Dane-se o nosso aviãozinho?

A empresa Santos Lab, do Rio de Janeiro, venceu concorrência internacional importantíssima na área da aviação, no valor estimado de R$ 2 milhões.

Vai fornecer três aviões não tripulados para a ONU que serão usados no projeto de reconstrução do Haiti e no monitoramento de áreas de tensão.

Embora o Brasil domine a tecnologia de monitoramento, o ministro Nelson Jobim bancou, anteontem, o garoto propaganda da indústria bélica israelense e anunciou que o Brasil vai contratar um serviço de Veículos Aéreos não-tripulados (Vants), de Israel, para patrulhar a Amazônia e o pré-sal brasileiro.

Eficiência comprovada

Será que Nelson Jobim sabe que o Vant brasileiro já foi usado, testado e aprovado pelo Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil, que já tem 32 unidades, e deve operá-lo no Haiti?

Além de ser usado em levantamento de áreas para agricultura e reflorestamento, o vant Carcará já prestou serviços à Polícia do Rio de Janeiro, no monitoramento a áreas dominadas por traficantes de drogas.

O avião foi concebido pelo administrador de empresas Gilberto Buffara Júnior e pelo desenhista industrial Gabriel Klabin, sócios da Santos Lab, cuja fábrica funciona no Rio Comprido, bairro da Zona Norte da maravilhosa Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro.

Vai se entender por que Nelson Jobim, em nome de acordos tecnológicos de defesa, prefere os vants de Israel...

Alta tecnologia brasileira

Batizado de Carcará, o avião não-tripulado brasileiro tem duas horas de autonomia de voo e um sistema de pouso quase na vertical – diferente de outros vants, que usam paraquedas para pousar.

Construído com espuma de polipropileno expandido, e equipado com câmeras noturnas, o Carcará opera a 125 quilômetros do local de lançamento.

Com 1,60 metro de envergadura, o avião opera até 3.500 metros acima do alvo a ser monitorado, mas sua eficiência de câmera é melhor numa altura de até 300 metros.

Le jour de glorie...

Nelson Jobim também é um dos maiores defensores do acordo militar do Brasil com a França.

O chefão-em-comando Lula da Silva pode oficializar a qualquer momento (que lhe for mais conveniente) a sua decisão já tomada de comprar 36 caças franceses Rafale, gradualmente, para a renovação da frota da Força Aérea Brasileira.

Lula prefere apostar nos benefícios de uma estratégia maior de defesa, no valor de bilhões de dólares, com a França.

Além do avião, a indústria bélica francesa montará helicópteros e submarinos no Brasil.


Fonte: ALERTA TOTAL

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