
Coreia do Sul inaugura seu primeiro centro de lançamentos espaciais; satélite científico deve ser lançado ali em 30 de julho
O chamado Centro Espacial Naro, administrado pela agência espacial sul-coreana (Kari), está situado no sul do país, na província de Jeollanam-do. Custou US$ 178 milhões.
O centro está equipado com uma plataforma de lançamento e instalações de controle e é parte fundamental do programa espacial sul-coreano, que pretende ampliar o lançamento de foguetes e iniciar missões de prospecção espacial.
A primeira missão importante realizada pelo Kari no novo centro espacial será o lançamento do foguete KSLV-1 (Korean Space Launch Vehicle-1) com um pequeno satélite a bordo.
Esta primeira versão do KSLV, que foi construída com ajuda russa, é a primeira fase de um projeto que, segundo o governo da Coreia do Sul, desembocará no primeiro foguete 100% sul-coreano em menos de nove anos.
Com 13 pessoas, ISS vai abrigar maior "encontro" espacial
Com seis tripulantes permanentes da ISS (Estação Espacial Internacional, em inglês) e sete astronautas que vão viajar a bordo da Endeavour, o complexo vai abrigar o maior número de visitantes desde que foi construído.
No próximo sábado (13), a Nasa (agência espacial americana) deve lançar o ônibus espacial Endeavour para a realização de uma missão de cerca de duas semanas na ISS. O problema é que os próprios habitantes da estação ainda estão se acostumando a ter uma equipe maior --recentemente, o número de tripulantes fixos passou de três para seis.
Os responsáveis pela missão reconhecem que será algo desafiador. Mas a decisão de reunir tantas pessoas no espaço de uma só vez foi tomada porque a Nasa tem encontrado dificuldades para cumprir a meta de terminar a construção da estação até o fim do ano que vem.
O espaço não deve ser problema. Com nove quartos, dois banheiros, duas cozinhas e dois locais para exercícios físicos, a ISS tem capacidade para acomodar 13 pessoas, ao menos temporariamente. Há também um banheiro, uma cozinha e equipamentos de ginástica no ônibus espacial.
A principal preocupação é manter os sistemas de comunicação funcionando, especialmente durante as cinco caminhadas espaciais previstas.
"Imagine ter 13 pessoas em casa, cada uma realizando algo diferente e fazendo perguntas", afirma o diretor de voo Holly Ridings. "Se você for a única pessoa na casa que pode responder essas questões, como acontece com o centro de controle de operações na Terra, não pode responder a tudo de uma só vez."
Juntos, os astronautas vão instalar a parte final do laboratório de pesquisas japonês, colocar objetos de reserva fora da estação, trocar baterias e realizar outros serviços de manutenção. Três braços robóticos serão utilizados.
Nota do Editor:
Irã, Índia, Japão, Israel, lançam satélites e o Brasil não consegue nada. Um absurdo isto.
Fontes: Efe - FOLHA
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