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Piloto espanhol de corrida aérea morre em treino

Piloto espanhol morre em acidente


O piloto Maclean /Brian Nevins-/Divulgação

O piloto Alejandro Maclean, 41, único representante espanhol no Mundial de Corrida Aérea, morreu nesta terça-feira em um acidente sofrido enquanto pilotava seu avião de acrobacias nas imediações do aeroporto de Toledo, na Espanha.

As causas da queda da aeronave ainda não foram confirmadas, informaram funcionários do aeroporto.

Segundo a imprensa espanhola, o piloto chocou o seu avião contra o solo durante uma manobra. Conforme a agência Europa Press, o acidente aconteceu cerca de 500 metros da pista do aeroporto em um espaço autorizado para este tipo de treinamento.

Maclean foi campeão europeu e espanhol de acrobacias aéreas e disputava o Mundial de Corrida Aérea desde 2005. Na atual temporada, ocupava o 11º lugar na classificação geral.

Também neste ano, o brasileiro Adilson Kindlemann, que fazia sua temporada de estreia na categoria, sofreu um acidente em março durante o treino para a segunda etapa do calendário, em Perth (Austrália). A aeronave caiu em um lago e o piloto escapou ileso, mas não pôde disputar as demais etapas. Seu retorno deve acontecer em 2011.

Alejandro Maclean em ação durante etapa realizada em Nova York/Garth Milan/Divulgação


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Alejandro Maclean em ação durante etapa realizada em Nova York/Garth Milan/Divulgação
 Alejandro Maclean em ação durante etapa realizada no Canadá/Garth Milan/Divulgação
 Vista do aeroporto Casarrubios del Monte onde Alex Maclean faleceu, em Toledo (Espanha)/Ismael Herrero/Efe
 Vista da pista do aeroporto Casarrubios del Monte onde Alex Maclean faleceu, em Toledo (Espanha)/Ismael Herrero/Efe

Fontes: FOLHA - Agências

Chuva faz organização do Mundial de Corrida Aérea cancelar a disputa final

Vencedor da etapa do Rio de Janeiro foi o austríaco Hannes Arch



O austríaco Hannes Arch, que fez o melhor tempo do treino oficial para a etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Corrida Aérea, ficou com a vitória na etapa, já que a chuva impediu que houvesse a disputa no domingo.

A forte chuva que ameaçou durante toda a madrugada a disputa da etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Corrida Aérea fez com que os organizadores da competição, mesmo após terem iniciado a disputa com a repescagem e o início do Top 12, decidisse cancelar a competição. Além do aumento da chuva, os ventos, que eram de 13 km/h, subiram para 43 km/h, tornando muito perigosas as condições de voo para os pilotos.

Com essa decisão, os resultados dos treinos classificatórios de sábado passaram a valer como finais para a etapa. O vencedor, portanto, foi o austríaco Hannes Arch, que conquistou o melhor tempo da classificação seguido pelo britânico Nigel Lamb, que fez o segundo tempo.



O Top 12 começou com a desclassificação do japonês Yoshihide Muroya por ter tido sua pilotagem classificada como perigosa pelos juízes ao voltar o bico da aeronave para a água, o que é proibido.

O segundo a levantar voo foi o húngaro Peter Besenyei, um dos mais experientes do circuito. Sem cometer erros, Besenyei conseguiu o tempo de 1m21s94. Matthias Dolderer, da Alemanha, tocou um dos obstáculos - sendo penalizado em seis segundos - e ainda errou no nivelamento de sua aeronave, perdendo mais dois segundos, somando 1m30s26. O espanhol Alejandro Maclean começou muito bem a sua apresentação, e mesmo com uma punição de dois segundos por erro no nivelamento de sua aeronave, marcou 1m23s36.


- A situação meteorológica começa a piorar um pouco, e há alguns pássaros no ponto de espera do Aeroporto Santos Dummont, mas nada disso chegou a me atrapalhar - disse Matthias Dolderer após a sua apresentação.

Após a volta de Alejandro Maclean houve uma suspensão dos voos por 20 minutos, por causa do aumento da intensidade da chuva. Ficou definido pelos organizadores que a velocidade máxima do vento permitida para a disputa seria de 44 km/h. Porém, mesmo com ventos de 13 km/h, o aumento da chuva fez com que a disputa ficasse suspensa até que as condições de voo melhorassem. Os obstáculos chegaram a ser desinflados para o aguardo da melhora do tempo.

Após cerca de uma hora de suspensão, e com a maioria dos boxes dos pilotos no hangar dos aviões fechada, a organização informou que a prova estava cancelada.

Em entrevista logo após o anúncio da decisão dos organizadores, Arch falou sobre a sua vitória.

- Sabíamos que domingo poderia ser um dia chuvoso, e tratamos a classificação como uma final. Agora estamos muito concentrados nas próximas etapas e na busca pela liderança do campeonato.

Segundo o brasileiro Adílson Kindlemann, que não competiu por seu avião não ter sido reconstruído a tempo após o acidente sofrido em Perth, na Austrália, a decisão foi acertada.

- As condições climáticas pioraram muito, e temos que lembrar que este é um esporte de muito risco e precisão, e qualquer mudança implica em riscos altos demais. As condições neste domingo não estão nada boas, e o risco de se competir é muito grande. Por isso, acho que a decisão da organização foi correta. Não se pode por em risco a vida dos pilotos, ou mesmo dos espectadores.

A próxima etapa do Mundial de Corrida Aérea acontece no dia 5 de junho, na cidade de Windsor, no Canadá. Depois, em sequência, serão disputadas as etapas de Nova York (EUA), em 19 de junho, Lausitz (ALE), em 7 de agosto, Budapeste (HUN), em 19 de agosto, e Lisboa (POR), em 4 de setembro.

A etapa do Rio de Janeiro foi a terceira do calendário de 2010, que contou ainda com disputas em Abu Dhabi (EAU) e Perth, na Austrália.

A classificação do Mundial, após a etapa do Rio de Janeiro, é a seguinte:




Fonte: Globoesporte.com - Foto: Alexandre Durão/globoesporte.com

No Santos Dumont, "Fan Zone" da Red Bull Air Race

O saguão de desembarque do Aeroporto Santos Dumont tem desde terça-feira (4) o Fan Zone da Red Bull Air Race – a corrida de aviões que será realizada no Rio de Janeiro no próximo final de semana (8 e 9).

No espaço, os passageiros e frequentadores do aeroporto podem conferir e se divertir com algumas atrações relacionadas com a corrida aérea, como a réplica de uma aeronave. As atrações são gratuitas e estarão abertas ao público até 17 horas desta quarta-feira.

Foto: Divulgação/Infraero

Os visitantes também podem usar simuladores de voo e jogos e experimentar algumas das sensações de voar com velocidade e precisão sobre a Baía da Guanabara, passando por obstáculos e realizando manobras arriscadas.

O Fan Zone traz ainda uma cabine fotográfica, que simula o cockpit das aeronaves de corrida. Em um painel, é possível tirar fotos e conhecer as regras da Red Bull Air Race.

Fonte: Brasilturis

Pilotos da Air Race começam a levantar voo na zona sul do Rio de Janeiro

Participantes do Mundial de Corrida Aérea fazem primeiros treinos livres nos céus cariocas. Treinos de reconhecimento começam nesta quinta-feira

As feras da velocidade já estão em ação no Rio de Janeiro. Os pilotos que vão participar da etapa carioca do Mundial de Corrida Aérea começaram os trabalhos na tarde desta quarta-feira, no Aterro do Flamengo, zona sul do Rio de Janeiro.

Os pilotos aproveitaram o bom tempo para levantar voo e testar as aeronaves. Na quinta pela manhã começa o treino livre para reconhecimento do circuito da prova, que prossegue no período da tarde.

Único evento de corrida de aviões reconhecido pela Federação Aeronáutica Internacional, o Mundial de Corrida Área terá 15 pilotos disputando o título da temporada. Os competidores voam contra o relógio em um traçado demarcado através de pilões aéreos e o mais rápido é o vencedor.

A etapa carioca acontece neste sábado e domingo, a partir das 10h (de Brasília) e terá transmissão do SporTV e da TV Globo, dentro do Esporte Espetacular.

O britânico Nigel Lamb realiza um treino livre com seu avião. O piloto é um dos 15 que disputará a etapa do Rio de Janeiro do Mundial de Corrida Aérea, que acontece nos dias 8 e 9 de maio, no Aterro do Flamengo 

Fonte: Globo Esporte/ Igor Christ

Competidores da Red Bull Ai Race chegam ao Rio

Competidores se preparam para a competição no sábado

Dispostos um ao lado do outro, os aviões que vão disputar o Air Race, o Mundial de Corrida Aérea, na Praia do Flamengo, no próximo fim de semana, começam a tomar forma em um hangar da Base Aérea do Galeão.


Piloto francês Nicolas Ivanoff/Fernando Maia- O Globo

Enquanto os mecânicos trabalham, apenas um piloto, o francês Nicolas Ivanoff (foto) observa. Ele diz que gosta de acompanhar a montagem do avião, ver o que pode ser melhorado de uma prova para a outra, como mostra reportagem de Sanny Bertoldo publicada na edição desta segunda-feira do 'Globo'.

Nesse início de temporada, Ivanoff conseguiu apenas o nono lugar em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, e o sexto em Perth, Austrália. A etapa do Rio, que recebe a prova pela segunda vez, pode marcar o início de sua recuperação.

- Quem sabe eu não ganho aqui? Não comecei muito bem, mas nunca se sabe. Estou voando com o mesmo avião do ano passado, com algumas pequenas modificações. Em uma prova como esta, a diferença de tempo entre o primeiro e o quinto, o sexto, é muito pouca. São os detalhes que fazem a diferença. O desafio é tornar o avião ainda mais rápido - explica o piloto que, em 2007, no Rio, ficou em 11 lugar.

Aos 42 anos, e em sua sexta temporada no Mundial de Corrida Aérea - no ano passado, terminou em quinto no geral, sua melhor colocação até hoje -, Ivanoff é apresentado pelos organizadores do evento como um piloto "misterioso", do tipo que, ao mesmo tempo em que pode ser impecável em uma prova, é capaz de cometer erros primários em uma outra. Mesmo assim, garantem, sua presença é sempre promessa de um belo espetáculo. O francês parece não se incomodar com isso e apenas sorri. A explicação, diz, é simples.

- Se você arrisca, pode acertar ou errar, ganhar ou perder. Se não faz isso, vai perder sempre. Então, eu arrisco - diz ele, que também tem uma boa resposta para um outro elogio, o de que sua maneira de voar parece uma "pintura no céu". - É que eu adoro voar. Adoro fazer acrobacia, ver o mundo por um ângulo que não se vê normalmente. Até quando pego um avião normal, faço questão de sentar na janela.


Fonte: O Globo

Iphan embarga Red Bull Air Race no Rio

Etapa brasileira estaria ameaçada

Evento reuniu mais de 1 milhão de pessoas na Enseada de Botafogo em 2007

A Superintendência Regional do Iphan - Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - decidiu, no início da tarde desta terça-feira, embargar a realização do Red Bull Air Race, competição aérea prevista para ocorrer nos próximos dias 8 e 9 de maio sobre a Baía de Guanabara e o Aterro do Flamengo.

O secretário de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello, afirmou que "determinação do IPHAN é para ser cumprida".

"Vamos promover uma reunião entre a organização do evento e a Superintendência do Iphan para que os ajustes necessários sejam feitos e o evento possa ocorrer obedecendo às exigências do Instituto", disse Antonio Pedro.

Red Bull Air Race informou que recebeu uma notificação com três determinações: a retirada de tapumes metálicos do Parque do Flamengo, a apresentação de um Projeto ao IPHAN e assinatura de um Termo de Responsabilidade, que devem ser atendidas em um prazo de até cinco dias.

A organização do Red Bull Air Race informou também que já está trabalhando para o atendimento dessas determinações, de modo a garantir a realização da corrida programada para o dia 9 de maio, no Aterro do Flamengo.

A decisão foi motivada pelo fato de o Aterro ser um bem tombado desde 1965. Em nota que será divulgada daqui a pouco, o Iphan afirma que sequer foi procurado pelos organizadores do evento. Para conseguir realizar a competição, seus promotores terão que cumprir uma série de exigências.

Associações de moradores de bairros da Zona Sul são contra a realização do evento no Aterro. Temem a repetição do caos ocorrido na semana passada, quando um evento promovido pela Igreja Universal do Reino de Deus provocou um caos no trânsito de parte da cidade.

Fonte: O Dia Online /Fernando Molica - Foto: Marcelo Regua/Agência O Dia

Piloto brasileiro fica ferido em treino da Air Race

Brasileiro sofre acidente em treino para a etapa australiana

PERTH, Austrália - O piloto brasileiro Adilson Kindlemann, o primeiro sul-americano a competir na Red Bull Air Race, ficou ferido nesta quinta-feira durante treinos em Swan River, na Austrália.

Um comunicado do site da corrida aérea disse que Kindlemann sofreu apenas ferimentos leves e estava em boa condição de saúde no Hospital Royal Perth depois do acidente que aconteceu por volta de meio-dia de quinta-feira (1h da manhã em Brasília).

Testemunhas disseram à polícia que viram a asa do avião de Kindlemann atingir a água.

- Ele parecia está saindo de um giro. A asa do avião foi perfurada e ele se desprendeu - disse uma turista do estado de Victoria na Austrália.

- Ele ficou dentro d'água por poucos minutos. Rapidamente o retiraram - acrescentou.

A corrida, que acontece em vários lugares ao redor do mundo, reúne competidores que voam em velocidades de até 400 Km/h.






Aeronave de Kindlemann se choca com as águas de Perth (Foto: AP)

Kindlemann é resgatado com ferimentos leves (Foto: AFP)

Mais Detalhes

O espectador Gary French, que acompanhava os treinamentos, presenciou a queda da aeronave no rio Swan. "Vi que um asa atingia a água e depois o avião veio abaixo", contou. Outras testemunhas afirmaram que o piloto brasileiro ficou poucos minutos na água e que foi salvo por equipes em botes de resgate rapidamente.

A Red Bull Air Race, que acontece em várias cidades de todo o mundo, incluindo o Rio de Janeiro, é disputada por 13 pilotos, que precisam executar voos de acrobacia com velocidades de até 400 km/h. Kindlemann foi campeão de acrobacia aérea do Brasil entre 2001 e 2004 e é membro honorário da Força Aérea Brasileira.


 


Fontes: G1- TV Globo  - Terra - AFP/Fotos: AFP - AP

Brasileiro estreia em penúltimo no Air Race, mas ganha elogios do campeão

Adilson Kindlemann cai para a repescagem e fica em 14º; inglês Paul Bonhomme vence a prova de abertura do Mundial em Abu Dhabi

O estreante Adilson evitou a desclassificação e cumpriu o percurso até o fim na prova no sábado

O brasileiro Adilson Kindlemann terminou em 14º e penúltimo lugar em sua estreia no Mundial de Air Race, na etapa de Abu Dhabi, realizada no sábado. O fato de ter completado a prova como calouro, no entanto, atraiu elogios do vencedor da prova e atual campeão mundial, o inglês Paul Bonhomme.

Para Adilson, levar o avião em perfeitas condições até o fim, mesmo com ventos fortes e temperatura alta. foi uma vitória pessoal.


- Foi uma condição totalmente diferente do treino de sexta, com um vento muito mais forte, então é como se fosse novamente meu primeiro dia no circuito de Abu Dhabi - explicou Adilson.

O estreante Adilson evitou a desclassificação e cumpriu o percurso até o fim na prova deste sábado

Ao fim da prova, Bonhomme elogiou o brasileiro:

- No Air Race, estamos no nível mais alto de pilotagem do mundo. Para qualquer estreante, é um grande passo. Não se esqueça de que Hannes Arch passou de estreante inexperiente em 2007 para campeão do mundo no ano seguinte - lembrou o inglês.

Com a vitória deste sábado, Bonhomme garantiu seu 12º triunfo na carreira ao cravar o tempo de 1m14s06. O também inglês Nigel Lamb e o húngaro Peter Besenyei completaram o pódio.

- Foi uma das etapas mais difíceis que já disputamos. Espero que ano que vem as temperaturas estejam mais baixas. Ar quente e aviões de corrida não combinam muito bem - disse.

Paul Bonhomme faturou a primeira etapa

Adilson vai competir novamente em Perth, na Austrália, daqui a três semanas, nos dias 17 e 18 de abril. Nos dias 8 e 9 de maio, será realizada a etapa do Rio de Janeiro.

Confira os resultados da etapa de Abu Dhabi:

FINAL FOUR:

1) Paul Bonhomme, GBR, 1:14.06
2) Nigel Lamb, GBR, 1:14.92
3) Peter Besenyei, HUN, 1:21.18
4) Michael Goulian, EUA, DNS (problema mecânico)

SUPER EIGHT:

5) Peter McLeod, CAN, 1:20.40
6) Kirby Chambliss, EUA, DSQ
7) Matthias Dolderer, ALE, DSQ
8) Matt Hall, AUS, DNS (problema mecânico)

TOP-12:

9) Nicolas Ivanoff, FRA, 1:22.76
10) Yoshihide Muroya, JAP, 1:23.76
11) Hannes Arch, AUT, DSQ
12) Alejandro MacLean, ESP, DNS (problema mecânico)

REPESCAGEM:

13) Martin Sonka, TCH, 1:39.78
14) Adilson Kindlemann, BRA, 1:56.57
15) Sergey Rakhmanin, RUS, DSQ




Fonte: Globoesporte.com - Fotos: Divulgação / Getty Image

Temporada 2010 da Red Bull Air Race começa em Abu Dhabi


Foram meses de ansiedade e espera, finalmente dissipados na tarde dessa quinta-feira (25/3) em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes: o brasileiro Adilson Kindlemann, paulista de 36 anos, já faz parte oficialmente da elite de pilotos do Red Bull Air Race, o Mundial de Corrida Aérea.

Kindlemann participou da sessão oficial de treinos exibindo um novo visual em seu avião MXS-R, agora pintado nas cores verde e amarela da Petrobras. Ainda se acostumando com as desafios de voar a quase 400km/h a poucos metros de altura, e sofrendo com o vento forte na baía de Abu Dhabi, Adilson acabou desclassificado por “estolar” (manobra em que o avião perde sustentação) na sessão de treinos dessa quinta.

O líder foi o atual campeão mundial, o inglês Paul Bonhomme. Seu arquirrival austríaco, Hannes Arch, campeão de 2008, acabou em quarto, atrás ainda do inglês Nigel Lamb e do francês Nicolas Ivanoff.

“O circuito é apertado demais para o meu avião, que é muito rápido”, brincou Adilson. “Na verdade”, prosseguiu, “são várias novidades para mim. Quero usar esses treinos para aprender passo-a-passo. Cada sessão é uma oportunidade para ganhar experiência, voando sempre com segurança”.

Amanhã (sexta), Adilson disputa o treino de classificação que leva os 10 melhores direto para a corrida, no sábado. Os cinco eliminados na sexta disputam uma repescagem no sábado pela manhã, e os dois melhores prosseguem para a disputa principal.

1º Treino livre – Red Bull Air Race Abu Dhabi:

1) Paul Bonhomme, GBR, 1:12.37
2) Nigel Lamb, GBR, 1:12.68 + 0.31
3) Nicolas Ivanoff, FRA, 1:12.87 + 0.50
4) Hannes Arch, AUT, 1:13.03 + 0.66
5) Matt Hall, AUS, 1:13.35 + 0.98
6) Yoshihide Muroya, JAP, 1:13.75 + 1.38
7) Kirby Chambliss, EUA, 1:14.57 + 2.20
8) Michael Goulian, EUA, 1:14.70 + 2.33
9) Pete McLeod, CAN, 1:17.18 + 4.81
10) Matthias Dolderer, ALE, 1:18.07 + 5.70
11) Peter Besenyei, HUN, 1:18.16 + 5.79
12) Sergey Rakhmanin, RUS, 1:18.49 + 6.12
13) Martin Sonka, TCH, 1:26.48 + 14.11
14) Alejandro Maclean, ESP, DQ
15) Adilson Kindlemann, BRA, DQ

Fonte: 360 Graus - Foto: Red Bull Divulgação

Portugal: Câmara de Lisboa aprova Red Bull Air Race


A Câmara de Lisboa aprovou esta quarta-feira o protocolo para a realização em Lisboa da prova de acrobacias aéreas – Red Bull Air Race. O protocolo contou com os votos contra de todos os vereadores da oposição na Assembleia camarária.

Segundo avançaram à Lusa fontes municipais, a autarquia lisboeta aprovou o protocolo para a realização do Red Bull Air Race.

A proposta foi viabilizada pelos vereadores da maioria socialista e pelos independentes do movimento Cidadãos por Lisboa (eleitos na lista do PS).

Os vereadores do PSD, PCP e CDS-PP votaram contra.

Fonte: Fábrica de Conteúdos (Portugal)- Notícias Sobre Aviação

Nova York terá uma prova da Red Bull Air Race em 2010


Nos últimos cincos anos, a Red Bull Air Race ocorreu nas maiores metrópoles pelo mundo

A quinta corrida da temporada 2010 do Red Bull Air Race World Championship será realizada, em parceria com a NYC & Company, a cidade de Jersey, New Jersey e do Liberty State Park, sobre o Rio Hudson, em Nova York, nos dias 19 e 20 de junho. Esse ano será o sexto ano da Red Bull Air Race, a qual também pousará em nove cidades, tendo já confirmadas os seguintes locais: Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos; Perth, Austrália; Lausitz, na Alemanha, e Lisboa, Portugal, além de Nova York nos EUA.

A quinta prova da temporada 2010 da Red Bull Air Race terá esse pano de fundo para os competidores e seus aviões.


Em 2009, a Red Bull Air Race foi transmitida para mais de 180 países alcançando mais de 300 milhões de espectadores. Os dois dias da corrida, onde o público pode assistir ao vivo e de graça o evento, mais a transmissão global do evento, mostrará a cidade de Nova York como um novo destino para esportes radicais. A corrida em Nova York e na cidade de Jersey também representam uma oportunidade de estimular a economia local.

A Red Bull Air Race é diferente das outras corridas de esporte motor que ocorrem em circuitos, pois ocorrem em lugares abertos e os aviões vão até as cidades onde o público se concentra para assistir. Para efetuar isso, são necessários transportes logísticos sem paralelos, onde são transportados cerca de 380 toneladas de infraestrutura e equipamentos da corrida, incluindo 15 aeronaves de acrobacia e até mesmo uma torre de controle de tráfego aéreo desmontável.

Nos últimos cincos anos, a Red Bull Air Race ocorreu nas maiores metrópoles pelo mundo, como Londres, Rio de Janeiro, Barcelona, e nos Estados Unidos em San Diego, Detroit, San Francisco, e no Monument Valley, em Utah. Dos quinze pilotos de corrida de todo mundo, dois são norte americanos americanos, Kirby Chambliss (foto) do Arizona e Michael Goulian de Massachusetts. Cada piloto voa durante uma temporada inteira numa equipe que inclui um técnico mecânico e um coordenador de voo.

Esta temporada teremos um piloto brasileiro, o paranaense Adilson Kindlemann (veja no Cavok), que poderá voar uma etapa da temporada no Brasil, já que a cidade do Rio de Janeiro está cotada para sediar pela segunda vez uma corrida da Red Bull Air Race.


Fonte: cavok

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