiu que os membros "não perdoam de forma alguma este tipo de comportamento".



Fonte: IOL Diário - WIVB

Governo americano vai advertir American Airlines por falhas na manutenção

Duas agências federais americanas pretendem advertir a companhia aérea American Airlines por supostas falhas na manutenção das aeronaves.

Segundo fontes ligadas ao caso, o inspetor geral do departamento de Transportes está a ponto de publicar um relatório que evidencia as falhas da American Airlines para identificar e solucionar rapidamente os problemas de manutenção em 2008, afirma o jornal.


"As supostas falhas vão desde reparos malfeitos do sistema de decolagem a repetidos adiamentos de outros consertos e manutenções mecânicas, até trabalhos executados sem as autorizações necessárias", destaca o WSJ.

Independente deste relatório, a Administração Federal da Aviação (FAA) vai demandar em breve uma multa civil pelos problemas de manutenção que datan mais ou menos do mesmo período.

A multa deve ficar entre 10 e 20 milhões de dólares, o maior valor solicitado pela instituição, segundo o Wall Street Journal.

A FAA solicitou a multa por problemas vinculados aos reparos de cabos que ficam próximos ao trem de pouso das aeronaves McDonnell Douglas MD-80, uma falha que manteve em terra toda a frota de MD-80 da companhia por algum tempo.

Os cancelamentos de voos por estas falhas afetaram mais de 300.000 passageiros.

A companhao se recusou a fazer comentários.

De acordo com os sindicatos do setor, a maior parte dos problemas de manutenção denunciados estão resolvidos.

Fonte: AFP

FAA determina troca de software em jatos da Embraer

FAA ordena subistituição de componente em jatos da Embraer

A FAA, o órgão que regulamenta a aviação nos Estados Unidos, determinou a substituição de um software de controle eletrônico de motor considerado suspeito em mais de 250 jatos regionais da companhia brasileira Embraer. Anunciada ontem, a decisão expande uma diretriz de segurança de julho de 2008 que se seguiu a incidentes ocorridos em voos.

Na época, motores da General Electric em seis aviões Embraer 170 perderam propulsão ou passaram a não responder aos comandos dos pilotos.

O problema apareceu quando a GE tentava corrigir uma falha anterior no software, que afetava válvulas de controle do fluxo de combustível para os motores. Os incidentes levaram a inspeções e a diversos estudos de segurança, feitos pela GE, pela Embraer e por órgãos reguladores em todo o mundo.

Há oito meses, a GE disse que os problemas no motor do Embraer 170 não tinham voltado a aparecer desde o verão (no hemisfério norte) de 2008. A GE e a empresa brasileira voluntariamente instruíram as companhias aéreas a instalarem um conserto permanente. Até o segundo semestre deste ano, a GE disse que mais de 80% dos aviões que foram alvo dos mandados federais e dos boletins de segurança da fabricante haviam sido consertados.

No entanto, desde então a FAA já registrou outros 20 incidentes semelhantes de perda do controle do motor que afetaram jatos da Embraer, de acordo com o documento de segurança atualizado da agência.

O software de controle de motor revisado deve ser instalado dentro de 600 horas de tempo de voo após a regra mais recente entrar em vigor, no fim de dezembro. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Último Segundo

Falha em sistema eletrônico atrasa voos nos Estados Unidos

Falha em sistema eletrônico,causa atrasos e cancelamentos de centenas de voos nos EUA

Cancelamentos de voos aparecem nas telas próximas ao balcão de atendimento da empresa AirTran, no aeroporto da cidade de Atlanta/John Spink/AP

Uma falha no sistema eletrônico usado para processar planos de voo causou atrasos nesta quinta-feira nos Estados Unidos, informou a FAA (órgão que regula a aviação nos EUA). De acordo com porta-vozes, o problema afetou principalmente o aeroporto internacional de Hartsfield-Jackson, em Atlanta (Geórgia).

A extensão dos transtornos não ficou clara de imediato.

Clique aqui para acompanhar os voos nos EUA pelo site da FAA.

De acordo com o jornal "Atlanta Journal Constitution", a companhia de baixo custo AirTran cancelou 22 voos devido à falha, segundo informações do porta-voz Christopher White. Dezenas de outros vôos também teriam sofrido atrasos.

Segundo a porta-voz da FAA, Laura Brown, devido ao problema, os controladores de tráfego aéreo estão tendo que processar os planos manualmente, o que deve haver "alguns atrasos" até que a falha seja resolvida.

Kathleen Berger, outra representante da FAA, disse à Fox News que o problema está sendo investigado. Ela não soube informar quantos voos foram afetados, mas disse que a falha afeta "principalmente Atlanta".

A FAA informou que a segurança não foi afetada, já que o problema afeta apenas aviões que ainda não decolaram. Os voos em curso "têm cobertura de radar e sistema de comunicação".

O sistema -- uma Rede Nacional de Intercâmbio de Dados no Espaço Aéreo, ou Nadin, na sigla em inglês, já apresentou problemas em agosto de 2008. Segundo a FAA, os planos de voo de Atlanta estão sendo lidos pela rede de Salt Lake City (Utah).

Ela informou ainda que o mau tempo também causa atrasos no nordeste do país.

Normalização de voos nos EUA pode levar horas, dizem controladores

A Associação Nacional de Controladores de Tráfego Aéreo dos Estados Unidos (Natca, na sigla em inglês) afirmou, em um comunicado enviado aos meios de comunicação, que "pode levar horas" até que o sistema de planejamento automático de voos do país volte ao normal. A falha afetou as cidades de Atlanta e Salt Lake City, porém uma espécie de "efeito dominó" espalhou o problema, causando atrasos em voos de todo o país, ainda segundo a Natca.

O jornal "Wall Street Journal" informou por volta das 13h40 (horário de Brasília) que, segundo a FAA, o sistema já havia sido restabelecido em sua totalidade.

De acordo com os controladores, a falha é "grande, de alcance nacional" e está causando "um impacto grave e negativo" na malha aérea americana. "A eficiência aeroportuária foi cortada pelo menos à metade com locais como o JFK, de Nova York", denunciam os controladores. "No espaço aéreo de Nova York, os controladores estão sendo forçados a colocar 20 milhas de distância entre uma aeronave e outra."

Eles afirmam que o sistema Nadin (sigla em inglês para Rede Nacional de Troca de Dados do Espaço Aéreo), que é responsável por processar planos de voo e informações sobre os voos de todo o país, falhou em Atlanta e Salt Lake City por razões ainda desconhecidas. De acordo com os controladores, a falha os deixou sem informações suficientes para manter a vigilância sobre o número de voos habitual, já que é necessário inserir todas as informações à mão.

Os controladores afirmam que os equipamentos de informações sobre clima também foram desligados, e que não há dados sobre a velocidade dos ventos nos aeroportos, por exemplo.

"Há relatos de que o sistema está voltando, o que é boa notícia, mas haverá atrasos de voos o dia inteiro, por causa do "efeito dominó'. [...] Controladores de tráfego aéreo nas torres dos principais aeroportos estão sem nenhuma informação de planos de voo automática e têm de inserir tudo manualmente, em um processo enfadonho e lento", afirmou a Natca.

Fonte: FOLHA

EPA orders airlines to test, disinfect onboard water

In a story just crossing the wires, The Associated Press writes: Federal regulators are issuing final rules requiring airlines to test and disinfect the water served to passengers and used in plane lavatories.

The Environmental Protection Agency rules set out how frequently airlines must flush and disinfect the water systems on planes and test for coliform bacteria, which are associated with disease-causing germs. The rules apply to water supplied through aircraft water systems, not bottled water.

EPA determined five years ago that airlines weren't complying with drinking water regulations. The agency tested water from 327 planes, of which 15% tested positive for coliform.

The EPA estimates the cost of the new rules at $7 million a year, or about a penny per ticket.

Transportadoras aéreas intimadas a testar e desinfetar a água


Os reguladores norte-americanos estabeleceram nesta terça-feira normas que obrigam as transportadoras aéreas a testar e desinfetar a água das torneiras servida aos passageiros e usada nos lavabos do avião, numa tentativa para controlar a contaminação bacteriana.

As regras estabelecidas pela Agência de Proteção Ambiental norte-americana prevêem a frequência com que as companhias aéreas devem descarregar e desinfetar os sistemas de água nos aviões e fazer testes quanto a presença de bactérias coliformes.

As bactérias coliformes de um modo geral não são perigosas, embora sejam consideradas como um indicador da presença de germes causadores de doenças.
Source: USA TODAY

Trinta companhias ignoram “ ação” do FAA

FAA informou que 30 companhias aéreas nao respoderam à ação proposta pelo orgão

O FAA (Federal Aviation Administration), órgão regulador norte-americano, informou que trinta companhias aéreas ignoraram o “chamado para ação” feito pelo administrador do órgão, Randy Babbitt, ao não se comprometerem por escrito com as práticas de segurança propostas pelo plano de ação.

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