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Airbus minimiza falhas de avião em acidente que matou 228 pessoas

Airbus se defende de acusações de responsabilidade pelo acidente



Uma semana após peritos judiciais franceses afirmarem que as falhas técnicas foram preponderantes na queda do voo 447, a Airbus voltou a defender a segurança do avião A330 e responsabilizou os pilotos da Air France pelo acidente que provocou a morte de 228 pessoas em 2009.

Em resposta às perguntas feitas pela Folha na semana passada, quando a Justiça francesa apresentou às famílias dos passageiros um relatório da perícia que aponta as falhas dos sistemas do avião mais decisivas para a tragédia do que os erros humanos, a fabricante de aviões disse que os pilotos reagiram mal à perda das informações de velocidade causada pela formação de gelo nas sondas pitot.

"Se você dirige o seu carro e perde o velocímetro, um acidente não ocorrerá automaticamente", comparou o porta-voz da Airbus, Jacques Rocca, em entrevista à Folha. "A questão é como reagiram os pilotos diante da perda das informações de velocidade", disse.

A Airbus e a Air France foram indiciadas sob suspeita de homicídio culposo (sem intenção) no ano passado pela Justiça francesa. A investigação judicial, que é comandada por uma juíza de instrução, tem papel equivalente ao do inquérito policial no Brasil. Somente após a conclusão desta apuração preliminar é que a Justiça decidirá se o caso vai ou não se converter em ação penal.

Rocca também minimizou a informação apurada pelo BEA (agência do governo francês que investigou o acidente) sobre os pilotos terem sido induzidos a erro pelo diretor de voo. O equipamento, que indica a trajetória a ser seguida pela aeronave para permanecer estável, ordenou que os pilotos direcionassem o nariz do A330 para cima, quando deveria ter feito o contrário. Ao empinar o bico do avião, houve uma redução da velocidade e a aeronave começou a cair.

Os dados do diretor de voo se mostraram coerentes com a maior parte das manobras feitas pelos pilotos durante os cerca de três minutos e meio em que a aeronave despencou de mais de 11 mil metros de altura.

Embora a empresa não emita comentários sobre a investigação judicial ainda em curso na Justiça francesa, Rocca disse não acreditar que a informação sobre os dados do diretor de voo tenha repercussão no caso porque o procedimento que deveria ter sido seguido pelos pilotos seria o desligamento manual do diretor de voo assim que o piloto automático foi desconectado.

O porta-voz também rejeitou que as alegações de que falhas no design ou na ergonomia da cabine do Airbus se relacionem com o acidente.

"Os aperfeiçoamentos são feitos permanentemente. Pilotos trabalham conosco tanto na concepção quanto na validação do design e da ergonomia e tudo é certificado. É importante lembrar que o A330 voa todo dia e acumula milhares de horas de voos todas as semanas sem que haja qualquer acidente", afirmou Rocca.

Na semana passada, a Folha também encaminhou perguntas à Air France sobre as conclusões dos peritos a serviço da Justiça francesa, mas a empresa aérea informou que não comentaria dados sobre um procedimento judicial em andamento. Em comunicado emitido neste mês, a Air France disse que se antecipou às recomendações do BEA e promoveu mudanças no treinamento de seus pilotos.

BEA

Fontes: FOLHA DE S PAULO - BEA - AFP

Justiça francesa vê falhas da Airbus e Air France em queda do voo 447

Relatório feito por peritos foi apresentado a famílias de vítimas em Paris. Para familiar brasileiro, ele abre caminho para representações criminais. 


 Parte de fuselagem do voo AF 447 que caiu no Oceano Atlântico em 31 de maio de 2009 com 228 pessoas a bordo (Foto: AFP)

 Um relatório da Justiça Francesa sobre o acidente com o voo AF 447 da Air France aponta responsabilidades da companhia aérea e da fabricante da aeronave, a Airbus, no acidente que matou 228 pessoas em 31 de maio de 2009.

O documento, que foi apresentado nesta terça-feira (10) aos advogados das famílias das vitimas do acidente em Paris, foi elaborado por dez peritos judiciais designados pela Justiça para fazer uma investigação paralela a do BEA (Escritório de Investigações e Análises, na sigla em francês), que divulgou o seu relatório sobre o acidente no último dia 5.

De acordo com o consultor Maarten Van Sluys, membro fundador da associação de familiares das vítimas do voo, o documento abre caminho para que as famílias possam dar entrada em representações criminais contra as empresas.

”Como nós esperávamos, o relatório da juíza foi mais contundente em estabelecer responsabilidades pela falha dos equipamentos, como por exemplo o congelamentos dos tubos de Pitot [sensores de velocidade dos aviões]”, disse ao G1.

Segundo o consultor, os peritos judiciais apuraram que “existem responsabilidades prioritariamente da Airbus e da Air France, mas também da Thales, fabricante do equipamento.”

Nos próximos dias, segundo Van Sluys, os 29 familiares de vítimas do voo que integram a associação –da qual fazem parte famílias francesas, alemãs e seis brasileiras- deverão estudar junto com o advogado que os representa na França se entrarão na Justiça contra as empresas.

“Estamos aguardando um parecer do advogado sobre os elementos do relatório jurídico. Ele vai nos aconselhar se temos chances significativas de levar esse processo à frente ou não. Mas posso dizer com bastante assertividade que tem 80 a 90% de chances de que há elementos suficientes para ações”, afirma o consultor, que perdeu uma irmã no acidente.

Segundo ele, o documento conduzido pela juíza Sylvie Zimmerman, a mesma que indiciou Air France e Airbus por homicídio culposo no ano passado, complementa as conclusões do elaborado pelo órgão de aviação, mais focado nos elementos técnicos que provocaram a tragédia.

“Mas mesmo o relatório do BEA já continha elementos extremamente contundentes sobre a falhas das empresas, como o do chamado diretor de voo, equipamento ligado a computador do avião que deu orientação para o avião ganhar altitude quando, por tudo que se sabe hoje, a ação devia ter sido o contrário”, observa.

Fontes: G1 - AFP

Vídeo do dia: Airbus A330 quase ´´ paira ´´ em sobrevoo

Um Airbus A330 em sobrevoo de demonstração em uma ediçãoi da feira Farnborough em 1994, quase ´´ paira´´ durante passagem perante o público. A aeronave enfrentou vento de proa de mais de 20 nós.

Airbus presenteia Embraer com réplica do Airbus A380

CEO da Embraer ganha presente do CEO da Airbus.



O CEO da Airbus, Tom Enders, deu de presente ao CEO da Embraer, Fred Curado, uma réplica do Airbus A380, como sinal de boa vontade, após o incidente do domingo passado, quando um Airbus A380 atingiu com a ponta da asa, o edifício da Embraer, em Le Bourget.

O Acidente

Quando um superjumbo se aproxima demais, eis o que acontece!!!!

Veja abaixo,fotos do incidente envolvendo o Airbus A380, matrícula MSN004.

A aeronave estava sendo rebocada para a área estática do aeroporto, logo após o pouso, quando atingiu o edifício da Embraer. O avião não se movimentava por meios próprios naquele momento e na segunda-feira, dia 20,à noite, retornou á Toulouse para reparos.


Fonte: Will Horton / flightblog
Tradução e edição: AIRKRANE

Como foi fechada a compra dos 200 A320s neo

A Airbus garantiu até agora 1.029 pedidos do novo avião A320neo

Somente durante esta edição do Paris Air Show, a fabricante conseguiu 667 novos pedidos para o modelo, e talvez consiga ainda mais. Contudo, o pedido que mais chama a atenção é o da AirAsia, que confirmou a compra de 200 unidades do novo jato; o maior pedido da história da fabricante européia. Um pacote que passa dos $ 18.2 bilhões de dólares. Mas como se deu o fechamento do negócio?

Após exaustivas negociações dos termos do acordo, os executivos da Airbus, pediram à Tony Fernandes, CEO da AirAsia, que assinasse o acordo em 21 de junho, terça-feira passada. Contudo, Fernandes, disse que não fechava negócios às terças. Mas Fernandes, Tom Enders, CEO da Airbus , John Leahy, gerente de contas de clientes da Airbus e Louis Gallois, CEO da EADS, concordaram em ter um encontro em um clube noturno, na terça à noite.

Pouco depois da meia-noite, Leahy, perguntou se o acordo poderia ser assinado. Fernandes disse: ´´ Ainda não vi você na pista de dança´´. Leahy disse: ´´ Eu não danço.´´ Fernandes então retrucou: ´´ Então não assino nada.´´

Bom, foi ai que Enders interveio e disse: ´´John, dance.´´

15 minutos e três danças depois, Fernandes, concordou em assinar o Memorando de Entendimento. Fernandes porém declarou: ´´Rítmo não é um dos pontos fortes de Leahy..´´


Fontes: AVIATION WEEK - Things With Wings
Tradução e Edição: AIRKRANE

Jetblue encomenda 40 Airbus A320sneo e 30 A321s

JetBlue anuncia um grande pedido dos novos aviões da Airbus e várias modificações em aviões de sua frota.

A cia aérea baseada em Forest Hills, Nova York, anunciou a compra de mais 40 Airbus A320sneo e alterou um pedido de 30 Airbus A320s do modelo clássico, escolhendo em seu lugar os novos A321s.

Todos os jatos A320sneo, virão equipados com winglets, para melhorar a eficiência de combustível e aumentar o alcance de voo. Toda a frota atual de A320s também será equipada com winglets.

EMBRAER

Já a frota de aviões Embraer E190, originalmente planejada para ser composta de 100 jatos, será reduzida para 75. Segundo o CEO da JetBlue, apesar dos E190s desempenharem um trabalho magnífico nas rotas médias e curtas da cia, a empresa está neste momento focando a maior capacidade de transporte, por isto a opção por aviões maiores.

A320neo

0 A320neo (New Engine Option), é uma modernização do popular A320, que objetiva melhorar a eficiência energética, alcance e capacidade.

Embora mantendo 95% de semelhança com o modelo clássico, o modelo neo utilizará nova motorização e será dotado de wingtips nas pontas das asas, que lembram as barbatanas de tubarões , permitindo assim que a queima de combustível seja reduzida em 15%. Um consumo 15% menor, aumenta o alcance em 500 milhas náuticas ou permite duas toneladas a mais de carga paga.

Duas motorizações estão disponíveis: a Leap X da CFM International e a PurePower PW1100G da Pratt & Whitney. A JetBlue ainda não decidiu com qual das duas motorizações pretende equipar os novos jatos.

Arte do novo  A321 da JetBlue, dotado de wingtips nas pontas das asas.

Já os A321s da JetBlue, serão equipados com motorização fornecida pela IAE, o que já ocorre com a atual frota de A320s da companhia. As primeiras entregas estão previstas para 2013.

Mais de 400 unidades do novo A320neo já foram encomendadas desde o lançamento do modelo em dezembro de 2010. A Virgin America, rival da JetBlue, será a lançadora do modelo A320neo, encomendado pela cia em janeiro de 2011 e com entrega prevista para iniciar-se em 2016.


Fonte: NYC AVIATION - REUTERS
Tradução e edição: AIRKRANE

Grupo espanhol IAG compra 8 Airbus A330 e encomenda mais 8

O valor do pedido representa US$ 1,8 bilhão, segundo o preço de catálogo.

O grupo aéreo espanhol e britânico IAG anunciou nesta segunda-feira ter chegado a um acordo com a Airbus para comprar oito A330-300, aos quais se somam oito opções do mesmo modelo, para a frota de longa distância da Iberia.

As primeiras oito aeronaves "serão entregues à companhia entre o outono de 2012 e a primavera de 2014 (no hemisfério Norte)", acrescentou em um comunicado a IAG, fruto da fusão da britânica British Airways e da espanhola Iberia.


A IAG explica em seu comunicado que os aviões "consomem 15% a menos de combustível" que os A340 que irão substituir, "o que se traduzirá em custos menores e menor impacto ambiental".


Fontes: FOLHA - AFP

Airbus planeja sucessor do A320 para o final da década

O sucessor do A320, o avião mais vendido pela Airbus, deverá começar a ser construído entre 2017 e 2018, segundo previsão do presidente da EADS, consórcio europeu que controla a fabricante de aeronáutica.

De acordo com informação de Louis Gallois, em entrevista publicada esta segunda-feira pelo jornal 'Les Echos', o novo aparelho supõe um investimento de 10 mil milhões de euros e deverá entrar ao serviço lá para 2025.

O sucessor do atual A320 será equipado com novos motores, garantindo uma economia de 15% no consumo de fuel.

Fonte: Diário Digital

Airbus comemora 10 mil encomendas

A Airbus anunciou segunda-feira (17), a sua encomenda de numero 10 mil, na assinatura do contrato com a Virgin America, para 60 aeronaves A320, incluindo 30 A320neo.

Esta é a primeira encomenda firme para o A320 com a opção de novos motores; e assim a Virgin America torna-se a cliente de lançamento do A320neo, formalizando e ampliando um compromisso inicial feito no Farnborough Air Show, em julho de 2010.

Os 30 A320 estarão equipados com grandes dispositivos de ponta de asa, chamados Sharklets, destinados a diminuir o consumo de combustível. A configuração interna da cabine de passageiros será igual à dos A320 já existentes na frota da companhia (146-149) assentos, em uma configuração de duas classes.

David Cush, Presidente e Principal Executivo da Virgin América afirma: "Acreditamos que grande parte do nosso atual sucesso, deve-se ao fato de possuirmos o avião certo. Os baixos custos operacionais, o conforto da cabine e o projeto ecoeficiente da nossa frota de Airbus A320 novos, ajudou a estimular o nosso crescimento em três anos e o sucesso no mercado norte-americano - e estamos confiantes de que o A320neo nos fortalecerá ainda mais."

"Atingimos a marca da 5.000a encomenda em agosto de 2004 - depois de mais de 30 anos. Chegar à 10.000a encomenda apenas seis anos depois, confirma o êxito da nossa linha de produtos", disse Tom Enders, Presidente e Principal Executivo da Airbus. "E quando a‪ Virgin America, um dos nossos mais novos clientes faz a sua primeira encomenda firme, dando forte impulso ao nosso novo e eco-eficiente A320neo, ficamos extremamente agradecidos."

Baseada em San Francisco, Califórnia, a Virgin America foi fundada em agosto de 2007. A companhia aérea opera exclusivamente com uma frota composta por mais de 30 aeronaves da Família A320, em uma rede de rotas cada vez maior dentro da América do Norte. A empresa orgulha-se do seu serviço ao cliente, design exclusivo e amenidades, incluindo WiFi e telas de entretenimento com telas touch-screen em cada assento dos seus aviões. A Virgin America ganha constantemente prêmios do mercado de turismo e de escolha dos clientes, por seu excelente serviço, amenidades e o seu foco na sustentabilidade.

"As companhias aéreas Virgin são conhecidas em todo o mundo pela sua inovação - pelo design com melhor aproveitamento, tecnologia e entretenimento para reinventar a experiência de viajar", disse o fundador do Grupo, Richard Branson. "Estamos muito comprometidos em investir nas soluções de nova geração que tornarão as viagens aéreas mais sustentáveis. As mudanças climáticas não podem ser ignoradas pelas empresas, e acredito que devemos enfrentar o desafio de combatê-las e encontrar novas e melhores formas de operar. O A320neo nos ajudará a conseguir isso, diminuindo os custos e reduzindo o nosso impacto no meio ambiente. Os atuais A320 da Virgin America são até 25% mais econômicos e ecoeficientes que a média da frota dos Estados Unidos, e os A320neo prometem melhorar ainda mais esses números."

O A320neo responde aos mais altos interesses ambientais dos clientes, oferecendo uma redução de 15% no consumo de combustível. Essa opção foi lançada no final de 2010 e as aeronaves começarão a ser entregues em 2016.

Além da economia de combustível o A320neo estará beneficiado com uma redução de dois dígitos nas emissões de NOx, menor ruído dos motores, custos operacionais mais baixos e um alcance 925 km maior ou duas toneladas a mais na carga útil.

Desde que entrou em serviço o primeiro Airbus com a Air France, em 1974, o consórcio europeu tem visto as suas vendas crescerem constantemente. Em 1989, após 15 anos de operação, foram mil unidades vendidas. Após menos da metade desse período, sete anos mais tarde, em 1996, as vendas haviam chegado a 2 mil. As vendas da Airbus chegaram a 3 mil em 1998, mais uma vez cortando pela metade o tempo que levou para vender mais mil aeronaves e, no ano 2000, um total de 4 mil aviões haviam sido comercializados, como mostrado abaixo:

1971 - Primeira encomenda (seis A300)

1989 - 1.000º avião vendido

1996 - 2.000º avião vendido

1998 - 3.000º avião vendido

2000 - 4.000º avião vendido

2004 - 5.000º avião vendido

2005 - 6.000º avião vendido

2006 - 7.000º avião vendido

2007 - 8.000º avião vendido

2008 - 9.000º avião vendido

2010 - 10.000º avião vendido

Fonte: Brasilturis - Imagem: Divulgação/Airbus

Ações da EADS sobem após encomenda recorde da Airbus na Índia

Na semana passada, a Boeing divulgou entregas de 462 jatos comerciais em 2010
As ações da EADS eram impulsionadas nesta quarta-feira pela encomenda recorde anunciada na véspera por sua controlada Airbus, que fechou a venda de 180 aviões comerciais avaliados em 15,6 bilhões de dólares para a companhia aérea indiana IndiGo.

O acordo destaca o desenvolvimento da Índia como um grande mercado de aviação e deve ampliar a popularidade do presidente-executivo da EADS, Louis Gallois, que tem apostado na expansão do grupo em mercados emergentes.

O negócio também é uma grande vitória inicial para a Airbus na guerra anual com a rival norte-americana Boeing pelo posto de maior vendedora mundial de aeronaves comerciais.

As ações da EADS atingiram o maior patamar em três anos com a notícia. Às 12h47 (horário de Brasília), os papéis avançavam 2,24 por cento, para 20,52 euros, depois de terem disparado até 6 por cento mais cedo.

A encomenda da empresa aérea de baixos custos e tarifas IndiGo inclui 30 aviões A320 -modelo mais vendido da Airbus e que transporta 150 pessoas- e outras 150 unidades de versões atualizadas do mesmo avião, chamadas de A320neo.

As primeiras entregas começam em 2015 e a IndiGo está considerando realizar uma Oferta Pública Inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) para financiar a compra dos aviões.

"É uma notícia positiva surpreendente. É o primeiro contrato para o A320neo e já é o maior contrato da história", escreveu em relatório a equipe do DZ Bank.

Contudo, o DZ Bank, que recomenda venda das ações da EADS, disse que investidores irão permanecer cautelosos sobre a lucratividade do grupo aeroespacial europeu no curto prazo em meio aos cortes nos orçamentos de defesa na Europa e à ameaça de atrasos na produção do modelo A350 da Airbus, que tem design similar ao adiado 787 Dreamliner da Boeing.

O pedido da IndiGo é o maior da história da aviação em quantidade de aeronaves com capacidade para transportar mais de 100 passageiros, disse a Airbus na terça-feira.

O setor aéreo da Índia, que conta com perto de uma dúzia de companhias aéreas, está se expandindo rapidamente.

A IndiGo é a terceira maior companhia aérea da Índia em market share, depois de menos de cinco anos desde sua fundação. A empresa é controlada pela InterGlobe Enterprises e pelo veterano da indústria Rakesh Gangwal, ex-presidente-executivo da norte-americana US Airways.

Mais encomendas que entregas

Em 2010, segundo o presidente-executivo da EADS, a Airbus registrou entregas e novas encomendas acima de 500 aeronaves. De acordo com Galllois, os pedidos superaram as entregas de aviões no último ano.

Na semana passada, a Boeing divulgou entregas de 462 jatos comerciais em 2010, cumprindo sua meta de atingir cerca de 460 unidades durante o ano. Ao mesmo tempo, a fabricante norte-americana informou ter fechado encomendas líquidas por 530 aviões comerciais.

Fontes: O Globo - Reuters

WikiLeaks: diplomatas americanos promoveram Boeing contra Airbus

Diplomacia à serviço da Boeing

Diplomatas americanos intervieram em várias ocasiões para convencer governos estrangeiros a comprar aviões fabricados pela Boeing e não por sua concorrente europeia Airbus, afirma uma nova publicação de documentos dos Estados Unidos vazados pelo WikiLeaks.

As mensagens diplomáticas, repassadas ao jornal The New York Times pelo site WikiLeaks, documentam vários incidentes nos quais diplomatas defenderam e lutaram a favor da Boeing em contratos multimilionários, com o argumento de que eram cruciais para o crescimento da economia americana.

Um documento relata a resposta favorável do rei saudita Abdullah, em 2006, a um pedido pessoal do então presidente George W. Bush para que comprasse 43 Boeing para a estatal Saudi Arabian Airlines e outros 13 para a frota real.

Mas o rei "queria ter toda a tecnologia que seu amigo, o presidente Bush, tinha em (seu avião oficial) Air Force One", afirma o documento citado pelo New York Times.

Quando o monarca tiver seu avião particular equipado com a tecnologia mais avançada do mundo em telecomunicações e defesa, "se Deus quiser, tomará uma decisão que será muito satisfatória", acrescenta o documento.

Em novembro, a companhia aérea anunciou que havia assinado um contrato com o fabricante americano para 12 novos 777-300ER por cerca de 3,3 bilhões de dólares. O departamento de Estado confirmou ao jornal que havia autorizado o "reparo" do avião do rei, mas recusou-se a dar detalhes por questões de segurança.

A Airbus também recebeu ajuda similar por parte do presidente francês: os documentos descrevem, entre outros, uma luta amarga entre a administração Bush e Nicolas Sarkozy para obter um contrato com o Bahrein.

A diplomacia americana ganhou a disputa unindo a assinatura do contrato a uma visita de Bush em janeiro de 2008, a primeira de um presidente dos Estados Unidos em exercício ao Emirado, informou o jornal.

A Turquia, por sua vez, queria ter seu próprio astronauta em um voo do ônibus especial americano na época em que a companhia Turkish Airlines estudava a compra de 20 jatos, segundo os documentos.

Há um ano, o ministro turco de Transporte, Binali Yildirim, reuniu-se com o então embaixador dos Estados Unidos em Ancara, James Jeffrey, e deixou claro que a Turquia quer ajuda com o seu programa espacial. "A cooperação nesta área criará o ambiente adequado para as negociações comerciais", disse Yildirim ao diplomata.


Fonte: AFP

Airbus deixará de cumprir meta de entrega do A380 para o ano

Testes mais rigorosos de motor após o pouso de emergência de um avião da Qantas mês passado arruinaram as chances da Airbus conseguir entregar 20 superjumbos modelo A380 ainda este ano, conforme esperava.

Um porta-voz afirmou que a Airbus irá entregar apenas mais um avião novo, além dos 18 que já foram fabricados, até o final do mês, e não dois.

O não cumprimento da meta resulta do tempo levado para checar os motores Trent 900 da Rolls-Royce, semelhantes ao que explodiu em 4 de novembro, forçando o A380 da Qantas a voltar para Cingapura com uma asa perfurada.

Engenheiros trocaram um dos motores da Rolls-Royce semana passada em outro avião da Qantas, ainda não entregue, após uma inspeção de cano de óleo, uma vez que reguladores ligaram o acidente a um problema no cano.

Originalmente, o avião deveria deixar a fábrica, em Toulouse, até quinta-feira.

Fontes: O Globo - Tim Hepher /Reuters

Problemas do A380 poderiam arranhar reputação da Airbus?

O avião A380, da Airbus, já nasceu com a desconfiança do mercado. O recente incidente com sua turbina aumentou essa sensação. Saiba o que a empresa fará para colocar seu bilionário projeto na rota certa


Há uma corrida contra o tempo nos escritórios da Airbus, em Toulouse, na França. Ali, a principal missão dos executivos é impedir que os recentes incidentes envolvendo sua grande estrela, o modelo A380, coloque em xeque a reputação do maior avião de passageiros do mundo.

Os problemas começaram há cerca de 15 dias, quando algumas peças de um dos quatro motores do A380 da companhia aérea australiana Qantas Airways se soltaram em pleno voo depois de um incêndio na turbina. O avião, que fazia a rota Austrália-Cingapura com 433 passageiros a bordo, fez um pouso forçado e ninguém se feriu.

Mas a Qantas, que nunca registrou nenhum acidente com seus aviões, achou melhor deixar os seis modelos no chão até que os motivos do incidente sejam esclarecidos. A Singapore Airlines seguiu a concorrente e também preferiu não operar o A380 até que fossem apontadas as causas e as soluções para o problema.

Uma semana depois foi a vez de a maior companhia aérea do mundo, a Lufthansa, afirmar que uma de suas aeronaves A380 teve de retornar ao terminal de passageiros quando se preparava para a decolagem porque o piloto notou algum problema com o trem de pouso.

“Acidentes são raros e eles podem acontecer com qualquer aeronave.Estamos trabalhando rapidamente para reparar o problema”, disse John Blanchfield, diretor técnico da Airbus. Ele tem razão. Acidentes acontecem com qualquer tipo de avião. O problema é que o A380 já nasceu sob o signo da desconfiança e não só pelo tamanho assustador – de perto o avião parece um transatlântico com asas.

O projeto consumiu 2 bilhões de euros acima do orçamento original de 10 bilhões de euros e demorou dez anos para ser concluído – só o primeiro avião teve atraso de um ano e meio para ser entregue à Singapore Airlines. Depois de uma década de atrasos, prejuízos contábeis e alguns executivos demitidos, a Airbus, dona de um faturamento anual de 28 bilhões de euros, parecia finalmente preparada para desfrutar de sua maior aposta comercial.

Afinal, a expectativa é de que sejam comercializadas 1,7 mil aeronaves nos próximos 20 anos. A considerar os capítulos mais recentes dessa história, porém, pode ser que a companhia tenha de esperar mais um pouco. Seus executivos, é claro, adotam outro discurso. “Só em 2010 já entregamos 16 aviões e outros quatro serão entregues até o fim do ano”, disse Blanchfield. Esses últimos, porém, estão em compasso de espera até que a Rolls-Royce, uma das fabricantes dos motores, solucione o vazamento de óleo das turbinas.

Esse foi o problema que motivou o acidente com o avião da Qantas. Quando questionado sobre o prazo – afinal, faltam menos de 40 dias para o fim do ano, Blanchfield diz apenas estar “confiante” no futuro. As investigações estão sendo acompanhadas por autoridades francesas, inglesas, além de técnicos da Airbus e da Rolls-Royce.


“Mas se ficar comprovado que é uma falha de projeto, a imagem da Airbus ficará abalada no mercado”, diz Respício Espírito Santo, professor de transporte aéreo da Escola Politécnica da UFRJ.

Atualmente, 39 aviões A380 estão em operação. Desses, seis pertencem à companhia australiana, 11 são da Singapore Airlines, 14 da Fly Emirates, quatro da alemã Lufthansa e outros quatro pertencem à Air France.

De acordo com os números da Airbus, há 234 pedidos do modelo e outras 196 ordens de compra que funcionam como uma espécie de carta de intenções. Cada exemplar da mega-aeronave custa a partir de US$ 350 milhões. Apesar do histórico de problemas, do ponto de vista do marketing, o A380 ainda é uma grande promessa para os desafios atuais da aviação comercial.

De um lado, há uma demanda de passageiros que não para de crescer – embora a taxas mais modestas nos mercados maduros como Estados Unidos e Europa. Na outra ponta, há a crescente pressão de ordem ambiental e o tráfego aéreo tem sido apontado como um dos maiores vilões do aquecimento global com suas emissões estratosféricas de gases poluentes. E o A380 aparece como uma boa resposta a essas questões.

Vinte e cinco por cento da estrutura do superavião é fabricada com fibra de carbono. Na prática isso significa reduzir em 15% o peso total da aeronave. O avião tem o menor consumo de combustível por assento – cerca de três litros por poltrona a cada 100 quilômetros voados –, contra cinco litros de combustível consumido, em média, por outros Jumbos.

Na ponta do lápis, a economia para a companhia aérea pode chegar a US$ 7,9 milhões por ano. Até o momento, porém, não se tem notícia do repasse dessa economia para os preços das passagens em nenhuma das cinco empresas aéreas que operam o A380.

Joaquim Toro-Prieto, diretor de marketing da Airbus, disse que ainda não há previsão de venda do A380 para companhias da América Latina. “Sabemos que a Air France está em negociações para operar o A380 no México e possivelmente no Brasil. Mas não há nada concreto.”

Com 600 milhões de habitantes e com uma das economias que mais crescem no mundo, a América Latina está na mira da Airbus. “A região responde por apenas 6,2% do tráfego aéreo mundial, o que mostra um enorme potencial de crescimento”, diz Prieto. E não é só a demanda que atrai a cobiça da indústria.

Prieto lembra que a consolidação do mercado aéreo está apenas começando na América Latina – primeiro com a fusão de Avianca e Taca e mais recentemente com a chilena LAN e a brasileira TAM. “Temos um mercado incrivelmente promissor pela frente”, diz Prieto.

Fonte: Eliane Sobral /IstoÉ Dinheiro - Imagens: Reprodução

QANTAS: Airbus A380 envolvido em incidente talvez seja descartado

Rumores dão conta que o Airbus A380 da Qantas não voltará a voar

Fortes rumeores dão conta que o Airbus A380 da Qantas, envolvido no incidente da semana passada, quando fazia o voo QF32, deverá ser descartado.

Fontes afirmam que os danos sofridos pelo avião, em sua asa esquerda, seriam irreparáveis e que o sistema hidráulico inteiro estaria comprometido.

Fontes: Agências

Airbus lança alerta internacional para problemas elétricos em aviões

A fabricante de aviões Airbus vai lançar um alerta internacional a respeito de problemas elétricos em suas aeronaves.

Airbus A380 da companhia Qantas apresentou problemas recentemente/REUTERS

A companhia afirma que o alerta será voltado para os aviões A319, A320 e A321.

O alerta da Airbus ocorre depois de uma série de incidentes com seus aviões. Em agosto, um Airbus da companhia britânica British Midlands apresentou problemas e não respondeu aos comandos do piloto por vários minutos, com os displays da cabine se apagando.

As autoridades do setor de aviação há anos têm demonstrado preocupação com os problemas elétricos de aviões da Airbus, que ainda não foram explicados.

A380

A companhia também enfrentou problemas recentemente com seu modelo A380, o maior avião para passageiros do mundo, em operação há três anos.

Na segunda-feira a companhia aérea australiana Qantas suspendeu os voos de todos os seus seis aviões Airbus A380 por pelo menos mais três dias depois de descobrir vazamento de óleo em três turbinas.

Na quinta-feira da semana passada, um Airbus A380 da Qantas teve que fazer um pouso forçado em Cingapura depois da explosão de uma de suas turbinas. Foi o mais grave incidente envolvendo o A380.

As turbinas do Airbus são fabricadas pela empresa britânica Rolls-Royce e a companhia afirmou nesta sexta-feira que identificou o componente da turbina que apresentou problemas.

De acordo com a Rolls-Royce, as investigações mostraram que o problema iniciou um incêndio no óleo que vazou, um disco da turbina então se soltou e a turbina desintegrou.

A companhia britânica informou que vai substituir o componente em outras turbinas do mesmo tipo.

A Airbus, por sua vez, afirma que sua prioridade é manter suas aeronaves que já estão em serviço e, por isso poderá haver atraso na entrega de novos aviões, planejada para 2011.

Fonte: BBC

China compra 102 aviões Airbus durante visita de Hu Jintao à França

Airbus e grupos franceses de vários setores, fecham acordos bilionários com a China.

Várias companhias aéreas chinesas assinaram na semana passada, a compra de 102 aviões com o fabricante europeu Airbus, operação avaliada em US$ 14 bilhões, durante a primeira jornada da visita do presidente da China, Hu Jintao, a Paris, onde não faltaram protestos dos defensores dos direitos humanos.

Os contratos milionários com a Airbus foram completados com outros acordos com empresas francesas por uma quantia próxima a US$ 6 bilhões.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, cuidou da visita de seu colega chinês para acabar com as desavenças que durante 2008 abalaram as relações entre ambos os países.

O protocolo foi disposto para que Jintao não tivesse que responder a questões sobre direitos humanos. Dessa forma, durante os três dias da visita, o presidente chinês não responderá à perguntas de jornalistas.

O líder chinês, que chegou no início da tarde ao aeroporto parisiense de Orly, realizou com Sarkozy uma primeira reunião bilateral na qual foi discutida a assinatura dos contratos, supervisados pelos governantes.

O principal beneficiado foi o construtor aeronáutico Airbus, que vendeu 102 aviões avaliados em US$ 14 bilhões.

Airbus assinou um acordo para a venda de 50 aparatos A320, 42 aviões A330 e dez do novo avião de média capacidade e longo percurso A350, informou a Presidência.

Paralelamente, o grupo nuclear público francês Areva fechou um contrato avaliado em US$ 3,5 bilhões para a venda de 20 mil toneladas de combustível de urânio durante os próximos dez anos.

A Areva assinalou que estão muito avançadas as negociações para a construção na China de dois novos reatores de última geração EPR e assinou um contrato industrial com o grupo chinês CNCC para a reciclagem de combustíveis nucleares, que pode resultar na construção de uma fábrica de tratamento na China.

Fontes: Yahoo Notícias

Turkish Airlines recebe primeiros Airbus A330

A Turkish Airlines recebeu o primeiro Airbus A330-300 e o primeiro A330-200 Cargueiro em uma cerimônia realizada em Toulouse, França. 

Os aviões, juntan-se à atual frota de aviões de passageiros da companhia, composta por jatos das famílias A320, A330-200 e A340.

O A330-300, que transportará 28 passageiros na classe executiva e 261 na econômica, será utilizado em rotas de média e longa distância que partem do hub da empresa em Istambul. Trata-se da primeira de dez dessas aeronaves encomendadas pela Turkish Airlines em 2009.

Já o A330-200 Cargueiro é o mais recente acréscimo à Família A330. Oferecendo os mais baixos custos na categoria de tamanho, é o único avião moderno totalmente cargueiro, de médio porte e longo alcance, capaz de transportar 65 toneladas a mais de 7.400 quilômetros, ou 70 toneladas a mais de 5.900 quilômetros.


Fonte: Panrotas

Lufthansa encomenda 8 aviões Embraer e terá novo CEO

Encomenda inclui 40 jatos da  Airbus

FRANKFURT - A companhia aérea alemã Lufthansa afirmou que encomendou oito aviões 195 da Embraer e nomeou Christoph Franz para substituir o atual executivo-chefe da companhia, Wolfgang Mayrhuber a partir de 2011. A empresa também anunciou a encomenda de 40 aeronaves da Airbus, unidade da European Aeronautic Defence & Space (EADS).

Os 48 aviões encomendados estão avaliados em 3,5 bilhões de euros (US$ 4,68 bilhões) e serão partilhados entre a bandeira principal da companhia e suas subsidiárias Germanwings e Swiss.

"Essa encomenda permitirá que nossas companhias aéreas aproveitem as oportunidades de crescimento resultantes da crescente demanda e, ao mesmo tempo, preservar nossa autonomia para reagir às flutuações da demanda e mudanças no mercado com a flexibilidade necessária", disse Mayrhuber em comunicado.

Christoph Franz, de 50 anos, ocupa o cargo de vice-executivo-chefe da companhia desde junho de 2009 e também CEO da Swiss International Air Lines, conhecida como Swiss. Ele assumirá o comando da Lufthansa em janeiro do ano que vem.

Mayrhuber, de 63 anos, vai se aposentar depois de mais de 40 anos na Lufthansa e sete anos no cargo de CEO da companhia. As informações são da Dow Jones.

Fonte: O ESTADO DE S PAULO

Airbus já entregou 335 aviões este ano

Airbus vende algumas unidades a mais que a Boeing

O consórcio europeu Airbus anunciou ontem, que entregou até agosto 335 aviões e vendeu 301, confirmando também que ainda até ao final de 2010 vai entregar 20 unidades do A380, o maior avião comercial fabricado no mundo.

Nas previsões iniciais, a Airbus contava com a entrega de 500 unidades neste ano, quebrando o seu próprio recorde anterior de 498.

A Boeing, principal rival na disputa da fabricação aérea, entregou 308 e vendeu 328 no período entre janeiro e agosto deste ano.

Fonte: Brasilturis

Airbus A380 realiza primeiro pouso em aeroporto inglês

Um avião A380, da Airbus, considerado o maior modelo comercial, da empresa aérea Emirates foi recebido com jatos de água ao posar no aeroporto de Manchester, na Inglaterra, pela primeira vez.

O aeroporto é o primeiro da região a receber autorização para comportar voos do A380. Ao redor do mundo, apenas 17 aeroportos tem a permissão para operar voos do A380.

Existem, no mundo, 90 unidades do A380, marca atingida depois de uma encomenda recorde da Emirates, de US$ 11 bilhões por 32 unidades do superjumbo.

A380 é recebido com jatos d'água em aeroporto de Manchester

Fontes: Terra - REUTERS

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