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Ações da EADS sobem após encomenda recorde da Airbus na Índia

Na semana passada, a Boeing divulgou entregas de 462 jatos comerciais em 2010
As ações da EADS eram impulsionadas nesta quarta-feira pela encomenda recorde anunciada na véspera por sua controlada Airbus, que fechou a venda de 180 aviões comerciais avaliados em 15,6 bilhões de dólares para a companhia aérea indiana IndiGo.

O acordo destaca o desenvolvimento da Índia como um grande mercado de aviação e deve ampliar a popularidade do presidente-executivo da EADS, Louis Gallois, que tem apostado na expansão do grupo em mercados emergentes.

O negócio também é uma grande vitória inicial para a Airbus na guerra anual com a rival norte-americana Boeing pelo posto de maior vendedora mundial de aeronaves comerciais.

As ações da EADS atingiram o maior patamar em três anos com a notícia. Às 12h47 (horário de Brasília), os papéis avançavam 2,24 por cento, para 20,52 euros, depois de terem disparado até 6 por cento mais cedo.

A encomenda da empresa aérea de baixos custos e tarifas IndiGo inclui 30 aviões A320 -modelo mais vendido da Airbus e que transporta 150 pessoas- e outras 150 unidades de versões atualizadas do mesmo avião, chamadas de A320neo.

As primeiras entregas começam em 2015 e a IndiGo está considerando realizar uma Oferta Pública Inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) para financiar a compra dos aviões.

"É uma notícia positiva surpreendente. É o primeiro contrato para o A320neo e já é o maior contrato da história", escreveu em relatório a equipe do DZ Bank.

Contudo, o DZ Bank, que recomenda venda das ações da EADS, disse que investidores irão permanecer cautelosos sobre a lucratividade do grupo aeroespacial europeu no curto prazo em meio aos cortes nos orçamentos de defesa na Europa e à ameaça de atrasos na produção do modelo A350 da Airbus, que tem design similar ao adiado 787 Dreamliner da Boeing.

O pedido da IndiGo é o maior da história da aviação em quantidade de aeronaves com capacidade para transportar mais de 100 passageiros, disse a Airbus na terça-feira.

O setor aéreo da Índia, que conta com perto de uma dúzia de companhias aéreas, está se expandindo rapidamente.

A IndiGo é a terceira maior companhia aérea da Índia em market share, depois de menos de cinco anos desde sua fundação. A empresa é controlada pela InterGlobe Enterprises e pelo veterano da indústria Rakesh Gangwal, ex-presidente-executivo da norte-americana US Airways.

Mais encomendas que entregas

Em 2010, segundo o presidente-executivo da EADS, a Airbus registrou entregas e novas encomendas acima de 500 aeronaves. De acordo com Galllois, os pedidos superaram as entregas de aviões no último ano.

Na semana passada, a Boeing divulgou entregas de 462 jatos comerciais em 2010, cumprindo sua meta de atingir cerca de 460 unidades durante o ano. Ao mesmo tempo, a fabricante norte-americana informou ter fechado encomendas líquidas por 530 aviões comerciais.

Fontes: O Globo - Reuters

EADS anuncia que o helicóptero X3 ultrapassa barreira de velocidade.

Protótipo X3 da EADS ultrapassa 180 nós de velocidade.


Eurocopter X3

Assista abaixo, a um vídeo postado pela EADS, referente a um marco atingido pelo Eurocopter X3. Este modelo de helicóptero, é a resposta da EADS, ao Sikorsky X2 com seu rotor coaxial e também uma resposta ao helicóptero BA609 tiltrotor,da AugustaWestland/Bell Helicopter.

O demonstrador X3, é um 3 em 1, pois apresenta a carcaça do Dauphin 365, o rotor principal do EC155;e partes mecânicas do EC175, incluídos os  2 rotores gemeos laterais, se é que podemos chamar de rotores.

A EADS anunciou, no dia 9 de dezembro, que o protótipo ultrapassou a barreira de 180 nós de velocidade, o que está além do limite de velocidade ditado pela Física, para a maioria dos helicópteros.

Eurocopter X3

Eurocopter X3


Fonte: Stephen Trimble / FlightGlobal Blog
Tradução e edição: AIRKRANE / Jack

EADS ganha uma identidade de marca forte e harmônica

Os novos logos das divisões de negócios da EADS

Na comemoração de dez anos de sucesso desde a sua criação, a EADS está fortalecendo a sua marca, através da modernização do logotipo do Grupo e de uma nova arquitetura de marca, para melhor integração e realce da identidade individual de cada Divisão.


“Esta renovação da marca encarna exatamente o espírito da Visão 2020, a nossa estratégia para os próximos anos da EADS, que é reforçar cada uma das quatro Divisões, dar-lhes a visibilidade de que precisam em seus mercados e negócios e, ao mesmo tempo, concretizar a força e a unidade do Grupo”, disse Louis Gallois, CEO da EADS.

A arquitetura da marca foi revisada para uma melhor integração com a identidade visual comum de todo o Grupo EADS. Como uma marca guarda-chuva, a EADS reforça suas quatro Divisões: Airbus, Eurocopter e Astrium, cujos logotipos e imagens foram modernizados, e “Cassidian“, a recém-nomeada Divisão anteriormente chamada Defence & Security, que apresenta uma nova identidade alinhada com esse conceito.

A nova identidade corporativa do Grupo EADS englobou todas as marcas do grupo.

Essa nova arquitetura de marca, com uma imagem corporativa harmônica, ilustra claramente o progresso realizado em conjunto na EADS para conduzir a integração do Grupo.

A nova identidade começou a ser progressivamente implementada em todo o Grupo a partir da sexta-feira, dia 17 de setembro.

Fonte: Convergência Comunicação Estratégica, via cavok

EADS vai fazer nova oferta à USAF

A unidade Airbus da EADS vai propor um preço para cada modelo, que será menor que os valores estabelecidos para as ofertas em 2008 e 2009.


A EADS) oferecerá preços menores do que estipulou anteriormente a fim de conquistar o contrato para fornecer novos aviões-tanque para reabastecimento aéreo à Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), afirmou o jornal alemão Financial Times Deutschland, citando fontes do setor.

A unidade Airbus da EADS vai propor um preço para cada modelo, que será menor que os valores estabelecidos para as ofertas em 2008 e 2009. Isso significará que o avião tanque baseado no Airbus A330-200 custará pelo menos 10% menos do que a última oferta feita pela companhia, de US$ 184 milhões, de acordo com o jornal.

A rival norte-americana Boeing terá de calcular um preço fixo para uma versão modernizada de seu modelo 767, que não voou ainda, significando um maior risco para a Boeing, uma vez que a EADS pode contar com modelos já existentes que foram utilizados em mais de mil atividades de reabastecimento, afirmou o FT Deutschland. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado/Clarissa Mangueira

Odebrecht faz acordo com EADS para criar empresa dedicada à área militar

Acordo é boa oportunidade para a Odebrecht

Perspectivas

Com a parceria, cujo valor de investimento não foi divulgado, empresas ganham força para disputar contratos das Forças Armadas, governos e indústrias nacionais; para a Odebrecht, acordo também é oportunidade para crescer no exterior

O projeto da Odebrecht para atuar amplamente no mercado nacional e internacional de equipamentos e serviços militares avançou consideravelmente:  o grupo brasileiro e o europeu EADS DS - Defence & Security, com sede na Alemanha, anunciaram em Munique a criação de uma joint venture destinada a operar com as Forças Armadas, governos e indústrias nacionais, além de contemplar o mercado exportador.

A nova empresa será instalada em São Paulo. É um acordo de gigantes - a Odebrecht é um dos três maiores grupos empresariais do País e a EADS DS é a segunda maior corporação do mundo no campo de defesa, produtos e serviços - a empresa faz parte do grupo EADS, que controla a fabricante de aviões Airbus.

Segundo o superintendente da Odebrecht Industrial, Roberto Simões, "a EADS DS é um parceiro com amplo interesse em transferência de tecnologia avançada". Para o ministro da Defesa, Nelson Jobim, "o acordo, mostra que a indústria nacional está disposta a ser um ator global - aliás, como preconizamos na Estratégia Nacional de Defesa".

A primeira área de atuação conjunta será no campo da integração de sistemas. Simões destacou as capacidades da Odebrecht em projeção geopolítica, marketing internacional e ações comerciais de grande porte. "De olho no futuro, é também uma plataforma de exportações", disse, lembrando que a EADS pretende ter uma forte atuação fora da Europa até 2020. O valor do investimento e o formato da nova marca serão definidos até 15 de julho.

Compromisso

O presidente da EADS DS, Stefan Zoller, afirmou que o negócio "é a comprovação de nosso compromisso com o Brasil". Os dois parceiros mantêm importantes contratos no Brasil no campo da Defesa. A EADS vai fornecer 51 helicópteros pesados para a Marinha, o Exército e a Aeronáutica. Quase todos serão produzidos na fábrica da Helibrás, em Itajubá (MG). O contrato é de R$ 1,8 bilhão.

Esse negócio, entretanto, nada tem a ver com a joint venture. Trata-se de ramos diferentes do mesmo conglomerado europeu. O novo acordo empresarial envolve exclusivamente o braço de defesa e segurança - e não o de aeroespaço, todo independente.

A Odebrecht já é a parceira dos armadores franceses DCNS no programa Pro Sub, do qual resultarão um estaleiro, uma base naval, quatro submarinos Scorpéne, de propulsão diesel-elétrica, e um submarino nuclear - um contrato de 6,7 bilhões, cerca de R$ 16,7 bilhões.

O prazo do empreendimento é 2015, na Ilha da Madeira, em Itaguaí, no litoral fluminense. Ao lado das instalações da Nuclep, o braço industrial do complexo nuclear do Brasil, começou a obra da Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas, UFEM. Depois, virão as instalações industriais e a base de submarinos.

O presidente Lula visitará o local em agosto, após dois adiamentos. O pacote completo da infraestrutura vale 1,86 bilhão para a Construtora Norberto Odebrecht, majoritária no CBS (Consórcio Baía de Sepetiba), formado pela DCNS da França e pela Marinha do Brasil, que detém a "golden share" - o direito de veto. As áreas envolvidas somam 980 mil metros quadrados, dos quais 750 mil m² na lâmina de água do mar.


Fonte: O ESTADO / Roberto Godoy 

EADS pode voltar a disputar contrato de avião-tanque nos EUA

Novas esperanças para a EADS

A fabricante europeia EADS pode voltar à disputa por um multibilionário contrato de aviões-tanque nos Estados Unidos se o governo norte-americano conseguir reduzir suas preocupações de que os termos do contrato favorecem a Boeing.

"No final, a companhia somente irá submeter a proposta se houver uma chance justa de vencer, após a avaliação de todos os fatores relevantes", disse a EADS nesta sexta-feira, um dia depois de Washington deixar a porta aberta para uma última oferta.

A EADS havia dito que os termos da Força Aérea dos EUA para o contrato dos aviões-tanque, avaliado em cerca de 50 bilhões de dólares, foi alterado em favor da Boeing.

Na quinta-feira, o Pentágono disse que a EADS havia expressado um possível interesse em se manter na disputa pelo contrato para a construção de um avião de reabastecimento aéreo, mesmo com o fim de uma parceria transatlântica que foi formada para a licitação.

O Departamento de Defesa dos EUA disse que pode receber uma proposta da EADS da América do Norte como contratante principal e poderia considerar a ideia de ampliar para 10 de maio o prazo para ofertas, se necessário.

A Boeing e o Pentágono não comentaram imediatamente o comunicado da EADS.

Fonte: Maria Sheahan (Reuters) via O Globo

EADS aumenta presença no país

EADS fortalece presença no Brasil

Na próxima sexta-feira, a Helibras, única produtora de helicópteros da América Latina, vai lançar a pedra fundamental das obras de duplicação de sua fábrica de Itajubá, no sul de Minas Gerais, gerando 700 empregos diretos.

A construção faz parte de um investimento de US$ 400 milhões que o grupo francês EADS, dono da Airbus, com um faturamento anual de US$ 68,8 bilhões, está fazendo para capacitar a unidade a produzir, a partir do final de 2011, os superhelicópteros militares EC725 e sua versão civil, os EC225.

A fábrica, de onde atualmente saem os helicópteros Esquilo, já nasce com sua produção assegurada para os cinco anos seguintes à sua inauguração: uma encomenda do governo brasileiro prevê a entrega de 50 aparelhos, no valor de US$ 2,6 bilhões, ao Exército, Marinha e Aeronáutica. "Cada arma receberá 16 aparelhos", diz Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras.

"Os outros dois helicópteros VIP irão para o governo federal."

Para Ferreira, a encomenda bilionária é apenas o primeiro entre os diferentes sinais de que, daqui para a frente, o grupo francês deverá ampliar decisivamente sua presença industrial no País.

No curto prazo, a Helibras, sua face mais visível no Brasil, terá pela frente a modernização de 34 helicópteros Pantera para as Forças Armadas, no valor de US$ 175 milhões. "É o maior contrato do gênero em nossa história", diz Ferreira, que pretende aumentar nos próximos três anos a participação de serviços dos atuais 20% para 50% das receitas da Helibras.

No longo prazo, as expectativas se concentram na aprovação da política nacional de defesa, atualmente em discussão no Congresso Nacional.

Segundo Ferreira, para aumentar sua competitividade, o grupo pretende fazer 40% de suas compras e ter 20% do pessoal fora da zona do euro. "O Brasil tem uma forte cultura aeronáutica e pode ser um grande parceiro para a EADS", diz.

Fonte: Agência Estado via iG

EADS fecha 2009 com prejuízo de 763 milhões de euros

Fortes prejuízos na EADS

A European Aeronautic Defense and Space (EADS), consórcio europeu de aeronáutica e defesa, registo um resultado líquido negativo de 763 milhões de euros negativos em 2009, um, balanço que compara com um lucro de quase 1,6 mil M€ um ano antes.

Segundo foi anunciado pela empresa-mãe da Airbus, o prejuízo é explicado pelas provisões associadas ao desenvolvimento do A400-M, que penalizou os números do ebit (resultado operacional), por sua vez, fixado nos 322 milhões de euros negativos.

O volume de negócios da companhia caiu 1%, para os 42,82 mil milhões de euros, indicou a companhia que, na semana passada, obteve um acordo dos sete países subscritores do programa do avião militar A400, para disponibilizar 3,5 mil M€ e fazer avançar o projecto.

As contas do quarto trimestre da EADS apresentam prejuízo superior a 1000 milhões de euros e uma queda de 5% nas receitas. Ao longo de 2009, a carteira de encomendas da EADS cresceu perto de 46 mil milhões de euros, cerca de metade do valor de um ano antes.

Fonte: Dinheiro Digital (Portugal)

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