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Secret bases, hi-tech spy planes as US expands Africa intel

The US is planning to expand secret intelligence bases throughout Africa with a view to combating terrorism in the region, says a new report by the Washington Post. It is the latest in a US push to militarize its presence on the continent.

The plans include the deployment of spy planes equipped with high-tech surveillance technology.
The US is set to extend its influence, opening a number of intelligence air bases “from the fringes of the Sahara to jungle terrain along the equator,” said the Washington Post.

The initiative dates back to 2007 and is indicative of the rapid expansion of US Special Forces operations in the region as part of the decade-long war against Al-Qaeda.

The US will use the strategically-placed bases to launch spy planes disguised as private aircraft kitted-out with a range of sensors able to record video, track infrared heat trails and tap into radio and mobile phone signals.

The reasoning behind the ratcheting-up of surveillance on the African continent by the US is the increasing presence of terrorist cells that could potentially destabilize the region.

The Washington Post said that the US government currently has a number of intelligence facilities across Africa, including Uganda, Ethiopia, Kenya, the Seychelles, Burkina Faso and Mauritania. The bases in  Burkina Faso and Mauritania are used to spy on Al-Qaeda.

The US military has expressed concerns over the growing influence of the Nigerian terrorist sect Boko Haram, blamed for a wave bombings in the country in December and Al-Qaeda affiliate Al-Shabab in Somalia.

In addition, 100 special troops are currently in action in Uganda to hunt for Joseph Kony, the leader of a brutal guerrilla group known as the Lord’s Resistance Army.

Some state department officials have questioned the necessity to step-up a US presence in Africa given that many of the terrorist groups active on the continent represent no direct threat to the US.

In spite of doubts the US continues to rack up its presence in Africa. Last month the Army Times confirmed US military plans to deploy over 3,000 troops across the continent as part of a “regionally aligned force concept.”




 Undated file photo courtesy of the U.S. Navy shows a RQ-4 Global Hawk unmanned aerial vehicle conducting tests over Naval Air Station Patuxent River, Maryland (Reuters/U.S. Navy/Erik Hildebrandt/Northrop Grumman/Handout)

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US to maintain 'Light Footprint' in Africa?

Officially the US is painting an altogether different picture of its operations in Africa. Army General Carter F. Ham top US Africa command officer said that the US is not seeking permanent military bases in the region.

“In Africa, I would say a light footprint is consistent with what we need and consistent with the defense guidance,"
said General Carter.

The general said he recognized that some African nations were concerned over increased US military presence across Africa, but stressed that this did not necessarily mean the US would be establishing more bases there.

However, in a testimony to US Congress in March he said that he wanted to increase US surveillance and reconnaissance in Africa.

“Without operating locations on the continent, ISR [intelligence, surveillance and reconnaissance] capabilities would be curtailed, potentially endangering US security,” he said.

Source:  RT TIMES

Nigeriano que tentou detonar bomba em avião americano , declara-se culpado.

Umar Farouk Abdulmutallab assumiu todas as acusações diante de juiz. Ele é acusado de tentar explodir avião com bomba na cueca em 2009.

Umar Farouk Abdulmutallab, em imagem de arquivo após sua prisão em dezembro de 2009 (Foto: AP/U.S. Marshals Service)

O nigeriano acusado de tentar explodir um avião de linha comercial no Natal de 2009 com uma bomba escondida na cueca nos EUA se declarou culpado de todas as acusações diante do juíz nesta quarta-feira (12).

Umar Farouk Abdulmutallab é alvo de nove acusações, incluindo de conspiração em ato de terrorismo, tentativa de homicídio e uso de arma de destruição em massa. Se condenado, ele pode receber sentença de prisão perpétua.

As sessõe iniciais do julgamento começaram nesta terça-feira (11).

À época, o braço da al-Qaeda no Iêmen - onde Abdulmutallab teria sido treinado - assumiu a responsabilidade pela tentativa de atentado, que também foi celebrado por Osama bin Laden em uma gravação apenas meses antes de sua morte no início de maio.


Fontes: G1 - Agências

Avião é obrigado a retornar a Buenos Aires após ameaça de bomba

Autoridades não encontraram nenhum explosivo

Aviões em aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires / Juan Mabromata/AFP

Um avião da Aerolíneas Argentinas com destino a Miami teve que retornar a Buenos Aires depois que a empresa informou aos pilotos que tinha recebido uma ameaça de bomba, informou neste sábado a imprensa local.

A aeronave havia decolado na madrugada deste sábado do aeroporto internacional de Ezeiza com 285 passageiros a bordo.

Segundo as fontes citadas pela imprensa, após duas horas de voo os pilotos se viram obrigados a retornar e a queimar combustível para poder aterrissar.

Fontes da Polícia Aeronáutica consultadas pela Agência Efe se negaram a comentar o episódio.

As autoridades do principal terminal aéreo do país, situado nos arredores de Buenos Aires, fecharam o aeroporto antes que o avião aterrissasse. A aeronave foi revistada minuciosamente por brigadas de especialistas que não encontraram nenhum explosivo.

Finalmente, o avião partiu novamente rumo a Miami na manhã deste sábado.


Fontes: EXAME - Agências

Pacote enviado ao premier italiano Silvio Berlusconi pega fogo no aeroporto de Bolonha

Um pacote enviado ao primeiro-ministro da Itália, Silvio Berlusconi, se incendiou quando era revistado pelas autoridades no Aeroporto de Bolonha, norte da Itália, informou uma fonte da polícia.

O embrulho foi interceptado em um avião de carga procedente de Atenas, na Grécia, e com destino a Paris, que precisou fazer um pouso de emergência na noite de terça-feira.

Assim que o esquadrão antibombas se aproximou para tentar abrir o pacote, ele pegou fogo. Ninguém ficou ferido, mas a polícia se mobilizou em uma revista detalhada da aeronave, durante toda a madrugada desta quarta. Por precaução, o aeroporto ficou fechado por quase três horas, por determinação do Enac, o órgão que regula a aviação civil na Itália.

O piloto foi forçado a aterrissar depois de ser advertido pela companhia de transportes TNT, encarregada do envio, sobre a existência de um pacote suspeito a bordo. A empresa reforçou as medidas de segurança na expedição de mercadorias após as notícias sobre pacotes-bomba expedidos em Atenas.



Grécia suspende correspondência aérea ao exterior por 48 horas

A Grécia suspendeu o envio de correspondência aérea e de pacotes ao exterior por um período de 48 horas, depois de uma onda de ataques de supostas guerrilhas esquerdistas contra alvos governamentais em vários países da Europa ocidental. Os últimos incidentes elevam o total de bombas confirmadas ou suspeitas para 14 desde segunda-feira.

Na terça-feira, pequenas bombas foram detonadas nas embaixadas da Suíça e da Rússia em Atenas. Também na terça, um pacote que continha explosivos foi interceptado no gabinete da chanceler da Alemanha, Angela Merkel . Outros dois pacotes suspeitos detonados pela polícia no terminal de carga do aeroporto de Atenas continham explosivos e foram encaminhados à Europol e ao Tribunal Europeu de Justiça, disseram funcionários da polícia.


"Após uma recomendação da polícia grega, as autoridades da aviação local decidiram suspender todos os envios de correio e pacotes ao exterior por 48 horas, com o objetivo de fazer revisões", indicou a força grega em um comunicado.

Na segunda-feira a polícia prendeu dois gregos por posse de duas bombas, incluída uma dirigida ao presidente da França, Nicolas Sarkozy. A polícia informou na segunda que um dos homens presos poderia ser membro das "Synomosia Pyrinton tis Fotias" (A Conspiração do Fogo), que organizaram vários contra alvos do governo durante o ano passado.

Fonte: O Globo - Foto: AP

UE deve debater alertas de viagem devido risco de terrorismo

Japão e EUA advertiram seus cidadãos sobre os riscos de atentados

Ministros do Interior da União Europeia (UE) devem discutir os recentes alertas sobre os riscos de viagens emitidos pelos Estados Unidos e pelo Japão diante da ameaça de ataques terrorista da Al Qaeda na Europa. A reunião deve contar ainda com um integrante do governo americano. "Estamos em contato permanente com as autoridades americanas e vigiamos a situação", explicou uma porta-voz da Comissão Europeia, órgão executivo da UE.

A comissária do Interior do bloco, Cecilia Malmström, soube do alerta de atentados pela secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janet Napolitano. A UE e os EUA cooperam estreitamente na luta contra o terrorismo desde os atentados de 11 de setembro de 2001, com acordos como o de registro de dados de passageiros (PNR) e o de informação bancária de supostos terroristas (Swift).

Alertas

O ministério japonês das Relações Exteriores advertiu seus cidadãos que viajam ou moram na Europa sobre o risco de atentados terroristas, um dia depois de um alerta similar feito pelos Estados Unidos. As autoridades japonesas pediram aos seus cidadãos que tenham precaução na Europa, principalmente nas proximidades de possíveis alvos de atentados, como edifícios públicos, os transportes públicos ou os locais turísticos.

No domingo, o Departamento de Estado americano já havia alertado sobre o "potencial de ataques terroristas" na Europa. Os serviços de inteligência ocidentais descobriram projetos de atentados relacionados com a Al Qaeda nas grandes cidades da Grã-Bretanha, França e Alemanha. O governo americano lembra que os terroristas atacaram no passado ferrovias e metrôs, bem como sistemas de aviação e marítimos.

Napolitano disse há poucos dias que o Ocidente enfrenta "um aumento da atividade" de grupos terroristas filiados à Al Qaeda que poderiam realizar ataques com "armas pequenas". O alerta americano - que não desaconselha viajar à Europa, mas sim reforçar as precauções - poderia ter impacto negativo no setor turístico europeu e desencorajar as viagens de negócio à região.


Fontes: Veja - Agências

Homem suspeito força retirada de passageiros de voo na Filadélfia (EUA)

O voo 1070 foi esvaziado por autoridades da segurança.

Os 102 passageiros e cinco tripulantes de um avião da companhia aérea US Airways foram retirados nesta quinta-feira no aeroporto internacional da Filadélfia devido à presença de um homem suspeito entre os carregadores de bagagens, informaram as autoridades.

Greg Soule, um porta-voz da Direção de Segurança do Transporte, disse à imprensa que foi realizada uma inspeção cuidadosa de todo o avião, um Airbus 319, que foi rebocado até um pista afastada do terminal. Na busca, foram usados cachorros treinados para farejar explosivos.

O porta-voz do FBI [polícia federal americana] J.J. Klaver informou que o voo 1070 foi esvaziado por autoridades da segurança.

Um policial disse à rede de TV americana CNN que autoridades locais e federais procuravam um homem uniformizado que não usava cartão de identificação enquanto trabalhava com a bagagem na pista.

O homem não foi reconhecido por outros dois funcionários, que notaram que ele não usava crachá. Os dois empregados interpelaram o homem, que fugiu em seguida.

A porta-voz do aeroporto, Victoria Lupica, informou que o restante da terminal opera normalmente. Já o porta-voz da U.S. Airway, Todd Lehmacher, confirmou o incidente, mas não quis revelar mais detalhes.


Fontes: FOLHA - Agências

França prende 11 suspeitos de terrorismo

Ministro diz que existe ameaça à Europa

A polícia antiterrorismo da França anunciou na manhã desta terça-feira a prisão de ao menos 11 suspeitos de elos com grupos militantes islâmicos. Três deles são afegãos e teriam ligação com a Al Qaeda.

O número de suspeitos ainda pode aumentar. Segundo as agências de notícias Associated Press e Efe, os detidos já são 12.

"Sim, há uma ameaça terrorista no momento na Europa. E ela não deve ser nem superestimada nem subestimada", disse o ministro do Interior francês, Brice Hortefeux.

Soldados patrulham catedral de Notre Dame, em Paris; França reagiu a alertas com a prisão de 11 suspeitos/Laurent Cipriani/AP

Uma das operações teve como foco uma rede que supostamente criaria documentos falsos para militantes islâmicos retornando do Afeganistão. Nesta frente, dois afegãos foram presos na cidade de Marselha e um terceiro em Bordeaux.

De acordo com a polícia antiterrorismo francesa, os três estariam conectados a um homem detido no começo de setembro em Nápoles, na Itália, suspeito de manter operações com a Al Qaeda.

Numa segunda operação, oito pessoas foram detidas por suposto envolvimento em tráfico de armas e explosivos, também na região de Marselha, informou o governo.

As operações do governo francês chegam dias após os EUA, o Canadá e o Japão terem emitido alertas aos seus cidadãos para que evitem viagens à Europa pela ameaça de terrorismo.

ALERTA

Ainda no domingo (3), os EUA e o Reino Unido alertaram seus cidadãos sobre um crescente risco de ataques terroristas na Europa, com Washington dizendo que a rede terrorista Al Qaeda pode mirar a infraestrutura de transportes.

O Departamento de Estado dos EUA divulgou um comunicado aos cidadãos americanos viajando para a Europa, sem especificar nenhum país.

Já o Reino Unido elevou o nível de ameaça terrorista de "geral" para "alto" para seus cidadãos viajando para Alemanha e França.

Ontem, foi a vez do Japão emitir um alerta.

Após alertas de terrorismo de EUA e Reino Unido, França elevou patrulha em torno de principais pontos turísticos/Thomas Coex/AFP

EUROPA EM ALERTA

A Europa não costuma aparecer entre os lugares mais preocupantes, embora esta situação possa mudar após as agências de inteligência ocidentais detectarem um suposto complô da Al Qaeda para realizar ataques contra cidades do Reino Unido, Alemanha e França.

Segundo a mídia europeia informou recentemente, os jihadistas planejam sequestrar civis ocidentais e assassiná-los em ataques similares aos que realizaram contra dois hotéis na cidade indiana de Mumbai em 2008.

As agências ocidentais acham que o plano deixou de ser uma simples ideia e passou para fase de preparação, embora não se saiba quais são exatamente os alvos, apesar de acreditarem que sejam prédios muito conhecidos.

Os últimos ataques militantes em larga escala bem-sucedidos na Europa foram os ataques a bomba contra o sistema de transporte de Londres, em julho de 2005, que mataram 52 pessoas. Homens-bomba mataram 191 pessoas em trens em Madri em março de 2004.

Fontes: FOLHA - Agências

Avião faz pouso de emergência em Calcutá após alerta de bomba

Serviços de segurança revistaram a aeronave, segundo as autoridades indianas

Um avião da companhia Singapore Airlines, que seguia de Moscou a Cingapura, foi obrigado a fazer um pouso de emergência na noite de domingo na cidade indiana de Calcutá após um alerta de bomba.

O avião, com 265 pessoas a bordo, não recebeu autorização para pousar no aeroporto de Nova Délhi em consequência das medidas de segurança reforçadas pela abertura dos Jogos da Commonwealth (Comunidade Britânica) na capital federal da Índia.

Os passageiros deixaram o avião e os serviços de segurança revistaram a aeronave, segundo as autoridades indianas.

Fontes: IG - Agências

EUA estudam emitir alerta de viagem à Europa por terrorismo, segundo CNN

A Europa não costuma aparecer entre os lugares mais preocupantes, embora esta situação possa mudar.

Os Estados Unidos estudam emitir um alerta de viagem à Europa aos americanos, diante do temor de que o grupo terrorista Al Qaeda esteja planejando um atentado no continente, segundo informa a rede de televisão CNN. A medida poderia ter resultados negativos para o turismo na Europa.

O porta-voz do Departamento de Estado, P.J. Crowley, não quis comentar o assunto, mas disse que o governo continua focado nas ameaças da Al Qaeda aos interesses americanos e vai tomar as medidas apropriadas para proteger os americanos.

A CNN informou neste sábado que o alerta de viagem --boletim que os Estados Unidos emitem para prevenir seus cidadãos sobre determinados perigos no exterior-- poderia ser anunciado ao longo do fim de semana.

Uma autoridade europeia disse que o texto do alerta deve ser vago, sem nomear países ou pontos turísticos específicos.

Tradicionalmente, os alertas de viagem afetam destinos de periculosidade extrema ou onde há distúrbios que possam pôr em perigo a vida dos americanos, como ocorreu recentemente com o México devido à violência gerada pelo narcotráfico, e com a Bolívia, com os protestos em Potosí.

EUROPA EM ALERTA

A Europa não costuma aparecer entre os lugares mais preocupantes, embora esta situação possa mudar após as agências de inteligência ocidentais detectarem um suposto complô da Al Qaeda para realizar ataques contra cidades do Reino Unido, Alemanha e França.

Segundo a mídia europeia informou recentemente, os jihadistas planejam sequestrar civis ocidentais e assassiná-los em ataques similares aos que realizaram contra dois hotéis na cidade indiana de Mumbai em 2008.

As agências ocidentais acham que o plano deixou de ser uma simples ideia e passou para fase de preparação, embora não se saiba quais são exatamente os alvos, apesar de acreditarem que sejam prédios muito conhecidos.

Há poucos dias, a secretária de Segurança Nacional dos EUA, Janete Napolitano, advertiu que o Ocidente enfrenta "um aumento da atividade" de grupos terroristas filiados ao Al Qaeda e que poderiam executar ataques com "armas curtas".

O Departamento de Estado, segundo a CNN, poderia emitir um alerta de viagem que preveniria seus cidadãos de viajar à Europa, o que pode ter um impacto no turismo.

Outra possibilidade, segundo a cadeia, seria, ao invés de as autoridades americanas recomendarem seus cidadãos que não viagem para a Europa, aconselharem um aumento nas medidas de precaução e que permaneçam atentos quando transitarem pelo território europeu.

Fonte: FOLHA - Agências

Suspeito de terrorismo em avião paquistanês é liberado na Suécia; FBI investiga

Suspeito foi liberado pela polícia sueca

Após interrogatório, a polícia da Suécia libertou o canadense de origem paquistanesa suspeito por um alerta de bomba num avião da Pakistan International Airlines (PIA) que ia de Toronto à Karachi e teve que fazer um pouso forçado em Estocolmo.

Em Washington, o porta-voz do FBI Paul Bresson disse que os EUA prestam auxílio às autoridades da Suécia e do Canadá em suas investigações.

Depois de uma mulher ligar para a polícia no Canadá fazendo uma denúncia, autoridades canadenses entraram em contato com o piloto do avião, que no momento já sobrevoava o espaço aéreo sueco e resolveu aterrissar no Aeroporto Internacional de Arlanda, na capital.

Autoridades locais não encontraram explosivos nem indícios que pudessem ligar o canadense a redes terroristas. Seu nome não integra listas de supostos terroristas que não podem embarcar em voos internacionais.

"As suspeitas contra o homem não foram suficientemente fortes para uma ordem de prisão e portanto ele está livre para deixar a Suécia", disse o gabinete da procuradoria federal em comunicado.

A companhia aérea PIA informou que o voo seguiu com a mesma aeronave de Estocolmo para Manchester, no Reino Unido, onde houve uma troca de tripulação antes do prosseguimento para Karachi, no Paquistão.

O porta-voz da polícia local Ulf Lindgren disse que após a liberação o suspeito receberia ajuda com os trâmites de imigração necessários para que chegasse até o Paquistão.

Autoridades suecas não quiseram confirmar se o incidente foi classificado como um alarme falso e limitaram-se a comunicar que "precisavam levar o caso a sério".

No Canadá, a sargenta Juli Gagnon, porta-voz da polícia canadense, disse que "se ficar comprovado que foi um alarme falso, a pessoa que fez o trote pode ser indiciada", acrescentando que não poderia divulgar mais informações sobre a identidade da mulher que fez a denúncia inicial.

Janne Hedlun, outra porta-voz da polícia sueca, foi citada pelo jornal Aftonbladet dizendo que o suspeito relatou "não ter ideia alguma" das razões que causaram o alarme de terrorismo.

ALERTA

Após o alerta de bomba o Boeing 777 da companhia aérea estatal paquistanesa que fazia o voo PK782 entre Toronto, no Canadá, e Karachi, no Paquistão, aterrissou numa pista mais afastada do Aeroporto Internacional Arlanda, em Estocolmo.

Mais cedo Stefan Radman, chefe das operações policiais no local, disse que não foram encontrados explosivos com o suspeito, que não integra listas internacionais de terrorismo e passou com sucesso pelos checkpoints de segurança do Aeroporto Internacional de Toronto, onde embarcou.

Diplomatas paquistaneses coordenaram as operações junto às autoridades locais suecas.

CONTATO

O piloto foi contatado quando já sobrevoava o espaço aéreo sueco pela polícia canadense, que o informou que a aeronave levava um passageiro que poderia estar carregando material explosivo, segundo um porta-voz do aeroporto.

As autoridades suecas autorizaram a aterrissagem do avião às 7h30 locais (2h30 de Brasília) em uma pista a algumas centenas de metros dos terminais do aeroporto, situado a cerca de 40 quilômetros da capital sueca, e deslocaram 20 homens da polícia para inspeção.

O tráfego aéreo no aeroporto continuou transcorrendo normalmente durante todas as operações em torno do voo PK782.

Fonte: FOLHA  - Agências

Suspeita de bomba a bordo faz avião aterrissar na Suécia

Voo procedente do Canadá foi desviado para um pouso emergencial. Polícia canadense diz que um passageiro poderia levar material explosivo.

Boeing 777 da PIA pousou em Estocolmo/ Getty Images

Um avião procedente do Canadá e com destino ao Paquistão, com 273 passageiros a bordo, aterrissou de emergência neste sábado (25) no aeroporto de Arlanda, em Estocolmo, na Suécia, devido a uma ameaça de bomba, informou a polícia sueca.

As autoridades suecas ordenaram a aterrissagem do avião pouco depois das 7h30 (2h30 de Brasília), após receberem do piloto um aviso da polícia canadense, que afirmou que a bordo viajava um passageiro que podia levar material explosivo.

Cerca de 20 militares e especialistas em explosivos foram enviados ao aeroporto. O espaço aéreo no país não foi fechado e não há contratempos no tráfego áreo local.


Fontes: G1 - Agências

Ataques terroristas de 11 de setembro completam nove anos

Na manhã de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos viram ícones de sua supremacia econômica e militar serem alvejados por aviões guiados por terroristas.

O segundo avião mergulha para se espatifar na torre sul,enquanto o outro prédio do Wolrd Trade Center já está em chamas/Ftoto:Carmen Taylor/AP

Bolas de fogo e destroços saem da torre sul do World Trade Center após o choque do segundo avião. Os EUA sofriam um golpe nunca antes visto./Foto: Kristen Brochmann/The New York Times.

Com uma gigantesca nuvem de poeira ao fundo,centenas de pedestres correm para fugir da área proxima às torres gêmeas/Foto: Amy Sancetta/AP

Bombeiros cobertos de poeira levam um homem na maca. Mais de 400 pessoas das equipes de resgate morreram na tentativa de salvar vítimas/Foto: Shannon Stapleton/Reuters.

Foi um dia daqueles que dividem o mundo em “antes” e “depois”. Muito do que aconteceria nos oito anos seguintes seria definido por ele.

Até 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos impunham sem grandes sobressaltos sua soberania político-militar em escala global.

Às 8h46 daquela terça-feira em Nova York, um avião chocou-se contra a torre norte do World Trade Center. Dezoito minutos depois, antes que os espectadores do mundo inteiro pudessem entender o que estava acontecendo, a torre sul foi atingida por outra aeronave. Um terceiro avião despencou sobre o Pentágono, em Washington. Um quarto, a caminho da Casa Branca ou do Capitólio, espatifou-se em campo aberto na Pensilvânia, depois que passageiros enfrentaram os sequestradores.

As torres gêmeas do World Trade Center foram construídas para resistir ao impacto de um Boeing, mas ruíram. O maior atentado terrorista da história, orquestrado pelo saudita Osama Bin Laden, líder da rede Al Qaeda, deixou mais de 3 mil mortos naquele dia.

Sob a justificativa de que deveriam evitar fatos semelhantes, os Estados Unidos invadiram o Afeganistão e o Iraque. Iniciaram guerras que marcariam a primeira década do século XXI.

ÉPOCA montou uma edição especial de O Filtro para você relembrar o 11 de setembro. São fotos, infográficos e textos que ajudam a entender os impactos dos ataques que completam nove anos.

Inferno

O maior atentado terrorista da História espalha pavor pelo mundo e põe em risco a paz

O World Trade Center, símbolo da cidade mais conhecida do mundo, cospe fumaça momentos antes de ir abaixo/Foto: Hubert Michael Boesl/AFP


O espetáculo da barbárie

O Pentágono em chamas/Foto: Heesoon Yim/AP

A História já registrou explosões e atentados impressionantes, com milhares de vítimas, mas nunca se viu nada parecido ao ataque da terçafeira 11 a duas das principais cidades dos Estados Unidos. Em pleno período de paz, aviões de passageiros seqüestrados de aeroportos americanos foram desviados de suas rotas e dirigidos, em ataque suicida, contra as torres gêmeas do World Trade Center (WTC), em Nova York, e o prédio do Pentágono, na periferia de Washington, a capital do país.

Depois de atingidas, cada uma por um Boeing, as torres pegaram fogo e desabaram, levantando enormes rolos de fumaça e espalhando detritos num raio de cinco quarteirões. Um pedaço do Pentágono (sede do Departamento de Defesa) também ruiu com o impacto de outra aeronave e, horas depois, ainda ardia em chamas. No final da tarde, possivelmente alcançado pelos destroços do WTC, o edifício da Salomon Brothers, que fica ao lado, desmoronou. A Salomon é uma das principais corretoras de Wall Street.

Os terroristas - até a noite da terça ainda sem identificação - escolheram seus alvos para causar o máximo de destruição física e, simultaneamente, infligir dano moral aos Estados Unidos. As torres gêmeas e o Pentágono são símbolos, respectivamente, do poderio financeiro e militar americano. "Foi o pior ataque contra os Estados Unidos desde Pearl Harbor", declarou o ex-secretário de Estado Henry Kissinger, referindo-se ao bombardeio da base militar americana no Havaí pelas forças japonesas, que determinou a entrada do país na Segunda Guerra Mundial, no século passado.


Até 12 horas depois do atentado não se conhecia o número de mortes. Fontes da polícia de Nova York, no entanto, estimam "em milhares, possivelmente em dezenas de milhares". Apenas nos quatro aviões que explodiram (dois da American Airlines e os demais da United Airlines) havia 266 pessoas, entre passageiros e tripulantes. Os cálculos da polícia nova-iorquina fazem sentido: somente no World Trade Center trabalhavam diariamente 50 mil pessoas. Já o Pentágono abriga 28 mil funcionários. Antes da catástrofe de terça-feira, o pior desastre de Nova York em número de vítimas fora um incêndio no bairro do Harlem, em 1886. Morreram, na ocasião, 150 mulheres que trabalhavam numa tecelagem.

Dois minutos depois do ataque ao Pentágono (que tem esse nome por causa de seu formato arquitetônico), o governo americano decretou o mais radical estado de alerta da história recente americana. A Casa Branca, sede da Presidência, em Washington, foi evacuada. Aos poucos, a polícia isolou os demais prédios federais e despachou os servidores de volta para casa. Até o Congresso interrompeu suas atividades e os principais líderes parlamentares foram levados a local secreto.


Desesperado, um dos ocupantes da torre se atira para a morte/Foto: Richard Drew/AP

Ao longo do território americano, por medida de segurança, foram fechados lugares famosos e atrações turísticas - da sede das Nações Unidas, em Nova York, por exemplo, aos parques da Disney, na Flórida e na Califórnia, incluindo a Sears Tower, em Chicago, o prédio mais alto dos EUA. O alerta estendeu-se às usinas geradoras de eletricidade e aos dutos que transportam petróleo e gás.

Para além dos alertas de segurança, o luto pelos mortos ocasionou o cancelamento de vários eventos. A entrega do Emmy, o mais festejado prêmio para televisão nos Estados Unidos, teve sua cerimônia cancelada. A festa ocorreria em Los Angeles, na Califórnia, no próximo domingo. As primárias dos partidos para a escolha dos candidatos a prefeito de Nova York também foram suspensas. As eleições estão previstas para novembro.

A medida de maior impacto na vida dos americanos, contudo, foi anunciada ainda de manhã, na Costa Leste, pela agência governamental responsável pelo tráfego aéreo. Todos os vôos - naquele momento, 4 mil - receberam ordens para pousar e em seguida os 14 mil aeroportos americanos foram fechados, causando atrasos e tumultos no transporte aéreo mundial. Aviões provenientes de outros países voltaram para os locais de origem ou tiveram de pousar no Canadá, no México e em países do Caribe. Foi a primeira vez na história da aviação que os Estados Unidos ficaram sem nenhum vôo comercial.

Por precaução, o presidente George Bush, que estava na Flórida na terça-feira, foi levado a uma base aérea do Estado de Nebraska, no meio-oeste americano, e depois a Washington. Antes, em pronunciamento feito em Barksdale, Louisiana, Bush, visivelmente abalado, declarou que a "liberdade era o alvo do ataque" e que os responsáveis por "essas ações covardes" seriam perseguidos e punidos. Chocados e enfurecidos, muitos americanos batizaram a terça-feira de "dia da infâmia" e exigiram retaliações. Os ataques, proclamaram, equivaliam a uma "declaração de guerra". "Os Estados Unidos pararam", protestou, por exemplo, Linda Bosfield, uma executiva que trabalha em Manhattan. "Isso é guerra e não pode ser tolerado." Já Robert Kagan, colunista do jornal The Washington Post, um dos principais do país, pediu simplesmente que o governo declare guerra aos terroristas e aos "países que os apóiam".

O ataque provou que os EUA, apesar de ostentarem o título de única superpotência do planeta, são vulneráveis a ações de organizações terroristas. O atentado exigiu uma elevada dose de organização de seus executores. Os terroristas desencadearam a ação de três aeroportos diferentes. Dois dos jatos seqüestrados deixaram o aeroporto de Boston, a uma hora de vôo de Nova York. Viajavam para Los Angeles, na Califórnia. Um vôo da American Airlines, também para Los Angeles, foi desviado do aeroporto de Dulles, em Washington. O aparelho caído em Pittsburgh decolara de Newark rumo a San Francisco, também na Califórnia. Os terroristas devem ter assumido o comando dos aviões seqüestrados, já que seu objetivo era colidir com prédios. Nenhum piloto seria convencido a fazer isso mesmo com uma arma na cabeça. Diante da morte certa, teria optado por jogar o avião em local deserto, sem a presença de civis. É necessário um conhecimento razoável de aviação para levar aparelhos comerciais exatamente até os alvos desejados, como foi o caso dos dois Boeings que alvejaram o WTC e do jato que se espatifou no Pentágono.

Planejamento

Em meio a fumaça e poeira, os escombros dos edifícios destruídos/Foto: Doug Kanter/AFP

O planejamento foi necessariamente cuidadoso. Avner Semesh, ex-oficial de inteligência da polícia antiterror de Israel, apontou alguns detalhes reveladores para Época. Para produzir grandes explosões, foram escolhidos aviões no início de longas viagens. Eram aparelhos de grande autonomia de vôo, portanto com os tanques cheios. Semesh observou ainda que, embora tenham sido atingidas lateralmente, as duas torres do WTC caíram na vertical. Isso indica que poderia haver explosivos previamente colocados dentro dos prédios. José Chacon de Assis, presidente do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro, defende tese semelhante. "O modo como o prédio caiu, principalmente a segunda torre, de forma tão vertical, dá a idéia de uma perfeita implosão, conseqüência de explosivos colocados na base do edifício", supõe Chacon de Assis.

Para se ter uma idéia do impacto, a explosão de um Boeing 767, com 24 mil galões de combustível, é proporcional a 1.000 toneladas de dinamite, comparou Steven Block, professor de física aplicada da Universidade Stanford, na Califórnia. Block estimou que a explosão "derreteu" o núcleo de aço de cada uma das torres, tornando a queda inevitável - e maculando o célebre skyline, a silhueta dos arranhacéus da ilha de Manhattan, cartão postal da cidade.

Foi mesmo um dia de cão para os 8 milhões de nova-iorquinos. Logo após as primeiras explosões, os túneis e pontes que dão acesso a Manhattan foram fechados. O metrô e o serviço de ônibus pararam. Dezenas de milhares de pessoas que já estavam nos locais de trabalho tiveram de abandonar os escritórios. Nas ruas, muitos entraram em pânico e começaram a correr. "Pensei que fosse uma bomba, uma guerra começando", contou o corretor brasileiro Guilherme Castro, que trabalhava no 25o andar de uma das torres do WTC. Castro é um dos 300 mil brasileiros que moram na região.

Coberta de fuligem, uma sobrevivente do atentado busca refúgio em prédio ao lado do World Trade Center/AP

Histórias tristes e de alívio emergiram dos destroços e da névoa de poeira que tomou o sul de Manhattan, onde estavam plantadas as torres do WTC. Christian Duran, por exemplo, estudante e morador da vizinha New Jersey, escapou da morte porque acordou tarde na terça-feira. Ele é funcionário do serviço de entrega de um restaurante ao lado de uma das torres. "É o dia mais feliz e ao mesmo tempo mais triste de minha vida", disse. "Conheço muita gente que trabalhava naquelas torres."

A tragédia americana desencadeou uma onda de revolta e condenação do terrorismo ao redor do globo. "O mundo tem de se organizar porque o terror pode atacar em qualquer lugar, além de fronteiras e acima dos mais poderosos exércitos do mundo", declarou um assustado primeiro-ministro israelense Ariel Sharon.

O líder palestino, Iasser Arafat, e o governo da Arábia Saudita apressaram-se em condenar os atentados e oferecer condolências aos americanos. Grupos radicais palestinos e o saudita Osama Bin Laden estão entre os principais suspeitos pelo ataque.

"Esse terrorismo de massa é o novo mal no mundo", resumiu o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Para o chefe do governo alemão, Gerhard Schröder, o ataque não foi apenas contra os Estados Unidos. Atingiu todo o mundo civilizado, acrescentou, ao mesmo tempo em que emprestou total apoio ao governo em Washington nas medidas a serem tomadas. Mas uma respeitada organização pacifista alemã está preocupada. Em declaração divulgada pouco depois da tragédia, a organização internacional Médicos para a Prevenção da Guerra Nuclear solicitou ao presidente Bush que mantenha a calma. O grupo, que recebeu o Nobel da Paz em 1985, quer que o governo americano se abstenha de ataques contra algum país eventualmente envolvido na ação terrorista.

Os Estados Unidos já atacaram, em diferentes ocasiões, o Sudão, o Afeganistão e a Líbia por apoio ou proteção dada a terroristas nesses países. Um ataque como esse, dizem os pacifistas, vai levar a uma espiral de violência. "Bush, fique calmo. Não à Terceira Guerra" dizia uma faixa mostrada por manifestantes diante da sede do governo alemão. O chefe de Relações Exteriores da União Européia, Chris Patten, expressou bem o espanto de todo o mundo depois do atentado. "Esse é um daqueles raríssimos dias na vida dos quais se pode dizer que mudaram tudo."

Reflexos no Brasil

FHC solidariza-se com americanos e o governo aumenta a vigilância nos aeroportos do país

"Parece uma guerra", exclamou o presidente Fernando Henrique, incrédulo na frente da TV, no Palácio do Planalto, depois de enviar mensagem de apoio ao colega americano, George Bush. Tal perplexidade expressa o sentimento dos brasileiros diante dos atentados nos Estados Unidos. "Ações terroristas suicidas são a maior ameaça à segurança mundial", sintetizou o ministro da Defesa, Geraldo Quintão, depois de se reunir com comandantes das Forças Armadas. Ele determinou à Aeronáutica maior rigor na fiscalização dos aeroportos. O ministro da Justiça, José Gregori, mobilizou a Polícia Federal para reforçar a proteção à embaixada e aos consulados americanos. Quer atenção redobrada para as bagagens de passageiros de vôos internacionais.

O país parou para acompanhar o drama americano. As ligações telefônicas para os EUA aumentaram 40 vezes. Dos 30 vôos que partiriam para lá, 28 foram cancelados. Os outros dois chegaram a decolar, mas voltaram. O Airbus 330 da TAM decolou às 10h23 de Cumbica para Miami. Retornou 1h40 depois com 57 pessoas a bordo. O comandante Luiz Francisco Postigo soube do atentado aos 40 minutos de vôo. "Teremos de retornar porque há um ataque terrorista em larga escala ocorrendo nos Estados Unidos", informou aos passageiros. Em terra, Vincent, de 39 anos, americano de Michigan, parecia zonzo. "Espero que encontrem quem fez o ataque e retaliem."

Em Brasília, Rio, São Paulo e Recife, a embaixada e os consulados cancelaram o expediente, mas mantiveram plantão para atender às centenas de telefonemas de americanos que residem no Brasil ou visitam o país - cerca de 10 mil. O governo dos EUA recomendou aos que moram aqui que variem horários e rotas de viagens e suspeitem de cartas e pacotes estranhos.

"Quero notícias de meu marido e meu cunhado, que estão nos EUA", gritava Heloisa Fonseca, de 48 anos, na porta da representação americana no Recife. Judia, ela teme ações terroristas nas três sinagogas da cidade. Consulados e a embaixada de Israel cerraram as portas. Em Foz do Iguaçu, o empresário árabe Kamal Osman há três semanas espalhou pela cidade outdoors com as palavras Salam, Shalom e Paz. A maioria dos árabes e descendentes moradores em Foz vem do Vale do Bekaa, no Sul do Líbano, uma das regiões em conflito com Israel.


Infográficos do New York Times e galerias da Neswweek e Magnum

Icones de uma cidade
A experiência da imigração
Como as torres ficaram de pé e cairam
Luta pela sobrevivência
Uma cidade ferida
102 minutos dentro das torres
Fotos da Agência Magnum
As páginas dos jornais e revistas




Vídeos






Fonte: Época - The New York Times - Newsweek - AP - REUTERS

FBI investiga ameaça de bomba em avião tailandês em Los Angeles

Ameaça é um rabisco num espelho de um banheiro do avião. Policiais examinam bagagem e avião da Thai Airways.

A imagem da KTLA TV, de Los Angeles, mostra os passageiros deixando aeronave da companhia aérea tailandesa. (Foto: KTLATV / AFP Photo)

O FBI, a polícia federal americana, investiga uma ameaça de bomba em um avião da companhia aérea tailandesa Thai Airways, que decolou de Bangcoc, e pousou nesta terça-feira (7) no Aeroporto Internacional de Los Angeles.

A porta-voz do FBI, Laura Eimiller, informou que as autoridades do terminal foram notificados às 19h15m (23h15m no horário de Brasília) da suposta ameaça no voo 794. A ameaça é um rabisco num espelho de um banheiro da aeronave, visto a uma hora da aterrissagem.

O avião, um Airbus A340-500 com 179 pessoas a bordo, aterrissou com segurança depois das 20h (meia-noite em Brasília) e foi levado para uma zona remota do aeroporto, onde os passageiros abandonaram a aeronave.

Eimiller disse que o avião e as bagagens estão sendo examinados por especialistas e por cães. Passageiros e tripulantes estão sendo interrogados. "O FBI está tomando todas as precauções para conduzir uma investigação completa", disse a porta-voz.

Fontes: G1 - Agências

Artefato encontrado em Congonhas não é bomba, diz polícia de SP

Objeto feito com fios e tubos de PVC foi encontrado por faxineira em área do aeroporto

Policiais do Gate (Grupo de Ações Táticas Especiais) descartaram na madrugada desta sexta-feira (3) a hipótese de o artefato encontrado na noite desta quinta (2) dentro do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, ser uma bomba.

O suposto explosivo, feito com fios dentro de tubos de PVC, foi entregue para a Polícia Federal por uma faxineira que o encontrou em uma lixeira da área externa do setor de embarque do aeroporto, por volta das 22h30.

A equipe do Gate informou que fará novas análises para saber a origem do objeto.

De acordo com a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), o caso não provocou transtornos aos passageiros, pois o aeroporto estava encerrando operações.


Fontes: R7- Agência Record

Aeroporto de Miami reabre após suspeita de bomba

Mala suspeita foi retirada pela polícia

Após ser fechado ainda na noite de quinta-feira (2) por suspeita de bomba, o Aeroporto Internacional de Miami foi reaberto na manhã desta sexta-feira depois que autoridades locais retiraram a mala duvidosa do terminal de passageiros.

Os terminais chegaram a ser esvaziados na madrugada, mas de acordo com a rádio local WIOD o fluxo de passageiros e voos foi retomado a partir das 4h30 locais (5h30 em Brasília).

Quatro das seis salas de embarque e desembarque do aeroporto foram esvaziadas depois que um passageiro que levava 'algo suspeito' em uma mala que tinha passado pelo check in foi detido, segundo as autoridades locais.

Oficiais aeroportuários chamaram os policiais, que fecharam as salas, segundo a imprensa americana, que cita a Direção Geral de Segurança nos Meios de Transporte.

As ruas de acesso ao aeroporto também foram fechadas. O aeroporto deve receber grande movimento nesta sexta-feira, já que na próxima segunda-feira será comemorado o Dia do Trabalho, feriado nos EUA.


Operação de emergência retirou mala suspeita em aeroporto de Miami, reaberto após sete horas de interrupção no tráfego/Alan Diaz/AP

Suspeito Detido

Um responsável da agência de segurança de transportes aéreos afirmou depois aos jornalistas que o dono da bagagem com a bomba "foi localizado e está agora sob a guarda das forças de segurança”.

Atualização

Segundo a CNN, o homem,inicialmente, suspeito, cuja identidade não foi revelada, é um cientista americano, de 70 anos de idade, que veio em voo proveniente do Brasil.

As autoridades informaram que o objeto confundido com um artefato, não tinha a presença de explosivos. Tratava-se apenas de uma peça para experimento científico. Em assim sendo, as autoridades informaram que o homem será liberado.

A polícia também informou que o homem detido, tem ficha criminal o que ajudou a levantar suspeitas.


Fontes: FOLHA - AP  -  DN/PT - CNN

Suspeita de bomba fecha quatro terminais do Aeroporto de Miami

Scanners de segurança apontam que mala poderia conter explosivos. Terminais foram esvaziados, e vias de acesso ao aeroporto, bloqueadas.

Polícia isola quatro terminais do aeroporto de Miami. (Foto: Alan Diaz / AP Photo)

O Aeroporto Internacional de Miami, na Flórida, Estados Unidos, fechou quatro de seus seis terminais nesta sexta-feira (3), depois que os scanners de segurança do complexo consideraram que uma mala despachada pelo check in poderia conter uma bomba. Um passageiro, suposto dono da bagagem, foi levado sob custódia.

Os scanners detectaram “algo suspeito” em uma mala que havia sido despachada, afirmou um funcionário do aeroporto às agências internacionais de notícias e à imprensa local, informação mais tarde confirmada pelas autoridades.

Especialistas do esquadrão antibombas foram acionados para examinar a bagagem, mas até 5h30 desta sexta (no Brasil), não havia confirmação de que a mala cotinha mesmo explosivos.

A suspeita de bomba levou ao esvaziamento de quatro terminais. As autoridades também pediram o bloqueio das vias de acesso ao aeroporto.

Autoridades do aeroporto informaram que os passageiros que ainda têm voos que decolam de Miami que consultem as companhias aéreas antes de rumarem para o complexo, pois voos foram transferidos para outros terminais.


Fontes: G1 - AP - CNN

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