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Tam reúne trade do Rio para ajudar o Haiti

Tam arrecada doações para o Haiti

O espetáculo Pernas para o Ar, com Cláudia Raia, teve uma sessão especial para os convidados da Tam, ontem à noite, no Píer Mauá. A Tam patrocina toda a temporada no Rio e pelas principais capitais do Brasil. O espetáculo já passou por São Paulo, onde também foi sucesso.

Além do marketing de relacionamento e institucional, a Tam aproveitou a ocasião para arrecadar alimentos e medicamentos para a população do Haiti.


Paulo Castello Branco com Cláudia Raia, Bruno da Costa, ganhador da passagem para Paris, e Antonio Henrique de Paula e Roberta Barreto, que também ganharam bilhetes para a capital francesa

Após o espetáculo, Cláudia Raia disse que a parceria com a empresa aérea “concretizou meu desejo de levar o gênero musical para uma camada da população que normalmente não tem acesso a este tipo de cultura, formando assim, nova plateia". "Desta forma podemos cobrar ingressos bem mais baratos do que o mercado”, afirmou;

Paulo Castello Branco, vice-presidente comercial e de Planejamento da Tam, ressaltou que este é apenas um dos eventos que a empresa está apoiando, mas que é um projeto que, como a Tam, incentiva a pessoa “a viajar e sonhar”. No próximo fim de semana começa outro projeto, o já tradicional “Paixão pelo Rio”, que vai até o dia 21 de março e que este ano traz uma grande novidade, o bossaball.

Fonte: PANROTAS

Funcionários da Boeing arrecadam mais de US$ 900 mil para o Haiti

Funcionários da Boeing ajudam Haiti

A Boeing informou na segunda-feira (25/01) que um programa interno de doações patrocinado por ela já arrecadou mais de US$ 900 mil entre seus funcionários ativos e aposentados, que assim contribuirão com as doações que chegam de todo o mundo ao Haiti.

Como parte do programa a fabricante se comprometeu a igualar a soma que seus funcionários arrecadassem, o que significa que o valor total a ser doado irá ultrapassar US$ 1,8 milhão com a contribuição da Boeing.

A quantia arrecada será distribuída entre várias organizações que auxiliam os esforços humanitários no Haiti, sendo todo o valor doado pelos funcionários entregue à Cruz Vermelha norte-americana, enquanto o valor doado pela Boeing será dividido entre a Cruz Vermelha, que receberá US$ 100 mil, e o restante destinado a diversas instituições não governamentais que trabalharão na reconstrução das áreas de educação, saúde e transportes do país caribenho.

Fonte:Contato Radar

EUA começam a entregar ajuda a sobreviventes no Haiti pelo ar


Avião militar americano joga 14 mil refeições e 15 mil litros de água em área ao noroeste de Porto Príncipe

O Exército dos Estados Unidos começou nesta semana a jogar suprimentos de ajuda ao Haiti pelo ar, dias após ter descartado a solução na semana passada por considerá-la muito arriscada.

Cerca de 14 mil refeições prontas e 15 mil litros de água potável foram jogados de um avião militar americano C-17 sobre uma área segura ao noroeste de Porto Príncipe, segundo afirmou uma porta-voz militar.

As autoridades militares americanas estão agora avaliando a possibilidade de ampliar a entrega de ajuda por via aérea para outras regiões do Haiti.

Na semana passada, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, havia descartado a possibilidade de jogar alimentos a partir de aeronaves, alegando que, sem um esquema de distribuição da ajuda em solo, isso poderia criar ainda mais problemas, como brigas e tumultos.

Reabertura do porto

Espera-se que a reabertura futura do porto da capital haitiana, danificado pelo terremoto, possa facilitar a distribuição da ajuda humanitária ao país.

Nesta segunda-feira, 2.200 marines americanos desembarcaram no Haiti, juntamente com equipamentos para remoção de escombros, suprimentos médicos e helicópteros.

Segundo a Casa Branca, mais de 11 mil militares americanos estão já em solo no Haiti, em navios na costa do país ou a caminho.

Militares americanos e da Minustah, as forças de paz da ONU lideradas pelo Brasil, estão auxiliando a distribuição de ajuda e protegendo locais visados por saqueadores.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, recomendou ao Conselho de Segurança a incorporação de 1.500 novos policiais e 2.000 soldados à força de paz da organização, que já contava com 9.000 homens.

Calma

Apesar dos relatos de episódios de violência e de crescentes casos de saques em meio ao desespero dos haitianos pela demora na chegada de ajuda, o subsecretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, John Holmes, afirmou que a situação geral é de calma.

O comandante das forças americanas no Haiti, general Ken Keen, disse que há agora menos violência em Porto Príncipe do que antes do terremoto.

"As pessoas que moram e trabalham aqui no Haiti, que estão aqui há anos - tanto na nossa própria embaixada quanto na comunidade internacional, assim como nas forças da Minustah - me dizem que o nível da violência que vemos agora está abaixo dos níveis pré-terremoto", disse Keen.

"Ainda assim, qualquer incidente de violência atrapalha nossa capacidade de dar assistência humanitária", afirmou.

Keen disse no domingo que até 200 mil pessoas podem ter morrido no desastre.

A entrega de ajuda no centro de Porto Príncipe está se tornando mais difícil, segundo o correspondente da BBC na cidade David Loyn, por causa da crescente irritação dos haitianos com a demora.

Segundo Loyn, os caminhões para o transporte de suprimentos de ajuda têm necessitado de acompanhamento militar para trafegar pela cidade.

Frustração

O comandante Walter Matthews, da Marinha americana, disse à BBC que entendia a frustração entre os haitianos, mas disse que os esforços de ajuda estão melhorando.

A distribuição de suprimentos está se expandindo para outras áreas afetadas pelo terremoto além da capital, como as cidades de Leogane, Gressier, Petit-Goave e Jacmel.

O ex-presidente americano Bill Clinton, enviado especial da ONU para o Haiti, disse que a cooperação entre as tropas americanas e das Nações Unidas estavam melhorando os esforços humanitários.


"A ONU dá segurança e os americanos garantem a logística e a distribuição. Eles sabem como fazer isso. Então estamos chegando lá", disse Clinton à BBC durante uma visita a Porto Príncipe na segunda-feira.

A subsecretária disse ainda que, após o terremoto, o Departamento de Estado recebeu informação sobre mais de nove mil americanos que poderiam ter ficado soterrados sob os escombros.

A subsecretária indicou que foi confirmado o paradeiro de mais de 3.500 e "as demais são pessoas cujas situações estamos tratando de determinar".

Bloqueios

A distribuição de ajuda ainda está dificultada por obstáculos como o fechamento do porto e pelo bloqueio de ruas por corpos e escombros.

Muitas agências e organizações internacionais reclamaram no fim de semana de que não estavam conseguindo entregar suprimentos de ajuda por causa do congestionamento no aeroporto da capital, que está sendo administrado pelo Exército americano.

Mas John Holmes, da ONU, disse que os problemas iniciais estão sendo resolvidos com a introdução de um sistema para priorizar voos humanitários.

Segundo ele, ainda há 43 equipes de resgate, com cerca de 1.700 homens, trabalhando na procura por possíveis sobreviventes, apesar de a chance de se encontrar mais pessoas com vida sob os escombros diminuir a cada dia.

Até agora, pelo menos 70 mil corpos de vítimas do terremoto já foram enterradas em valas comuns.

Fonte: BBC

Açores sem combustível de aviação para operações no Haiti


O aeroporto de Santa Maria, nos Açores, "esgotou a capacidade" de fornecimento de combustível, o que está a afectar as escalas técnicas dos voos de transporte de ajuda humanitária para o Haiti, disse hoje à Lusa fonte da GALP.

A situação, disse Pedro Marques Pereira, foi originada pelo "aumento dos pedidos de escala técnica", originado pela situação no Haiti, agravada pelo atraso na chegada a Santa Maria do navio que abastece de combustível o aeroporto desta ilha açoriana.

Por essa razão, o porta-voz da GALP salientou que os aviões que atravessam o Oceano Atlântico com ajuda humanitária para o Haiti "estão a ser avisados" para realizarem escalas técnicas no aeroporto de Ponta Delgada.

Fonte: Agência Lusa

Saiba como ajudar as vítimas do terremoto no Haiti

Quem quiser ajudar as vítimas do terremoto tem algumas opções. Como costuma acontecer depois de tragédias, podem aparecer sites falsos pedindo doações, então procure doar para instituições reconhecidas por meio do site delas.

A embaixada do Haiti no Brasil recebe doações em dinheiro por meio da conta corrente abaixo. Os recursos serão recebidos diretamente pela embaixada e administrados por ela, segundo o Banco do Brasil. Podem ser feitos depósitos ou transferências de qualquer banco e até mesmo de fora do Brasil para a conta corrente.

Nome: Embaixada da República do Haiti
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1606-3
CC: 91000-7
CNPJ: 04170237/0001-71

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) também recebe doações só em dinheiro. Segundo Silvia Backes, coordenadora do CICV no Brasil, a entidade não recebe outros tipos de doações, como roupas, devido à dificuldade de enviá-las ao país. Ela diz que há uma equipe de ajuda emergencial da Cruz Vermelha saindo de Genebra com toneladas de doações e com equipes de médicos.

Para doar ao CICV, use a conta corrente abaixo:


Nome: Comitê Internacional da Cruz Vermelha
Banco: HSBC
Agência: 1276
CC: 14526-84
CNPJ: 04359688/0001-51

No caso de doações por meio de transferências bancárias, é preciso acrescentar o código 00200 no campo finalidade.

O Movimento Viva Rio informou que abriu uma conta para receber doações que serão usadas para compra de alimentos, água e medicamentos. Presente desde 2004 no Haiti, o Viva Rio mantém uma equipe de mais de 400 pessoas trabalhando nos projetos, sendo nove brasileiros. Doações podem ser feitas na conta:


Nome: Movimento Viva Rio
Banco: Banco do Brasil
Agência: 1769-8
CC: 5113-6
CNPJ: 00343941/0001-28

O músico haitiano Wyclef Jean recebe doações para ajudar as vítimas do terremoto por meio de sua ONG, a Yelé Haiti. Para doar, acesse o site do Yelé Haiti, clique em "Donate", escolha o valor da doação e forneça os dados do seu cartão de crédito.

A ActionAid, organização internacional sem fins lucrativos, também está recebendo doações. Para ajudar as vítimas do terremoto no Haiti, o interessado pode fazer uma doação pelo telefone 0300 789 8525, das 10h até as 18h, de segunda a sexta-feira, ou pelo site da entidade (http://www.ajudeohaiti.org.br/). A doação mínima é de R$ 10.

A Caixa Econômica Federal lançou nesta sexta-feira (15) uma campanha de ajuda às vítimas do terremoto. Os depósitos serão encaminhadas para o Programa Mundial de Alimentação (PMA) da Organização das Nações Unidas (ONU) e para o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assistência Humanitária (OCHA, sigla em inglês).

Doações podem ser realizados em toda a rede da Caixa e não há valor mínimo. Os dados para fazer depósito são os seguintes:

Nome: PNUD - Haiti
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003
Conta: 600-1

Informações sobre cidadãos brasileiros no Haiti podem ser obtidas no Núcleo de Assistência a Brasileiros do Itamaraty, nos telefones abaixo:


(61) 3411-8803 / (61) 3411-8805 / (61) 3411-8808 / (61) 3411-8817 / (61) 3411-9718 / (61) 8197-2284


Fonte: G1

EUA rebatem críticas do Brasil sobre controle aéreo

Casa Branca nega "unilateralismo" no auxílio; Obama vê na tragédia do Haiti chance de reaproximar País

O assessor de Segurança Nacional dos EUA, Denis McDonough, esclareceu ontem ao Estado que Washington assumiu o controle do aeroporto de Porto Príncipe a pedido do governo haitiano e não pôde permitir o pouso de todos os aviões apenas por "motivos de segurança".

"O governo haitiano que nos pediu para tornar o aeroporto operacional, estamos seguindo o acordo com os haitianos de trabalhar com os controladores de voo", disse McDonough. "Há aviões demais e nós quisemos apenas evitar acidentes", afirmou, negando que haja "ação unilateral" por parte dos EUA, como havia acusado o ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim.

Na sexta-feira, o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, queixou-se com a secretária de Estado, Hillary Clinton, do fato de os americanos controlarem o aeroporto e terem impedido o pouso de aviões brasileiros.

Não foi só o Brasil que reclamou. Dois aviões do Programa de Alimentação Mundial da ONU tentaram pousar no aeroporto e foram desviados. Os EUA estão priorizando o pouso de seus aviões com tropas e equipamentos e de aeronaves para retirar americanos e outros estrangeiros do país.

"Há 200 voos entrando e saindo todos os dias, o que é um número enorme para um país como o Haiti", disse Jarry Emmanuel, diretor de logística aérea para a missão do programa da ONU no Haiti. "Mas a maioria desse voos é para as forças armadas americanas", disse ao New York Times. "A prioridade deles é garantir a segurança. A nossa é alimentar as pessoas."

Nova imagem

Dentro do governo Barack Obama, a operação de socorro ao Haiti é vista como uma oportunidade de ouro de mostrar que os EUA ainda são uma grande potência mundial, que assumem responsabilidade pelos "irmãos mais fracos" do hemisfério, mas não seguem mais a cartilha intervencionista do passado. Obama queria provar , na primeira tragédia internacional de seu governo, que não repetiria o fracasso retumbante de seu antecessor, George W. Bush, no socorro às vítimas do furacão Katrina.

Dentro do departamento de Estado, havia a esperança de que a missão de resgate no Haiti pudesse reaproximar o Brasil e os EUA, depois que uma série de divergências no ano passado - como as eleições em Honduras e a visita do iraniano Mahmoud Ahmadinejad ao Brasil - esfriaram o relacionamento. Como os dois países são os mais influentes no Haiti, os EUA como maior doador e lar de 500 mil haitianos, e o Brasil como líder das tropas da missão de paz da ONU, seria uma boa oportunidade para juntar esforços.

"Obama teve uma ótima conversa com o presidente Luís Inácio Lula da Silva e ressaltou o desejo dos EUA trabalhar com o Brasil no Haiti", disse McDonough ao Estado. "Obama elogiou a liderança do Brasil no Haiti na última década."

Mesmo assim, ao longo da conferência de imprensa McDonough não havia mencionado o Brasil. Referiu-se duas vezes ao purificador de água dos argentinos, à atuação da República Dominicana e à ajuda dos franceses e chineses. Mas só falou sobre o Brasil depois de ser questionado.

O funcionário do Comando Sul dos EUA responsável pela relação com o Brasil, coronel Willie Berges, garantiu que Washington não deseja se sobrepor ao Brasil no Haiti. "Para nós a prioridade, é óbvio, é a ajuda e não duplicar esforços com a Minustah."

"Hillary falou ontem com Amorim e, certamente, vai novamente expressar sua satisfação com a colaboração brasileira hoje (ontem)", disse McDonough. Ele afirmou que é o governo do Haiti que está liderando o esforço e estabelecendo as prioridades.

Na sexta-feira, o secretário de Defesa, Robert Gates, também havia tentado rebater as críticas de unilateralismo americano no pacote de resgate. Gates afirmou não estar preocupado com a possibilidade de a ajuda americana ser vista como uma intervenção no país ou uma ameaça.

"Dado o papel que nós teremos na entrega de alimentos, água e assistência médica, acho que a reação será de alívio ao ver os americanos trazendo ajuda", disse Gates. "E ainda há muitas outras pessoas em terra - os brasileiros têm uma presença significativa e estão fazendo muita coisa.

Fonte:O ESTADO / Patrícia Campos Mello

C-130 da Força Aérea Portuguesa chega à capital haitiana

Na terça-feira deverá sair de Lisboa mais um avião com mais equipamento de ajuda humanitária
O Hércules C-130 da Força Aérea Portuguesa com ajuda humanitária para as vítimas do sismo no Haiti aterrissou no aeroporto da capital haitiana, Port-au-Prince, no domingo à noite (hora local - madrugada de segunda-feira em Lisboa).

A missão da equipe portuguesa que viajou para o Haiti consiste em montar, em Port-au-Prince, um campo para alojamento de emergência/temporário e com equipamento para intervenção médica e ajuda para as vítimas do terremoto de terça-feira.

Na terça-feira deverá sair de Lisboa mais um avião com mais equipamento de ajuda humanitária, nomeadamente com mais tendas e equipamentos necessários para a intervenção médica do INEM.

Fonte: Agência Lusa 

TAP colabora com o Governo no transporte de material de apoio à população do Haiti

A TAP vai transportar hoje num voo comercial para Caracas 3,5 toneladas de material destinado a apoiar as vítimas do sismo no Haiti, disse à Lusa o porta-voz da empresa.

“A TAP, com muito interesse e orgulho em poder ajudar o povo do Haiti, acedeu a fazer o transporte”, declarou António Monteiro, referindo que a solicitação partiu do Governo.

De acordo com o porta-voz da empresa de Transportes Aéreos Portugueses, o Airbus 330 deverá partir de Lisboa cerca das 16h30, com destino à capital venezuelana.

“A partir daí, calculo que o Estado português tenha outros meios para completar o transporte para o Haiti”, respondeu António Monteiro, quando questionado sobre o modo como o material irá chegar ao destino final, o Haiti.

O avião comercial da TAP irá transportar cerca de 3,5 toneladas de carga, “presumivelmente material logístico”, assim como dois bombeiros.

Hoje, o secretário de Estado da Cooperação, João Gomes Cravinho, tinha já admitido a possibilidade de Portugal reforçar a ajuda à população do Haiti, que foi vítima do sismo ocorrido na passada terça-feira.

O Estado português tinha já contribuído com o envio de um avião C-130 da Força Aérea Portuguesa, o qual transportou mais de 20 elementos da Protecção Civil para Port-au-Prince, onde chegou no domingo à noite (hora local).

Fonte: Agência Lusa

Missão portuguesa ao Haiti regressa a Lisboa devido a avaria no avião

Missão portuguesa ao Haiti,teve viagem abortada.

Uma avaria no avião C-130, que transportava a força de 30 elementos enviada pelo Governo português para o Haiti, e havia partido da base militar de Figo Maduro às 17 horas rumo ao Haiti, obrigou a missão portuguesa a regressar a Lisboa nesta sexta-feira.

Segundo afirmou à TSF o tenente-coronel Paulo Gonçalves, relações públicas da Força Aérea portuguesa, a decisão de regressar a Portugal foi tomada por «precaução», já que «um dos motores da aeronave não está a ter o desempenho esperado».

A aeronave deveria fazer uma escala em Cabo Verde e seguir depois para os Barbados.


A missão portuguesa no momento da partida/Foto: Rádio Renascença (Portugal)

O militar referiu ainda que o facto de o voo até aos Barbados ser «bastante longo» foi um dos factores que levou à decisão de ordenar o regresso do C-130.

De acordo com aquele responsável, o avião tinha aterrissagem prevista em Lisboa por volta das 23h00 (hora local).

Fontes: A Bola / RTP (Portugal)

Havana libera espaço aéreo aos EUA para vítimas do Haiti

Equipes militares de assistência humanitária dos EUA no Haiti têm levado sobreviventes feridos para Guantánamo para receberem tratamento médico.
WASHINGTON  - O governo cubano liberou seu espaço aéreo ao Exército norte-americano para voos que estejam carregando vítimas do terremoto no Haiti, o que reduzirá drasticamente o tempo de voo para Miami, informou uma autoridade dos EUA nesta sexta-feira.

O porta-voz da Casa Branca Tommy Vietor disse que um acordo foi feito para permitir que voos de ajuda humanitária saindo da estação naval norte-americana na Baía de Guantánamo, Cuba, possam sobrevoar a ilha de governo comunista no caminho para a Flórida. O acordo diminuirá o tempo de voo em 90 minutos em relação à rota que geralmente desvia o espaço aéreo sobre a ilha.

Equipes militares de assistência humanitária dos EUA no Haiti têm levado sobreviventes feridos para Guantánamo para receberem tratamento médico.

Desde que assumiu a presidência dos EUA em janeiro do ano passado, Barack Obama vem tentando amenizar a abordagem linha-dura de seu predecessor, George W. Bush, com relação à Cuba.

O governo Obama diminuiu as restrições no ano passado para visitas de cubanos-americanos e o envio de dinheiro a parentes na ilha.

Obama já deixou claro que o embargo dos EUA sobre Cuba continuará até que sejam implementadas reformas democráticas no governo do país comunista.


Fontes: G1- Reuters

Avião com militares brasileiros feridos no Haiti chega a SP

No total, 16 homens foram trazidos do país afetado por terremoto. Oficialmente, 14 membros do Exército brasileiro morreram no Haiti.


Avião com militares feridos pousa na base aérea de Cumbica, em Guarulhos (Foto: Paulo Toledo Piza/G1)

Um avião transportando 16 dos 25 militares brasileiros que segundo o Exército ficaram feridos em decorrência do terremoto que devastou o Haiti pousou na base aérea do aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, pouco depois das 12h30 desta sexta-feira (15). Inicialmente, o Exército disse que 18 homens foram trazidos para o Brasil. Entretanto, o comando informou após o pouso da aeronave que dois dos militares que viriam neste voo decidiram ficar no Haiti.

O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) saiu do país da América Central pouco antes das 6h desta manhã. De acordo com o Exército, os militares serão levados para o Hospital Militar, que fica no Cambuci, na capital paulista, onde ficarão em quarentena. Segundo o Exército, o procedimento é padrão quando os militares retornam do exterior, e dura normalmente uma semana.

Dois dos feridos saíram do local em uma ambulância. Os outros foram colocados em um ônibus - dois deles estavam em cadeiras de rodas.

Após deixar os feridos em São Paulo, o avião deve seguir para o Rio de Janeiro, onde vai ser abastecido com mais equipamentos, e parte às 17h para o Haiti, levando mais mantimentos, equipamentos e pessoal especializado em salvamentos para a ajuda humanitária às vítimas e para os militares das Forças de Paz.

Até agora, foram enviados seis aviões brasileiros para a capital do Haiti, Porto Príncipe. Oficialmente, o Exército brasileiro diz que 14 militares morreram no Haiti e quatro estão desaparecidos. Entretanto, o ministro da Defesa do Brasil, Nelson Jobim disse que é um eufemismo (uma maneira de suavizar a expressão) falar em sobreviventes neste momento. Portanto, o número de mortos chegaria a 18.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti na última terça-feira (12) danificou ou destruiu grande parte dos hospitais e centros médicos da região da capital Porto Príncipe, fazendo com que o já precário sistema de saúde haitiano desmoronasse de vez.

A Cruz Vermelha do Haiti anunciou nesta quinta que estima entre 45 mil e 50 mil o número de mortos pelo terremoto que devastou o país na terça-feira. Segundo a entidade, há pelo menos três milhões de feridos ou desabrigados.


Fonte: G1/Paulo Toledo Piza

Mais dois aviões partem do Rio com pessoal e equipamento para o Haiti

Uma aeronave chega à tarde em São Paulo com militares feridos. Arcebispo do Rio celebrou missa em memória das vítimas do terremoto.

Mais dois voos partiram da Base Aérea do Galeão, no Rio, rumo ao Haiti, na madrugada desta sexta-feira (15).

Um deles levou 50 militares que vão trabalhar no hospital de campanha e o outro transporta equipamentos que serão usados para o resgate de vítimas do terremoto que destruiu a capital do país, Porto Príncipe.


 Avião da FAB que deve seguir ainda na noite desta quinta-feira para o Haiti (Foto: Aluizio Freire/G1)

Os aviões --que deveriam partir na noite desta quinta-feira-- levaram o Hospital de Campanha (HCAMP) da FAB, 50 militares da área de saúde, entre médicos e enfermeiros, além de equipamentos para centro cirúrgico, unidade de terapia intensiva (UTI), raio-X, laboratório e módulos para atendimento ambulatorial.

O HCAMP é um hospital móvel, utilizado para curto período de internação e destinado a atender feridos em combate. Ele é composto de barracas climatizadas e que podem ser montadas em diversas configurações, dependendo da necessidade.

No Haiti, a unidade estará em sua configuração completa, com módulos adicionais para internações de curto período, além dos que servem ao atendimento ambulatorial. O HCAMP atenderá assim urgências e emergências, incluindo cirurgias e atendimento a pacientes graves.

Segundo comunicado da FAB, nesta quinta-feira, a equipe da FAB deve trabalhar em coordenação com o Exército brasileiro, que tem sede no país, já que lidera a missão de paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no país.

Nesta quinta-feira, um avião da FAB levou 51 bombeiros --30 do Rio de Janeiro e 21 do Distrito Federal --além de três médicos e três enfermeiros militares para participar dos resgates a vítimas do terremoto.

Também foram enviadas ao Haiti 17 toneladas de alimentos, água, remédios e equipamentos de resgate. Quatro cães farejadores seguiram na aeronave para ajudar na busca de corpos e sobreviventes da tragédia.

Com isso, chega a seis o número de aeronaves – uma delas foi um boeing com bombeiros do Rio - que seguiram para Porto Príncipe com mantimentos, equipamentos e pessoal especializado em salvamentos para a ajuda humanitária às vítimas e para os militares das Forças de Paz.


Outro três aviões deverão seguir ainda nesta sexta-feira (15) para o Haiti. Um deles é um boieng que chega a São Paulo às 13h com 19 militares brasileiros feridos do terremoto. O avião segue depois para o Rio, onde vai ser abastecido com mais equipamentos, e parte às 17h para o Haiti.

Um avião Hércules também chega ainda nesta sexta-feita trazendo quatro brasileiros feridos.


Avião da FAB que vai levar suprimetos para o Haiti (Foto: Aluizio Freire/G1)


Missa pelas vítimas do terremoto

Na noite de quinta-feira (14), o arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, celebrou uma missa em memória da médica Zilda Arns Neumann e de outras vítimas do terremoto no Haiti. A missa reuniu fiéis e parentes de militares na capela da Arquidiocese, na Glória, Zona Sul da cidade.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti na última terça-feira (12) danificou ou destruiu grande parte dos hospitais e centros médicos da região da capital Porto Príncipe, fazendo com que o já precário sistema de saúde haitiano desmoronasse de vez.

A Cruz Vermelha do Haiti anunciou nesta quinta que estima entre 45 mil e 50 mil o número de mortos pelo terremoto que devastou o país na terça-feira. Segundo a entidade, há pelo menos três milhões de feridos ou desabrigados.

Gabinete de crise

Segundo nota do gabinete de crise criado para coordenar a ajuda humanitária do Brasil ao Haiti, novas necessidades de atendimento às vítimas serão definidas no retorno da equipe do governo federal enviada no avião com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

O gabinete de crise foi criado na quarta-feira (13) para coordenar as ações humanitárias ao Haiti e é comandado pelo Gabinete de Segurança Institucional.

Fontes: G1- TV Globo - FOLHA

Nelson Jobim vai ao Haiti avaliar tragédia

Avião da FAB decolou do Rio de Janeiro, rumo ao Haiti, levando 13 toneladas de alimentos e água.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, vai desembarcar em Porto Príncipe. A repórter Cristina Serra falou, ao vivo, de Brasília.

O ministro da Defesa desembarca em Porto Príncipe para avaliar o que aconteceu com mais precisão, até porque as comunicações estão muito precárias.



Na noite desta quarta-feira, um avião da FAB decolou do Rio de Janeiro, rumo ao Haiti, levando 13 toneladas de alimentos e água.

Nesta quinta-feira, segue outro avião da FAB levando profissionais da Defesa Civil, cães farejadores e equipamentos de salvamento.

O governo brasileiro também vai enviar US$ 15 milhões para ajudar na reconstrução do Haiti.

O presidente Lula disse que está inconformado com o terremoto no Haiti e decretou luto oficial de três dias em homenagem às vitimas da tragédia.

Lula falou com o presidente americano Barack Obama, pelo telefone, para coordenar as ações de ajuda ao país. E pediu ajuda aos governadores de estado, presentes em uma cerimônia em Brasília.

Lula pediu, ainda, aos presentes, um minuto de silêncio em nome das vítimas das intempéries, não só no Haiti, mas também das vitimas das tragédias que ocorreram no Brasil na virada do ano.

Fontes: G1- TV Globo

Instalações do Exército brasileiro no Haiti foram atingidas no terremoto, diz Defesa

O Ministério da Defesa divulgou nota na noite desta terça-feira (12), na qual informa que houve "ocorrência de danos materiais em algumas instalações usadas por brasileiros".

O informe também indica que o balanço desses danos será feito amanhã. Ainda não há informações sobre feridos ou mortos entre as tropas brasileiras.

O Brasil tem 1.266 militares na Força de Paz da ONU (Organização das Nações Unidas) no Haiti, dos quais 250 são da engenharia do Exército.

Os militares já tiveram participação no socorro às vítimas dos furacões de 2004 e de 2008, que atingiram o Haiti.

Ainda de acordo com o comunicado, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, "expressou sua solidariedade ao povo do Haiti, (...) e exortou os militares brasileiros presentes naquele país a fazerem todo o esforço possível para minorar o sofrimento da população local".




Leia também:


Haiti: Brasileiro diz que viu catedral e palácio de Porto Príncipe destruídos http://url.ie/4n7d
Haiti: Prédio da embaixada brasileira no Haiti teve danos http://url.ie/4n7l
Haiti: Ministro da Defesa afirma que havia brasileiros em prédios que desmoronaram no Haiti http://url.ie/4n7q
Haiti: Fotos da tragédia - PICTURES - FOOTAGE http://url.ie/4n7u

Fontes: FOLHA - Agências

Forte terremoto atinge o Haiti

Tremor atingiu pelo menos 7 graus de magnitude. O epicentro foi localizado perto de Porto Príncipe.


O Haiti foi atingido nesta terça-feira (12) por tremor de 7 graus que deixou mortos e feridos, além de fechar estradas e derrubar prédios/AP

Um forte tremor de pelo menos 7 graus de magnitude atingiu nesta terça-feira (12) o Haiti, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Segundo Dale Grant, analista da USGS, este foi o terremoto mais forte já registrado na região. Antes, disse, o mais forte havia sido um tremor de 6,7 graus em 1984.

Não houve relatos oficiais imediatos de feridos, mas a força do terremoto pode causar grande destruição. O correspondente da agência Reuters disse, entretanto, que vários prédios em Porto Príncipe desabaram e que há vítimas.

"Tudo começou a tremer e as pessoas começaram a gritar, casas e prédios caíram... está tudo um caos", disse Joseph Guyler Delva. "Vi pessoas soterradas e pessoas mortas", completou.

 sismólogo Lucas Vieira fala que tremor foi de grande magnitude


A porta-voz de um grupo de apoio católico no Haiti, Sara Fajardo, disse ter ouvido de um colega em Porto Príncipe que o tremor deve ter deixado milhares de mortos. Segundo relatos de um correspondente da agência Associated Press, um hospital desabou em Petionville e as pessoas ficaram desesperadas nas ruas.

Um repórter de uma rede de TV local disse que vários prédios caíram por conta do tremor, incluindo alguns do governo. Por telefone, ele descreveu a situação como desesperadora. "Tudo está destruído", disse.

Segundo a France Presse, um dos prédios destruídos é o palácio presidencial. Segundo o embaixador do Haiti nos Estados Unidos, o presidente do país, René Preval, e a primeira-dama, Elisabeth Debrosse Delatour, passam bem após o tremor.

O embaixador do Haiti nos Estados Unidos, Raymond Joseph, disse que o tremor é uma "catástrofe de enormes proporções".

No Brasil, os ministérios da Defesa e da Relações Exteriores informaram que até por volta das 21h (horário de Brasília) não haviam conseguido contato com os brasileiros no Haiti. O G1 está tentando contato por telefone com fontes no no Haiti. Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, o terremoto danificou toda a rede de telefonia do Haiti.

O norte-americano Luke Renner, fundador da ONG Hands Across Haiti, está em Cap Haitien, cerca de 57 quilômetros ao norte da capital Porto Príncipe, e falou por telefone ao G1. Ele disse que sentiu o terremoto mas que na cidade não houve estragos. Ele afirmou que não está conseguindo contato com amigos na capital por telefone, mas que teve notícias de alguns deles pela internet dizendo que os estragos são “extensos” em Porto Príncipe.

O tremor teve seu epicentro a apenas 15 quilômetros da capital Porto Príncipe, seu foco foi a apenas 10 quilômetros de profundidade. Após uma primeira medição de 7 graus, uma medição chegou a apontar magnitude 7,3, mas o registro foi corrigido em seguida para 7.

Dois fortes tremores secundários, um de 5,9 graus e outro de 5,5, foram registrado alguns quilômetros a sudoeste do forte terremoto, poucos minutos depois do primeiro sismo.

Destruição

Segundo um correspondente da agência France Presse, que confirmou o desabamento de um prédio em Petionville, o tremor durou mais de um minuto, e um trator foi levado ao local do desabamento para ajudar no resgate de possíveis vítimas.

Segundo um representante do governo norte-americano que está no Haiti, várias casas ficaram danificadas pelo tremor. "Todo mundo está totalmente assustado", disse Henry Bahn, do Departamento de Agricultura dos EUA à Associated Press. "O céu está todo cinza de poeira." Segundo ele, na hora do tremor foi possível ouvir várias pessoas gritando. Ele disse que as ruas estão tomadas de escombros. "Estão cheias de paredes que caíram, destroços e arame", disse.

Um funcionário local para o programa norte-americano Food for the Poor informou ter visto a queda de um prédio de cinco andares em Porto Príncipe, disse à Reuters a porta-voz do grupo, Kathy Skipper.

Outra funcionária do grupo disse haver mais casas destruídas do que erguidas na rua Delmas, uma importante avenida da cidade.

Moradores em pânico tentavam desesperadamente resgatar pessoas sob os escombros ou buscavam por parentes desaparecidos. "As pessoas estão gritando 'Jesus, Jesus' e correndo em todas as direções", disse o repórter da Reuters.

Um alerta de Tsunami foi emitido para as Bahamas e para a República Dominicana."Não há ameaça de formação de um tsunami com força destruidora, com base nos dados históricos de terremotos", diz um relatório do Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico. "Entretanto há a possibidade um tsunami local que pode afetar a costa de locais a até 100 km do epicentro do terremoto."

O terremoto foi sentido também na República Dominicana, segundo autoridades locais. "Em todos os lugares se sentiu efeitos do tremor"disse o diretor da Defesa Civil do país, alegando não ter registro de danos e feridos. "Estamos monitorando os lugares mais vulneráveis."

O governo da República Dominicana alertou aos habitantes da costa do país para que busquem abrigo em locais mais altos para evitar o risco de um possível tsunami deixar vítimas.

Funcionários do Ministério de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Cuba, em Santiago de Cuba, disseram também terem sentido o tremor. Segundo eles, não há informação sobre danos, entretanto.

Haiti

Com uma população de cerca de 10 milhões de habitantes, o Haiti é o país mais pobre do hemisfério ocidental, de acordo com a CIA. A população sofre com as mortes provocadas por doenças como a Aids, além de problemas causados pela falta de saneamento básico. O país tem altos índices de mortalidade infantil e baixas taxas de crescimento populacional.

O Brasil comanda cerca de 7.000 soldados da força de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) no Haiti, enviada ao país em 2004, e tem cerca de 1.300 homens na região.

O Ministério da Defesa brasileiro informou não ter informações se o terremoto teria afetado as forças brasileiras no Haiti.

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse estar acompanhando as notícias sobre o terrmoto no Haiti e que está "disposto a ajudar". Obama ordenou ao Departamento de Estado e ao Pentágono que preparem ajuda humanitária para, se necessário, enviar ao Haiti

"Estamos vigiando a situação estreitamente e estamos prontos para ajudar a população do Haiti", disse Obama.



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Fontes: G1 - AP - R7

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