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Aeronave da FAB participa de buscas por pescadores desaparecidos

Equipes da Marinha já percorreram cerca de 200 quilômetros no mar. Dois rapazes saíram para pescar em alto-mar e não retornaram.

Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) participa, nesta quarta-feira (25), das buscas por dois pescadores desaparecidos na costa de Natal. Os rapazes saíram para pescar em alto-mar no dia 18 de agosto e não retornaram. A embarcação que eles usavam também não foi encontrada

Um navio da Marinha que também procura os pescadores já percorreu cerca de 200 quilômetros de mar, mas nada foi encontrado. Outras embarcações foram comunicadas por rádio do desaparecimento dos rapazes, mas também não viram os pescadores. A Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte realiza buscas nas praias.

Não há prazo para o término das operações de buscas.


Fonte: G1

Destroços do avião que caiu com 43 a bordo no Afeganistão são achados

Acidente ocorreu dois dias atrás nas montanhas próximo a Cabul. Condições do tempo impedem equipes de chegarem ao local da queda.

Equipes de resgate localizaram nesta quarta-feira (19) o avião de passageiros que caiu dois dias antes nas montanhas no norte do Afeganistão com 43 pessoas a bordo.

Os destroços estão ao sul das montanhas de Salang. Devido às más condições meteorológicas, no entanto, as equipes de resgate ainda não conseguiram chegar até o local, disse à Agência Efe o governador da província de Parwan, Basir Salangi.

Conforme Salangi, as equipes identificaram a aeronave com ajuda de helicópteros da Força Internacional de Assistência e Segurança (Isaf) que participavam do resgate.

Parentes de passageiros aguardam os trabalhos de resgate nesta terça-feira (18) próximo ao local do acidente no Afeganistão. (Foto: AP)

A companhia aérea Pamir Airways anunciou que oferecerá compensação econômica de US$ 100 mil às famílias das vítimas.

O avião saiu de Kunduz (norte) na segunda-feira passada às 8h30 no horário local (1h em Brasília) com destino a Cabul e os operadores aeroportuários perderam contato com avião a 30 quilômetros ao norte da capital.

No voo estavam cinco tripulantes e 38 passageiros, sendo 11 estrangeiros.

Nas tarefas de busca participaram sete helicópteros (dois da Isaf e um da Pamir Airways), assim como moradores da região que rastrearam a região a pé e a cavalo.

Fontes: G1- Agências

França diz que encontrou área onde estariam caixas-pretas do voo 447

Zona marítima onde equipamento estaria tem 5 km de perímetro. A330, que faria a rota Rio-Paris, caiu dia 31 de maio, matando 228 pessoas.

O governo da França anunciou às agências internacionais de notícias nesta quinta-feira (6) que o submarino nuclear “Nemrod”, da Marinha Francesa, conseguiu localizar a região marítima onde podem estar as caixas-pretas do Airbus A330 da Air France que caiu no Oceano Atlântico no dia 31 de maio de 2009, matando os 228 ocupantes do voo 447, que partiu do Rio de Janeiro com destino a Paris.

Embora prudente nas informações, o porta-voz do Executivo, Luc Chatel, disse, em entrevista à emissora de rádio “France Info”, que se trata do mapeamento de uma “região de cerca de 5 km de raio onde possivelmente o equipamento está”.

Segundo o porta-voz, a localização da área onde é mais provável se encontrar o equipamento “não significa que os aparelhos serão recuperados”. De acordo com Luc Chatel, a profundidade de mais de 3 mil metros naquela zona marítima e o relevo da região podem não permitir o trabalho de resgate das caixas-pretas.

Sinais sonoros

O porta-voz adjunto do Ministério de Defesa, Christian Baptiste, informou que o submarino nuclear captou sinais que, depois de analisados pelo fabricante, correspondem aos emitidos pelas caixas-pretas da aeronave que caiu a cerca de 1.300 km do Recife.

Martine Delbono, porta-voz do BEA, órgão francês que investiga as causas do acidente, disse à BBC Brasil que o BEA foi informado sobre a possível localização das caixas-pretas na noite de quarta-feira pelo ministro dos Transportes, Dominique Bussereau, que havia recebido a notícia do ministério da Defesa.

"Neste momento, estamos verificando as informações. Só depois poderemos validá-las ou não. Equipes atualmente na área de buscas, no Atlântico, e também em Paris vão analisar os novos dados", disse a porta-voz na manhã desta quinta-feira.

Os técnicos da Marinha reanalisaram gravações submarinas que haviam sido feitas durante a primeira fase de buscas das caixas-pretas do avião, em meados de junho do ano passado, cerca de três semanas após a catástrofe.

Essas gravações, realizadas pelos potentes sonares do submarino nuclear francês Émeraude, em junho passado, puderam agora ser melhor exploradas com a ajuda de um programa de computador mais sofisticado, não disponível na época.

O novo software permitiu aos especialistas da Marinha, no início desta semana, identificar que os sons gravados no ano passado seriam os emitidos pelas balizas das caixas pretas do avião, afirmou o ministro da Defesa, Hervé Morin.

As balizas não emitem mais, há vários meses, os sinais sonoros que permitem facilitar sua localização.
Mesmo assim, a Marinha francesa acredita ter delimitado com grande precisão a área onde estariam as caixas-pretas, numa zona de buscas de apenas três a cinco quilômetros quadrados.

Na terceira fase de buscas das caixas-pretas, iniciada em março deste ano, os especialistas vasculharam uma área de 2 mil quilômetros quadrados ao noroeste da última posição conhecida do avião.Um robô equipado com câmeras de vídeo será enviado em breve para percorrer a nova área bem mais reduzida.

Luc Chatel, porta-voz do governo francês, declarou, no entanto, nesta quinta-feira a uma rádio francesa, que é preciso ter extrema "prudência" em relação às informações.

"Por enquanto, trata-se de uma zona de localização. Depois, é preciso saber se será possível recuperar as caixas-pretas e em que profundidade elas estariam. Seria uma excelente notícia para todos, principalmente para as famílias das vítimas, para saber o que realmente aconteceu nesse voo Rio-Paris, mas prefiro me manter muito prudente no momento", afirmou Chatel.

As caixas-pretas do avião são fundamentais, diz o BEA, para descobrir as causas do acidente.
Até o momento, os investigadores do BEA afirmaram que houve falhas nos sensores de velocidade do avião, mas que isso "seria um elemento, não a causa do acidente".

As causas do acidente ainda não foram totalmente esclarecidas, e, por isso, o resgate das caixas-pretas é tão importante mesmo após quase um ano da tragédia.

Fontes: G1 - FOLHA - Agências

Buscas por caixas-pretas de avião que fazia entre Rio e Paris continuam até o dia 25

Causas do acidente que matou 228 pessoas ainda não foram totalmente esclarecidas

Resgate dos restos do Airbus da Air France / Eraldo Peres/AP

O jornal francês Le Figaro afirmou nesta segunda-feira (3) que as buscas pelas caixas-pretas do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico dia 1° de junho do ano passado serão prolongadas até dia 25 de maio.

Um porta-voz do Escritório de Investigações e Análises (BEA, na sigla em francês), que realiza as tarefas de busca, negou-se, no entanto, a comentar a informação, e anunciou que o órgão publicaria um comunicado à imprensa na terça-feira (4).

A BEA anunciou no dia 28 de abril que iriam seguir adiante com as buscas, mesmo que não sem nenhuma data para finalizá-las.

A operação de buscas em março, com a chegada em Recife de dois navios adaptados para esse tipo operação.

As causas do acidente, no qual 228 pessoas morreram, não foram esclarecidas, já que os investigadores ficaram sem as caixas-pretas.

Até agora, a BEA afirma que um mal funcionamento das sondas Pitot (sensores) de velocidade da aeronave, fabricadas pelo grupo francês Thales, seria um dos fatores, mas não a única causa da tragédia.

Fontes: R7 - AFP

Buscas pelo avião da Air France no Atlântico acabam no fim de semana

Fase atual termina este fim de semana e sem sucesso

A fase atual de busca das caixas-pretas do avião da Air France que caiu em 1º de junho no Atlântico quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris termina neste fim de semana, indicou nesta sexta-feira o organismo francês encarregado da investigação do acidente, o BEA.

"A região inicial de busca será coberta inteiramente até o fim de semana", explicou o Escritório de Investigações e Análises (BEA), que acrescentou que os dois navios que participam da campanha - o Seabed Worker e o Anne Candies - voltarão ao porto brasileiro "para uma escala técnica".

O organismo francês, ligado ao departamento de Transportes, informou que em 4 de maio dará mais informações sobre os infrutíferos trabalhos para encontrar as caixas-pretas do avião acidentado.

Desde o início das buscas, os navios varreram uma área de 2,8 mil quilômetros quadrados do fundo do mar.

Além disso, submarinos submergiram em quarenta ocasiões e investigaram uma área de 3 mil quilômetros quadrados, tudo isso com condições meteorológicas "favoráveis".

Segundo publicou hoje "Le Figaro", nesta terceira campanha não só se repassou a região que havia sido definida como suscetível de guardar as caixas-pretas, mas se esgotaram os 10 milhões de euros orçados para as buscas.

Os 228 ocupantes do Airbus da Air France acidentado morreram na queda. Sem as caixas-pretas, o BEA não consegue esclarecer as causas do acidente, embora afirme que não aconteceu despressurização no voo e que provavelmente a aeronave estava inteira ao chocar-se com o mar.

Se Airbus e Air France não financiarem uma quarta operação, os investigadores terão de se contentar com os elementos recuperados até agora.

Fonte: EFE - EPA

Resgate de grupo perdido na Serra do Mar usou helicóptero e trem

Mau tempo não permitiu que todos fossem retirados por helicóptero. Maioria teve de pegar um trem de carga para chegar a local seguro.


O grupo de 28 pessoas que se perdeu na mata fechada da Serra do Mar, no Litoral Sul de São Paulo, comemorou o reencontro com a família no final da noite deste domingo (4) após quase três dias de uma aventura que virou um pesadelo.

Por causa do mau tempo, o resgate da maior parte dos localizados não pôde ser feito de helicóptero. Eles tiveram de caminhar até uma linha de trem e pegar um vagão de carga para chegar a local seguro.

De acordo com o tenente da Polícia Militar Álvaro Zocchio Júnior, o resgate foi difícil por causa da vegetação e da chuva.

Como as condições meteorológicas não permitiram que todas as pessoas fossem resgatadas de helicóptero, a equipe do Comando de Operações Especiais (COE) decidiu seguir com o grupo até uma linha férrea que corta a Serra do Mar. Eles desceram a serra em um vagão de carga e seguiram a pé até uma base da empresa que administra a ferrovia. Depois de quase três dias perdidos, eles sentiram a emoção no reencontro com a família e o agradecimento com a equipe de resgate.

"Foram momentos de pânico. Tínhamos muita preocupação em saber como sair do lugar que não se tinha acesso nenhum"

"Nós passamos maus bocados", disse a dona de casa Antônia Lemos de Souza, que precisou de atendimento médico. Ela seguiu no passeio com o marido e a filha. "O pior foram vários abismos, nós ficamos na beira de um rio e, conforme foi chovendo, a água foi subindo e tivemos de nos abrigar em cima de uma pedra", disse Léia Gomes de Souza.

"Foram momentos de pânico. Tínhamos muita preocupação em saber como sair do lugar que não se tinha acesso nenhum", destacou o vendedor José Eduardo Neto.


"Quando vimos o helicóptero, todo mundo, inclusive os homens, chorou de emoção", ressaltou Léia.

Perdidos na mata

O grupo se perdeu durante um passeio que saiu de Parelheiros, na Zona Sul da capital paulista, com destino a Mongaguá, no litoral do estado. As pessoas foram localizadas pelo Comando de Operações Especiais (COE) da PM, em um local de difícil acesso.

Ao perceberem que estavam perdidos, três homens decidiram descer a serra em busca de ajuda. Na tarde de sábado, conseguiram contato com os bombeiros por celular. Segundo informações da TV Tribuna, eles passaram as referências de onde estavam e foram resgatados em Cubatão, embaixo de um viaduto da Rodovia dos Imigrantes.

Os três homens, com idades entre 21 e 29 anos, foram levados para o posto dos bombeiros de São Vicente. Não estavam machucados e apenas aparentavam exaustão.

Fontes: G1 - TV Globo

Busca por caixa preta do AF447 recomeça com navios e robôs

Após sair de Recife, os navios vão levar dois dias para chegar ao ponto definido para as buscas.

Passados dez meses desde que o Airbus A330 que fazia o voo 447 caiu no Oceano Atlântico matando 228 pessoas, as autoridades aeroportuárias francesas ainda buscam entender as causas do acidente.

A terceira operação para se encontrar as caixas pretas da aeronave no fundo do mar, a 730 milhas náuticas de Recife, começou domingo passado, e inclui alta tecnologia na área de buscas submarinas, como dois navios equipados com dois sonares e três robôs submarinos com capacidade de descer a até 6 mil metros de profundidade.

A terceira operação de busca das caixas pretas do Airbus A330 inclui alta tecnologia na área de buscas submarinas

O diretor do Escritório de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (BEA, na sigla em francês), Jean-Paul Troadec, foi quem explicou como será a empreitada.

Segundo ele, os trabalhos se concentrarão em uma área de 2 mil quilômetros quadrados, dez vezes menor do que a abrangida anteriormente. A missão tem 32 dias de prazo e vai custar 19 milhões de euros.

A equipe a bordo do navio Anne Candies (com bandeira dos EUA) e do Seabed Worker (norueguês) é composta por cem pessoas, entre marinheiros, representantes da Airbus, da Air France, da polícia francesa, das marinhas francesa, americana e brasileira, coordenados pelo BEA.

 A equipe a bordo do navio Anne Candies e do Seabed Worker é composta por 100 pessoas

Além deles, participam especialistas em diferentes áreas, como geologia e biologia marinha, meteorologia e oceanografia.

Esse time de técnicos, explicou Troadec, foi importante inclusive para definir em qual área estariam os destroços do voo 447. Foram feitos cálculos a partir do possível ponto onde o avião caiu, quais correntezas e acontecimentos metereológicos influenciariam esses objetos. Ao fim das análises, se definiu a região a ser investigada.

Roteiro

Após sair de Recife, os navios vão levar dois dias para chegar ao ponto definido para as buscas. Os trabalhos começarão com a utilização dos sonares, que são capazes de informar os volumes que estão no fundo do mar. A informação do sonar não diferencia uma caixa preta de uma rocha. Então os técnicos do BEA utilizarão os robôs, equipados com câmeras e iluminação, para tirar a dúvida e, no caso de haver destroço do Airbus, içar o material.

As caixas pretas são essenciais para o esclarecimento das causas, reforçou o diretor do BEA. Ele disse que na hipótese delas não serem recuperadas, o acidente não poderá ser esclarecido.

Embora as buscas tenham como foco as caixas pretas e destroços que possam auxiliar no esclarecimento das causas da tragédia, o BEA se preparou para a possibilidade de encontrarem os restos mortais de algum dos passageiros e tripulantes. Troadec disse que as embarcações possuem câmeras frigoríficas adequadas para uma ocorrência deste tipo.

 Serão usados dois navios com dois sonares e três robôs submarinos com capacidade de descer a até 6 mil m de profundidade

Expectativa

O administrador Maarten Van Sluys, representante da Associação dos Familiares das Vítimas do Voo 447, estava presente na apresentação do plano de buscas. Ele disse que se emociona toda vez em que os trabalhos de buscas são realizados ou quando recebe novas informações sobre o acidente que matou sua irmã, a assessora de imprensa da Petrobras Adriana Van Sluys.

Maarten disse que encontrar as causas do acidente ocorrido em 31 de maio de 2009 é ponto fundamental para os familiares. "Principalmente, saber se houve ou não sofrimento entre as vítimas", acrescentou.

A descoberta das causas também poderá servir para os familiares ingressarem com novos processos indenizatórios. "Embora na hipótese de não se chegar a uma causa não implicará em uma não ação judicial", afirmou.

De acordo com Maarten, dos 48 familiares que participam da associação que dirige, 40 entraram com ações na corte norte-americana. Outros 16 processos são movidos nos fóruns brasileiros.

Maarten disse que a justiça norte-americana é mais rápida e determina valores maiores. "No Brasil, familiares das vítimas do acidente com Fokker 100, que ocorreu em 1996, ainda estão tendo seus pleitos contestados nos tribunais".

Fonte e fotos: Celso Calheiros / Terra

Soldado colombiano abraça família após um ano refém das Farc

Dois helicópteros brasileiros participaram do resgate; outro refém será entregue na terça

O soldado Josué Daniel Calvo, refém das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) há um ano, já está em liberdade e em terra firme.

Os dois helicópteros brasileiros da FAB, que participaram da operação, pousaram na tarde deste domingo (28) na cidade de Villavicencio, capital do Departamento de Meta. O jovem militar está doente e tem um ferimento a bala no joelho.

Calvo abraça a família; o soldado vai seguir diretamente ao hospital militar para ser tratado; ele tem um ferimento de bala e está doente/AFP

O soldado foi entregue à senadora Piedad Córdoba, que acompanha a operação de resgate, com apoio do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) e da Igreja Católica colombiana.

A missão humanitária partiu da cidade de Villavicencio por volta das 9h20 no horário local (11h20 de Brasília). Segundo as Farc, o soldado Calvo está doente e tem um ferimento a bala no joelho.

Após encontrar a sua família, Calvo seguida imediatamente a um hospital militar, onde será tratado.

Na próxima terça-feira (30), deve acontecer a libertação do sargento Pablo Emilio Moncayo, que as Farc entregarão depois de mais de 13 anos de sequestro.

Veja a transmissão feita ao vivo pela TV colombiana, ao som do Hino Nacional do país, liberado pelo jornal El Espectador.


Fontes: R7 - AFP

Helicóptero brasileiro resgata refém das Farc

Página da senadora Piedad Córdoba confirma que soldado Josué Daniel Calvo foi entregue

Helicóptero brasileiro pousa em base de Villavicencio, na Colômbia; missão recebeu refém das Farc no fim da manhã deste domingo (28)/AFP/27.mar.2010

O soldado colombiano Josué Daniel Calvo foi entregue pelas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) à senadora Piedad Córdoba, que acompanha a operação de resgate do refém realizada por helicópteros do Exército brasileiro.

A confirmação da liberação de Calvo foi postada na página da senadora na internet, que cita informações do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV).

A missão humanitária partiu da cidade de Villavicencio por volta das 9h20 no horário local (11h20 de Brasília). Segundo as Farc, o soldado Calvo está doente e tem um ferimento a bala no joelho.

Após o retorno a Villavencio, Calvo vai se encontrar com sua família e, logo em seguida, será levado a um hospital, onde será tratado.

Na próxima terça-feira (30), deve acontecer a libertação do sargento Pablo Emilio Moncayo, que as Farc entregarão depois de mais de 13 anos de sequestro.

Operação de resgate começou com atraso

 
Helicóptero do Exército brasileiro se prepara para decolagem em base militar de Villavicencio, na Colômbia. O veículo parte em uma missão liderada pela Cruz Vermelha para resgatar o soldado Josue Daniel Calvo, refém das Farc. (Foto: John Vizcaino/Reuters)

A partida da missão deveria acontecer às 8h locais (10h de Brasília), mas as condições atmosféricas não estavam favoráveis.

A senadora Piedad Córdoba, que conduz as negociações com o grupo guerrilheiro, viaja em um dos helicópetros da FAB junto com delegados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha e da Igleja católica colombiana.

Uma interrupção das operações militares e policiais em uma região do sudeste da Colômbia entrou em vigência a partir das 18h locais (20h de Brasília) deste sábado (27) para facilitar a libertação.

O alto comissário de paz do governo, Frank Pearl, disse a jornalistas:

- De acordo com as instruções do Ministério da Defesa, serão suspensas as operações militares em uma pequena zona, mas o suficiente para realizar a operação de libertação do soldado Josué Daniel Calvo.

Os dois soldados que serão libertados fazem parte de um grupo de 23 militares e policiais que as Farc mantêm como reféns e que o grupo rebelde pretende trocar por cerca de 500 guerrilheiros presos, algo que o presidente Alvaro Uribe rejeita.
Fonte: R7 - Agências-TV Globo - G1

Voo 447: retomadas as buscas da caixa-preta

A terceira e provavelmente última fase de buscas das caixas-pretas do avião da Air France que caiu no Atlântico em 31 de maio do ano passado terá início no próximo domingo (28).


Os dois navios - Anne Candies (Estados Unidos) e Seabed Worker (Noruega - foto acima) - que irão auxiliar nas investigações já estão no Recife.

Segundo o Escritório de Investigações e Análise (BEA), órgão francês que investiga o acidente, o principal objetivo é encontrar a caixa-preta da aeronave. Sem o equipamento, será impossível identificar as reais causas do acidente.

O avião, que fazia a rota Rio de Janeiro-Paris, caiu a cerca de 1.500 km do Recife, matando as 228 pessoas a bordo. Às 23h14 do dia 31 de maio, a aeronave emitiu uma mensagem automática de despressurização e pane elétrica. As últimas buscas foram interrompidas em agosto do ano passado.

Segundo Jean-Paul Troadec, diretor do BEA, esta etapa é considerada a mais importante. Os dois navios trazem o que há de mais moderno em tecnologia - três robôs submersíveis teleguiados remotamente com localizadores sonares que podem fazer buscas em até quatro mil metros de profundidade.

A área de busca também foi reduzida em até dez vezes, ficando restrita a dois mil quilômetros quadrados. A estimativa é de que essa fase dure cerca de 32 dias. "A área do acidente é muito acidentada, o que dificulta as buscas, mas estamos otimistas", afirmou Jean-Paul.



Especialistas internacionais estarão a bordo dos navios, entre eles técnicos da Airbus e da Air France e investigadores dos Estados Unidos, Alemanha e Noruega. Autoridades brasileiras não participarão diretamente das buscas. A nova fase custará 10 milhões de euros e será financiada em partes iguais pela Air France e pela Airbus, construtor do A330.

As causas do acidente com o voo 447 ainda são desconhecidas. O último relatório técnico, divulgado no dia 17 de dezembro, indicou falhas nas chamadas sondas pitot, que medem a velocidade das aeronaves em voo, mas descartou que o problema tenha sido a causa do acidente.

De acordo com o investigador-chefe da operação, Alain Bouillard, até hoje não há registro de que a caixa-preta de um avião tenha sido encontrada tanto tempo depois do acidente.

Caso o equipamento seja achado, será um episódio único. Nesse caso, o artefato será imediatamente enviado para a França.

Fonte: Inês Calado (JC Online) - Foto: Hélia Scheppa (JC Imagens)

O navio norueguês Seabed Worker chega ao Recife para retomar a busca pelas caixas-pretas do avião da Air France


O navio norueguês Seabed Worker chegou ao Recife para retomar a busca pelas caixas-pretas do avião da Air France que caiu no mar no dia 31 de maio do ano passado, matando 228 pessoas a bordo; o voo ia do Rio de Janeiro a Paris/Otavio de Souza/AP

Encontrado avião desaparecido em 1968 no Triângulo das Bermudas

Monomotor Cessna-172-H

O Dr. Greg Little e sua esposa a Drª. Lora Little estavam explorando a ilha de Andros nas Bahamas com os guias Krista e Eslie Brown em 2005.

Naquela época não estávam particularmente interessados em quedas de aviões, mas tinham notado vários aviões caidos em terra e em águas rasas em torno de Andros.

Explorando a ilha com um caminhão de pequeno porte, os Browns os levaram até a cauda de um avião de pequeno porte localizado na costa da Red Bays, um pequeno povoado no extremo noroeste de Andros.

De acordo com os moradores, o pedaço da cauda tinha navegado para a costa, alguns anos antes. Eles o arrastaram para a praia, e simplesmente ignoraram. Em 2007, depois de encontrar inúmeros outros aviões em vários pontos submarinos, eles decidiram revisitar a cauda e tentar identificá-la.

Depois de publicar um breve artigo sobre a cauda do avião, na qual identificaram alegadamente como de um avião perdido no Triângulo das Bermudas, receberam a confirmação de vários mecânicos e pilotos de avião que a cauda era de um Cessna 172-H, fabricado em 1966.

O monomotor Cessna-172-H, nº N1483F decolou de Grand Turk Island em 29 de maio de 1968, com um piloto de 30 anos de idade e uma passageira. Poucos minutos após a decolagem, às 6:10 hs, o piloto avisou pelo rádio que estava sem combustível e que o motor tinha parado.

Ele afirmou que estava pousando na água não muito longe da ilha. O relatório de acidentes da National Transportation Safety Board é muito vago e não fornece qualquer informação sobre uma pesquisa subsequente.

Em 2008 um avião colidiu com vários passageiros, e a busca consistiu em um telefonema de Nassau para um piloto privado em Andros pedindo-lhe para voar na área.

Ele fez um vôo de 30 minutos. Estranhamente, não a uma linha sobre o acidente de 2008, ou de seus passageiros. O avião deve estar agora em alguma lista de aviões que desapareceram no Triângulo das Bermudas. O mesmo pode ser dito sobre o desaparecimento de 1968.

Nada jamais foi encontrado ou relatado. Como uma nota de rodapé, consta que o piloto no incidente de 2008 voou diretamente para uma tempestade (apesar de ter radar meteorológico a bordo) e, presumivelmente, caiu no abismo do Oceano.

O número do "desaparecido" Cessna 1966 172-H era N-1483F. A cauda do avião da Red Bays mostrava quatro números / letras visíveis: Nx48xF (o X significa que esse número específico foi destruído, no entanto, um "3" estava pintado parcialmente após o 8).

Enquanto já estavam razoavelmente certos que esta era a cauda do Cessna desaparecido, a cauda era de um Cessna 172, e também da idade correta. Agora confirmaram que estavam certos, a cauda era do misterioso Cessna 172-H 1966.

Red Bays está a 643 quilômetros da Grand Turk, no entanto, parece que quando o avião caiu na água, a cauda foi arrancada. Ao longo do tempo, o movimento da água na região noroeste da Grand Turk através do Velho Canal das Bahamas, para o Canal Santaren, e a Corrente do Golfo gradualmente levaram a cauda do norte para o oeste de Andros.

Fonte: Hangar do Vinna

Navio que fará buscas por avião da Air France chega ao Brasil na quarta-feira

Equipe de de buscas concederá entrevista um dia após a chegada do navio

O navio que fará novas buscas pelos restos do avião da Air France que caiu no Oceano Atlântico entre 31 de maio e 1º de junho de 2009 quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris, matando seus 228 ocupantes, deve chegar ao Recife no próximo dia 24.

O Escritório de Investigações e Análises para a Segurança da Aviação Civil (BEA, na sigla em francês) anunciou ontem a chegada ao Brasil do "Anne Candies" (foto), com atraso em relação ao planejamento inicial.

Segundo o BEA, a equipe que vai participar das buscas pelo Airbus A330-200 vai falar com a imprensa um dia depois da chegada do navio à capital pernambucana.


Ainda sem as caixas-pretas, o escritório francês não pôde esclarecer o que causou o acidente, mas disse que não houve "desspressurização durante o voo" e que a aeronave provavelmente estava inteira antes de cair no mar.

O BEA pôs em dúvida a confiabilidade dos sensores de velocidade, mas isso não significa que tenham sido os responsáveis pelo acidente.

Fonte: EFE via G1 - Foto: phnx-international.us

B-17 “Swamp Ghost” é resgatado de pântano na Nova Guiné


Sob muito sol, tremenda umidade e temperaturas que chegavam aos 40 graus, Alfred Hagen finalmente viu o ventre do bombardeiro da Segunda Guerra Mundial, no qual ele tanto trabalhou para retirar de um remoto pântano em Papua Nova Guiné.

Hagen, um empresário norte-americano, estava bastante preocupado em manter a fuselagem de seis toneladas, parcialmente inundada, em uma única peça. Quando um helicóptero começou a levantá-la, Hagen – sobre a asa direita separada do avião – começou a ficar nervoso.

“A fuselagem subia e descia, rangendo”, ele disse. “Meu estômago estava embrulhando. Eu temia que não fosse conseguir... Ele apenas levantou-a e foi embora”. Isso aconteceu em 2006.

Hagen teria que esperar mais três anos e oito meses para colocar o B-17E Flying Fortress, apelidado de “Swamp Ghost”, em um navio para a Nova Zelândia, onde agora aguarda transporte para Los Angeles – devendo chegar lá em meados de abril. Ele tem um acordo de exibição com o Museu Aeroespacial Pima, em Tucson, no Arizona.

Empresário do ramo de construção e também um entusiasta da aviação, Hagen teve um tio-avô morto na Nova Guiné durante a guerra. Durante a última década, ele fixou sua atenção no Swamp Ghost, que avistou pela primeira vez em 1996.
“Eu me apaixonei no instante em que desci lá para vê-lo”, disse Hagen. “É como quando você é jovem... caminhando pela rua e vê uma bela mulher, e você quer tê-la com todas as fibras do seu ser”. E concluiu: “Eu simplesmente pensei: que belo avião”.

O Swamp Ghost decolou ao amanhecer de 23 de fevereiro de 1942 da base de Townsville, na Austrália, para atacar os navios japoneses no porto de Rabaul, na Nova Bretanha. Ao chegar ao alvo, contudo, as portas do compartimento de bombas não abriram, e a tripulação decidiu circundar o alvo mais uma vez. Desta vez o compartimento abriu-se, mas também subiram os caças japoneses.

Durante os próximos 30 ou 40 minutos diversos Zeros alvejaram o avião, e 33 furos de bala foram feitos na cauda. Uma cápsula antiaérea também atingiu a asa direita do B-17.

O Swamp Ghost escapou do ataque e voou para a Nova Guiné, onde foi reabastecido em Port Moresby, mas a tripulação logo percebeu que não tinha potência suficiente para superar a cordilheira Owen Stanley.

O piloto então fez um pouso forçado no que pensava ser um campo gramado. Mas assim que tocaram a vegetação, perceberam que haviam pousado num pântano, e o bombardeiro deslizou 90 graus de lado.

A tripulação saiu e viu-se em meio a mais de um metro de água. Após quatro dias de caminhada sob intenso calor, nos quais alguns membros começaram a sofrer de alucinações, eles encontraram nativos. Então, após mais cinco semanas de viagem, finalmente conseguiram chegar a Port Moresby.

Em 1999, Hagen assinou um contrato de compra da fuselagem com o Museu Nacional de Papua Nova Guiné, no valor de 100 mil dólares. Mas devido a atrasos de diversas naturezas, somente em 2005 ele obteve permissão de retirar o B-17 do país.

Um dos únicos quatro B-17E recuperados no mundo, o Swamp Ghost entrará em exibição ainda este ano. O objetivo a longo prazo é restaurá-lo às condições de voo.

Fonte: Philadelphia Daily News, 6 de março de 2010.
Especial de TV sobre o Swamp Ghost




Fonte: Blog do Vinna

Nova busca das caixas-pretas do AF447 a partir de 25/3

A data definitiva será anunciada esta semana

A busca submarina das caixas-pretas do voo AF447, que caiu no mar em 1º de junho de 2009 com 228 pessoas quando fazia a viagem entre Rio de Janeiro e Paris, deve ser retomada no dia 25 de março, informa o site do jornal francês Le Figaro.

A terceira fase das buscas no mar estava prevista para meados de março, mas foi adiada por dificuldades administrativas e técnicas, assim como por condições climáticas desfavoráveis, anunciou na quinta-feira o Escritório de Investigações e Análises (BEA), organismo público francês responsável pela investigação da tragédia.

"Dificuldades administrativas e técnicas nos Estados Unidos, associadas a condições meteorológicas desfavoráveis, atrasam a chegada do (navio americano) 'Anne Candies' ao porto de Recife, de onde deve seguir para a zona de busca no Oceano Atlântico", informou o BEA.

Segundo o Le Figaro, o "Anne Candies" zarpou em 2 de março dos Estados Unidos e deve chegar a Recife no dia 23. Dois dias depois deve partir rumo à zona de buscas, sendo seguido em 27 de março pelo navio norueguês "Seabed Worker".

Procurado pela AFP, uma fonte do BEA afirmou que não poderia confirmar a informação.

A data definitiva será anunciada esta semana, assim que estiverem disponíveis os dados meteorológicos completos do fim de semana, declarou a fonte.

Os dois navios tentarão encontrar os destroços do Airbus da Air France e os registros de voo (caixas-pretas), que podem permitir a compreensão dos motivos da tragédia, que matou 72 franceses e 58 brasileiros.

Em dezembro, o BEA reafirmou que o mau funcionamento das sondas Pitot (sensores de velocidade) era um dos fatores, mas não poderia ser a única causa do acidente. Apesar da afirmação, recomendou a mudança nas normas de certificação.

Meses antes, a construtora aeronáutica europeia Airbus, a Agência Europeia de Segurança Aérea (AESA) e a Agência Nacional de Segurança no Transporte (NTSB) dos Estados Unidos determinaram às companhias aéreas a substituição das sondas Pitot fabricadas pelo grupo francês Thales dos Airbus A330 e A340 por dispositivos fabricados pela americana Goodrich.

Fonte: AFP

‘Vi a morte bem de perto’, diz estudante brasileira que estava no Chile

Avião da FAB chegou ao DF com 12 brasileiros que estavam em Santiago. Turistas brasileiros estão alojados em saguão de hotel na capital chilena.


Mapa localiza o tremor principal, ocorrido no sábado, e o tremor secundário que assustou a população de Santiago na manhã deste domingo (28). (Foto: Arte G1)

A aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB), que levou autoridades chilenas ao país neste sábado (27), retornou à Base Aérea de Brasília com 12 brasileiros que estavam em Santiago, capital do Chile, por volta de 5h15 deste domingo (28).

A lista com nove civis e três militares foi elaborada pela embaixada brasileira. O comando da FAB informou que não estão previstos novos voos para resgatar brasileiros isolados no país. Por telefone, um grupo de brasileiros relatou dificuldades de conseguir comunicação com o serviço diplomático no Chile.

Pelo menos 12 turistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Pará estão alojados no saguão de um hotel em Santiago. Eles estocam comida e água porque não há previsão de voos para retornar ao Brasil. “Quando ficamos sabendo do avião da FAB, cinco de nós correram para a embaixada. Mas fomos proibidos de entrar”, relata um dos turistas do grupo brasileiro.



O G1 conversou com a embaixada brasileira em Santiago. O diplomata informou que 200 brasileiros já se cadastraram para tentar voltar ao Brasil. "Desse grupo, 50 médicos, que estavam em um congresso, estão presos em um hotel. Só ontem (sábado) cadastramos 200 brasileiros e o telefone não para", disse o diplomata.

Em nota divulgada mais cedo, o comando da FAB relatou o sentimento dos passageiros do VC-99 B Legacy. A estudante brasileira Rafaela Link morava havia dois meses em Santiago. Na noite de sábado, ela e amigos divertiam-se em um bar karaokê quando viu tudo tremer. “Parecia que tudo ia cair. Foi um pânico generalizado. Vi a morte bem de perto”, disse a estudante. “Quando o avião pousou, eu chorei. Fiquei muito emocionada por estar de volta”, complementou Rafaela, segundo a nota da FAB.

Amiga de Rafaela, a turista Alexia Moecke teve sensação parecida ao desembarcar na Base Aérea de Brasília. “Uma maravilha. Eu estou em casa”, disse. No momento do terremoto, ela estava dormindo no hotel em que estava hospedada e viu tudo tremer.

A primeira a desembarcar do avião da FAB foi Tatiana Soares. “Muito bom voltar ao nosso país maravilhoso. O que passamos lá foi uma situação muito ruim”.

A enfermeira Petra Rangel estava em Santiago para um congresso que aconteceria no sábado e, devido ao terremoto, foi cancelado. Também estava dormindo no hotel quando ocorreu o terremoto: “Fiquei superfeliz em voltar”.

A aeronave brasileira que trouxe os 12 brasileiros é a mesma que havia decolado de Brasília na tarde do sábado com o ministro da Justiça, Jorge Toledo, e com o procurador-geral da República, Chahuán Sabas. Eles estavam no Brasil e retornaram ao Chile para participar das coordenações governamentais depois do terremoto que atingiu o país.

O avião da FAB pousou no pátio militar em Santiago. Foi a primeira aeronave estrangeira a chegar depois da catástrofe. Segundo os pilotos, a pista e o controle de tráfego aéreo estão perfeitas em condições operacionais. O abalo se deu na infraestrutura do aeroporto. Segundo a FAB, “no retorno a Brasília da aeronave, a embaixada solicitou o traslado de brasileiros interessados em voltar ao País”.

O Itamaraty não explicou os critérios adotados para elaborar a lista de passageiros, já que outros brasileiros relataram dificuldades em conseguir uma vaga no voo.

Terremoto

Ainda na noite deste sábado, a diretora do Escritório Nacional de Emergência (Onemi, na sigla em espanhol), Carmen Fernández, informou que o terremoto no Chile fez 300 vítimas. Durante o dia, a presidente chilena Michelle Bachelet já havia dito que o desastre afetou de alguma maneira 2 milhões de pessoas. “As forças da natureza golpearam duramente nossa pátria e mais uma vez põem à prova nossa capacidade de enfrentar adversidades e ficarmos de pé”, declarou a presidente em um pronunciamento transmitido em cadeia de rádio e TVs.

Segundo Bachelet, que sobrevoou de helicóptero as áreas atingidas neste sábado, o terremoto afetou 80% do país, e há pelo menos 1 milhão de casas danificadas. A presidente mandou condolência e solidariedade às vítimas e pediu "força" aos cidadãos. "Todas as autoridades do governo vão colocar toda energia para a volta à normalidade. Temos adiante uma árdua tarefa, não será fácil, requer muito tempo e recursos, mas sobretudo a generosidade e voluntarismo de todos nós", disse a presidente.

Santiago

A capital do Chile foi sacudida por um forte terremoto secundário na manhã deste domingo (28). O Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA registrou um tremor de magnitude 6,2, depois revisada para 6,1, às 8h25 locais (mesmo horário de Brasília), na região de Maule, a 184 km ao sul de Santiago. O tremor, ocorrido no continente, foi localizado a uma profundidade de 32 km.

Apesar do susto, não há informações sobre novos danos ou vítimas com o tremor desta manhã. A região já teve mais de cem réplicas do tremor inicial, muitas delas com magnitude superior a 5, que podem provocar danos, segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. Essas réplicas devem continuar ao longo dos próximos dias, segundo os sismólogos.

Fontes: G1- TV Globo - Agências

Reino Unido vai privatizar serviço de resgate aéreo

Os serviços de busca e resgate via helicóptero, do Reino Unido, sofrerão uma reforma significativa, segundo o governo.


Os helicópteros Sea King, estão no final de vida operacional.

O serviço 24 horas, será operado por um consórcio privado chamado Soteria, à partir de 2012, utilizando 12 bases espalhadas pelo Reino Unido.

Atualmente, as operações estão a cargo da RAF ( Força Aérea Real ) e da Marinha Real ( Royal Navy ), com a parceria de helicópteros civis, todos subordinados à MCA ( Maritime and Coastguard Agency ).

A Soteria vai operar com novos helicópteros que substituirão os velhos Sea King militares, ao longo dos primeiros 3 anos de operação.

O contrato entre o governo e a Soteria, tem o valor de 6 bilhões de libras esterlinas e vai estar vigorando por 25 anos. Preve-se que a participação de efetivos militares caia de 240 para 66, pois serão substituidos por pessoal civil.

Em uma declaração escrita aos parlamentares, o vice ministro da defesa, Quentin Davies, disse que o governo está trabalhando com a Soteria, finalizando os últimos detalhes do contrato, que será assinado no fum do ano.

Desempenho melhorado

Davis, declarou ainda: ´´ uma nova frota de helicópteros modernos, 30% mais velozes que os Sea King, em operação, poderá atender ocorrências básicas, em terra firme, durante a noite e de forma rápida``.

Segundo Davies, os novos helicópteros serão dotados de equipamento de visão noturna;  e equipamento anti-gelo visando desempenho melhorado em condições climáticas severas no inverno, dotando o Reino Unido, de um serviço de busca e resgate via helióptero, de alta qualidade que terá a capacitação de salvar muitas vidas.

Em uma conferência de imprensa, Davies rejeitou observações que transferir o serviço ao setor privado, pudesse implicar em colocar o público em situação de risco.

O consórcio Soteria,tem a participação da companhia francesa Thales, da operadora de helicópteros CHC e do Royal Bank of Scotland.

O cosórcio planeja utlizar em suas operações, o helicóptero S92 da Sikorsky.

No Brasil, existe uma unidade deste modelo, a serviço da Líder.

Sikorsky S-92

Um Sikorsky S92 da CHC, em operação



Fonte: BBC
Tradução: BGA

Aeronáutica encerra buscas a helicóptero desaparecido no AM


A aeronáutica encerrou na manhã de ontem (5), as buscas ao helicóptero Esquilo AS50, prefixo PT-HLE, da empresa JVC, desaparecido desde o dia 15 de janeiro no município de Lábrea (a 703 quilômetros de Manaus).

As buscas duraram 20 dias e foram realizadas na região onde os tripulantes fizeram o último contato com a torre de controle.

O piloto Silvar Apolinário, de 69 anos, e o mecânico Gilson Jesus de Aquino, de 51 anos estavam em missão para a Fundação Nacional de Saúde (Funasa). Eles iriam transportar uma indígena da aldeia Suruwaha para o hospital de Lábrea. A Força Aérea Brasileira (FAB) montou uma base área no município e as buscas pelos dois tripulantes.

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou que foram 20 dias de buscas e 169 horas e 55 minutos de vôos. As equipes de resgate percorreram mais de 19398 quilômetros quadrados de área coberta.

As buscas foram feitas pelas aeronaves FC95 Bandeirantes e UH-1H (foto), da base aérea de Campo Grande, especializada em resgate além de um navio Patrulha Fluvial Roraima da Marinha do Brasil. Elas percorreram o rio Purús, entre Lábrea e Canutama (555 quilômetros de Manaus).

As equipes também se deslocam na selva por meio de rapel até as áreas de maior probabilidade da queda, principalmente quando há indícios do acidente, como uma árvore quebrada ou retorcida, por exemplo.

A FAB montou uma base de operações em Canutama, onde trabalham mais de 20 militares. Para abastecer as aeronaves utilizadas na operação de resgate, a FAB enviou combustível pela C105 Amazonas. Nas buscas foram utilizados mais de 58 mil litros de combustível nas aeronaves.

Desaparecimento

A empresa JVC informou que o sinal da aeronave parou de ser transmitido por volta das 17h30 de sexta-feira, próximo a Canutama. Um piloto e um mecânico estavam a bordo do helicóptero que iria fazer o transporte de um indígena da aldeia Suruwaha para o hospital de Lábrea.

Fonte: Portal Amazônia - Foto: Edmar Barros/Vc no Portal

EUA encontram caixa preta de avião que caiu no Líbano

Segundo oficial de segurança norte-americano, a caixa foi localizada a 1.300 metros de profundidade.

Uma embarcação da Marinha dos Estados Unidos localizou nesta quarta-feira, 27, a caixa preta do avião da Ethiopian Airlines que caiu no Mar Mediterrâneo do Líbano na segunda-feira, 25, com 90 pessoas a bordo, afirmou um oficial da segurança.

"O navio dos EUA localizou a caixa preta a 1.300 metros de profundidade e a 8 km a oeste do aeroporto de Beirute", disse o oficial à Reuters.

O avião tomou a direção contrária à indicada pela torre de controle em meio a uma tormenta após a decolagem, segundo o governo libanês. Até agora, 14 corpos foram encontrados.

Não estava claro o motivo de o piloto mudar abruptamente a rota. Como na maioria das outras aeronaves, o Boeing 737 possui um radar meteorológico que o piloto pode usar para evitar voar em meio a raios, possivelmente ignorando ordens da torre de controle.

Testemunhas e o Exército libanês afirmaram que o avião pegou fogo pouco após decolar. Um funcionário da Defesa afirmou que, segundo algumas testemunhas, o avião quebrou em três pedaços.

Destroços do avião acidentado


Fonte: Reuters via Estadão - Fotos: AP

Aeronáutica retoma buscas por helicóptero desaparecido no AM

A FAB (Força Aérea Brasileira) retomou, às 15h15 (horário de Brasília) deste domingo, as buscas a um helicóptero da empresa JVC Aero Táxi desaparecido desde a última sexta-feira (15) no sul do Amazonas.

Pela manhã a operação foi suspensa devido ao mau tempo.

A aeronáutica reforçou a busca. Segundo a assessoria do órgão, além do avião Bandeirante SC-95, um helicóptero H-1H foi deslocado de Campo Grande (MS) até a região de Lábrea, onde a aeronave desapareceu.

A FAB também montou uma base de operações em Lábrea para dar apoio às aeronaves que participam das buscas.

Segundo a empresa de táxi aéreo, dois aviões e um helicóptero, que foram enviados a região no sábado (16), continuam sobrevoando o local para auxiliar nos trabalhos.

O helicóptero modelo esquilo da JVC, com um piloto e um mecânico, decolou em Manaus no início da tarde de sexta e deveria ter pousado em Lábrea por volta das 17h30.

Segundo a JVC, um sistema de monitoramento por satélite, que transmite a posição do helicóptero a cada dez minutos, parou de enviar sinais próximo a Canutama (850 km de Manaus).

A empresa afirmou que, como chovia muito na região, a suspeita inicial era de que ele havia pousado na cidade, mas no sábado, porém, houve a confirmação de que o helicóptero estava desaparecido.

Fonte: FOLHA

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