Copa compra mais aviões


Copa compra mais aviões

A Copa Airlines, assinou ontem, contrato com a Boeing, para a compra de mais 13 737-800s, um negócio que chega a quase 1 bilhão de dólares. A Boeing informou que recebeu um pedido de mais oito 737s de um cliente cujo nome não foi identificado.

O compromisso da Copa, incui oito opções e eleva a 27 a quantidade de 737NGs confirmadas pela empresa panamenha. A entrega das 13 novas aeronaves está prevista para ocorrer entre 2012 e 2015, com as 8 opções disponíveis, entre 2015 e 2017.

As aeronaves receberão acabamento interno Sky Interior, da Boeing,projetado para ficar parecido ao interior do Boeing 787 Dreamliner.

Além dos 21 737s destinados à Copa, e ao cliente não divulgado, a Boeing comunicou em seu site, o cancelamento dos pedidos de três 737 e dois 777.

O total de pedidos para 2009 está em 93 aeronaves. A quantidade poderia ser maior, se a Boeing não tivesse amargado o cancelamento de 73 pedidos firmes do 787, devido a situação econômica mundial e ao atraso no desenvolvimento do novo avião.

Fonte: ATW /Tradução: Jack

Companhia aérea para cães e gatos começa a operar nos EUA

inaugurada a Pet Airways

A Pet Airways, companhia aérea que oferece voos confortáveis para os bichinhos de estimação, fez sua primeira viagem nesta terça-feira (14) nos EUA. O primeiro voo decolou do aeroporto Republic em Farmingdale, no estado de Nova York.

Previsto para 19 passageiros humanos, o avião pode transportar 50 cachorros e gatos porque os assentos foram substituídos por três níveis de prateleiras onde foram colocadas jaulas especialmente fabricadas para o avião.


Pet Airways, companhia que oferece voos confortáveis para cães e gatos, realizou nesta terça-feira sua primeira viagem. O avião decolou do aeroporto de Farmingdale, no estado de Nova York. (Foto: Dave Weaver/AP)


Alyse Tognotti, da Pet Airways, prepara um passageiro canino durante voo de treinamento na última quinta-feira em Omaha, no estado de Nebrasca. (Foto: Dave Weaver/AP)


Além de 19 pessoas, avião pode transportar 50 cães e gatos.Pet Airways fundada pelo casal Alysa Binder e Dan Wiesel.



Fontes: G1- AP

Nova sonda da Nasa fotografa locais de pouso das Apollo

A LRO, que chegou á órbita lunar em junho, conseguiu fotografar cinco das seis bases deixadas na Lua

Assista ao vivo, a caminhada espacial dos astronautas da ISS

Veja as imagens dos locais de pouso no site da Nasa

Tecnologias da Apollo aplicadas ao cotidiano

SÃO PAULO - A sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) enviou para a Terra as primeiras imagens dos locais de pouso das missões Apollo, que levaram 12 astronautas à Lua entre 1969 e 1972. As fotos mostram os módulos lunares projetando sombras alongadas sobre a superfície lunar.


Local de pouso da Apollo 11, com a sombra do módulo Águia projetando-se para a direita. Nasa

A LRO conseguiu fotografas cinco dos seis locais onde desceram as naves. O base que faltou, da Apollo 12, deverá ser fotografada nas próximas semanas, de acordo com nota divulgada pela Nasa.


O módulo Antares, da Apollo 14, projeta sua sombra. Um pouco acima, o rastro dos astronautas. Nasa

No local de pouso da Apollo 14, as condições de iluminação permitiram que outros detalhes, além do módulo lunar, fossem percebidos na imagem feita pela LRO. Entre eles há um pacote de instrumentos científicos, além de sinais dos rastros deixados pelas botas dos astronautas.


O módulo lunar Falcão, da Apollo 15, lança sombra sobre a superfície lunar, em imagem da LRO. Nasa

A LRO foi lançada em 18 de junho, e está em órbita da Lua desde o dia 23 do mesmo mês. Ela passa por uma fase de calibragem de seus instrumentos, antes de entrar em sua órbita final.


O Órion, módulo lunar da Apollo 16, lança sua sombra por sobre uma cratera nesta imagem da LRO. Nasa

A Nasa prevê que novas imagens dos locais de pouso das Apollo, a serem feitas quando a sonda atingir sua órbita de trabalho, serão de duas a três vezes mais detalhadas.


O módulo Challenger da Apollo 17, última missão a pousar na Lua, fotografado pela LRO. Nasa

Sua missão é buscar mapear a Lua, em busca de locais adequados para o pouso da próxima missão de astronautas americanos ao astro, por enquanto prevista para 2019.

Fontes: NASA - AE

FAB realiza seminário sobre Projeto KC-X

1º “Workshop” Operacional

A Subdiretoria de Desenvolvimento e Programas (SDDP), do Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) do Comando da Aeronáutica, sob a coordenação da Gerência Executiva do Projeto KC-X, realizou o 1º “Workshop” Operacional, de 12 a 15 de julho, nas instalações da EMBRAER, em São José dos Campos – São Paulo.

O evento contou com a presença de representantes do Exército, COMGAR, COMGEP, FAE2, FAE5, DIRSA, DIRINT, CTA, SDDP e EMBRAER, com a finalidade de refinar os requisitos operacionais para o desenvolvimento de nova Aeronave de Transporte e Reabastecimento em Vôo da Força Aérea Brasileira – KC-X.

Os próximos passos na Fase de Desenvolvimento são a realização de “workshops” dedicados ao detalhamento técnico-operacional das missões em áreas distintas: Transporte, Reabastecimento em Vôo, SAR e Evacuação Aeromédica; os ensaios em ambiente de Realidade Virtual e a utilização de modelo da cabine da Aeronave - “mock up” – em tamanho real, onde o embarque e desembarque de tropas, viaturas e cargas serão experimentados.

Ao final da Fase de Desenvolvimento, a EMBRAER entregará à FAB dois protótipos da Aeronave, já certificados, um em 2014 e outro em 2015.

Fonte: FAB

Encontado corpo de empresário vítima de queda de helicóptero em Ubatuba


Militares encontraram na quarta-feira em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, as ossadas do empresário João Verdi e de sua mulher, Sônia Brasil Leite, que morreram em um acidente de helicóptero durante uma viagem entre Angra dos Reis, no litoral do Rio de Janeiro, e São José dos Campos, interior de São Paulo.

Verdi era presidente da empresa Avibras Aeroespacial, um das principais indústrias de equipamentos militares do Brasil. A companhia desenvolve equipamentos bélicos para as Forças Armadas e sistemas de comunicação com destinação militar. A aeronave desapareceu no dia 24 de janeiro de 2008.

Os destroços da aeronave foram encontrados por moradores locais na última terça-feira. Segundo a PM, o local onde o helicóptero caiu é uma região de mata fechada de difícil acesso. A equipe levou sete horas para chegar até os destroços.

Novas incursões serão feitas na mata para resgatar as peças de fuselagem do equipamento, para análise sobre as causas do acidente.

Fonte: Terra

NTSB libera documentos do acidente do 737 da Continental, ocorrido em dezembro de 2008

O NTSB, liberou hoje documentos da investigação do acidente envolvendo um Boeing 737 da Continental Airlines, em dezembro de 2008, em Denver.

Acesso aos documentos(PDF e em inglês)

Accident description

RIAT 2009: O Vulcan chega ao evento para demonstrações de voo.

A graça do Vulcan de volta aos céus.

Foi uma longa e árdua caminhada, mas o projeto orçado em 11.4 milhões de dólares, para restaurar o avião Avro Vulcan XH558 e devolver a ele condições de voo, foi bem sucedido. Com isto, a tão almejada visão de assistir ao antigo bombardeiro dod tempos da guerra fria, brilhar nos shows de demonstração aérea, finalmente se tornará realidade.

A organização “ The Vulcan to the Sky Trust’s “, já avisou que o Vulcan estará presente e voando, neste próximo fim de semana, no Royal International Air Tattoo, no Reino Unido, com sua chegada à base Fairford da RAF, em Gloucestershire, em 16 de julho, tendo representado sua primeira participação no show desde 1991.

O XH558 participaria da RIAT em 2008, mas o evento foi cancelado e a sua presença no evento deste ano, era incerta até 10 de julho, quando o trust conseguiu a renovação da permissão de voo, da CAA (UK Civil Aviation Authority). A permissão anterior expirou em 3 de julho, deixando o avião em Waddington, local de um show aéreo, no qual ele acabou não podendo fazer demonstrações de voo.

Multidões vieram acompanhar em Faiford, no último dia com autorização de pousos para o evento air tatto, a chegada do Vulcan. Ele pousou às 15:20LT, vindo de RNAS Yeovilton em Somerset;um voo de curta duração.

Andrew Edmonson, diretor de engenharia do projeto, diz que não existem problemas de confiabilidade com relação às condições de voo do avião; logo, se a meteorologia permitir, ele voará tanto no sábado como no domingo, na RIAT. Pretende-se, inclusive, algumas passagens em alta velocidade.

A falta de recursos, no início de 2009, quase matou o projeto. E mesmo agora, o apoio público continua a ser muito importante para que este avião continue a voar. Em 2010, o XH558 completará 50 anos de seu primeiro voo.

Webpage




Avro Vulcan Bomber XH558 Take-Off. £6m Refit.


Voando o Avro Vulcan XH558


Comentário:

Eu tive o privilégio de assistir um voo do Vulcan, ao vivo, em 1975, na feira interncional de aviação, que ocorreu em São José dos Campos SP. Naquela feira, tive o prazer de conhecer os Phantons dos Thunderbirds da USAF e até de fazer uma tour por dentro do C5A- Galaxy, o imenso cargueiro da USAF.

Assistir a um voo do Vulcan foi uma experiência inesquecível e até hoje guardo na memória, a visão das passagens e do ruido das turbinas.


Observo ainda, que este avião era um bombardeiro estratégico, criado para lançar armas nucleares contra a União Soviética.

Durante a Guerra das Malvinas/Falklands, um Vulcan, com problemas, pousou no Brasil e ficou retido vários dias.


Fonte: FG

Tradução: JACK

Supostos destroços de avião desaparecido são encontrados

Força Aérea venezuelana ainda não chegou ao local, diz FAB. Avião de executivo mineiro sumiu em 11 de julho.

Supostos destroços do avião de pequeno porte que está desaparecido deste 11 de julho foram encontrados, nesta sexta-feira (17), na Venezuela. Segundo informou o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a Força Aérea venezuelana ainda não conseguiu chegar ao local em que os destroços foram avistados devidos às condições meteorológicas.

O avião transportava um executivo da empresa mineira Magnesita, proprietário da aeronave, e o piloto. Eles seguiam de Miami, nos Estados Unidos, para Belo Horizonte. Segundo a empresa, o funcionário é diretor financeiro e de relações com os investidores da companhia, natural de Belo Horizonte, tem 40 anos, é casado e tem uma filha de 3 anos.

A Aeronáutica informou ainda que aeronaves brasileiras estão de sobreaviso em Boa Vista para auxiliar as autoridades venezuelanas no resgate.

Fonte: G1

Detalhes do voo maluco de Obama

A aventura aérea de Obama

Ano passado, quando Obama, ainda senador, ocupava-se de cruzar o país em sua campanha eleitoral, ele passou por um problema em um dos voos. Na época, fomos informados que não fora nada demais, e naturalmente o pouso foi bem sucedido. Contudo, agora mais detalhes surgiram mostrando que a coisa foi séria.

O presidente estava à bordo de um MD-80 da MidWest Airlines, alugado para alguns voos na campanha presidencial. A única coisa digna de nota, em relação ao avião, era o fato de ele ser operado pela Midwest - coisa mais rara que observar um urso panda em seu habitat.

Durante a operação de subida,a tripulação enfrentou dificuldade em controlar o pitch (atitude nose up), da aeronave, e por isso acabou desviando o voo para St Louis, onde o pouso se deu com segurança. Vejamos o que o presidente deve ter sentido:



Observamos que enquanto pitchs de 16 a 20 graus são considerados normais, alguns voos atingem 25 graus. Logo, estar com um pitch de 26.8 não foi algo tão incomum assim; contudo, poderia ter sido pior se a tripulação nao tivesse conseguido estabilizar o avião.

Mas enfim, o que aconteceu?

Bem, na cauda dos MD-80, existe uma saída de emergência. Naquele voo,componentes da porta inflaram e assim os cabos que controlam os profundores foram pressionados. Os profundores são responsáveis pelas atitudes de pitch up e down da aeronave. A pressão exercida, fez aumentar o pitch . Os pilotos lograram recuperar o controle,e pousaram em segurança.

Os registros indicam que ocorrências do tipo, somente ocorreram duas vezes, antes e uma delas com o avião no solo, logo, trata-se de um ocorrência rara. Ainda assim, deve ter sido um voo muito louco.

História completa(em inglês)

Fontes: The Cranky Flier.
Tradução: Jack

Ordenada inspeção em todos os Airbus A-310

Ordenada inspeção em todos os Airbus A-310

A EASA, orgão europeu qe fiscaliza a aviação,ordenou que todos os operadores de aviões Airbus A-310 façam checagem na asas das aeronaves,após a ocorrência de 3 casos onde os aviões do modelo, perderam componentes das asas, em pleno voo.

Inspeção feita em outros aviões do modelo citado,constaram rachaduras em partes internas ds asas, devido fadiga de material.

Portanto, foi publicada uma AD exigindo a inspeção e foram incluidos os A-310 da FedEx e da Air Bagan.

A Airbus informou que já tem um kit pronto para substituição nas aeronaves que apresentarem problemas.

Fonte: AviationWeek

NTSB libera fotos da fuselagem do 737-300 da Southwest

NTSB divulga fotos dos danos do 737-300 da Southwest

O NTSB (National Transportation Safety Board), liberou duas fotos mostrando os danos internos e externos da fuselagem do Boeing 737-300 da Southwest Airlines,que sofreu uma despressurização violenta,enquanto voava a 34.000 pés (10.363 m, em um voo entre Nashville e Baltimore, em 13 de julho de 2009.

A tripulação do voo 2294 declarou emergência e pousou com segurança no aeroporto Yeager, em Charleston, Virgínia Ocidental. Embora as máscaras de oigênio tenham sido utilizadas durante o incidente, nenhum dos 126 passageiros e 5 tripulantes sofreu ferimentos.

O NTSB declarou que o incidente provocou o surgimento de um buraco medindo aproximadaente 43 x 20 cm. A espessura da camada de alumínio, no local da fratura, é de 0.8 mm e existe uma camada adicional, também com 0.8 mm de espessura, ligada à superfície interna em áreas selecionadas.

Abaixo, fotos das áreas afetadas. A primeira foto é da porção interna, seguida pela foto da porção externa.



Investigadores dizem que ´´nao foram constatadas corrosão ou mesmo danos mecânicos pré-existentes´´, ao menos baseando-se em um exame visual inicial da fratura.

O NTSB informou que procederá a um exame metalúrgico da área afetada e das superfícies da fratura, nos próximos dias.

Fonte: FG

Tradução: JACK

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Lançamento da missão Apollo 11 completa 40 anos


"Hoje, às 10h32 (hora de Brasília) a cosmonave Apollo 11, levando os atronautas Neil Armstrong, Edwin Aldrin e Michael Collins deixará o Cabo Kennedy com destino à Lua, na mais espetacular e perigosa conquista já tentada pelo homem." Dessa forma era anunciado o início da conquista da Lua na Folha de S.Paulo de 16 de julho de 1969. A manchete: "10h32 Começa a grande aventura".

Clique na imagem abaixo e veja a reprodução do jornal em detalhes. Para acessá-la no formato PDF, clique aqui.



Conheça os astronautas

APOLLO 11

Neil A. Armstrong

Nascimento: 5 de agosto de 1930, em Wapakoneta, Ohio, EUA

Trabalho na Nasa: Ganhou status de astronauta da Nasa em 1962. Em 1969, durante a missão da Apollo 11, da qual era comandante, se tornou o primeiro homem a pousar com uma nave na Lua e o primeiro a andar no satélite. Deixou a agência em 1971





Buzz Aldrin

Nascimento: 20 de janeiro de 1930, em Montclair, New Jersey, EUA

Trabalho na Nasa: Começou a trabalhar como astronauta na agência em outubro de 1963. Entrou para a história como o segundo homem a andar na Lua, durante a missão da Apollo 11 --esteve no solo do satélite durante cerca de 2 horas e meia. Deixou a agência em 1971



APOLLO 12

Charles Conrad Jr.

Nascimento: 2 de junho de 1930, na Filadélfia, Pensilvânia (EUA)

Morte: 8 de julho de 1999, em decorrência de ferimentos causados por acidente de moto

Trabalho na Nasa: Foi nomeado astronauta da agência em 1962. Comandante da missão da Apolo 12, em novembro de 1969, liderou o primeiro pouso perfeito em local programado na Lua. "Uuupiii!", bradou ao andar no satélite. Entre os astronautas de sua geração, foi o que mais tempo passou no espaço --um total de 1.179 horas (49 dias) em quatro missões. Deixou a agência em 1973

Alan Bean

Nascimento: 15 de março de 1932, em Wheeler, Texas, EUA

Trabalho na Nasa: Entrou para a agência como astronauta em 1963. Foi o piloto do módulo lunar da Apollo 12, segunda nave a pousar na Lua. Deixou a Nasa em 1981 para se dedicar à pintura.






APOLLO 14

Alan B. Shepard Jr.

Nascimento: 18 de novembro de 1923, em East Derry, New Hampshire, EUA

Morte: 21 de julho de 1998, por leucemia

Trabalho na Nasa: Começou a trabalhar como astronauta em 1959 e foi o primeiro norte-americano a voar pelo espaço, num voo suborbital (durante 15 minutos), em 1961. Em 1971, foi o comandante da missão da Apollo 14, a terceira a conseguir pousar na Lua. Deixou a agência em 1974

Edgar Dean Mitchell

Nascimento: 17 de setembro de 1930, em Hereford, Texas, EUA

Trabalho na Nasa: Foi selecionado para o treinamento de astronautas em 1966. Em 1971, se tornou o sexto homem a andar na Lua, durante a missão da Apollo 14. Aposentou-se em 1972






APOLLO 15

David R. Scott

Nascimento: 6 de junho de 1932, em San Antonio, Texas, EUA

Trabalho na Nasa: Entrou para a agência no terceiro grupo de astronautas selecionados, em 1963. Em julho de 1971, em seu terceiro voo no espaço, foi o comandante da missão da Apollo 15, a quarta a pousar na Lua. Em sua carreira na agência, acumulou 346 horas e 54 minutos no espaço --20 horas e 46 minutos em trabalhos fora das naves.




James Irwin

Nascimento: 17 de março de 1930, em Pittsburgh, Pensilvânia, EUA

Morte: 8 de agosto de 1991, por ataque cardíaco

Trabalho na Nasa: Foi um dos 19 astronautas selecionados pela Nasa em abril de 1966. Atuou como tripulante da missão da Apollo 15, a primeira a usar um veículo para locomoção na Lua. Em 1972, deixou a agência para fundar a organização religiosa "High Flight Foundation", com o objetivo de estimular as pessoas a dar "um salto de fé e experimentar o voo mais alto com Deus". "Jesus andando na Terra é mais importante do que o homem andando na Lua", afirmou

APOLLO 16

John W. Young

Nascimento: 24 de setembro de 1930, em San Francisco, Califórnia

Trabalho na Nasa: Foi selecionado para ser astronauta em 1962. Ele foi o primeiro homem a voar sete vezes no espaço --seis vezes a partir da Terra e uma, da Lua. Foi comandante da missão da Apollo 16, a quinta a pousar no satélite. Aposentou-se da Nasa em 2004




Charles Moss Duke Jr.

Nascimento: 3 de outubro de 1935, em Charlotte, Carolina do Norte, EUA

Trabalho na Nasa: Começou a trabalhar como astronauta da Nasa em abril de 1966. Integrou a missão da Apollo 16, a quinta tripulada na Lua, em 1972




APOLLO 17

Eugene A. Cernan

Nascimento: 14 de março de 1934, em Chicago, Illinois, EUA

Trabalho na Nasa: Se Neil Armstrong foi o primeiro homem a andar na Lua, Cernan foi o último a pisar no satélite, em dezembro de 1972, durante a missão da Apollo 17 --ele foi o comandante da tripulação. Trabalhou na Nasa entre 1963 e 1976





Harrison H. Schmitt

Nascimento: 3 de julho de 1935, em Santa Rita, Novo México, EUA

Trabalho na Nasa: Geólogo, ele começou a trabalhar na Nasa em 1965, como astronauta-cientista. Ele foi à Lua a bordo da Apollo 17, em 1972. Deixou a agência em 1975 para concorrer ao Senado, pelo Estado do Novo México --foi eleito com 57% dos votos






Nasa restaura filmagens de chegada do homem à Lua
Registro original foi perdido pela agência espacial.
Imagens foram divulgadas nesta quinta-feira (16).




A Nasa, a agência espacial americana, divulgou nesta quinta-feira (16) vídeos restaurados da missão Apollo 11. A companhia que recuperou os registros, em um projeto que gastou US$ 230 mil, é a mesma que digitalizou o clássico “Casablanca”.

Por incrível que pareça, a agência espacial americana simplesmente perdeu suas fitas originais. Após três anos procurando o material, funcionários concluíram que elas foram provavelmente apagadas.

A estratégia, então, foi trabalhar com base em registros das transmissões de TV e refinar sua qualidade. Até o momento, 40% das filmagens foram restauradas.

Os vídeos originais ficavam armazenados em imensas pilhas de bobinas de fita. Cada uma continha 15 minutos de filmagem. Nas décadas de 1970 e 1980, faltaram tapes e a Nasa apagou e reutilizou cerca de 200 mil bobinas. O destino da documentação original da missão Apollo 11 deve ter sido selado justamente neste afã de fazer economia.

A empresa de restauração, a Lowry Digital, da Califórnia, também tratou Star Wars e filmes da série 007.

Confira galeria de imagens da Apollo 11
(Clique na imagem para acessar).



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Fontes: G1- FOLHA - AP- REUTERS

Nada faremos se as causas da queda do AF 447 continuarem um mistério?

Ainda é possível encontrar a caixa-preta do AF 447

David Learmount

Contudo, caso não seja, poderá a indústria aeronáutica conviver com a idéia de não descobrir o que provavelmente aconteceu, ao invés de limitar-se ao que seria meramente possível?

A lista de possibilidades teóricas, neste momento, é tão longa que a idéia que uma delas tenha ocorrido, poderia levar a índústria a falhar na tomada de ações.

Desta forma, o que provavelmente poderá acontecer? Não sejamos filosóficos aqui, ou correremos o risco de não chegarmos a lugar algum.

O Airbus A-330, estava em voo controlado de cruzeiro, quando então, a indicação de problemas com a velocidade ocorreram e o autopilot e o sistema de autothrottle desengajaram. Isto ocorreu 2 horas após meia-noite, quando a tripulação técnica deveria estar em seu mais acentuaso fator de baixa do círculo cicardiano.

O controle de voo também alterou-se de normal para alternado, mas o último não altera a forma de ação que a tripulação técnica deveria tomar para manter o controle da aronave, e nem como a aeronave sente o voo.

Outro fato conhecido e de importância significativa é que o avião chocou-se com a superfície do mar.

Existem apnas dois cenários génericos alternativos que podem descrever o que ocorreu entre o voo de cruzeiro e o choque no mar: ou o avião, por alguma razão desconhecida, tornou-se incontrolável, ou ele era passível de controle, porém a tripulação fora incapaz de fazê-lo.

Um estudo sobre a história dos acidentes aéreos - casos antigos e recentes - poderia sugerir que a segunda hipótese tenha sido a mais provável.

Tomemos como exemplo, dois acidentes recentes, ocorridos à noite, e que também ocorreram sobre o mar: desorientação do piloto causou perda de controle no acidente envolvendo um avião da Flash Airlines em 2004, e o caso da Adam Air,em 2007, onde a causa foi a fixação da atenção do piloto em resolver um problema técnico menor e a posterior desorientação e a subsequente perda de controle. Não podemos descartar esta possibilidade no caso do voo AF 447.

Ai surge a pergunta. Criamos normas nestes casos?

Sim, caso isto fizesse a indústria a agir objetivando prevenir tais eventos no futuro.

Esta é minha opinião, de qualquer forma, e sua motivação.

Os casos da Flash e da Adam, tiveram as causas reveladas pela investigação, contudo, nada foi feito desde então, referente ao fenômeno. Há um interesse crescente em reformar e melhorar o treinamento das tripulações, mas nenhum acordo sobre como poderia ser feito.

A possibilidade que o acidente com o AF 447 possa ter sido causado pelo mesmo fenômeno, aumenta a urgência da necessidade de ações neste sentido.

Ainda não está convencido?

Os casos da Flash e da Adam, não foram os únicos. Também temos o caso Gulf Air em 2000; o caso Armavia em 2005, ambos com equipamento A-320. Também causados por desorientação do piloto, à noite, sobre o mar. Nada estava errado com os aviões, nos casos citados.

E poucos dias atrás, tivemos o caso com o A-310 da Yemenia, em Moroni, Ilhas Comores. Caiu no mar, à noite, também, por volta de 02:00, hora local, e a tripulação não havia reportado problemas com a aeronave.

Eis algumas verdades que tem ligação entre si:

* Acidentes devido perda de controle, estão se tornando mais comuns, na categoria de acidentes graves;
* A operação de aviões muito automatizados,priva os pilotos de uma melhor prática das habilidades na manipulação física do avião, e os priva da prática de pilotar e pensar com poucos dados disponíveis.
* O treinamento dos pilotos é um alvo fácil em casos de corte de despesas, pois não existe efeito imediato perceptivel em sua redução, apenas um aumento de risco difícil de ser quantificado.
* Simuladores são essenciais, contudo, são melhores para o ensino de conhecimento dos sistemas e gerenciamento, e para os procedimentos padrão de operações.
* simuladores naõ sao uma boa coisa, quando são utilizados para treinamento das habilidades de voo, pois sua maior deficiência é o sistema de movimento. Ele não consegue e jamais vai ´´ replicar ´´ a realidade.
* Treinamento de pilotagem em simuladores, ´´ não se transfere´´, ao avião real. Handling training in simulators "does not transfer" to the real aeroplane (US DoT Volpe Center).

Mas e se os sistemas de movimento dos simuladores pudesse ser melhorado digamos,a ponto, de ´´voar a caixa,´´ ficasse o mais próximo possível da coisa real? Bom, isto permitiria aos pilotos, voltar a se familiarizar mais eficientemente com as habilidades ´´ stick e rudder´´, as quais eles perdem ao voar aviões com alto grau de automação.

Bem, o sistema existe, e a indústria - incluindo-se ai os maiores fabricantes de simuladores - deveriam dar uma chance a ele. Pois se ficasse provado que ele consegue dar aos pilotos a chance de treinar suas habilidades de manuseio da aeronave,- pouso com vento cruzado, por exemplo, ou ainda, recuperação de atitudes extremas - isto teria o potencial de salvar muitas vidas, e o acréscimo nos custos seria marginal.

Chama-se Lm². Já escrevi sobre ele antes, e é o melhor brinquedo de Filip Van Biervliet, da Academia de Voo Sabena - Desenvolvimento ( SFA-D). Deve ser levado à sério, porque funciona. Eis minha descrição do que senti, quando o testei.

Voei de novo,(veja abaixo) em um simulador de voo completo, do Boeing 737-800, no centro de treinamento da CAE em Hossfddorp, próximo ao aeroporto de Schipol, e não há motivos para mudar de opinião.


O que se precisa é que uma agência de pesquisa como a NASA ou o Volpe Center, aceite efetuar testes com o Lm², para comprovar se este simulador realmente transfere as habilidades de voo real aos pilotos, pela primeira vez.

Pois caso a resposta seja sim, ficará inviável desconsiderar a importância deste novo simulador para a melhora da segurança da aviação. Uma coisa é certa, a indústria não tem como aceitar os riscos e custos de voltar aos treinamentos, utilizando aviões reais, logo, o mínimo que pode fazer é utilizar a próxima melhor opção de treinamento

O Lm² é a melhor solução? Não merecemos desculpas se não testarmos.

Fonte: FG

Tradução: JACK

Aeronave não tripulada para vigiar fronteiras brasileiras


A Polícia Federal está testando o VANT

A Polícia Federal está testando a partir desta quarta-feira o VANT que será utilizado na região da Tríplice Fronteira. A aeronave não tripulada é controlada remotamente a partir de uma estação em terra e possui câmeras capazes de fotografar veículos e pessoas a grandes distâncias, alem de operar também durante a noite.

Não foi informado o modelo que está sendo testado, o que só acontecerá na cerimônia oficial no próximo dia 23 de julho que contará com a presença do Ministro da Justiça Tarso Genro. Pelas fotos divulgadas trata-se de um VANT da família Heron da empresa israelense IAI.

O modelo testado tem cerca de 10 metros de envergadura e autonomia de vôo de mais de 20 horas. No total serão três aeronaves do tipo, e que podem operar em diferentes regiões do país, servindo tanto para policiamento preventivo como também para registrar delitos já cometidos como por exemplo fotografar crimes ambientais.

Os testes estão sendo realizados em São Miguel do Iguaçu, região Oeste do Paraná. Quando os testes terminarem e a aeronave estiver pronta para entrar em operação, a base poderá ser móvel, permitindo a vigilância em diferentes regiões do Paraná ou do País.

Segundo a PF, o uso deste tipo de equipamento por uma Polícia é inédito no mundo.

Fonte: DefesaBrasil

Israel vai comprar o caça F-35


Israel vai equipar a IAF com o F-35

A Força Aérea de Israel caminha a passos largos para receber seus primeiros aviões de combate de 5ª geração Lockheed Martin F-35. O estado judeu já enviou carta oficial LOR (Letter of Request – Carta de Requisição) ao governo estadunidense solicitando autorização para a aquisição de um primeiro esquadrão de 25 aeronaves da versão CTOL (Conventional Take-Off and Landing – Decolagem e Aterrissagem Convencional).

Paralelamente ao envio da LOR, negociações dos aspectos financeiros e sobre a integração dos equipamentos pretendidos pela Força Aérea de Israel estão em curso. Os israelenses desejam instalar seus próprios sistemas de guerra eletrônica e alcançar um nível de autonomia técnica que permita a manutenção das aeronaves de forma independente. Há informações de que os Estados Unidos e Israel já chegaram a um consenso na maioria dessas questões.

Espera-se para o início de 2010 a assinatura de um pedido firme de compra. Os primeiros exemplares do F-35 devem chegar a Israel em 2014.

Israel já divulgou interesse na compra de mais 50 F-35 para compor mais dois esquadrões, substituindo assim versões mais antigas dos seus aviões de combate F-15 I Eagle e F-16 I Fighting Falcon. Esse segundo lote seria da variante STOVL (Short Take-Off Vertical Landing – Decolagem Curta e Aterrissagem Vertical).

Fonte: Tecnologia&Defesa

El Al Israel é autorizada a voar para o Brasil

A israelense El Al Israel Airlines recebeu hoje a autorização efetiva da ANAC para iniciar voos regulares para o Brasil.

Alem de frequências de passageiros, a empresa também foi autorizada a transportar cargas e mala postal.


Fonte: ANAC

Lançamento da Endeavour

CABO CANAVERAL - A agência aeroespacial americana (Nasa, por suas iniciais em inglês) abasteceu hoje o ônibus espacial Endeavour para a sexta tentativa de lançamento de uma missão que irá até a estação espacial internacional. O lançamento do Endeavour, que deve viajar com sete astronautas a bordo, está previsto para as 18h03 locais de hoje (19h03 em Brasília).

Assista, ao vivo, à sexta tentativa de lançamento.


Foto de satélite mais recente - Cortesia: Google Earth

Cada depto está dando o ok. Acho que desta vez vai!!!!!!

Acompanhe o rastreamento, ao vivo da orbita da Endeavour e da ISS


Atualização:

O ônibus espacial Endeavour partiu nesta quarta (15), às 19h03 (horário de Brasília), do Centro Espacial Kennedy, como previsto pelo centro de controle.

O Endeavour levará uma tripulação de sete astronautas para a Estação Espacial Internacional (ISS) para instalar nova seção de um módulo de pesquisa japonês.

A Nasa já anunciou que vai aposentar os ônibus espaciais. A manutenção da ISS dependerá, por um longo período, das naves russas Soyuz.

Atualização: 01:23 BRT

Vários pedaços se desprenderam hoje do tanque externo do ônibus espacial "Endeavour" e pelo menos um deles atingiu a estrutura da nave, mas as autoridades da Nasa (agência espacial americana) asseguraram que não deve ser um problema sério.

O "Endeavour" partiu em uma missão de 16 dias à Estação Espacial Internacional (ISS) após cinco adiamentos por causa, primeiro, de problemas com esse mesmo tanque externo, e depois das más condições de tempo na região do Centro Espacial Kennedy, na Flórida.

Os pedaços soltos foram detectados poucos minutos depois do lançamento pelas câmeras do tanque externo.

Uma das primeiras operações que os astronautas da nave realizarão amanhã será revisar o escudo térmico e a estrutura da nave.

"Não consideramos que isso seja um problema", disse em coletiva de imprensa após o lançamento no Centro Espacial Kennedy, na Flórida, William Gerstenmeir, administrador adjunto para operações espaciais da Nasa.

Segundo ele, as marcas brancas mostradas nas imagens provavelmente são "danos na pintura, não fissuras profundas".


Emprestimo de $1 bilhão para a Air India

JPMorgan empresta dinheiro à Air Índia

O banco JPMorgan Chase & Co efetuou empréstimo de $1.06 bilhões para a Air India.
Esse dinheiro será usado para a aquisição de três 777-200 e quatro 777-300, que a companhia usará em rotas internacionais. Alem disso, prevê a compra de três 737-800 para uso em rotas domésticas.

Essas encomendas fazem parte de um plano de renovação da frota que a Air India anunciou em 2005, para um total de 68 aeronaves da Boeing e 43 da Airbus. Dessas aquisições, 48 aeronaves ja foram entregues.

Atualmente, a Air India é a terceira maior companhia da India com 18% de participação no mercado, ficando atrás da Kingfisher do bilionário Vijay Mallya, com 24.4% e da Jet Airways/JetLite, com 23.9%.

Em junho, o load factor da Air India foi de 68%.

Fonte: FlightGlobal

Embraer estuda nova aeronave!

A Embraer está em negociações com General Eletric, Pratt & Whitney e Rolls Royce para o fornecimento de motores para um novo design da família e-jet, porem, com tamanho maior.

Esse pode ser o indicador de que a Embraer pretende construir uma nova aeronave para competir com o novo produto da Bombardier, a família C-Series.

Mauro Kern, vice-presidente executivo de marketing da Embraer disse “Estamos estudando uma aeronave um pouco maior que o E195, planejamos não só em melhorar a plataforma atual, mas ao mesmo tempo, criar um design completamente novo”.

O Embraer 195 é a maior aeronave da Embraer, com uma configuração máxima de 120 assentos. A nova família de jatos da Bombardier, a C-Series, oferece até 145 assentos e deve entrar em serviço no final de 2013.

“Se a Embraer optar pelo desenvolvimento de uma aeronave completamente nova, precisaremos de um motor completamente novo. Por esse motivo, estamos conversando com os maiores fabricantes sobre um novo motor que suporte uma nova aeronave.” disse Kern.

Ele adiciona: “A GE é uma parceira muito próxima de nós, eles estão conosco nos E-Jets, estamos conversando com eles, alem da Pratt e Rolls”

Fontes indicam que, pelo tamanho da aeronave, um motor com 20.000lbs de empuxo será necessário, mas nada confirmado.

A Delta estaria interessada e discutindo com a Embraer sobre a nova aeronave, seria essencial que o novo avião pudesse oferecer custos operacionais mais baixos que as principais aeronaves usadas na frota da Delta atualmente.

O presidente da Embraer, Frederico Curado, disse recentemente que a decisão final sobre uma aeronave nova não virá antes de 18 a 24 meses.

Fonte: Embraer - AP

Irã nega explosão no ar e diz que avião desintegrou ao bater no solo

Pedaço da fuselagem do avião Tupolev;a aeronave teria se desintegrado ao tocar o chão



O avião Tupolev Tur-154, da companhia iraniana Caspian Airlines, que levava 168 a bordo, mergulhou no ar, bateu no chão e se desintegrou em pedaços em chamas, segundo coronel Masood Jafari Nasab, comandante de segurança da Província de Qazvin, local do acidente. A aeronave, de fabricação russa, voava de Teerã rumo a Ierevan, capital da Armênia, e caiu apenas 16 minutos depois da decolagem. Todos os 153 passageiros e 15 tripulantes morreram no acidente, o pior dos últimos seis anos.

"O avião se desintegrou em pedaços", disse Nasab, citado pela rede de TV americana CNN.

A aeronave, um modelo Tupolev Tu-154 de fabricação russa, caiu às 11h33 (4h03 no horário de Brasília). Segundo a agência oficial Irna, o avião decolou do aeroporto internacional Imame Khomeini de Teerã e caiu perto de Janat Abad, na Província de Qazvin.

A agência semi-oficial Fars cita o vice-governador da cidade iraniana de Qazvin, Sirous Saberi, dizendo que a aeronave teve problemas técnicos e teria solicitado permissão para um pouso não programado. "Infelizmente, o avião pegou fogo no ar e caiu. Diferentes partes da aeronave podem ser vistas no chão", disse.

Imagens de televisão mostram diversos pedaços da fuselagem, alguns ainda soltando fumaça, além de pedaços de roupas, sapatos e até mesmo documentos de identificação.

Os relatos das testemunhas, contudo, divergem sobre o ocorrido. Um morador local afirmou que o avião caiu e explodiu no impacto com o solo. Outro morador, citado pela Associated Press, diz que a cauda da aeronave pegou fogo, o avião caiu então em círculos e bateu no solo.

Serob Karapetian, chefe do serviço de segurança de aviação do aeroporto de Ierevan afirmou que o avião pode ter tentado um pouso não programado, mas que os relatos de que estava em chamas no ar "são apenas uma versão."

Os bombeiros apagaram as chamas da fuselagem que, segundo relatos, ocupa uma área de até 200 metros quadrados. Eles procuram agora as caixas-pretas parta que possa ser feita a investigação do acidente.

Passageiros

A Autoridade de Aviação Civil da Armênia confirmou que havia 153 passageiros e 15 tripulantes a bordo do avião.

A maioria deles, afirma a agência Associated Press, eram iranianos --muitos da grande comunidade étnica armênia no Irã. Havia ainda seis cidadãos armênios e dois georgianos.

Também estavam entre os passageiros oito atletas da equipe júnior iraniana de judô, além de dois técnicos e o chefe da delegação. Eles iam para Armênia participar de um acampamento de treinamento no qual se preparariam para competição na Hungria, prevista para 6 de agosto.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, enviou comunicado expressando condolências pelas vítimas do acidente e afirmando que abrirá investigação.

Acidente

O avião, um modelo Tupolev de fabricação russa da companhia aérea Caspian Airlines, transportava 153 passageiros e 15 membros da tripulação. 'Todos morreram', confirmou o comandante Massoud Jafari Nasab, chefe da polícia de Qazvin.

Pouco depois do acidente, a televisão nacional iraniana mostrou imagens do local do acidente, uma zona rural do noroeste de Teerã que ficou coberta por pedaços de fuselagem.

'O avião ficou destroçado. Muitos pedaços estão espalhados pelos arredores de Jannat-abad', cidade próxima a Qazvin e a cerca de 200 quilômetros a noroeste de Teerã, detalhou o chefe da unidade contra incêndios, Hussein Behzadpour.

Segundo o bombeiro, unidades do corpo chegaram ao lugar do acidente pouco depois que o avião perdeu contato com a torre de controle e caiu sobre o campo, onde pegou fogo.

A polícia isolou a área, até ambulâncias e equipes especializadas chegarem ao local para recuperar os corpos.

Histórico

A Caspian Airlines é uma companhia iraniana fundada em 1992, que opera voos internacionais para Hungria, Emirados Árabes Unidos, Síria, Ucrânia, Armênia, Belarus e Turquia, assim como para as principais cidades iranianas.

O Irã tem uma frota aérea em estado crítico, afetada pelas sanções internacionais econômicas e financeiras ao país que dificultam sua renovação e compra de novos aparelhos.

Desde a imposição das sanções em 1980, após o triunfo da Revolução Islâmica que tirou do poder o último Xá da Pérsia, o pró-ocidental Mohammad Reza Pahlevi, a aviação iraniana sofreu vários acidentes com aviões que transportavam mais de cem passageiros.

O último acidente envolvendo um avião Tupolev ocorreu em 2006, segundo o site especializado Airdisaster.com. O acidente ocorreu em um voo da Iran Air Tours, na cidade de Bandar Abbas. A Aeronave bateu e pegou fogo na aterrissagem, deixando 29 dos 147 a bordo mortos.

Em fevereiro de 2002, um avião similar da companhia Iran Air Tours caiu entre Teerã e a cidade de Khorramabad, também no Irã, com 105 ocupantes. Em dezembro de 2005, 116 pessoas morreram após o choque de uma aeronave militar AC-130 Hercules que transportava passageiros civis em um edifício de dez andares nos arredores de Teerã.

Devido às sanções internacionais econômicas e financeiras sofridas pelo país, o Irã possui uma frota aérea bastante debilitada, com muitos aviões da época da ex-União Soviética ainda em operação.

Galeria






Fonte: Folha e Agências

Submarinos vão retomar busca por caixas-pretas do voo 447

Sondas francesas vão rastrear as caixas-pretas do Airbus que caiu em maio causando a morte de 228 pessoas

PARIS - Submarinos franceses vão retomar, na próxima semana, as buscas pelas caixas pretas do avião da Air France que caiu no oceano Atlântico no dia 31 de maio, causando a morte de 228 pessoas, informaram investigadores nesta quarta-feira. Equipes de busca enviadas ao local depois do acidente interromperam a procura pelos sinais emitidos pelas caixas-pretas, que devem enviá-los por pelo menos 30 dias.

A partir da próxima semana, os submarinos franceses vão tentar localizar as caixas, numa segunda fase das buscas que deve se estender por cerca de um mês, segundo um comunicado do BEA, escritório francês responsável pelas investigações do acidente.

O navio de pesquisa "Pourquoi Pas" e sua tripulação vão usar duas sondas submarinas, um minissubmarino e um robô para procurar os artefatos com os dados, que estão envoltos numa caixa de metal laranja para protegê-los e torná-los visíveis. Uma das caixas grava os dados do voo, enquanto a outra captura as vozes da tripulação e os sons da cabine.

O Airbus 330 caiu durante uma tempestade quando ia do Rio de Janeiro para Paris com um total de 228 pessoas a bordo. As caixas-pretas podem estar a uma profundidade de 3.500 metros.

Fonte: ESTADO

Avião iraniano cai e mata as 168 pessoas a bordo

Tupolev-154 matrícula EP-CPG - Esta é a foto da aeronave acidentada. Foto tirada este ano no aeroporto de Teerã

Avião da Caspian Airlines seguia para os arredores da República Armênia. Foto: Isna Stringer/Reuters



Não há sobreviventes, diz TV estatal



TEERÃ -Um avião iraniano com 168 pessoas a bordo caiu na manhã desta quarta-feira, 15, quando fazia a rota entre Teerã e Yerevan, capital da Armênia. A TV estatal do Irã afirmou que todos os seus ocupantes morreram no acidente - 153 passageiros e 15 tripulantes.

O avião era de propriedade da companhia Caspian Airways e caiu por causas ainda desconhecidas 16 minutos após decolar do aeroporto internacional imã Khomeini de Teerã. Segundo a agência de notícias estatal do Irã, IRNA, o acidente ocorreu quando o avião, um Tupolev, sobrevoava a província de Qazvin, no noroeste do país, a 120 quilômetros de Teerã.

O acidente ocorreu por volta das 11h33 locais (4h03 de Brasília).

"A bordo havia 151 adultos, 2 crianças e 15 tripulantes", disse à Reuters Arlen Davudyan, representante da Caspian Airlines em Yerevan, no aeroporto da capital armênia. "15 ou 16 minutos depois de decolar o avião caiu perto da cidade iraniana de Qazvin, a cerca de 150 quilômetros de Teerã", afirmou. Segundo ele, a aeronave acidentada era um modelo Tu-154, de fabricação russa. As causas do acidente ainda não estavam claras e a caixa-preta ainda não havia sido encontrada.

O diretor dos serviços de emergência de Qazvin, Hossein Bahzadpour, disse que o avião se partiu em pedaços e que os destroços estavam em chamas. A TV estatal mostrou imagens de destroços do avião e de algumas partes de corpos. A Caspian Airlines disse que entre 20 e 25 passageiros eram armênios. O Irã abriga cerca de 100 mil pessoas da etnia armênia, muitos dos quais frequentemente usam voos entre Teera e Yerevan para visitar parentes no país vizinho.

"Foi um grande desastre com pedaços da aeronave espalhados por uma área de 200 metros quadrados", disse um bombeiro à TV estatal iraniana. "Houve uma explosão que deixou uma vala de dez metros de profundidade no chão. Não pudemos fazer nada. Nós tentamos apagar o fogo da melhor maneira que pudemos", disse ele. Outras imagens de TV mostraram uma grande cratera aberta no solo de uma propriedade rural, com destroços metálicos espalhados pela área. Uma fumaça subia no local, enquanto a polícia e curiosos se aglomeravam ao redor.

A agência semioficial Fars citou uma importante autoridade provincial, Sirous Saberi, dizendo que o avião havia sofrido problemas técnicos antes de tentar fazer um pouso de emergência. "Infelizmente o avião pegou fogo no ar e caiu... Diferentes partes pequenas desse avião podem ser vistas no chão", afirmou.

Esse foi o terceiro acidente mortal com um Tupolev Tu-154 no Irã desde 2002 e o mais grave na república islâmica desde 2003, quando um Ilyushin Il-76, também de fabricação russa, colidiu com uma montanha.

A Caspian Airlines é uma joint venture russo-iraniana, fundada em 1993, que usa aviões fabricados na Rússia e que opera voos internacionais para países como Hungria, Emirados Árabes Unidos, Síria, Ucrânia, Armênia, Belarus e Turquia, assim como para as principais cidades iranianas.

O Irã registrou diversos grandes acidentes aéreos na última década, alguns deles envolvendo aviões Tupolev. A fabricante norte-americana Boeing não exporta uma aeronave ao Irã desde 1979, quando o governo dos EUA impôs sanções contra Teerã. Essas sanções também impediram o país de adquirir peças de reposição para aviões dos EUA comprados anteriormente ou de comprar aviões europeus que utilizam motores fabricados nos Estados Unidos, como modelos da Airbus.

Em setembro de 2006, 29 pessoas morreram quando um Tupolev 154 da Iran Air Tour pegou fogo ao aterrissar na cidade de Mashhad, no nordeste do país. Em 2002, todas os 118 passageiros morreram quando um outro Tupolev 154 da Iran Air Tour caiu perto da cidade de Khorramabad, no oeste do Irã.

Essas sanções também impediram o país de adquirir peças de reposição para aviões dos EUA comprados anteriormente ou de comprar aviões europeus que utilizam motores fabricados nos Estados Unidos, como modelos da Airbus.

Em setembro de 2006, 29 pessoas morreram quando um Tupolev 154 da Iran Air Tour pegou fogo ao aterrissar na cidade de Mashhad, no nordeste do país. Em 2002, todas os 118 passageiros morreram quando um outro Tupolev 154 da Iran Air Tour caiu perto da cidade de Khorramabad, no oeste do Irã.

É o terceiro grande acidente aéreo pelo mundo em menos de dois meses. No dia 31 de maio, um avião da Air France caiu no Oceano Atlântico, matando todos os 228 a bordo. No último dia 30 de junho, um avião com 153 pessoas a bordo da companhia Yemenia Airway caiu próximo à ilha de Comores e apenas uma menina sobreviveu.

Mais fotos



Imagens do local do acidente (no YouTube)



Fontes: AP- REUTERS - FOLHA - ESTADAO - G1 - TV GLOBO

Boeing vê parceria com Embraer

Uma vitória do caça F-18 Super Hornet, fabricado pela Boeing, na concorrência para a venda de 36 caças multiemprego para a Força Aérea Brasileira (FAB) pode significar a porta de entrada de uma parceria mais ampla entre a fabricante americana e a Embraer.

De acordo com Michael Coggins, diretor de relacionamento e novos negócios do programa F-18 da Boeing, o envolvimento da Embraer na transferência de tecnologia do Super Hornet ao Brasil seria "uma parceria de iguais".

"A Embraer é a terceira maior fabricante de jatos do mundo, atrás da Boeing e da Airbus... então quando falamos com a Embraer vemos eles (com a possibilidade) de colaborarmos em outros projetos e vendê-los no mercado internacional", disse Coggins.

"Por que não pegarmos nossas melhores práticas e as colocamos juntas em outros esforços, em outras áreas? O céu é o limite", disse, acrescentando que discutiu a possibilidade com a direção da Embraer sem, no entanto, dar mais detalhes.

Além da Boeing com o Super Hornet, também estão na disputa do chamado programa FX-2 o Rafale, da francesa Dassault, e o Gripen NG, da sueca Saab.

Nenhuma das empresas participantes fala em números, mas estima-se o acordo, que pode ser ampliado para 100 unidades, em US$ 2 bilhões. O cronograma da FAB prevê a entrega das primeiras unidades para o primeiro semestre de 2014.

O governo brasileiro tem se aproximado da França desde o ano passado, fechando acordos para a compra de helicópteros e submarinos e uma parceria para a produção da parcela convencional do submarino à propulsão nuclear, uma antiga ambição dos militares brasileiros.

A Embraer disse, por meio de sua assessoria, que foi procurada pelas três empresas que disputam o FX-2 e que manteve conversas "preliminares" com todas elas. A empresa acrescentou que "não existe nenhum acordo comercial com nenhuma das empresas" finalistas do programa.

Coggins disse que a proposta da Boeing à FAB optou por garantir que a indústria local tenha total autonomia para a manutenção e para o desenvolvimento de novos sistemas para o Super Hornet, em vez de buscar a co-produção do jato localmente.

"Não faz sentido, do ponto de vista econômico, o gasto não-recorrente para estabelecer uma linha de montagem para o Super Hornet aqui somente para 36 jatos", disse.

A transferência de tecnologia é apontada por autoridades brasileiras como fator-chave para o programa FX-2 e, segundo Coggins, a Boeing já obteve todas as autorizações necessárias junto ao governo norte-americano para repassar esse conhecimento ao Brasil.

O anúncio do vencedor da disputa para fornecer novos caças ao Brasil deve ser anunciado entre agosto e setembro, de acordo com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Fonte: Embraer - Terra - AP

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