Pedido foi feito menos de três semanas depois de pequeno avião e helicóptero de turismo terem se chocado
WASHINGTON - A presidente da agência de segurança em transportes (NTSB, pela sigla em inglês) Deborah Hersman, pediu nesta quinta-feira, 27, o estabelecimento de novas regras de voo para movimentado o espaço aéreo sobre Manhattan. O pedido foi feito menos de três semanas depois de um pequeno avião e um helicóptero de turismo terem se chocado, matando nove pessoas.
Numa carta a Randy Babbitt, chefe do departamento americano de aviação civil (FAA, pela sigla em inglês), Hersman pediu que o departamento vá além dos procedimentos voluntários que atualmente regem a aviação de baixa altitude em Manhattan e estabeleça uma "regra especial para área de voo", incluindo novos procedimentos que fariam com que aviões e helicópteros operem em altitudes diferentes.
Hersman também pediu ao FAA que exija que os pilotos recebam treinamento sobre os procedimentos antes de voarem na região. Tais medidas foram tomadas para melhorar a segurança do espaço aéreo sobre Washington e sobre o Aeroporto Internacional de Los Angeles. A NTSB também pediu que o FAA reveja o uso do espaço aéreo sobre outras cidades com intenso tráfego aéreo para determinar se restrições semelhantes são necessárias. O FAA não respondeu aos pedidos de comentários sobre o assunto.
A NTSB continua a investigar a colisão de 8 de agosto entre um pequeno avião Piper e um Eurocopter, mas deve levar um ano ou mais para que a causa do acidente seja determinada.
A agência de segurança questiona o FAA sobre a descoberta de que um controlador aéreo do aeroporto de Teterboro, em Nova Jersey, foi distraído por uma ligação telefônica pessoal pouco antes do acidente. Na carta desta quinta-feira, a NTSB pediu que o FAA aconselhe controladores sobre a necessidade de ficarem atentos no trabalho. O FAA e o sindicato que representa 15 mil controladores de tráfego dizem que a ação do controlador de Teterboro não contribuiu para a colisão.
Fontes: AE - AP
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Projeto veta voos internos de aéreas estrangeiras
O Senado deve voltar atrás na decisão de abrir espaço para que as companhias aéreas internacionais
O Senado deve voltar atrás na decisão de abrir espaço para que as companhias aéreas internacionais operem voos dentro do País. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) relatório vetando a liberação que havia sido aprovada pelos integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em junho.
Dornelles manteve, entretanto, o aumento de 20% para 49% do limite de participação de estrangeiros no capital das companhias aéreas nacionais.
"Não podemos dar de graça para as empresas estrangeiras aquilo que as empresas brasileiras não têm", disse Dornelles. "As companhias brasileiras não podem ter linhas regulares entre dois pontos no exterior, então não podemos dar esse presente para as estrangeiras", acrescentou. Para o senador, a reserva de mercado é uma forma de assegurar empregos no setor, tese defendida pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA).
A liberação do transporte doméstico de passageiros por empresas estrangeiras que operam voos internacionais para o País foi incluída no relatório apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) em junho na CAE. Segundo Dornelles, o veto foi comunicado ao seu colega peemedebista, que aceitou os argumentos. A decisão do senador do PP agradou os aeronautas. "O fato de o relator vetar já é uma coisa que nos tranquiliza, principalmente se o Jucá concordou", disse Cláudio Toledo, assessor econômico do SNA.
O projeto em análise tramita em conjunto com outros dois que também propõem alterações no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). Ainda não há data prevista para a votação do relatório de Dornelles na comissão. O senador Tião Viana (PT-AC), autor de um dos projetos, defende o fim da restrição como forma de ampliar a oferta de voos no País e dar mais acesso a serviços de melhor qualidade e com preços mais baixos.
Para o assessor do SNA, essas justificativas não são válidas. "É piada usar o argumento da diminuição de oferta", disse Toledo. "Nos últimos seis anos, dobramos o número de transportados", acrescentou. Em 2003, o mercado doméstico de passageiros era de 25 milhões. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, esse número atingiu 50 milhões, de acordo com dados do SNA.
A mudança no limite de participação das empresas aéreas estrangeiras no capital de suas concorrentes nacionais é defendida por Dornelles como uma forma de potencializar os investimentos no setor. "É importante permitir que a empresa nacional possa ter um sócio estrangeiro sem perder o controle da companhia", afirmou.
Na avaliação do senador, a falta de investimentos é um dos principais fatores que contribuíram para as diversas crises vividas pelo setor desde a última década, quando empresas como Varig, Vasp e Transbrasil deixaram de operar. A alteração também pode fomentar negócios entre empresas aéreas da América do Sul, na avaliação do senador.
Fonte: Webpage do Itamaraty
O Senado deve voltar atrás na decisão de abrir espaço para que as companhias aéreas internacionais operem voos dentro do País. O senador Francisco Dornelles (PP-RJ) encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) relatório vetando a liberação que havia sido aprovada pelos integrantes da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em junho.
Dornelles manteve, entretanto, o aumento de 20% para 49% do limite de participação de estrangeiros no capital das companhias aéreas nacionais.
"Não podemos dar de graça para as empresas estrangeiras aquilo que as empresas brasileiras não têm", disse Dornelles. "As companhias brasileiras não podem ter linhas regulares entre dois pontos no exterior, então não podemos dar esse presente para as estrangeiras", acrescentou. Para o senador, a reserva de mercado é uma forma de assegurar empregos no setor, tese defendida pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA).
A liberação do transporte doméstico de passageiros por empresas estrangeiras que operam voos internacionais para o País foi incluída no relatório apresentado pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) em junho na CAE. Segundo Dornelles, o veto foi comunicado ao seu colega peemedebista, que aceitou os argumentos. A decisão do senador do PP agradou os aeronautas. "O fato de o relator vetar já é uma coisa que nos tranquiliza, principalmente se o Jucá concordou", disse Cláudio Toledo, assessor econômico do SNA.
O projeto em análise tramita em conjunto com outros dois que também propõem alterações no Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA). Ainda não há data prevista para a votação do relatório de Dornelles na comissão. O senador Tião Viana (PT-AC), autor de um dos projetos, defende o fim da restrição como forma de ampliar a oferta de voos no País e dar mais acesso a serviços de melhor qualidade e com preços mais baixos.
Para o assessor do SNA, essas justificativas não são válidas. "É piada usar o argumento da diminuição de oferta", disse Toledo. "Nos últimos seis anos, dobramos o número de transportados", acrescentou. Em 2003, o mercado doméstico de passageiros era de 25 milhões. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, esse número atingiu 50 milhões, de acordo com dados do SNA.
INVESTIMENTOS
A mudança no limite de participação das empresas aéreas estrangeiras no capital de suas concorrentes nacionais é defendida por Dornelles como uma forma de potencializar os investimentos no setor. "É importante permitir que a empresa nacional possa ter um sócio estrangeiro sem perder o controle da companhia", afirmou.
Na avaliação do senador, a falta de investimentos é um dos principais fatores que contribuíram para as diversas crises vividas pelo setor desde a última década, quando empresas como Varig, Vasp e Transbrasil deixaram de operar. A alteração também pode fomentar negócios entre empresas aéreas da América do Sul, na avaliação do senador.
Fonte: Webpage do Itamaraty
voos sustentáveis
O futuro da aviação leve
Viagens aéreas causam um inevitável impacto ambiental. A maneira mais sustentável de se viver, portanto, seria evitá-las, tarefa impossível no atual mundo globalizado.
Assim, a busca de tecnologias e combustíveis alternativos para reduzir as emissões de CO2 das aeronaves é um desafio para empresas e organizações.
Mas dois anúncios relacionados ao tema já demonstram avanços neste sentido. Ainda que sejam aeronaves pequenas, inadequadas ao transporte de passageiros, cada passo é importante na busca de um futuro sustentável para a aviação.
Avião elétrico: recorde em velocidade
O avião italiano Skypark antes de seu primeiro voo 100% elétrico.A primeira novidade é o avião Skypark, 100% elétrico, que decolou do aeroporto Aeritalia, em Turim (Itália), e conseguiu voar durante oito minutos, a 250 km por hora.
Comparada à velocidade necessária para um voo comercial, ainda é baixa; mas o progresso é grande: trata-se de um recorde para um avião 100% elétrico.
De origem italiana, o projeto é apoiado pela companhia de seguros Reale Mutua Assicurazioni e do banco privado Banca Fideuram, além do patrocínio técnico de 11 empresas de aviação.
O avião funciona por carga elétrica. Tem um motor Pioneer Alpi 300 de 75kW, movido a uma bateria de lítio, e conta com reservas de hidrogênio.
Segundo o site oficial da iniciativa, a máquina já ultrapassou os motores de combustão interna em eficiência e tamanho, além de seu elevado grau de confiabilidade e vida útil.
Maurizio Chell, tenente-coronel da Força Aérea Italiana, é o responsável pelo projeto. O objetivo agora é atingir duas horas de voo à velocidade máxima de 300km/hora.
Volta ao mundo em aeroplano solar
Solar Impulse, o avião solar suíçoA segunda boa nova rumo à aviação sustentável é o Solar Impulse, avião movido a energia solar com viagem ao redor do mundo marcada para 2011!
O veículo é um projeto suíço - patrocinado pelo Deutsche Bank e as empresas Solvay e Omega – e deve estrear em dois anos.
Mede 63,4 metros, tem 12 mil células fotovoltaicas em suas asas e pesa duas toneladas, o equivalente a um carro.
Embora a aeronave esteja longe de substituir as usadas para fins comerciais, os responsáveis pelo projeto estão convencidos de que a tecnologia desenvolvida poderá ser empregada em diversos âmbitos.
“O Solar Impulse é uma super plataforma para a educação. Em cada pouso, piloto e equipe manterão contato com pessoas e autoridades locais com o objetivo de promover as tecnologias que asseguram o futuro energético do planeta”, diz o site de apresentação do veículo.
“A conquista é simbólica: nunca transportaremos 300 passageiros em um avião solar, mas a iniciativa é o que importa. [...] Se não investirmos em novas fontes de energia, o planeta entrará em colapso, condenando as futuras gerações”, completa.
Se tudo correr como previsto, durante sua volta ao mundo, o Solar Impulse passará pelos Emirados Árabes, China, EUA e Espanha.
Nenhum destes modelos pode substituir um avião comercial, pelo menos num futuro próximo.
Fontes de consulta:
TreeHugger (www.treehugger.com/files/2009/06/skyspark-electric-airplane-speed-record-videos-photos.php)
Skypark (www.skyspark.eu)
El Universal (www.eluniversal.com.mx/notas/605860.html)
Solar Impulse (www.solarimpulse.com)
Fonte: Planet green
Aviões a jato Pré-colombianos?
Aviões existiram no passado remoto?
No final dos anos 60 o biólogo Ivan T. Sanderson, mais conhecido como promotor do Pé-Grande, chamou a atenção para alguns artefatos de ouro pré-colombianos de séculos de idade produzidos por culturas indígenas primitivas. Segundo ele, seriam reproduções de aviões a jato, conclusão apoiada pelo Dr. Arthur Poyslee, do Instituto Aeronáutico de Nova Iorque. Pareceria ridículo se os artefatos realmente não se parecessem tanto com aviões modernos

Vide matéria completa aqui
Queda de avião mata 4 no Congo
O acidente ocorreu às 07.00 locais, disse um ministro do país africano

Um avião de carga Antonov 12, com uma tripulação de quatro pessoas, caiu dia 26, em um cemitério na República Democrática do Congo (RDC), anunciou Emile Ouosso, ministro dos Transportes e Aviação Civil.
O avião caiu quando se aproximava do aeroporto internacional da República Democrática do Congo, no cemitério em Nganga Lingolo, 20 Km a sul da capital, Brazaville.
O Antonov, de fabricação russa, é normalmente utilizado como um avião de carga nas ex-repúblicas da União Soviética e África. Em 2007, o governo congolês proibiu os Antonov de transportar passageiros depois de verificar que as pessoas viajavam normalmente em aviões de carga.
Responsáveis no aeroporto de Maya Maya de Brazaville não conseguiram explicar as causas do acidente.
Fonte: DN Online
Texto adaptado para o portugûes brasileiro
Infraero é punida em SP pela lei antifumo
Infraero é multada
SÃO PAULO - A lei antifumo paulista multou, pela primeira vez, uma empresa pública que desrespeitou as normas de uso do tabaco - em vigência no Estado há 21 dias. No início da semana, fiscais caça-fumaça fizeram inspeção no Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), na região metropolitana, e flagraram o consumo de cigarro em ala restrita aos funcionários. A multa, de R$ 792,50, foi encaminhada à Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), responsável pela administração local. A empresa vai recorrer da sanção.
O descumprimento da legislação dentro do aeroporto, segundo apurou a reportagem, não estava restrito à ala dos funcionários. No dia anterior à aplicação da multa à Infraero, uma loja que funciona no aeroporto também foi penalizada por permitir o uso do tabaco em ambiente fechado, o que não é mais permitido em território paulista. A empresa informou porém que "realizou um amplo trabalho de divulgação da nova lei antifumo, com a distribuição de panfletos, anúncio no sistema de som e informes nos monitores de voos". Por isso, em nota, disse que não vai mudar nem acrescentar nenhuma atividade, mesmo com a pena recebida.
Pelo texto da lei antifumo - que considera ilegal o fumo e fumódromos em qualquer espaço de uso coletivo -, a previsão é que em caso de tripla incidência o estabelecimento pode ter as atividades suspensas por 48h. No quarto flagrante, são 30 dias de "gancho". Ainda que essa possibilidade ameace fechar a principal porta de entrada e de saída de aviões em São Paulo, o governo do Estado informou que "qualquer empresa (incluindo a Infraero) está sujeita a essa possibilidade". Ainda assim, o governo ressaltou que "espera que a medida não seja necessária", já que bastaria a adequação dos espaços com o banimento do cigarro. A Infraero, por sua vez, diz "que não trabalha com essa possibilidade". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: AE
SÃO PAULO - A lei antifumo paulista multou, pela primeira vez, uma empresa pública que desrespeitou as normas de uso do tabaco - em vigência no Estado há 21 dias. No início da semana, fiscais caça-fumaça fizeram inspeção no Aeroporto Internacional de Guarulhos (Cumbica), na região metropolitana, e flagraram o consumo de cigarro em ala restrita aos funcionários. A multa, de R$ 792,50, foi encaminhada à Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), responsável pela administração local. A empresa vai recorrer da sanção.
O descumprimento da legislação dentro do aeroporto, segundo apurou a reportagem, não estava restrito à ala dos funcionários. No dia anterior à aplicação da multa à Infraero, uma loja que funciona no aeroporto também foi penalizada por permitir o uso do tabaco em ambiente fechado, o que não é mais permitido em território paulista. A empresa informou porém que "realizou um amplo trabalho de divulgação da nova lei antifumo, com a distribuição de panfletos, anúncio no sistema de som e informes nos monitores de voos". Por isso, em nota, disse que não vai mudar nem acrescentar nenhuma atividade, mesmo com a pena recebida.
Pelo texto da lei antifumo - que considera ilegal o fumo e fumódromos em qualquer espaço de uso coletivo -, a previsão é que em caso de tripla incidência o estabelecimento pode ter as atividades suspensas por 48h. No quarto flagrante, são 30 dias de "gancho". Ainda que essa possibilidade ameace fechar a principal porta de entrada e de saída de aviões em São Paulo, o governo do Estado informou que "qualquer empresa (incluindo a Infraero) está sujeita a essa possibilidade". Ainda assim, o governo ressaltou que "espera que a medida não seja necessária", já que bastaria a adequação dos espaços com o banimento do cigarro. A Infraero, por sua vez, diz "que não trabalha com essa possibilidade". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: AE
TJ suspende liminar que paralisava projeto do Expresso Aeroporto em Guarulhos
Tribunal suspende liminar
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu liminar que permite que a implementação do projeto Expresso Aeroporto, linha de trem sem paradas entre a Estação da Luz, no centro de São Paulo, e o aeroporto internacional de Guarulhos (Grande SP).
No dia 30/7, a 1ª Vara Cível da Comarca de Guarulhos havia suspendido a licença ambiental concedida pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente e pedido reparos no estudo no relatório do EIA/RIMA sobre seu impacto.
O desembargador Samuel Junior, da 1ª Câmara Especial do Meio Ambiente do TJ/SP, justificou a nova liminar dizendo que a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) "cuidou de fazer intenso e profundo estudo dos impactos ambientais" e as alegações usadas na decisão anterior "não justificam, pelo menos por ora, a suspensão da licença".
A obra
O Expresso Aeroporto (linha 14-Onix), avaliado em R$ 2 bilhões, será implantado pela CPTM e faz parte do pacote urbanístico previsto para a Copa de 2014.
A viagem pela linha expressa tem tempo estimado de cerca de 20 minutos. Hoje, o trajeto entre a Estação da Luz e o Aeroporto de Guarulhos demora cerca de 40 minutos de carro (sem trânsito).
Quem vencer a licitação, já em andamento, terá de participar da construção de uma outra linha de trem paralela à do Expresso, a linha 13-Jade, que vai ligar os moradores de Guarulhos à Estação da Luz.
Fonte: UOL
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu liminar que permite que a implementação do projeto Expresso Aeroporto, linha de trem sem paradas entre a Estação da Luz, no centro de São Paulo, e o aeroporto internacional de Guarulhos (Grande SP).
No dia 30/7, a 1ª Vara Cível da Comarca de Guarulhos havia suspendido a licença ambiental concedida pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente e pedido reparos no estudo no relatório do EIA/RIMA sobre seu impacto.
O desembargador Samuel Junior, da 1ª Câmara Especial do Meio Ambiente do TJ/SP, justificou a nova liminar dizendo que a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) "cuidou de fazer intenso e profundo estudo dos impactos ambientais" e as alegações usadas na decisão anterior "não justificam, pelo menos por ora, a suspensão da licença".
A obra
O Expresso Aeroporto (linha 14-Onix), avaliado em R$ 2 bilhões, será implantado pela CPTM e faz parte do pacote urbanístico previsto para a Copa de 2014.
A viagem pela linha expressa tem tempo estimado de cerca de 20 minutos. Hoje, o trajeto entre a Estação da Luz e o Aeroporto de Guarulhos demora cerca de 40 minutos de carro (sem trânsito).
Quem vencer a licitação, já em andamento, terá de participar da construção de uma outra linha de trem paralela à do Expresso, a linha 13-Jade, que vai ligar os moradores de Guarulhos à Estação da Luz.
Fonte: UOL
Discovery parte para Estação Espacial
Nave carrega quase sete toneladas de provisões e equipamento.
Missão na Estação Espacial Internacional (ISS) durará 13 dias.
Após duas tentativas frustradas de lançamento no início da semana, o ônibus espacial "Discovery" finalmente decolou neste sábado (29) de Cabo Canaveral (Flórida, EUA) com destino à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com sete astronautas a bordo.
A nave partiu pouco segundos antes de meia-noite, hora local (00h59 de Brasília), iniciando uma missão de 13 dias no espaço, e deve se acoplar à ISS no domingo (30).
O "Discovery" carrega quase sete toneladas de provisões e equipamento, além de seis ratos para experimentos sobre perda de massa óssea.
Fontes: G1
Missão na Estação Espacial Internacional (ISS) durará 13 dias.
Após duas tentativas frustradas de lançamento no início da semana, o ônibus espacial "Discovery" finalmente decolou neste sábado (29) de Cabo Canaveral (Flórida, EUA) com destino à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) com sete astronautas a bordo.
A nave partiu pouco segundos antes de meia-noite, hora local (00h59 de Brasília), iniciando uma missão de 13 dias no espaço, e deve se acoplar à ISS no domingo (30).
O "Discovery" carrega quase sete toneladas de provisões e equipamento, além de seis ratos para experimentos sobre perda de massa óssea.
Fontes: G1
Primeiro A318 da British Airways chega à Gatwick
BA recebe seu primeiro A318
O primeiro Airbus A18 da British Airways, dotado de uma cabine somente para a categoria ´´ business´´ , foi entregue hoje em Gatwick e após alguns testes será utilizado nas rotas transatlânticas, à partir do aeroporto London City.
A imprensa especializada viajou no avião, durante o voo de entrega, originado em Hamburgo, Alemanha. Durante o voo foi testado o sistema de conectividade móvel OnAir; sistema este que permitirá aos passageiros o envio e o recebimento de e-mails.
A British Airways, vai operar este avião com 32 assentos e já com com aprovação de voos ETOPS de 180 minutos, à partir do aeroporto de London City , na rota para Nova York, onde operará no aeroporto JFK.

Durante a breve cerimônia de entrega, em Finkenweder, o diretor regional de vendas européias da Airbus, Angus Robson, declarou que a companhia aérea britânica tornou-se a segunda empresa aérea do mundo a operar com a família A320 completa.
´´Nos últimos cinco ou seis anos, fomos consultados por muitas companhias aéreas interessadas em utilizar o A318 em rotas entre londres e Nova York, mas somente a British Airways fez da idéia um projeto real,´´ disse Robson.
O Cockpit do A318 é dotado de um sistema no painel superior, visando armar e configurar os spoilers da aeronave, para o ângulo de 5.5° da linha de glideslope do London City, assim que os outros sistemas de pouso, à bordo sejam ativados.


O gerente de treinamento de equipamento Airbus, da British Airways, Capitão Simon Kinsey, declarou que serão realizados vários testes de aproximação na base aérea de Lyneham em Wiltshire. Lyneham oferece melhor estrutura, que outras alternativas, tais como: Manston ou Brize Norton, outra base da RAF, segundo ele.
Embora os trabalhos de decoração do interior da aeronave já estejam definidos para implementação, a companhia aérea não divulgará detalhes até o voo inaugural no fim de setembro.
Fonte: FG/David Kaminski-Morrow
Tradução: BGA
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A imprensa especializada viajou no avião, durante o voo de entrega, originado em Hamburgo, Alemanha. Durante o voo foi testado o sistema de conectividade móvel OnAir; sistema este que permitirá aos passageiros o envio e o recebimento de e-mails.
A British Airways, vai operar este avião com 32 assentos e já com com aprovação de voos ETOPS de 180 minutos, à partir do aeroporto de London City , na rota para Nova York, onde operará no aeroporto JFK.
Durante a breve cerimônia de entrega, em Finkenweder, o diretor regional de vendas européias da Airbus, Angus Robson, declarou que a companhia aérea britânica tornou-se a segunda empresa aérea do mundo a operar com a família A320 completa.
´´Nos últimos cinco ou seis anos, fomos consultados por muitas companhias aéreas interessadas em utilizar o A318 em rotas entre londres e Nova York, mas somente a British Airways fez da idéia um projeto real,´´ disse Robson.
O Cockpit do A318 é dotado de um sistema no painel superior, visando armar e configurar os spoilers da aeronave, para o ângulo de 5.5° da linha de glideslope do London City, assim que os outros sistemas de pouso, à bordo sejam ativados.
O gerente de treinamento de equipamento Airbus, da British Airways, Capitão Simon Kinsey, declarou que serão realizados vários testes de aproximação na base aérea de Lyneham em Wiltshire. Lyneham oferece melhor estrutura, que outras alternativas, tais como: Manston ou Brize Norton, outra base da RAF, segundo ele.
Embora os trabalhos de decoração do interior da aeronave já estejam definidos para implementação, a companhia aérea não divulgará detalhes até o voo inaugural no fim de setembro.
Fonte: FG/David Kaminski-Morrow
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Passageiros ficam 8h no avião após pousar em SP
Voo vindo de Londres foi desviado de Cumbica para Campinas e passageiros não puderam sair da aeronave
SÃO PAULO - Passageiros de voos que deveriam pousar em Cumbica na manhã desta sexta-feira, 28, enfrentaram situação caótica por causa do desvio nos voos, provocado pelo mau tempo em São Paulo, Curitiba e Florianópolis. Em um dos voos da Swiss Air, vindo de Londres, passageiros ficaram mais de 8 horas dentro do avião após o pouso em Viracopos. "Não era só o nosso (avião), eram uns cinco. Não deixaram a gente descer de jeito nenhum, porque o avião ficou na pista", conta a produtora de moda Mariana Pompeu de Camargo Monteiro, de 30 anos.
O voo fez uma escala em Zurique, na Suíça, e chegou ao Brasil às 5 horas. Por causa do mau tempo, não teve permissão para pousar em Cumbica e foi desviado para Viracopos. Alguns passageiros se sentiram mal após ficar tanto tempo dentro da aeronave. "Só tinha água. Não tinha comida, não tinha mais nada. Um homem estava tremendo, falando que tinha problema do coração".
Por causa da demora na liberação, houve tumulto. "As pessoas estavam brigando (com a tripulação). Estava uma situação caótica, era um colapso", conta a produtora. "Mas os comissários foram educados. Eles sempre vinham e diziam para esperar 20 minutos porque não tinham autorizado o desembarque."
O avião só decolou de Viracopos com destino a Cumbica no fim da manhã e pousou na capital paulista às 13h. Por volta das 13h30, Mariana ainda passava pelo posto de imigração da Polícia Federal. "Quero ver como vai ser para pegar as bagagens agora". Depois ela disse, no entanto, que não teve problemas para recolher as malas. "Oito horas no avião e 20 minutos para desembarcar", finalizou.
Fonte: ESTADO
SÃO PAULO - Passageiros de voos que deveriam pousar em Cumbica na manhã desta sexta-feira, 28, enfrentaram situação caótica por causa do desvio nos voos, provocado pelo mau tempo em São Paulo, Curitiba e Florianópolis. Em um dos voos da Swiss Air, vindo de Londres, passageiros ficaram mais de 8 horas dentro do avião após o pouso em Viracopos. "Não era só o nosso (avião), eram uns cinco. Não deixaram a gente descer de jeito nenhum, porque o avião ficou na pista", conta a produtora de moda Mariana Pompeu de Camargo Monteiro, de 30 anos.
O voo fez uma escala em Zurique, na Suíça, e chegou ao Brasil às 5 horas. Por causa do mau tempo, não teve permissão para pousar em Cumbica e foi desviado para Viracopos. Alguns passageiros se sentiram mal após ficar tanto tempo dentro da aeronave. "Só tinha água. Não tinha comida, não tinha mais nada. Um homem estava tremendo, falando que tinha problema do coração".
Por causa da demora na liberação, houve tumulto. "As pessoas estavam brigando (com a tripulação). Estava uma situação caótica, era um colapso", conta a produtora. "Mas os comissários foram educados. Eles sempre vinham e diziam para esperar 20 minutos porque não tinham autorizado o desembarque."
O avião só decolou de Viracopos com destino a Cumbica no fim da manhã e pousou na capital paulista às 13h. Por volta das 13h30, Mariana ainda passava pelo posto de imigração da Polícia Federal. "Quero ver como vai ser para pegar as bagagens agora". Depois ela disse, no entanto, que não teve problemas para recolher as malas. "Oito horas no avião e 20 minutos para desembarcar", finalizou.
Fonte: ESTADO
Governo não vetou ampliação de Viracopos, diz Serra
Informação foi dada nesta 6ª pelo 'Estado'; governador disse que obras foram barradas pelo Consema.
HORTOLÂNDIA, SP - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), negou na tarde desta sexta-feira, 28, que o governo do Estado tenha vetado a construção da segunda pista do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.
Serra disse que a licença ambiental para a ampliação do aeroporto depende do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema). "O governo faz parte do conselho, como várias outras instituições. O conselho não é do Estado", disse o governador, durante discurso em Hortolândia, onde inaugurou uma estação de tratamento de esgoto e participou do lançamento de um projeto de obras de urbanização em cinco bairros da cidade.
A informação de que a obra em Viracopos foi vetada pelo governo paulista foi veiculada na edição desta sexta do jornal O Estado de S. Paulo. Mas o governador ressaltou que o Consema pediu adequações ao projeto em Viracopos e que as obras deverão ser feitas nos próximos anos. "Toda a obra envolve licenciamento ambiental. Questões ambientais existem sempre e na maior parte das vezes aqueles que levantam os questionamentos têm razão. A ideia de que houve veto é mentirosa", afirmou Serra.
O governador também censurou a Infraero pelo que considerou uma demora na apresentação de um projeto para o aeroporto. "O projeto foi apresentado pela Infraero em cima da hora. No último ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aparece um projeto da Infraero na prorrogação", criticou o governador.
Serra ressaltou que é "o maior impulsionador" da ideia de ampliação da capacidade do aeroporto de Viracopos. Ele ainda cobrou da Infraero no evento a ampliação do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).
Fonte: ESTADO
HORTOLÂNDIA, SP - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), negou na tarde desta sexta-feira, 28, que o governo do Estado tenha vetado a construção da segunda pista do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.
Serra disse que a licença ambiental para a ampliação do aeroporto depende do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema). "O governo faz parte do conselho, como várias outras instituições. O conselho não é do Estado", disse o governador, durante discurso em Hortolândia, onde inaugurou uma estação de tratamento de esgoto e participou do lançamento de um projeto de obras de urbanização em cinco bairros da cidade.
A informação de que a obra em Viracopos foi vetada pelo governo paulista foi veiculada na edição desta sexta do jornal O Estado de S. Paulo. Mas o governador ressaltou que o Consema pediu adequações ao projeto em Viracopos e que as obras deverão ser feitas nos próximos anos. "Toda a obra envolve licenciamento ambiental. Questões ambientais existem sempre e na maior parte das vezes aqueles que levantam os questionamentos têm razão. A ideia de que houve veto é mentirosa", afirmou Serra.
O governador também censurou a Infraero pelo que considerou uma demora na apresentação de um projeto para o aeroporto. "O projeto foi apresentado pela Infraero em cima da hora. No último ano do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aparece um projeto da Infraero na prorrogação", criticou o governador.
Serra ressaltou que é "o maior impulsionador" da ideia de ampliação da capacidade do aeroporto de Viracopos. Ele ainda cobrou da Infraero no evento a ampliação do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).
Fonte: ESTADO
TAM recebe 4.000º avião da família A-320 já feito pela Airbus
A Airbus anunciou hoje a entrega de um avião A-319 à companhia aérea TAM, que representa a aeronave número quatro mil da família dos A-320.
No voo inaugural, que fará o trajeto de Hamburgo (Alemanha) para o Brasil, a TAM transportará equipamentos especializados para escolas de crianças incapacitadas, informou a fabricante em comunicado.
Os equipamentos foram doados pela organização Aviação Sem Fronteiras, da Alemanha, ajudada pela Fundação Airbus.
"A entrega desse avião será mais emocionante quando chegar ao Brasil para contribuir com uma iniciativa importante no campo da responsabilidade social", declarou a presidente do Conselho de Administração da TAM, Maria Cláudia Oliveira.
Para o presidente da Airbus, Tom Enders, a entrega simboliza "não só o enorme sucesso do programa A320", mas também a "grande associação" de sua empresa com a TAM, segundo ele principal usuário de Airbus no hemisfério sul.
A família A-320, que inclui A-318, A-319, A-320 e A-321, tem as despesas de exploração mais baixas de sua categoria, graças à regularidade técnica e ao aumento do período entre as revisões de manutenção, explica a nota.


Fontes: G1 - Efe
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No voo inaugural, que fará o trajeto de Hamburgo (Alemanha) para o Brasil, a TAM transportará equipamentos especializados para escolas de crianças incapacitadas, informou a fabricante em comunicado.
Os equipamentos foram doados pela organização Aviação Sem Fronteiras, da Alemanha, ajudada pela Fundação Airbus.
"A entrega desse avião será mais emocionante quando chegar ao Brasil para contribuir com uma iniciativa importante no campo da responsabilidade social", declarou a presidente do Conselho de Administração da TAM, Maria Cláudia Oliveira.
Para o presidente da Airbus, Tom Enders, a entrega simboliza "não só o enorme sucesso do programa A320", mas também a "grande associação" de sua empresa com a TAM, segundo ele principal usuário de Airbus no hemisfério sul.
A família A-320, que inclui A-318, A-319, A-320 e A-321, tem as despesas de exploração mais baixas de sua categoria, graças à regularidade técnica e ao aumento do período entre as revisões de manutenção, explica a nota.
Fotos do Airbus A319 número 4000 na época da construção


Fontes: G1 - Efe
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ANAC autoriza US Airways a operar no Brasil
ANAC dá sinal verde à US Airways

A Anac publicou no Diário Oficial da União a autorização de funcionamento jurídico para as operações US Airways no Brasil. Com isso companhia norte-americana pode começar a operar efetivamente no País. O capital destacado da companhia para operações de serviço de transporte aéreo internacional regular de passageiro, carga e mala postal é de U$ 300 mil.
A empresa inicia no dia 2 de dezembro operações entre o Rio de Janeiro e Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), continuando para a Filadélfia, na Pensilvânia. Recentemente a companhia trocou slots com a Delta e poderá voar, em breve para São Paulo. No Brasil, a gerencia de Vendas da companhia está sob responsabilidade de Rogério Schaffer.
Fonte: Panrotas
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A empresa inicia no dia 2 de dezembro operações entre o Rio de Janeiro e Charlotte, na Carolina do Norte (EUA), continuando para a Filadélfia, na Pensilvânia. Recentemente a companhia trocou slots com a Delta e poderá voar, em breve para São Paulo. No Brasil, a gerencia de Vendas da companhia está sob responsabilidade de Rogério Schaffer.
Fonte: Panrotas
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Lançamento do Discovery é adiado pela terceira vez
Lançamento adiado para sábado
A Nasa (agência espacial norte-americana) decidiu adiar em 24 horas --mais precisamente para às 0h59 (de Brasília) do sábado (29)-- o lançamento do ônibus espacial Discovery, que partirá numa missão de 13 dias à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
Esta é a terceira vez que o lançamento da nave é adiado. Na segunda-feira, a decolagem havia sido suspensa em virtude do mau tempo, já que uma tempestade de raios na região do Centro Espacial Kennedy, no sul da Flórida, colocava em risco o abastecimento do tanque de combustível do ônibus espacial.

Um dia depois, o lançamento do Discovery foi novamente adiado por causa de um problema numa válvula do tanque de combustível.
Hoje, para ter mais tempo para investigar o "que levou uma válvula fazer leituras erradas sobre o hidrogênio líquido" no tanque externo da nave, os técnicos da Nasa voltaram a cancelar a decolagem.
Amanhã, ao meio-dia (hora local), os diretores da missão voltarão a se reunir para analisar as condições meteorológicas e os relatórios dos técnicos.
A missão de 13 dias inclui três caminhadas espaciais, cada qual com seis horas e meia de duração. Pela primeira vez, há a participação de dois astronautas hispânicos --os especialistas John Olivas e José Hernández, ambos de origem mexicana.
Hernández, 47, deve enviar atualizações bilíngues de sua primeira viagem espacial através do Twitter.
Os outros tripulantes são o especialista sueco Christer Fuglesang, da Agência Espacial Europeia (ESA), e os também especialistas americanos Patrick Forrester e Nicole Stott.
Fontes: AGF - Efe

A Nasa (agência espacial norte-americana) decidiu adiar em 24 horas --mais precisamente para às 0h59 (de Brasília) do sábado (29)-- o lançamento do ônibus espacial Discovery, que partirá numa missão de 13 dias à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
Esta é a terceira vez que o lançamento da nave é adiado. Na segunda-feira, a decolagem havia sido suspensa em virtude do mau tempo, já que uma tempestade de raios na região do Centro Espacial Kennedy, no sul da Flórida, colocava em risco o abastecimento do tanque de combustível do ônibus espacial.

Missão espacial Discovery é adiada pela terceira vez pela Nasa, devido a leituras da válvula de hidrogênio líquido
Um dia depois, o lançamento do Discovery foi novamente adiado por causa de um problema numa válvula do tanque de combustível.
Hoje, para ter mais tempo para investigar o "que levou uma válvula fazer leituras erradas sobre o hidrogênio líquido" no tanque externo da nave, os técnicos da Nasa voltaram a cancelar a decolagem.
Amanhã, ao meio-dia (hora local), os diretores da missão voltarão a se reunir para analisar as condições meteorológicas e os relatórios dos técnicos.
A missão de 13 dias inclui três caminhadas espaciais, cada qual com seis horas e meia de duração. Pela primeira vez, há a participação de dois astronautas hispânicos --os especialistas John Olivas e José Hernández, ambos de origem mexicana.
Hernández, 47, deve enviar atualizações bilíngues de sua primeira viagem espacial através do Twitter.
Os outros tripulantes são o especialista sueco Christer Fuglesang, da Agência Espacial Europeia (ESA), e os também especialistas americanos Patrick Forrester e Nicole Stott.
Fontes: AGF - Efe

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Bombardier cancela pedido de 15 jatos feito por companhia aérea italiana
Bombardier cancela entrega de aviões à MyAir
A fabricante de aviões canadense Bombardier informou que cancelou encomenda firme feita pela companhia aérea italiana de baixo custo MyAir.com. A empresa havia feito pedido de 15 aviões regionais modelo CRJ1000.
A Bombardier informou que a decisão foi tomada diante da situação da MyAir, que recentemente teve sua licença suspensa por autoridades italianas. A fabricante canadense de aviões citou a "situação incerta" da companhia aérea como justificativa para o cancelamento.
A empresa italiana já havia recebido quatro aviões CRJ 900. A fabricante canadense informou que ainda tem 49 encomendas firmes do CRJ1000 NextGen.
A indústria de aviação tem sofrido uma acentuada crise durante a recessão. A Bombardier informou em abril que vai demitir 3.000 funcionários para ajustar-se à demanda em queda por novos aviões. Os cortes se somam a quase 1.400 demissões executadas no início do ano.
Fontes: FOLHA - ANSA - REUTERS
A fabricante de aviões canadense Bombardier informou que cancelou encomenda firme feita pela companhia aérea italiana de baixo custo MyAir.com. A empresa havia feito pedido de 15 aviões regionais modelo CRJ1000.
A Bombardier informou que a decisão foi tomada diante da situação da MyAir, que recentemente teve sua licença suspensa por autoridades italianas. A fabricante canadense de aviões citou a "situação incerta" da companhia aérea como justificativa para o cancelamento.
A empresa italiana já havia recebido quatro aviões CRJ 900. A fabricante canadense informou que ainda tem 49 encomendas firmes do CRJ1000 NextGen.
A indústria de aviação tem sofrido uma acentuada crise durante a recessão. A Bombardier informou em abril que vai demitir 3.000 funcionários para ajustar-se à demanda em queda por novos aviões. Os cortes se somam a quase 1.400 demissões executadas no início do ano.
Fontes: FOLHA - ANSA - REUTERS
Compra compartilhada de helicóptero cresce em meio à crise
Compra compartilhada de helicópteros
As dificuldades criadas pela crise econômica mundial aumentaram a procura por uma alternativa ainda pouco conhecida no Brasil: a compra compartilhada de helicópteros. Grupos de até dez pessoas se reúnem para comprar uma aeronave de forma fracionada, ou seja, dividem os custos de aquisição e manutenção entre elas.
No Brasil, o serviço ainda é oferecido por apenas uma empresa, a Helisolutions. E está ajudando bastante no balanço da companhia, que espera crescimento de 20% em sua frota mesmo em meio à crise.
Segundo o presidente da Helisolutions, Rogério Andrade, a demanda pelos serviços da empresa cresceu bastante a partir de abril. "Depois dessa crise ficou claro que o dinheiro não está fácil", disse. "As pessoas continuam com a mesma necessidade de deslocamento, por causa do trânsito e da violência, e, agora, valorizam muito mais o dinheiro que têm."
"O uso compartilhado caiu como uma luva em meio aos altos custos de manutenção de um helicóptero. E vai continuar crescendo", disse Ricardo Nogueira, vice-presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral).
Segundo a Abag, a cidade de São Paulo tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo, perdendo apenas para Nova York. Até o ano passado, eram 400.
Números da Abraphe (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero) apontam que, no Brasil, o número de aeronaves até junho chegava a 1.255. Entre eles, 528 foram registrados no Estado de São Paulo. O Rio aparece como o segundo Estado com mais registros, 264, seguido por Minhas Gerais, com 124.
Mais barato
Andrade calculou os gastos de um cliente interessado em comprar uma parte de um Robinson 44 compartilhado entre dez pessoas. O preço de aquisição seria de US$ 66.900 mil, ou cerca de R$ 122 mil. As despesas fixas seguro, armazenagem e piloto ficariam em R$ 4.500 por mês, mais cerca de R$ 6.500 para combustível e manutenção.
Nesse plano, o cliente tem direito a voar dez horas por mês e o presidente da Helisolutions diz que a disponibilidade de aeronaves é garantida. "Uma pesquisa mostrou que 99% daqueles que possuem helicóptero próprio voam, em média, 100 horas por ano. Ou seja, com 10 horas por mês cobrimos essa necessidade", disse.
Para comprar uma aeronave sozinha, o cliente teria que desembolsar US$ 660 mil (aproximadamente R$ 1,22 milhão) e gastaria, de acordo com Andrade, mais cerca de R$ 30 mil por mês para manter o helicóptero.
A Helisolutions possui, atualmente, 16 helicópteros em operação no Brasil, entre propriedades compartilhadas e operações de gestão de aeronaves --outro serviço da companhia, em que o cliente terceiriza a administração da máquina. Segundo Andrade, a expectativa da companhia é fechar o ano com mais de 20, com crescimento nos dois segmentos.
Mas o presidente da companhia afirma que, se a economia se recuperar no ritmo esperado, o crescimento da frota pode chegar a 50% nos próximos anos.
"O mercado de helicópteros é um dos primeiros a se reerguer", disse Nogueira, da Abag. "Então a tendência é começar a galgar altos índices de crescimento em 2010. Não só porque o mercado começa a se reaquecer, mas também por causa das novas possibilidades de uso, como a propriedade compartilhada", disse.




Fonte: FOLHA/GIULIANA VALLONE
As dificuldades criadas pela crise econômica mundial aumentaram a procura por uma alternativa ainda pouco conhecida no Brasil: a compra compartilhada de helicópteros. Grupos de até dez pessoas se reúnem para comprar uma aeronave de forma fracionada, ou seja, dividem os custos de aquisição e manutenção entre elas.
No Brasil, o serviço ainda é oferecido por apenas uma empresa, a Helisolutions. E está ajudando bastante no balanço da companhia, que espera crescimento de 20% em sua frota mesmo em meio à crise.
Segundo o presidente da Helisolutions, Rogério Andrade, a demanda pelos serviços da empresa cresceu bastante a partir de abril. "Depois dessa crise ficou claro que o dinheiro não está fácil", disse. "As pessoas continuam com a mesma necessidade de deslocamento, por causa do trânsito e da violência, e, agora, valorizam muito mais o dinheiro que têm."
"O uso compartilhado caiu como uma luva em meio aos altos custos de manutenção de um helicóptero. E vai continuar crescendo", disse Ricardo Nogueira, vice-presidente da Abag (Associação Brasileira de Aviação Geral).
Segundo a Abag, a cidade de São Paulo tem a segunda maior frota de helicópteros do mundo, perdendo apenas para Nova York. Até o ano passado, eram 400.
Números da Abraphe (Associação Brasileira de Pilotos de Helicóptero) apontam que, no Brasil, o número de aeronaves até junho chegava a 1.255. Entre eles, 528 foram registrados no Estado de São Paulo. O Rio aparece como o segundo Estado com mais registros, 264, seguido por Minhas Gerais, com 124.
Mais barato
Andrade calculou os gastos de um cliente interessado em comprar uma parte de um Robinson 44 compartilhado entre dez pessoas. O preço de aquisição seria de US$ 66.900 mil, ou cerca de R$ 122 mil. As despesas fixas seguro, armazenagem e piloto ficariam em R$ 4.500 por mês, mais cerca de R$ 6.500 para combustível e manutenção.
Nesse plano, o cliente tem direito a voar dez horas por mês e o presidente da Helisolutions diz que a disponibilidade de aeronaves é garantida. "Uma pesquisa mostrou que 99% daqueles que possuem helicóptero próprio voam, em média, 100 horas por ano. Ou seja, com 10 horas por mês cobrimos essa necessidade", disse.
Para comprar uma aeronave sozinha, o cliente teria que desembolsar US$ 660 mil (aproximadamente R$ 1,22 milhão) e gastaria, de acordo com Andrade, mais cerca de R$ 30 mil por mês para manter o helicóptero.
A Helisolutions possui, atualmente, 16 helicópteros em operação no Brasil, entre propriedades compartilhadas e operações de gestão de aeronaves --outro serviço da companhia, em que o cliente terceiriza a administração da máquina. Segundo Andrade, a expectativa da companhia é fechar o ano com mais de 20, com crescimento nos dois segmentos.
Mas o presidente da companhia afirma que, se a economia se recuperar no ritmo esperado, o crescimento da frota pode chegar a 50% nos próximos anos.
"O mercado de helicópteros é um dos primeiros a se reerguer", disse Nogueira, da Abag. "Então a tendência é começar a galgar altos índices de crescimento em 2010. Não só porque o mercado começa a se reaquecer, mas também por causa das novas possibilidades de uso, como a propriedade compartilhada", disse.




Fonte: FOLHA/GIULIANA VALLONE
Infraero registra atrasos em um terço dos voos
Operações foram retomadas em Curitiba e Florianópolis.
Fechamento de terminal em SP causou problemas no Rio, MG e Brasília.
Um em cada três voos previstos até as 11h desta sexta-feira (28) ocorreu fora do horário marcado. Balanço divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) aponta atrasos em 289 dos 843 previstos no período (o equivalente a 34,3% do total). Outros 81 foram cancelados.
A má visibilidade fechou aeroportos em Guarulhos (SP), Curitiba e Florianópolis. As operações já foram retomadas, mas os problemas continuam.
A Infraero informa que, dos 42 voos programados na capital paranaense, 24 (57%) sofreram atrasos e 11 (26,2%) foram cancelados. Na cidade de Santa Catarina, dez dos 14 voos ocorreram fora do horário.
O aeroporto de Guarulhos voltou a operar para pousos às 9h, após ficar fechado desde as 5h50. Os atrasos na região da capital paulista também causaram problemas nos aeroporto do Rio, em Minas Gerais e em Brasília.
Fontes: G1- Globo - FOLHA
Fechamento de terminal em SP causou problemas no Rio, MG e Brasília.
Um em cada três voos previstos até as 11h desta sexta-feira (28) ocorreu fora do horário marcado. Balanço divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) aponta atrasos em 289 dos 843 previstos no período (o equivalente a 34,3% do total). Outros 81 foram cancelados.
A má visibilidade fechou aeroportos em Guarulhos (SP), Curitiba e Florianópolis. As operações já foram retomadas, mas os problemas continuam.
A Infraero informa que, dos 42 voos programados na capital paranaense, 24 (57%) sofreram atrasos e 11 (26,2%) foram cancelados. Na cidade de Santa Catarina, dez dos 14 voos ocorreram fora do horário.
O aeroporto de Guarulhos voltou a operar para pousos às 9h, após ficar fechado desde as 5h50. Os atrasos na região da capital paulista também causaram problemas nos aeroporto do Rio, em Minas Gerais e em Brasília.
Fontes: G1- Globo - FOLHA
Ryanair cortará voos de aeroporto na Inglaterra
A medida entra em vigor em 1º de outubro e suspende 44 voos semanais.
Passageiros afetados receberão a devolução do valor da passagem.
A Ryanair, principal companhia aérea de baixo custo da Europa, anunciou nesta segunda-feira (17) que até 600 empregos podem ser perdidos como resultado da eliminação de nove das dez rotas que opera no aeroporto de Manchester, no norte da Inglaterra.
A medida, que entrará em vigor em 1º de outubro e representará a suspensão de 44 voos semanais (600 mil passageiros ao ano), deve-se à recusa da autoridade portuária de reduzir tarifas, disse a companhia aérea irlandesa.
Assim, a Ryanair cancelará seus voos de Manchester a Gerona (Espanha), Bremen (Alemanha), Bruxelas (Bélgica), Cagliari (Itália), Düsseldorf (Alemanha), Frankfurt (Alemanha), Marselha (França), Milão (Itália) e Shannon (Irlanda).
Os passageiros afetados receberão a devolução do valor da passagem ou terão a possibilidade de ir para outros destinos de aeroportos próximos.
A companhia aérea tomou esta decisão após anunciar no mês passado a redução de voos semanais no aeroporto londrino de Stansted em 30% entre outubro e março de 2010, o que supõe a perda de 2,5 milhões de passageiros.
Fontes: FOLHA - AP - REUTERS
Passageiros afetados receberão a devolução do valor da passagem.
A Ryanair, principal companhia aérea de baixo custo da Europa, anunciou nesta segunda-feira (17) que até 600 empregos podem ser perdidos como resultado da eliminação de nove das dez rotas que opera no aeroporto de Manchester, no norte da Inglaterra.
A medida, que entrará em vigor em 1º de outubro e representará a suspensão de 44 voos semanais (600 mil passageiros ao ano), deve-se à recusa da autoridade portuária de reduzir tarifas, disse a companhia aérea irlandesa.
Assim, a Ryanair cancelará seus voos de Manchester a Gerona (Espanha), Bremen (Alemanha), Bruxelas (Bélgica), Cagliari (Itália), Düsseldorf (Alemanha), Frankfurt (Alemanha), Marselha (França), Milão (Itália) e Shannon (Irlanda).
Os passageiros afetados receberão a devolução do valor da passagem ou terão a possibilidade de ir para outros destinos de aeroportos próximos.
A companhia aérea tomou esta decisão após anunciar no mês passado a redução de voos semanais no aeroporto londrino de Stansted em 30% entre outubro e março de 2010, o que supõe a perda de 2,5 milhões de passageiros.
Fontes: FOLHA - AP - REUTERS
Aviação mundial está 'na UTI', diz Iata

Recuperação do setor será 'lenta e volátil', segundo a entidade.
Até agora neste ano, os volumes de cargas caíram 19,3%.
Até agora neste ano, os volumes de cargas caíram 19,3%.
O tráfego aéreo mundial mostrou uma relativa melhora em julho na relação com o mês anterior, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (27) pela Associação Internacional de Tráfego Aéreo (Iata, na sigla em inglês).
As companhias aéreas transportaram 11,3% menos carga e 2,9% menos passageiros em julho em relação ao mesmo período do ano passado - apesar da queda, os números representam uma melhora sobre junho, quando os declínios anuais foram de 16,5% para cargas e de 7,2% para passageiros.
A Iata alertou, no entanto, que uma recuperação do setor será "lenta e volátil", indicando que a turbulência que fez a indústria rumar para outro ano de perdas bilionárias não está no fim.
"Os próximos meses são marcados por muitas incertezas, inclusive o preço do combustível. O caminho para a recuperação será lento e volátil. No meio tempo, a indústria permanece na UTI", afirmou, em nota, Giovanni Bisignani, diretor geral da entidade.
O transporte aéreo de cargas é um importante indicador de movimentos de produtos pelo mundo, uma vez que as empresas tendem a despachar suas encomendas pelo ar quando a velocidade é mais importante que o custo, trocando para o transporte marítimo em momentos de recessão.
Como resultado, o tráfego de cargas é o primeiro a entrar em declínio em momentos de recessão, mas normalmente é o primeiro a se recuperar, afirma a Iata. Até agora neste ano, os volumes de cargas caíram 19,3% e o de passageiros caiu 6,8%, segundo a Iata, cujos dados excluem voos domésticos.
E na comparação com junho, em termos ajustados por fatores sazonais, tanto o tráfego de cargas quanto o de passageiros cresceram mais de 3% em julho.
"Os dados podem ser voláteis, mas isso confirma sinais anteriores de que uma recuperação na demanda por transporte aéreo começou, apesar de ainda haver bons motivos para se esperar que o caminho será volátil e mais fraco que as recuperações verificadas em recessões passadas", afirmou a Iata.
A entidade estima que as companhias aéreas vão sofrer prejuízo de US$ 9 bilhões em 2009 depois de perda de US$ 8,5 bilhões em 2008, quando altos preços do petróleo atingiram a lucratividade e a crise de crédito cortou a demanda por viagens de negócios e lazer.
Fontes: G1 - Reuters
TAM firma parceria tecnológica de dez anos com Amadeus
TAM firma parceria com a Amadeus
A TAM firmou uma parceria tecnológica de dez anos com a Amadeus, líder global em soluções de Tecnologia da Informação (TI) para a indústria da viagem e turismo, para a implantação de um sistema de gestão de passageiros de nova geração. Com a parceria, a TAM vai substituir diversos aplicativos usados atualmente pela companhia por uma única plataforma integrada baseada na Amadeus Altéa CMS (Customer Management Solution).
"A TAM cresceu rapidamente nos últimos anos, especialmente nas operações internacionais, e chegamos à conclusão de que necessitávamos de uma solução tecnológica flexível e com escala suficiente para sustentar nossos planos de expansão futura, visando consolidar e ampliar nossas posições de liderança conquistadas no mercado, além de melhorar ainda mais a qualidade dos nossos serviços aos clientes e oferecer maior interatividade e funcionalidade para nossos sistemas de vendas", afirma Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da companhia.
O vice-presidente de Finanças, Gestão e TI da TAM, Líbano Barroso, destaca: "A plataforma da Amadeus é recomendada pela Star Alliance. Esse inclusive foi um dos fatores relevantes que determinaram nossa decisão de investir na solução Altéa CMS, pois agilizará nossa integração à maior aliança global do mundo, prevista para o primeiro trimestre de 2010, e nos dará o suporte tecnológico para prosseguirmos com nossos planos de expansão internacional, além de modernizar nossos sistemas e reduzir custos operacionais". Mais de 60% das companhias aéreas associadas à Star Alliance já utilizam ou estão contratando a solução da Amadeus.
A nova plataforma vai gerenciar todas as reservas, inventários e processos de controle de partida dos voos, e estará totalmente integrada aos sistemas legados da empresa, tanto da TAM Linhas Aéreas quanto da TAM Airlines, esta com sede em Assunção, no Paraguai. A central de dados vai permitir que a companhia mantenha um perfil atualizado dos clientes, com histórico de voos e preferências de cada um. A identificação dos passageiros desde o momento da reserva até a coleta da bagagem no destino final permite que os funcionários da TAM ofereçam um serviço consistente e personalizado. Além disso, a empresa vai adotar também a suíte de serviços de comércio eletrônico (e-commerce) da Amadeus para dar suporte ao seu website e impulsionar as vendas online.
A diretora de TI da companhia , Juliana Kfouri, explica que a companhia optou por um sistema modular, preparando a infraestrutura de base para crescer conforme o novo momento da TAM, que passará a integrar mais de 20 companhias aéreas em sua plataforma com a entrada na Star Alliance. "Foi desenhada uma arquitetura de integração mais simplificada e interativa, o que proporcionará maior agilidade e performance em termos de tecnologia e atendimento ao cliente. O desafio de virada fará com que a empresa passe por uma mudança total de processos e operações, além dos sistemas", esclarece. Juliana conta ainda que a TAM iniciou em março último o processo de treinamento e gerenciamento de mudanças para a operação na nova plataforma em todas as áreas da empresa, incluindo os funcionários da linha de frente nos aeroportos, das áreas de reservas, check-in, emissão de bilhetes e de vendas corporativas e ao consumidor nas lojas e no call center, programa TAM Fidelidade, estendendo-se aos agentes de viagem e outros parceiros.
A vice-presidente de IT da Amadeus para Companhias Aéreas, Julia Sattel, destaca: "Com o escopo completo da Altéa, a TAM terá uma exclusiva habilidade para obter vantagens competitivas sustentáveis por meio de processos mais enxutos, tomadas de decisão mais rápidas e serviços diferenciados aos consumidores. Com nossa ampla experiência e a competência da equipe da TAM, poderemos realizar a migração em menos de um ano, acelerando sua integração à aliança global de sua escolha".
Hoje, mais de 60 companhias aéreas utilizam a suíte completa da Altéa, enquanto um total de 135 usa pelo menos um componente da solução. A Altéa da Amadeus também foi escolhida pela Star Alliance como sua plataforma comum de TI (Star Common IT Platform - CITP).
Fonte: Aviaçao Brasil
A TAM firmou uma parceria tecnológica de dez anos com a Amadeus, líder global em soluções de Tecnologia da Informação (TI) para a indústria da viagem e turismo, para a implantação de um sistema de gestão de passageiros de nova geração. Com a parceria, a TAM vai substituir diversos aplicativos usados atualmente pela companhia por uma única plataforma integrada baseada na Amadeus Altéa CMS (Customer Management Solution).
"A TAM cresceu rapidamente nos últimos anos, especialmente nas operações internacionais, e chegamos à conclusão de que necessitávamos de uma solução tecnológica flexível e com escala suficiente para sustentar nossos planos de expansão futura, visando consolidar e ampliar nossas posições de liderança conquistadas no mercado, além de melhorar ainda mais a qualidade dos nossos serviços aos clientes e oferecer maior interatividade e funcionalidade para nossos sistemas de vendas", afirma Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da companhia.
O vice-presidente de Finanças, Gestão e TI da TAM, Líbano Barroso, destaca: "A plataforma da Amadeus é recomendada pela Star Alliance. Esse inclusive foi um dos fatores relevantes que determinaram nossa decisão de investir na solução Altéa CMS, pois agilizará nossa integração à maior aliança global do mundo, prevista para o primeiro trimestre de 2010, e nos dará o suporte tecnológico para prosseguirmos com nossos planos de expansão internacional, além de modernizar nossos sistemas e reduzir custos operacionais". Mais de 60% das companhias aéreas associadas à Star Alliance já utilizam ou estão contratando a solução da Amadeus.
A nova plataforma vai gerenciar todas as reservas, inventários e processos de controle de partida dos voos, e estará totalmente integrada aos sistemas legados da empresa, tanto da TAM Linhas Aéreas quanto da TAM Airlines, esta com sede em Assunção, no Paraguai. A central de dados vai permitir que a companhia mantenha um perfil atualizado dos clientes, com histórico de voos e preferências de cada um. A identificação dos passageiros desde o momento da reserva até a coleta da bagagem no destino final permite que os funcionários da TAM ofereçam um serviço consistente e personalizado. Além disso, a empresa vai adotar também a suíte de serviços de comércio eletrônico (e-commerce) da Amadeus para dar suporte ao seu website e impulsionar as vendas online.
A diretora de TI da companhia , Juliana Kfouri, explica que a companhia optou por um sistema modular, preparando a infraestrutura de base para crescer conforme o novo momento da TAM, que passará a integrar mais de 20 companhias aéreas em sua plataforma com a entrada na Star Alliance. "Foi desenhada uma arquitetura de integração mais simplificada e interativa, o que proporcionará maior agilidade e performance em termos de tecnologia e atendimento ao cliente. O desafio de virada fará com que a empresa passe por uma mudança total de processos e operações, além dos sistemas", esclarece. Juliana conta ainda que a TAM iniciou em março último o processo de treinamento e gerenciamento de mudanças para a operação na nova plataforma em todas as áreas da empresa, incluindo os funcionários da linha de frente nos aeroportos, das áreas de reservas, check-in, emissão de bilhetes e de vendas corporativas e ao consumidor nas lojas e no call center, programa TAM Fidelidade, estendendo-se aos agentes de viagem e outros parceiros.
A vice-presidente de IT da Amadeus para Companhias Aéreas, Julia Sattel, destaca: "Com o escopo completo da Altéa, a TAM terá uma exclusiva habilidade para obter vantagens competitivas sustentáveis por meio de processos mais enxutos, tomadas de decisão mais rápidas e serviços diferenciados aos consumidores. Com nossa ampla experiência e a competência da equipe da TAM, poderemos realizar a migração em menos de um ano, acelerando sua integração à aliança global de sua escolha".
Hoje, mais de 60 companhias aéreas utilizam a suíte completa da Altéa, enquanto um total de 135 usa pelo menos um componente da solução. A Altéa da Amadeus também foi escolhida pela Star Alliance como sua plataforma comum de TI (Star Common IT Platform - CITP).
Fonte: Aviaçao Brasil
Maricá poderá ganhar fábrica de aviões agrícolas
Kraus Aeronáutica planeja nova fábrica em Maricá RJ
A Krauss Aeronáutica, com sede em São José dos Campos (SP), planeja construir uma nova fábrica de aviões agrícolas em Maricá (RJ). Motivo: devido à grande extensão territorial (362 mil m²) da cidade e por ter um aeroporto ao nível do mar, com uma pista acoplada e bom tráfego aéreo.
Nesta segunda (dia 24), foi dado o primeiro passo para este empreendimento, quando os secretários de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo, do Executivo e de Fazenda, respectivamente, Aleksander Santos, Paulo Delgado e Wellington Ribeiro, receberam os diretores da Krauss Aeronáutica no gabinete do prefeito Washington Quaquá.
O investimento inicial na construção da fábrica será de R$ 14,8 milhões, gerando 100 empregos diretos e utilizando boa parte da mão-de-obra local. Em contrapartida, o governo municipal vai buscar formas de incentivos fiscais e, por meio da Câmara de Vereadores, a cessão do terreno, que seria perto do aeroporto, no bairro de Araçatiba, em uma área de 12 mil metros quadrados.
“A nossa ideia é fazer de Maricá nossa sede principal, que hoje fica em São José dos Campos. Em cinco anos, temos uma previsão de investimento na base de R$ 340 milhões”, disse o diretor administrativo da Krauss Aeronáutica, Josemar de Castilho.
Fonte: Panrotas
A Krauss Aeronáutica, com sede em São José dos Campos (SP), planeja construir uma nova fábrica de aviões agrícolas em Maricá (RJ). Motivo: devido à grande extensão territorial (362 mil m²) da cidade e por ter um aeroporto ao nível do mar, com uma pista acoplada e bom tráfego aéreo.
Nesta segunda (dia 24), foi dado o primeiro passo para este empreendimento, quando os secretários de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Petróleo, do Executivo e de Fazenda, respectivamente, Aleksander Santos, Paulo Delgado e Wellington Ribeiro, receberam os diretores da Krauss Aeronáutica no gabinete do prefeito Washington Quaquá.
O investimento inicial na construção da fábrica será de R$ 14,8 milhões, gerando 100 empregos diretos e utilizando boa parte da mão-de-obra local. Em contrapartida, o governo municipal vai buscar formas de incentivos fiscais e, por meio da Câmara de Vereadores, a cessão do terreno, que seria perto do aeroporto, no bairro de Araçatiba, em uma área de 12 mil metros quadrados.
“A nossa ideia é fazer de Maricá nossa sede principal, que hoje fica em São José dos Campos. Em cinco anos, temos uma previsão de investimento na base de R$ 340 milhões”, disse o diretor administrativo da Krauss Aeronáutica, Josemar de Castilho.
Fonte: Panrotas
ANAC autoriza Nordeste a operar
Nordeste obtem renovação da licença para operar
A Nordeste Linhas Aéreas (em recuperação judicial), que pertencia ao Grupo Varig e atualmente utiliza a marca Flex, conseguiu renovar com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a autorização operacional para exploração de serviço de transporte aéreo público não-regular de passageiro, carga e mala postal.
A decisão, publicada em ata de reunião do último dia 18, foi aprovada, por unanimidade, no sentido da renovação pleiteada pelo prazo de um ano, “considerando que a empresa demonstrou sua regularidade sob o aspecto operacional e capacidade econômico-financeira suficiente, suprida a demonstração de sua regularidade fiscal e previdenciária por decisão judicial”.
Fonte: Panrotas
A Nordeste Linhas Aéreas (em recuperação judicial), que pertencia ao Grupo Varig e atualmente utiliza a marca Flex, conseguiu renovar com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a autorização operacional para exploração de serviço de transporte aéreo público não-regular de passageiro, carga e mala postal.
A decisão, publicada em ata de reunião do último dia 18, foi aprovada, por unanimidade, no sentido da renovação pleiteada pelo prazo de um ano, “considerando que a empresa demonstrou sua regularidade sob o aspecto operacional e capacidade econômico-financeira suficiente, suprida a demonstração de sua regularidade fiscal e previdenciária por decisão judicial”.
Fonte: Panrotas
Boeing anuncia novo calendário para teste e entrega do 787 Dreamliner
Boeing anuncia data de entrega do primeiro 787
A fabricante americana de aviões Boeing anunciou para o fim deste ano o primeiro voo teste do modelo 787 Dreamliner, em um comunicado divulgado nesta quinta-feira. Segundo o texto, a primeira unidade do avião será entregue no quarto trimestre de 2010 e, no fim de 2013, o ritmo de produção deverá estar em dez unidades ao mês.
O novo cronograma dá à empresa o tempo necessário para concluir o reforço de uma área da lateral do avião. Ao mesmo tempo, a Boeing espera reduzir os riscos nos voos de teste e no processo de certificação do novo modelo, segundo a empresa.
Segundo o presidente e executivo-chefe da companhia, Jim McNemey, o calendário apresentado também permitirá a "conclusão do trabalho pendente necessário para pôr a inovadora capacidade do 787 nas mãos dos clientes".
Devido aos atrasos na fabricação do 787 Dreamliner, a empresa prevê despesas extraordinárias de US$ 2,5 bilhões (US$ 2,21 por ação) para o terceiro trimestre deste ano.
Inicialmente, os testes com o novo avião estavam previstos para o fim de 2007, com o início das entregas em 2008. Em junho do ano passado, no entanto, a Boeing adiou os testes e a liberação das aeronaves, com o argumento de que precisava reforçar uma área da fuselagem do modelo.
Fontes: FOLHA - Efe
A fabricante americana de aviões Boeing anunciou para o fim deste ano o primeiro voo teste do modelo 787 Dreamliner, em um comunicado divulgado nesta quinta-feira. Segundo o texto, a primeira unidade do avião será entregue no quarto trimestre de 2010 e, no fim de 2013, o ritmo de produção deverá estar em dez unidades ao mês.
O novo cronograma dá à empresa o tempo necessário para concluir o reforço de uma área da lateral do avião. Ao mesmo tempo, a Boeing espera reduzir os riscos nos voos de teste e no processo de certificação do novo modelo, segundo a empresa.
Segundo o presidente e executivo-chefe da companhia, Jim McNemey, o calendário apresentado também permitirá a "conclusão do trabalho pendente necessário para pôr a inovadora capacidade do 787 nas mãos dos clientes".
Devido aos atrasos na fabricação do 787 Dreamliner, a empresa prevê despesas extraordinárias de US$ 2,5 bilhões (US$ 2,21 por ação) para o terceiro trimestre deste ano.
Inicialmente, os testes com o novo avião estavam previstos para o fim de 2007, com o início das entregas em 2008. Em junho do ano passado, no entanto, a Boeing adiou os testes e a liberação das aeronaves, com o argumento de que precisava reforçar uma área da fuselagem do modelo.
Fontes: FOLHA - Efe
A diferença entre Aviadores e Pilotos
O comandante da Air Canada brigando contra o vento em um pouso.
A Twin Commander muda de endereço sem a interrupção dos negócios.

Twin Commander em processo de mudança
A Twin Commander Aircraft está preparando sua transferência de Arlington, no estado de Washington, para a Carolina do Norte. A empresa está em coordenação com os escritório regionais da FAA, em Seattle e Atlanta, para o estabelecimento de sua certificação de produção na Carolina do Norte e preve-se que o procsso todo estára completo até o fim do ano.
De acordo com Matt Isley, presidente da companhia, todo o inventário será transferido à nova unidade, assim que a certificação for publicada. A empresa já implementou um novo sistema de planejamento de recursos; já contratou e treinou novos funcionários e fez avanços no atual sistema de gerenciamento de qualidade.
´´ Como preparação para a mudança, trabalhamos em parceria com nossa rede de distribuição, para que possamos transferir o ferramental de ta forma que os custos de frete sejam minimizados e ainda assim garantindo que o fornecimento de peças aos clientes não sejam interrompidos,´´ declarou Isley. ´´ Alguns elementos de nossa equipe já foram transferidos à Carolina do Norte e estão adaptando-se ao lugar.´´
Até o momento, 58.000 peças de ferramental de produção foram transferidos ao novo depósito em Creedmoor e milhares de documentos de engenharia, guardados em um novo cofre à prova de fogo, em um local específicamente construido.
Twin Commander 500
Twin Commander Aircraft
Fonte: BGA - AINoline/David A. Lombardo
Tradução: BGA
Tuma celebra Bartolomeu de Gusmão, inventor do balão a ar quente
Os 300 anos da invenção do balão a ar quente

Os 300 anos da invenção do balão a ar quente, pelo padre brasileiro Bartolomeu de Gusmão, foi o tema do pronunciamento do senador Romeu Tuma (PTB-SP) nesta quarta-feira (26). Ele comemorou o feito do religioso e cientista, nascido em Santos (SP), na então Capitania de São Vicente.
Conforme o senador, o padre criou seu primeiro invento no Seminário de Belém, na Bahia, aos 13 anos. Tratava-se de uma máquina com cano longo que carreava água do brejo para abastecer o seminário, conhecida como "carneiro hidráulico". O invento foi a primeira patente outorgada a um brasileiro, em 1707.
Aeróstato
Tuma relatou ainda que, em 1709, Bartolomeu Gusmão obteve a patente para o aeróstato (veículo aéreo impulsionado por ar quente), porém, seu modelo pegou fogo antes de subir, na primeira experiência. Na segunda tentativa, voou quatro metros, antes de queimar. Ao contrário daquelas, assinalou o parlamentar, as experiências seguintes no Palácio Real e na Casa da Índia, foram bem-sucedidas, demonstrando "a viabilidade da invenção" e deram a ele o apelido de "Padre Voador".
No entanto, problemas na invenção, perigosa e desprovida de controle, inviabilizaram um modelo maior, que pudesse ser usado pelo homem. Conforme o senador, os irmãos Montgolfier se basearam nela para obter a primeira subida do homem em balão em 1783, com lastro para controle de altitude. Mais tarde, acrescentou Tuma, surgiram os modelos a maçarico e os modernos, movidos a hidrogênio, hélio, amônia e gás de carvão.
Tuma salientou o trabalho de Alberto Santos Dumont, que comprovou a tese de dirigibilidade dos balões em 1901, ao percorrer 30 quilômetros em menos de 30 minutos em torno da Torre Eiffel em Paris.
Fonte: Agência Senado.
Romeu Tuma na tribuna do Senado
Os 300 anos da invenção do balão a ar quente, pelo padre brasileiro Bartolomeu de Gusmão, foi o tema do pronunciamento do senador Romeu Tuma (PTB-SP) nesta quarta-feira (26). Ele comemorou o feito do religioso e cientista, nascido em Santos (SP), na então Capitania de São Vicente.
Conforme o senador, o padre criou seu primeiro invento no Seminário de Belém, na Bahia, aos 13 anos. Tratava-se de uma máquina com cano longo que carreava água do brejo para abastecer o seminário, conhecida como "carneiro hidráulico". O invento foi a primeira patente outorgada a um brasileiro, em 1707.
Aeróstato
Tuma relatou ainda que, em 1709, Bartolomeu Gusmão obteve a patente para o aeróstato (veículo aéreo impulsionado por ar quente), porém, seu modelo pegou fogo antes de subir, na primeira experiência. Na segunda tentativa, voou quatro metros, antes de queimar. Ao contrário daquelas, assinalou o parlamentar, as experiências seguintes no Palácio Real e na Casa da Índia, foram bem-sucedidas, demonstrando "a viabilidade da invenção" e deram a ele o apelido de "Padre Voador".
No entanto, problemas na invenção, perigosa e desprovida de controle, inviabilizaram um modelo maior, que pudesse ser usado pelo homem. Conforme o senador, os irmãos Montgolfier se basearam nela para obter a primeira subida do homem em balão em 1783, com lastro para controle de altitude. Mais tarde, acrescentou Tuma, surgiram os modelos a maçarico e os modernos, movidos a hidrogênio, hélio, amônia e gás de carvão.
Tuma salientou o trabalho de Alberto Santos Dumont, que comprovou a tese de dirigibilidade dos balões em 1901, ao percorrer 30 quilômetros em menos de 30 minutos em torno da Torre Eiffel em Paris.
Fonte: Agência Senado.
Azul Cargo
Inaugurada a Azul Cargo.
Foram divulgadas recentemente, as novas operações da Azul Cargo, nova unidade de negócios da Azul Linhas Aéreas e que atuará no transporte de cargas expressas. As atividades começaram efetivamente no dia 17 de agosto com as primeiras remessas partindo do Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas) e com destinos as cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE).
‘Percebemos uma oportunidade de mercado para oferecer um transporte de cargas com credibilidade e com a mesma regularidade e qualidade com que atuamos no embarque de passageiros’, destaca Miguel Dau, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul Cargo, ao lançar a nova unidade nesta quarta-feira (26/08), em Campinas.
‘Em 30 dias vamos operar em Curitiba, Maringá, Navegantes e Porto Alegre também’, disse Maria Fan, gerente de Cargas. A chegada a Vitória, Manaus, Campo Grande e Confins deve acontecer em outubro; nessas duas últimas, estamos ainda prospectando parcerias, explicou.
Todas as remessas serão feitas a partir das 12 aeronaves Embraer 190 e 195 hoje utilizadas pela Azul para o transporte de passageiros. O vice-presidente ressalta, no entanto, que, no futuro, a ideia é ter uma frota de carga composta por boeing 737 e 757. “Não vemos qualquer possibilidade de usar o modelo C390 da Embraer. Entendemos que esse tipo de aeronave não é adaptada para atender a aviação civil”, argumenta Miguel Dau.”
Fonte: Mercado e Eventos
Foram divulgadas recentemente, as novas operações da Azul Cargo, nova unidade de negócios da Azul Linhas Aéreas e que atuará no transporte de cargas expressas. As atividades começaram efetivamente no dia 17 de agosto com as primeiras remessas partindo do Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas) e com destinos as cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE).
‘Percebemos uma oportunidade de mercado para oferecer um transporte de cargas com credibilidade e com a mesma regularidade e qualidade com que atuamos no embarque de passageiros’, destaca Miguel Dau, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul Cargo, ao lançar a nova unidade nesta quarta-feira (26/08), em Campinas.
‘Em 30 dias vamos operar em Curitiba, Maringá, Navegantes e Porto Alegre também’, disse Maria Fan, gerente de Cargas. A chegada a Vitória, Manaus, Campo Grande e Confins deve acontecer em outubro; nessas duas últimas, estamos ainda prospectando parcerias, explicou.
Todas as remessas serão feitas a partir das 12 aeronaves Embraer 190 e 195 hoje utilizadas pela Azul para o transporte de passageiros. O vice-presidente ressalta, no entanto, que, no futuro, a ideia é ter uma frota de carga composta por boeing 737 e 757. “Não vemos qualquer possibilidade de usar o modelo C390 da Embraer. Entendemos que esse tipo de aeronave não é adaptada para atender a aviação civil”, argumenta Miguel Dau.”
Fonte: Mercado e Eventos
Americanos propõem à Rússia expedição tripulada conjunta para Marte
Russos têm grande experiência em voos tripulados de longa duração.
Missão deve ser realizada por muitos países, diz representante da Nasa.
A Nasa, a agência espacial americana, propôs nesta quarta-feira (26) à Rússia realizar uma expedição tripulada conjunta a Marte, aproveitando a experiência acumulada na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
"Um voo pilotado a Marte deve estar a cargo de uma tripulação internacional, utilizando as conquistas científicas alcançadas no projeto da ISS", declarou o representante da Nasa na Rússia, Mark Bowman, citado pela agência oficial RIA Novosti.
Bowman afirmou que a possível expedição conjunta seria dirigida pela Nasa e pela agência espacial russa, Roscosmos, e contaria, além disso, com uma participação mais ativa da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e de outros países que colaboraram no projeto multilateral da ISS.
"Estou convencido de que a tripulação deve ser formada por representantes de muitos países", disse Bowman. Ele insistiu em que uma viagem a Marte requer esforços de vários países para ter sucesso. Mas a própria Nasa não acredita ser possível fazer uma jornada dessa antes de 2035.
O representante da agência ressaltou que, antes de empreender a viagem a Marte, é preciso completar o projeto da ISS e realizar novos voos tripulados à Lua, para acumular mais experiência e material científico e técnico.
Até agora, a Rússia planejava realizar por sua conta voos a Marte, com o objetivo de enviar naves automáticas em 2015 e tripuladas muitos anos depois, mas a crise mundial parece ter adiado os projetos.
No entanto, diretores da Roscosmos admitem ultimamente que um país não pode enfrentar sozinho o ambicioso projeto de um voo interplanetário, que requer experiência, tecnologia e financiamento de muitas nações.
A Rússia, que acumula grande experiência em voos tripulados de longa duração, já realiza junto com a ESA simulações de viagens a Marte para testar a compatibilidade psicológica e a tolerância dos expedicionários em condições de isolamento tão longo.
Fontes: Efe - G1
Missão deve ser realizada por muitos países, diz representante da Nasa.
A Nasa, a agência espacial americana, propôs nesta quarta-feira (26) à Rússia realizar uma expedição tripulada conjunta a Marte, aproveitando a experiência acumulada na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
"Um voo pilotado a Marte deve estar a cargo de uma tripulação internacional, utilizando as conquistas científicas alcançadas no projeto da ISS", declarou o representante da Nasa na Rússia, Mark Bowman, citado pela agência oficial RIA Novosti.
Bowman afirmou que a possível expedição conjunta seria dirigida pela Nasa e pela agência espacial russa, Roscosmos, e contaria, além disso, com uma participação mais ativa da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) e de outros países que colaboraram no projeto multilateral da ISS.
"Estou convencido de que a tripulação deve ser formada por representantes de muitos países", disse Bowman. Ele insistiu em que uma viagem a Marte requer esforços de vários países para ter sucesso. Mas a própria Nasa não acredita ser possível fazer uma jornada dessa antes de 2035.
O representante da agência ressaltou que, antes de empreender a viagem a Marte, é preciso completar o projeto da ISS e realizar novos voos tripulados à Lua, para acumular mais experiência e material científico e técnico.
Até agora, a Rússia planejava realizar por sua conta voos a Marte, com o objetivo de enviar naves automáticas em 2015 e tripuladas muitos anos depois, mas a crise mundial parece ter adiado os projetos.
No entanto, diretores da Roscosmos admitem ultimamente que um país não pode enfrentar sozinho o ambicioso projeto de um voo interplanetário, que requer experiência, tecnologia e financiamento de muitas nações.
A Rússia, que acumula grande experiência em voos tripulados de longa duração, já realiza junto com a ESA simulações de viagens a Marte para testar a compatibilidade psicológica e a tolerância dos expedicionários em condições de isolamento tão longo.
Fontes: Efe - G1
Avião bate em outros três durante manobras em Congonhas

Aeronave de pequeno porte tinha matrícula americana; ninguém ficou ferido e operações não foram suspensas
SÃO PAULO - Um avião de matricula americana bateu em outras três aeronaves enquanto fazia manobras no hangar do Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista. O acidente aconteceu por volta das 16 horas desta quarta-feira, 26, mas não interrompeu as operações no aeroporto.
A aeronave de pequeno porte estava saindo da Líder Aviação quando bateu em outras três que estavam estacionadas no pátio. Os quatro aviões tiveram pequenas avarias, mas ninguém ficou ferido. O piloto era americano e não há informações sobre o destino da aeronave.
Leia íntegra da nota divulgada pela Líder Aviação:
"A Líder Aviação informa que hoje, dia 26/08, uma aeronave de matrícula estrangeira, pertencente a terceiros e que estava parqueada no hangar da Líder em Congonhas/SP, colidiu com outras três aeronaves de clientes que estavam estacionadas no mesmo hangar. A situação está sob controle e nenhuma pessoa ficou ferida."
Fonte: ESTADO
Nasa marca lançamento do Discovery para sexta-feira
O Discovery deverá passar 13 dias ligado à Estação Espacial Internacional; astronautas farão caminhadas
SÃO PAULO - A Nasa pretende lançar o ônibus espacial Discovery a partir da 0h22 de sexta-feira, 28, horário da Costa Leste dos EUA. O lançamento previsto para a madrugada esta quarta-feira, 26, foi adiado depois que técnicos encontraram sinais de defeito em uma das válvulas que regula o fluxo de combustível para os motores da nave.
Os gerentes da missão realizarão uma reunião na quinta-feira, 27, para discutir os resultados da operação de conserto e decidir se a tentativa de lançamento prossegue.
O Discovery deverá passar 13 dias ligado à Estação Espacial Internacional (ISS), para entregar suprimentos e equipamentos. Astronautas realizarão três caminhadas espaciais, em atividades de manutenção da ISS e para recolher experimentos científicos expostos ao vácuo.
Fontes: AE - NASA
SÃO PAULO - A Nasa pretende lançar o ônibus espacial Discovery a partir da 0h22 de sexta-feira, 28, horário da Costa Leste dos EUA. O lançamento previsto para a madrugada esta quarta-feira, 26, foi adiado depois que técnicos encontraram sinais de defeito em uma das válvulas que regula o fluxo de combustível para os motores da nave.
Os gerentes da missão realizarão uma reunião na quinta-feira, 27, para discutir os resultados da operação de conserto e decidir se a tentativa de lançamento prossegue.
O Discovery deverá passar 13 dias ligado à Estação Espacial Internacional (ISS), para entregar suprimentos e equipamentos. Astronautas realizarão três caminhadas espaciais, em atividades de manutenção da ISS e para recolher experimentos científicos expostos ao vácuo.
Fontes: AE - NASA
País que fornecerá caças à Aeronáutica ainda está indefinido
Familiares de vítimas do voo 447 pedem abertura de investigação na PGR
Queda do avião da Air France no Oceano Atlântico deixou 228 mortos.
Associação quer punição criminal aos responsáveis pela tragédia.
A Associação dos Familiares das Vítimas do Voo Air France 447 protocolou na segunda-feira (24) na Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para que o acidente seja investigado também no Brasil.
No ofício, os parentes dos passageiros da aeronave que caiu no Oceano Atlântico, quando fazia o trajeto Rio-Paris, na noite do dia 31 de maio, pedem ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a abertura de uma investigação para apurar as responsabilidades penais referentes ao acidente.
De acordo com a associação, o governo brasileiro delegou à França a exclusividade na apuração do acidente, que deixou 228 passageiros mortos, sendo 58 brasileiros. Para o diretor da associação, Nelson Faria Marinho, as investigações realizadas até o momento pelas autoridades francesas apresentam indícios de que houve falhas em dispositivos de controle da aeronave Airbus A-330.
No documento, os parentes das vítimas acrescentam que há indícios de que o projeto do avião possuía falhas que teriam sido ignoradas pela Air France e pela fabricante Airbus. Procurado pelo G1 nesta quarta-feira (26), o procurador-geral da República, disse que ainda não começou a analisar o pedido.
O diretor-executivo da associação, Maarten Von Slujys, criticou a suspensão das buscas pelas caixas-pretas do Airbus, anunciada semana passada pelo governo francês. Segundo ele, “tratou-se de mais uma artimanha, na qual a entidade designada para os trabalhos de investigação beneficia as duas outras partes envolvidas, ou seja, a companhia aérea e a fabricante da aeronave, com a supressão das buscas”.
“Uma vez determinadas as responsabilidades criminais, requer sejam promovidas as medidas cabíveis para garantir a punição criminal dos responsáveis”, pede a associação no ofício protocolado na PGR.
Comentário do BGA:
A abdicação por parte do Brasil, em realizar as investigações, é algo muito estranho e não deveria ter sido desta forma. O Brasil deveria ter assumido para si a tarefa ou então proposto a adesão do BEA às investigações.
O pleito feito à PGR exigindo punições penais aos responsáveis pelo acidente, não parece rasoável neste momento, haja vista, que as causas do acidente não foram determinadas e as investigações não foram encerradas. Os indícios aludidos ainda não podem ser utilizados como prova de nada, enquanto o BEA não divulgar o relatório final das possíveis causas do acidente.
Na verdade, ainda não se tem índicios que indiquem a responsabilidade de alguém pelo acidente. Ainda prevalece a especulação.
Fontes: G1 - AFP
Associação quer punição criminal aos responsáveis pela tragédia.
A Associação dos Familiares das Vítimas do Voo Air France 447 protocolou na segunda-feira (24) na Procuradoria-Geral da República (PGR) um pedido para que o acidente seja investigado também no Brasil.
No ofício, os parentes dos passageiros da aeronave que caiu no Oceano Atlântico, quando fazia o trajeto Rio-Paris, na noite do dia 31 de maio, pedem ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, a abertura de uma investigação para apurar as responsabilidades penais referentes ao acidente.
De acordo com a associação, o governo brasileiro delegou à França a exclusividade na apuração do acidente, que deixou 228 passageiros mortos, sendo 58 brasileiros. Para o diretor da associação, Nelson Faria Marinho, as investigações realizadas até o momento pelas autoridades francesas apresentam indícios de que houve falhas em dispositivos de controle da aeronave Airbus A-330.
No documento, os parentes das vítimas acrescentam que há indícios de que o projeto do avião possuía falhas que teriam sido ignoradas pela Air France e pela fabricante Airbus. Procurado pelo G1 nesta quarta-feira (26), o procurador-geral da República, disse que ainda não começou a analisar o pedido.
O diretor-executivo da associação, Maarten Von Slujys, criticou a suspensão das buscas pelas caixas-pretas do Airbus, anunciada semana passada pelo governo francês. Segundo ele, “tratou-se de mais uma artimanha, na qual a entidade designada para os trabalhos de investigação beneficia as duas outras partes envolvidas, ou seja, a companhia aérea e a fabricante da aeronave, com a supressão das buscas”.
“Uma vez determinadas as responsabilidades criminais, requer sejam promovidas as medidas cabíveis para garantir a punição criminal dos responsáveis”, pede a associação no ofício protocolado na PGR.
Comentário do BGA:
A abdicação por parte do Brasil, em realizar as investigações, é algo muito estranho e não deveria ter sido desta forma. O Brasil deveria ter assumido para si a tarefa ou então proposto a adesão do BEA às investigações.
O pleito feito à PGR exigindo punições penais aos responsáveis pelo acidente, não parece rasoável neste momento, haja vista, que as causas do acidente não foram determinadas e as investigações não foram encerradas. Os indícios aludidos ainda não podem ser utilizados como prova de nada, enquanto o BEA não divulgar o relatório final das possíveis causas do acidente.
Na verdade, ainda não se tem índicios que indiquem a responsabilidade de alguém pelo acidente. Ainda prevalece a especulação.
Fontes: G1 - AFP
Traduções
Todos os dias, 400 aviões fazem a rota Afeganistão-Reino Unido
Mais de 400 aeronaves decolam da Inglaterra para o Afeganistão todos os dias. A rota já é a quinta mais utilizada no Reino Unido e tem como destino a base militar britânica ‘Camp Bastion’, em Helmand, cidade de origem dos talibãs e produtora de 55% do ópio mundial. Leia íntegra aqui


Tropas da 16º Brigada de Assalto Aéreo em um avião de transporte C17 prontos para voltar para casa
British Airways comemorou 90 anos ontem

1 º voo internacional (Londres / Paris atrás) há 90 anos
British Airways faz 90 anos
A British Airways ontem comemorou 90 anos de existência. Para assinalar uma data, uma companhia aérea inglesa recordou o seu primeiro voo diário internacional, entre Londres e Paris, e até o Primeiro-Ministro britânico, Gordon Brown, se JUNTOU à festa para dar os parabéns a uma das mais reconhecidas Transportadoras aéreas do mundo .
"A British Airways nunca perdeu o espírito e visão pioneira fez com que que Levasse até aos céus o primeiro voo internacional diário de Londres para Paris, neste dia em 1919", considerou, Gordon Brown, que Acrescentando 90 anos depois, a companhia "continua orgulhosamente um voar com a bandeira britânica e Continua a ser uma grande marca ".
Além do primeiro voo diário internacional, entre Londres e Paris, a companhia recordou ainda alguns dos momentos mais marcantes da sua história, com Martin Broughton, presidente da British Airways, a afirmar que "nas últimas nove décadas, a British Airways desempenhou o seu papel muito em momentos históricos ".
Até ao final da semana, os passageiros que passarem pelo Terminal 5 do aeroporto de Heathrow vão encontrar alguns membros do pessoal da companhia vestidos com uniformes antigos, uma forma de assinalar um doutoramento que se junta à exposição interna com objectos memoráveis de nove décadas de viagens que uma companhia também está a Promover.
Fonte: Turisver
Passagem aérea ainda é muito cara no Brasil, diz presidente da CVC
Guilherme Paulus falou dos efeitos da crise no mercado de turismo.
Apesar do 'susto' do início do ano, operadora prevê crescer 10% em 2009.
Em entrevista da série "Empresas e as Soluções para a Crise", o presidente do conselho de administração do Grupo CVC, Guilherme Paulus, afirmou que os preços das passagens áereas no Brasil ainda são muito caros. O executivo da empresa, proprietária da aérea Webjet, que hoje disputa o terceiro e o quarto lugares no país com as companhias Azul e Ocean Air, diz que o mercado de aviação no Brasil não é "só para duas empresas".
Para Paulus, a estratégia para baratear os preços das passagens aéreas no Brasil passa pelo aumento do volume de passageiros e também pela questão tributária. "O governo (precisa) colaborar um pouco com os impostos, (...) principalmente se a gente for competir com o mercado internacional", diz ele, ressaltando que empresas de diversos países, incluindo a Argentina, arcam com custos bem inferiores aos brasileiros.
A Webjet, com suas 16 aeronaves, atua em rotas na aviação comercial e não tem estrutura para atender ao fretamento de voos da CVC – a maior parceira da companhia neste sentido, aliás, é a TAM. "Ela é uma empresa do grupo CVC, tem vida própria (...). Nós somos acionistas da Webjet. É claro que no futuro ela provavelmente poderá atender a CVC", explica Paulus.
Pacotes
É com base no volume de passageiros, aliás, que o presidente da CVC afirma ter condições de oferecer passagens mais baratas a seus clientes. Segundo ele, o preço de uma passagem em um avião fretado pode cair entre 50% e 70%. "Quando a CVC freta um avião, não está comprando um lugar só da companhia aérea", explica ele, lembrando que a operadora geralmente calcula pelo menos 90% de ocupação ao fretar uma aeronave.
De acordo com Paulus, uma viagem feita individualmente custa pelo menos 50%mais do que uma feita com pacote. Segundo ele, a mesma relação de volume de reservas das passagens aéreas se aplica aos hotéis e outros meios de transporte. "Se você pegar para se locomover um táxi do aeroporto para o hotel, (...) se dividir por quatro até que fica um preço razoável. Se você dividir um ônibus de turismo por 40, o custo é bem inferior", exemplifica.
Mesmo com boas ofertas, entretanto, Paulus diz que o fator crédito é fundamental para alavancar as vendas. Quanto mais facilitado, melhor. Hoje, de acordo com o executivo da CVC, os pacotes da empresa são parcelados em até 12 vezes, no cartão, no boleto bancário ou no cheque pré-datado.
'Susto' da crise
Apesar do "susto" da crise econômica, que afetou especialmente os destinos internacionais por causa da alta do dólar, o executivo diz que a empresa mantém a projeção de crescimento de 10% para este ano. Dentro das "novidades" do setor para a temporada de verão, ele diz que os cruzeiros marítimos continuarão a ser destaque. O setor aumentou o número de embarcações na costa brasileira de 14, no ano passado, para 16, em 2009.
Além de os cruzeiros ainda serem uma nova opção de turismo – a empresa só começou a operar com navios em 2001 –, outra vantagem desses pacotes é que tudo está incluído no preço pago pelo cliente. "Refeições e bebidas, você não tem despesa nenhuma (...), a não ser que você queira uma coisa especial, uma champanhe francesa especial, um uísque 21 anos", explica Paulus.
Outro problema que afetou a empresa em 2009 foi a gripe A (H1N1). A doença afetou a procura por viagens para a Argentina. Para compensar o medo do vírus, a operadora passou a oferecer pacotes em que dois passageiros viajavam pelo preço de um. "É uma vantagem que conseguimos junto às companhias aéreas (...), à hotelaria e ao governo argentino."
A Argentina, aliás, é uma tradicional porta de entrada para a viagem internacional. Nos anos 70, a "coqueluche" não era Buenos Aires, mas sim a tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina), em Foz do Iguaçu, em viagens feitas de ônibus. "(A Argentina) é realmente o primeiro passo para a viagem para o exterior, é a quebra do tabu."
De ônibus
O início da operação da CVC, há 37 anos, se deu pelo turismo rodoviário. Paulus procurou as empresas do setor metalúrgico do ABC Paulista para oferecer opções de viagens de um dia, fim de semana e feriado prolongado aos departamentos de recursos humanos e às associações de funcionários. "O transporte aéreo era realmente muito caro, você não tinha ainda rotas turísticas, tinha mais rotas comerciais."
Era de ônibus que a CVC levava esses funcionários para destinos como Campos do Jordão e Guarujá, em São Paulo; e, no caso de viagens mais longas, para Rio de Janeiro e Poços de Caldas (MG). Aos poucos os destinos foram se prolongando, até incluírem as férias desses trabalhadores. "(Fomos) praticamente educando as pessoas a fazer turismo."
Fonte: G1
Apesar do 'susto' do início do ano, operadora prevê crescer 10% em 2009.
Em entrevista da série "Empresas e as Soluções para a Crise", o presidente do conselho de administração do Grupo CVC, Guilherme Paulus, afirmou que os preços das passagens áereas no Brasil ainda são muito caros. O executivo da empresa, proprietária da aérea Webjet, que hoje disputa o terceiro e o quarto lugares no país com as companhias Azul e Ocean Air, diz que o mercado de aviação no Brasil não é "só para duas empresas".
Para Paulus, a estratégia para baratear os preços das passagens aéreas no Brasil passa pelo aumento do volume de passageiros e também pela questão tributária. "O governo (precisa) colaborar um pouco com os impostos, (...) principalmente se a gente for competir com o mercado internacional", diz ele, ressaltando que empresas de diversos países, incluindo a Argentina, arcam com custos bem inferiores aos brasileiros.
A Webjet, com suas 16 aeronaves, atua em rotas na aviação comercial e não tem estrutura para atender ao fretamento de voos da CVC – a maior parceira da companhia neste sentido, aliás, é a TAM. "Ela é uma empresa do grupo CVC, tem vida própria (...). Nós somos acionistas da Webjet. É claro que no futuro ela provavelmente poderá atender a CVC", explica Paulus.
Pacotes
É com base no volume de passageiros, aliás, que o presidente da CVC afirma ter condições de oferecer passagens mais baratas a seus clientes. Segundo ele, o preço de uma passagem em um avião fretado pode cair entre 50% e 70%. "Quando a CVC freta um avião, não está comprando um lugar só da companhia aérea", explica ele, lembrando que a operadora geralmente calcula pelo menos 90% de ocupação ao fretar uma aeronave.
De acordo com Paulus, uma viagem feita individualmente custa pelo menos 50%mais do que uma feita com pacote. Segundo ele, a mesma relação de volume de reservas das passagens aéreas se aplica aos hotéis e outros meios de transporte. "Se você pegar para se locomover um táxi do aeroporto para o hotel, (...) se dividir por quatro até que fica um preço razoável. Se você dividir um ônibus de turismo por 40, o custo é bem inferior", exemplifica.
Mesmo com boas ofertas, entretanto, Paulus diz que o fator crédito é fundamental para alavancar as vendas. Quanto mais facilitado, melhor. Hoje, de acordo com o executivo da CVC, os pacotes da empresa são parcelados em até 12 vezes, no cartão, no boleto bancário ou no cheque pré-datado.
'Susto' da crise
Apesar do "susto" da crise econômica, que afetou especialmente os destinos internacionais por causa da alta do dólar, o executivo diz que a empresa mantém a projeção de crescimento de 10% para este ano. Dentro das "novidades" do setor para a temporada de verão, ele diz que os cruzeiros marítimos continuarão a ser destaque. O setor aumentou o número de embarcações na costa brasileira de 14, no ano passado, para 16, em 2009.
Além de os cruzeiros ainda serem uma nova opção de turismo – a empresa só começou a operar com navios em 2001 –, outra vantagem desses pacotes é que tudo está incluído no preço pago pelo cliente. "Refeições e bebidas, você não tem despesa nenhuma (...), a não ser que você queira uma coisa especial, uma champanhe francesa especial, um uísque 21 anos", explica Paulus.
Outro problema que afetou a empresa em 2009 foi a gripe A (H1N1). A doença afetou a procura por viagens para a Argentina. Para compensar o medo do vírus, a operadora passou a oferecer pacotes em que dois passageiros viajavam pelo preço de um. "É uma vantagem que conseguimos junto às companhias aéreas (...), à hotelaria e ao governo argentino."
A Argentina, aliás, é uma tradicional porta de entrada para a viagem internacional. Nos anos 70, a "coqueluche" não era Buenos Aires, mas sim a tríplice fronteira (Brasil, Paraguai e Argentina), em Foz do Iguaçu, em viagens feitas de ônibus. "(A Argentina) é realmente o primeiro passo para a viagem para o exterior, é a quebra do tabu."
De ônibus
O início da operação da CVC, há 37 anos, se deu pelo turismo rodoviário. Paulus procurou as empresas do setor metalúrgico do ABC Paulista para oferecer opções de viagens de um dia, fim de semana e feriado prolongado aos departamentos de recursos humanos e às associações de funcionários. "O transporte aéreo era realmente muito caro, você não tinha ainda rotas turísticas, tinha mais rotas comerciais."
Era de ônibus que a CVC levava esses funcionários para destinos como Campos do Jordão e Guarujá, em São Paulo; e, no caso de viagens mais longas, para Rio de Janeiro e Poços de Caldas (MG). Aos poucos os destinos foram se prolongando, até incluírem as férias desses trabalhadores. "(Fomos) praticamente educando as pessoas a fazer turismo."
Fonte: G1
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